Amor Proibido

22 Tudo o que vier eu fiz por mereçer...


Notas iniciais
Bom, quero agradecer á uma amiga que além de ser uma grande pessoa (e bota grande nisso) é minha melhor amiga! Companheira dos Chunaninani, Bia, esse capítulo é para vc! Dri, ou Annie, mto obg pela orientação e por zoar de mim qdo dei aquela bola fora kkkkkkk! Adoro vc! Gente, espero que vocês gostem! Esse capítulo e o próximo serão narrados pelo Lucas e relatarão o seu esforço. Boa Leitura, Nicole Mendes :)

O caminho até o Aeroporto segue com um clima pesado, estranho. A música La La La ecoa com suas vibrações no carro.

***FLASHBACK-ON***

– Sabrina, o que você está fazendo aqui? – ele pergunta me puxando para si. Seu hálito era de quem havia passado semanas em um bar. Seus olhos estavam vermelhos.

– Me solta. – eu me soltei dele e olhei em seus olhos, com os meus marejados. – Você está bêbado!

– Calma gatinha! – assessor dele diz e eu me viro para ele. – Deixe o Lucas ser livre!

Eu pego a garrafa de conhaque da sua mão e despejo sobre sua cabeça.

– Ele é o meu marido e não seu, então cala a sua boca.

– Sabrina, não exagera! Você está grávida! – Lucas diz vindo para me abraçar, mas eu recuo.

– Me solta! – ele tenta se reaproximar de mim. – Não encoste em mim, pelo menos não enquanto você estiver assim.

– Para de besteira! Eu não posso beber? Você é muito certinha, e está colocando a vida do nosso filho em risco! – ele diz colocando o copo de volta no balcão.

– Como se você se importasse! – digo sarcástica.

– O quê? Eu não me importo? É claro que eu me importo! Eu te amo mais que tudo!

– Você não prova!

– Eu não provo? Precisa de prova maior do que esse bebê que está dentro de você? Precisa? Sabrina, precisa de prova maior do que eu estar usando essa merda? – ele diz aponta para a aliança e as lágrimas escorrem no meu rosto. – Se eu não te amasse, você acha que eu estaria aqui com você? Eu poderia estar com Marianne ou Jéssica. Elas são mulheres lindas, mas nenhuma delas se compara a você.

– Lucas, a decisão é sua: o seu mundinho e o conhaque, ou eu, sua esposa que está carregando esse ser que é seu filho! – todos no hall do hotel estão nos olhando, mas quer saber, DANE-SE O IBOPE! – Isso não é atitude de um homem que vai se tornar pai! Você não está solteiro!

– Sabrina, deixe de ser ridícula! Você se acha a perfeita e espera que eu seja, ninguém é como esperamos. São as coisas que mais amamos que nos destroem (AUTORA:Uui eu amo essa frase!!). Saia desse mundo da Barbie e viva nesse mundo! O mundo onde nós morremos, o mundo onde as pessoas se matam a cada segundo, o mundo onde nenhuma das suas vontades é feita, sua fresca! – ele diz isso e eu dou-lhe um tapa estalado no rosto.

– Cala a sua boca! Você acha que eu vivo em um mundinho perfeito? Eu sei que todo o casamento tem seus deslizes, mas você não é diferente de mim! Você tinha que ser um exemplo para essa criança que não pediu para estar em meu útero, ela não pediu para existir! Você tinha que ser um marido decente! A vida não é um mar de rosas. Vou subir, qualquer coisa eu estou no nosso quarto. – e entro no elevador. Quando ele se fecha eu começo a chorar.

Eu bati nele! Eu sou o monstro da história!

***FLASHBACK-OFF***

Enquanto Lucas conversa com Nicolas, eu tento dormir sem que os pensamentos atormentadores venham, mas não consigo. Tudo me vem a mente. Minha pose de boa esposa foi quebrada, em todos os sites de celebridades estão noticiando que estamos em crise. Isso é um pouco verdade. Nossas brigas estão vindo do nada, Lucas passa muito tempo fora de casa. O que me preocupa.

O embarque no avião é silencioso, ele coloca seus fones de ouvido, como se não quisesse me ouvir, mas tudo bem, nem sempre estamos na melhor.

...

Ele chega de madrugada na casa que alugamos em Copacabana. O dinheiro é um problema e um sedutor. O cheiro de álcool é muito notável. Ele estava bêbado novamente.

– Lucas, de novo? – pergunto batendo as mãos em minhas coxas e ele sai andando pela casa, então vou atrás dele e ele liga o rádio, que estava tocando o final de Give Me Love. – Você está quebrando a pose de príncipe encantado, sabia?

Poxa vida! Me dê amor!

– Cala essa boca, Sabrina! Meu, você enche o saco!

– Se eu encho o saco, porque você se casou comigo?

– Eu estava manipulado pelo seu joguinho. – ele se jogou no sofá. – Faz um favor para mim? Some da minha vida?

– Lucas, se acalme! Por favor! Você está descontrolado! – falo tentando acalmá-lo, mas tudo o que recebo é um tapa na