Amor Soviético

6 Глава шестая/Capítulo seis - Red Room


Notas iniciais
Olá leitores amados, Queria me desculpar por não ter postado quarta, mas é que eu sai com os meus amigos e não deu, e ontem eu só estava mesmo com preguiça, podem me bater kkkkkk Hoje vamos ter um capítulo bem interessante e revelador. Já que não tem informações detalhadas sobre o passado na Viúva Negra, eu resolvi criar a minha versão para que se encaixasse com a dela, espero que não fique ruim. Qualquer dúvida ou crítica pode mandar por comentário ou por mensagem :) Aproveitem!

Flashback On (Todas as conversas agora se passam em russo)

Apesar de estarem do lado de dentro da base, o frio parecia atravessar as paredes de metal grossas. Haviam seis pessoas dentro dela, três homens e três mulheres. A morena e a loira davam socos em um saco de areia enquanto a ruiva olhava fixamente para a única porta que havia lá, e ao perceber que ela estava distraída, a loira correu até ela e a prendeu em um "mata-leão" apertado.

– Nunca se distraia, Nat — disse ela, sorrindo. A ruiva deu uma leve risada e sentiu que a loira havia soltado seu pescoço.

– Por que será que chamaram a gente aqui, Sônia? — perguntou ela, desfazendo seu sorriso.

– Deve ser para uma missão em conjunto. Somos os melhores agentes desse lugar — Sônia andou na direção de um banco de metal e se sentou nele, vendo Natalia se sentar ao lado dela. — Seja lá o que for, nós damos conta disso.

– Eu nem sei porque eu estou aqui... Essa coisa de espionagem é tão idiota. Mas agora que eu comecei não posso parar — a ruiva baixou o olhar para o chão.

– O que você faria se não fosse espiã? — perguntou Sônia, olhando curiosa para a amiga.

– Acho que tentaria ter uma vida normal, fazendo qualquer coisa, mas eu só conseguiria isso se essa guerra acabasse — depois que ela disse isso, a porta se abriu e homem barbudo trajando roupas do exército russo entrou.

– Todos vocês, para a sala vermelha — ordenou o homem, mas todos ficaram paralisados ao ouvirem aquele nome. A sala vermelha era o local que vários agentes já haviam ido, mas nenhum voltara vivo, nunca. Natalia sabia que aquilo era algo ruim, mas eles não poderia desacatar ordens de seus superiores, então, depois do leve susto, todos os seis saíram da sala.

Sônia podia ver o olhar de nervosismo de Natalia enquanto eles andavam pelo corredor, então colocou a mão em seu ombro como se dissesse que estava tudo bem. Os agentes continuaram andando até que chegaram a uma sala no fim do corredor com uma porta vermelha, e quando o comandante a abriu, todos viram que a sala não era vermelha, mas as luzes eram.

– Hoje vocês serão testados, quem sobreviver vai passar para a próxima fase e quem sobreviver a próxima fase será considerado o melhor espião do mundo — disse o comandante, vendo os agente entrarem na sala e se posicionarem em uma linha, Natalia ficando no fim dela. — Isso não é uma competição, mas eu sugiro que se esforcem para vencer.

Quando ele terminou de falar, alguém entrou na sala. Um homem branco e alto com o cabelo relativamente curto, seu braço esquerdo era feito de um metal e havia uma máscara cobrindo seu rosto, deixando apenas seus olhos a amostra.

– Para vencerem, precisam derrotar o Winter Soldier em uma batalha — disse o comandante, se afastando do meio da sala e ficando perto da porta. — Primeiro, Igor Oleg.

Depois de ouvir seu nome, o primeiro da fila andou na direção do meio da sala. Ele tentou dar um soco no Winter Soldier, mas ele segurou a mão de Igor com seu braço de metal e a quebrou com facilidade, logo o jogando na direção da parede, fazendo-o ficar desnorteado e quebrando seu pescoço. Ao ouvir o barulho do pescoço dele estalando e do corpo dele caindo no chão, Natalia sentiu um arrepio na espinha e seu coração parar de bater. Depois de ver a forma como ele lutava, parecendo estar programado para fazer cada movimento sem erros, mostrava que ela e todos que estavam naquela sala já estavam mortos.

– Segundo, Dimitri Kriger — disse o comandante, e Kriger andou até o meio da sala. Após assistir quatro agentes morrerem, Natalia já estava sentindo ânsia de vômito. Apesar de ver pessoas morrendo todos os dias, naquela situação, quem estava morrendo eram seus amigos, e ela tinha que permanecer séria e conter suas emoções.

– Quinta, Sônia Latasha Kênia — ao ouvir o comandante dizer o nome de sua melhor amiga, Natalia não conseguiu deixar de esconder o desespero em seu rosto. Ela sentiu seus olhos se encherem de lágrimas, mas as conteve, tentando desviar o olhar para não ter que ver aquela luta.

Sônia respirou fundo e caminhou na direção de Winter Soldier, que tinha as duas mãos sujas de sangue e olhava para ela. A loira ficou em posição de combate e andou na direção dele, se preparando para atacá-lo. Ele previu que ela tentaria lhe dar um chute lateral, então saiu do caminho e segurou a perna dela, usando seu cotovelo para quebrá-la com facilidade. A espiã caiu no chão dando um grito de dor abafado e então viu que ele iria lhe dar um soco com seu braço de metal, logo rolando para o lado e desviando do golpe.

Natalia foi obrigada a olhar para a luta, vendo que Sônia já estava no chão, mas ainda lutava. Ela deu um passo para frente, pensando em ir ajudá-la, mas se fizesse isso, seria repreendida pelo comandante. Tudo o que ela podia fazer era observar enquanto aquele homem, ou máquina, matava sua amiga, e logo depois, ela.

Winter Soldier segurou o pescoço da loira com sua mão biônica e a jogou na frente de Natalia. A ruiva já não conseguia mais conter suas lágrimas, que começaram a cair sobre suas bochechas brancas. Ele, então, caminhou na direção dela e pegou uma faca que havia em seu cinto, a tirando de lá e a usando para cortar a garganta de Sônia bem na frente de Natalia.

Ele olhou para ela e virou de costas, voltando para o meio da sala e esperando que ela viesse também.

– Sexta, Natalia Alianova Romanova — disse o comandante, mas Natalia ficou parada, ainda processando o que havia acontecido. Havia um nó em sua garganta e sua cabeça estava girando sem parar, porém, nesse meio segundo que ela ficou paralisada, ela pensou em um plano de luta. Depois de observar o jeito que ele lutava, ela já podia prever quais seriam seus movimentos a cada golpe que ela tentaria desferir nela, e seu objetivo agora era pegar a faca que ele havia colocado novamente em seu cinto.

Natalia caminhou lentamente até o meio da sala, limpando as lágrimas em seu rosto e se posicionando na frente dele. Ela respirou fundo e ficou em posição de defesa, coisa que nenhum dos outros agente fizeram. Os outros sempre atacavam, mas ela esperaria que ele fizesse isso. Winter Soldier ficou parado por alguns segundos, como se esperasse ela o atacar, mas como ela não o fez, ele caminhou na direção dela. Quando a distância entre eles diminuiu, Natalia se esquivou do soco que ele desferiu com sua mão direita e deu um cotovelada nas costelas dele, fazendo-o ir para o lado, mas ele logo se virou para ela e lhe deu um chute nas costas.

A ruiva foi empurrada na direção da parede, mas ela sabia que não podia ficar parada, pois ele era rápido. Ela se moveu para o lado e viu a mão de metal dele dar um soco no local onde sua cabeça estava antes, fazendo um enorme buraco no local. Ela então deu uma joelhada nas costas dele e uma cotovelada na sua nuca, o deixando desnorteado.

Ela tirou alguns segundos para recuperar o fôlego, porém ele parecia não precisar disso e logo se recompôs do último golpe dela. Winter Soldier se aproximou dela novamente, que tentou lhe dar um chute alto, mas que ele desviou com o braço e deu um soco na barriga dela, a fazendo cair no chão de costas. Ela se levantou rapidamente, desferindo uma serie de socos rápidos no rosto dele e o obrigando a ficar na defensiva, desviando dos socos com seu braço. Quando ele pensou que ela fosse lhe dar mais um soco, ela desferiu uma joelhada no peito dele, fazendo com que o soldado baixasse a guarda e ela lhe desse um soco em cheio no maxilar.

Ele cambaleou para o lado e a máscara que cobria sua boca caiu, mostrando que havia sangue escorrendo pelo canto de seus lábios. Depois de ver aquilo, o medo que Natalia sentia desapareceu, pois agora ela sabia que ele era apenas um homem, assim como muitos outros que ela já havia derrotado. Ele não era uma máquina de combate, então podia ser vencido e sangrava assim como ela.

A ruiva correu na direção dele e deu um mortal por cima do soldado, ficando atrás dele e envolvendo seu braço direito na parte da frente do pescoço dele enquanto seu braço esquerdo ficava atrás, dando-lhe um "mata-leão" perfeito. Ele começou a ficar sem ar, mas usou seu braço biônico para puxar o braço dela, e por mais que Natalia fosse forte, ele era mais. Winter Soldier conseguiu se desvencilhar do golpe e continuou a segurar o braço direito dela, o colocando nas costas da mesma e a jogando de cara no chão. Ele, então, começou a mover o braço lentamente para o lado, pronto para quebra-lo enquanto ela gritava de dor.

– Para! Por favor, para com isso! — gritou ela, deslizando sua mão esquerda para o lado da cintura dele.

– É isso o que você vai fazer quando estiver prestes a morrer? Implorar? — a voz dele era fria e livre de emoções, mas logo o desespero no rosto de Natalia se transformou em uma expressão séria e sem dor alguma.

– O nome disso é atuação — logo ele viu que ela havia pego a faca de seu cinto com sua mão esquerda, então, em um rápido movimento, ela a cravou não muito fundo na lateral do corpo dele, o fazendo soltar seu braço e se levantar, batendo com o ombro na parede. Ela não esperou para que ele removesse a faca, se levantou e deu um chute circular na mesma, fazendo-a ficar ainda mais cravada nele, que gritou de dor.

Natalia arrancou a faca de dentro dele, provocando uma dor maior ainda, e então a jogou no ar, segurando-a novamente com sua mão direita e se abaixando, logo fazendo dois cortes na panturrilha dele e o fazendo cair de joelhos no chão. Ela estava exausta, seu corpo estava no limite, assim como sua mente. A ruiva deu um chute nas costas dele e o soldado caiu no chão, então ela cravou a faca no chão ao lado do rosto dele e olhou para o comandante, que sorria para ela.

Ele a aplaudiu e então dois cientistas entraram na sala, ajudando Winter Soldier, que sangrava muito, a se levantar e o tirando de lá.

Flashback Off

Os dois estavam sentados no chão, ambos se lembrando da primeira vez que haviam se visto. Natasha na frente dele, que estava encostado na parede e com os olhos fixos nela.

– E depois disso eles me deram um soro estranho. Doeu bastante, mas quando eu sobrevivi eles disseram que eu seria a espiã perfeita — disse ela.

– O quê o soro fez para tornar você uma espiã perfeita? — perguntou ele.

– Retardou o meu envelhecimento, aumentou a minha força e a minha agilidade. Eu também tenho menos tendência a demonstrar as minhas emoções — explicou, cruzando as pernas e olhando para ele.

– Por que você não me matou quando teve a chance? — essa era a pergunta que ela havia feito a si mesma depois que saiu da sala vermelha.

– Acho que eu não queria ver mais morte depois de tudo o que eu havia visto naquela sala... — ela desviou o olhar para o chão.

– Me desculpe por ter feito tudo aquilo — disse ele, suspirando pesadamente logo depois. — Mas eu ainda não entendo como, depois de eu ter matado seus amigos e quase ter matado você... Como você consegue olhar na minha cara?

Natasha pensou um pouco e então deu de ombros, olhando para ele.

– Não sou de guardar ressentimento. Já faz quase sessenta anos, e eu soube que logo depois eles congelaram você... Acho que já tinha sido sofrimento demais. E depois o Steve me contou mais sobre você e eu vi que você não tinha culpa nenhuma, você foi manipulado assim como eu — ela deu um sorriso fraco para ele e então viu alguém entrar na sala. Um homem alto, com cabelo castanho claro e com um arco preso em suas costas.

– Hey Nat, soube que tá de castigo — disse o Gavião Arqueiro, com um sorriso no canto dos lábios.

– Se veio aqui só para esfregar na minha cara o quanto sua missão de hoje foi legal, pode ir embora — disse ela, dando um sorriso para ele.

– Nem foi tão boa, o Stark não sabe o significado de elemento surpresa — o herói pegou uma garrafa d'água na geladeira e olhou para Bucky. — Quem é seu amigo?

– Ele é uma adição temporária da SHIELD — respondeu ela, olhando para Bucky.

– Ótimo, se quiser vir em uma missão com os Vingadores é só falar. Eu chamaria a Nat, mas ela não pode — Arqueiro deu uma risada e ela pegou uma das cadeiras que estava perto dela e jogou em cima dele, que saiu correndo do refeitório para não ser atingido.

– Ah, ele consegue ser muito irritante as vezes.

– E você bem temperamental — Bucky sorriu para ao ver a reação dela.

– Você ainda não viu nada — Natasha deu uma leve risada e se levantou, vendo-o fazer o mesmo. — Eu não consigo ficar mais que um dia nessa base ou fico com depressão, pensei em te mostrar Nova York.

– Eu... Não sei se é uma boa ideia sair agora. Eu não sou muito sociável — ele passou a mão direita sobre seu braço de metal, coisa que chamaria muita atenção na rua.

– Tenho uma solução para a sua timidez — a ruiva segurou o braço direito dele e o puxou para o seu quarto, pegando algumas roupas que ela tinha em seu armário em caso de emergência. Ela pegou uma blusa preta, um casaco preto, um cachecol da mesma cor e duas luvas. — Nessa época do ano Nova York pode ser bem fria.

Ela andou na direção dele e lhe entregou as roupas, indo na direção do seu outro armário e pegando um casaco cinza, uma luva preta e um gorro da cor das luvas para ela.

Bucky tirou a camisa branca que estava vestindo e a colocou em cima da cama. Natasha parecia ter ficado hipnotizada ao ver os músculos definidos dele, com algumas cicatrizes na área das costas, ela sentiu vontade de agarrá-lo ali mesmo, mas por sorte havia sido treinada para controlar seus impulsos, mas a ruiva precisou de muita força de vontade para não fazer aquilo. Ela virou de costas e colocou seu casaco, junto com o gorro e as luvas, então se virou e viu que ele já estava completamente vestido.

– Vamos — Natasha abriu a porta e os dois saíram, indo na direção de um dos helicópteros, onde ela pediu que o piloto os levassem para Nova York e ele o fez.

Quando eles chegaram à cidade, o Sol já estava se pondo, mas ainda estava claro. Eles pegaram um táxi e foram para o Central Park, onde o tour deles iria começar. Estava mesmo muito frio, quase com temperatura negativa, mas ambos estavam acostumados com invernos bem mais congelantes.

Ela levou apenas duas horas para lhe mostrar o parque inteiro e depois o levou para o Empire State. Conforme eles iam conhecendo a cidade, Natasha contava a Bucky mais sobre seu passado depois que havia se tornado "A espiã perfeita", e de como havia chegado na SHIELD.

Quando eles chegaram na Times Square, ela resolveu ir comprar um chocolate quente no Starbucks do outro lado da rua e o deixou perto de uma livraria, olhando alguns livros. Cinco minutos depois, ela atravessou a rua e viu que haviam duas garotas conversando com ele. Uma era loira e a outra tinha a pele branca com cabelos negros, ambas com shorts curtos e usando penas um casaco naquele frio de matar. Parecia estar escrito "vadias" nas testas delas, e ambas olhavam para ele como se fossem devorá-lo, o que deixou a ruiva com raiva.

Ela se aproximou deles e pode ouvir uma das garotas dizer:

– Se você estiver sozinho pode vir conosco para uma boate nova que abriu no centro, vai ser bem divertido — quando ele ia dizer alguma coisa, Natasha apareceu ao lado dele.

– Que pena que ele não está — ela entregou o chocolate quente na mão dele e o puxou para longe daquelas garotas assanhadas. — Você está sendo procurado pela Hidra, não pode falar com pessoas entranhas.

– Eu não falei, elas vieram falar comigo — ele deu uma leve risada ao ver a expressão de irritação no rosto dela. — Eu posso estar enganado, mas eu acho que alguém ficou com ciúmes...

Ao ouvir isso, ela parou de andar e olhou séria para ele.

– Você está enganado — depois de dizer essa mentira, ela abriu a porta de um bar, que parecia um restaurante, e entrou. Ele deu uma risada e entrou atrás dela, vendo-a se sentar em uma mesa perto da janela. Agora o céu já estava completamente escuro e as luzes da cidade iluminavam tudo em volta. Logo que se sentaram, um garçom veio anotar os pedidos deles, mas Bucky não reparou que ele estava lá, pois observava cada detalhe da decoração do local. Pisos e paredes de madeira, um bar que ocupava metade do local, quadros antigos pendurados em todos os lugares e uma custom (moto) preta perto de um pequeno palco que havia no canto do restaurante.

– James? — a voz de Natasha fez com que ele olhasse para ela. — Você estava viajando, então eu pedi um hambúrguer para você, tudo bem? — ele assentiu com a cabeça e então viu uma mulher de cabelos ruivos subir ao palco segurando um violão e começar a cantar uma música que Natasha conhecia, 'Almost Lovers'.

Bucky viu que dois casais haviam se levantado para dançar, já que era uma música lenta e com um ritmo calmo e bom para se dançar. Ele não sabia por que, mas sentiu que devia fazer o mesmo com ela, então, se levantou e segurou a mão dela, a fazendo se levantar.

– Sabe dançar, soldado? — perguntou ela, sorrindo e surpresa ao vê-lo fazer aquilo.

– Eu não me lembro, mas algo me diz que sim — ele sorriu e volta e colocou sua mão esquerda na cintura dela, enquanto sua mão direita segurava a dela na altura de seus ombros. Natasha colocou sua mão no ombro dele e deu um passo para frente, deixando seus corpos a uma distância de um centímetro. Ele mal percebeu quando eles havia começado a dançar lentamente, pois seus olhos estavam focados nos dela, assim como os dela estavam nos dele.

Em uma certa parte da música ele deu um passo para trás e a girou, fazendo-a sorrir e parar de costas para ele, sentindo seus braços ao redor de sua cintura. Ela olhou por cima de seu ombro para poder continuar a olhar para ele, mas teve que fechar os olhos ao sentir a respiração dele bater contra seu pescoço. Aquele autocontrole que a ruiva tinha estava a um passo de ser destruído se ele continuasse tão perto dela. Natasha se virou para ele, que manteve seus braços ao redor da cintura dela, enquanto as mãos dela estavam em seus ombros, seus lábios já estavam quase se tocando, quando algo quebrou a janela e eles se separaram, vendo uma pequena granada cair no meio deles.

Bucky, por instinto, segurou o braço de Natasha e a jogou para longe, mas a granada explodiu e fez ela ser jogada na direção da parede, batendo com as costas tão forte na mesma que todos os quadros caíram. Bucky também foi jogado para longe, mas para a parede perto da porta, e fez um buraco na mesma. Todos que estavam lá dentro e sobreviveram saíram correndo do local.

James estava desnorteado, mas abriu os olhos e pode ver Natasha caída no chão do outro lado do restaurante, que havia começado a pegar fogo, então viu vários homens armados entrarem junto com Madame Hidra. Ela se abaixou e usou uma faca para rasgar a manga do braço esquerdo dele, revelando seu braço de metal.

– É ele — ela sorriu e se levantou. — Você vem conosco, Winter Soldier.

Notas finais
Aos poucos a Nat vai se parar de tentar evitar que gosta do Bucky hehehe Me digam se gostaram e o que eu tenho que melhorar! Kisses, Gothic Princess!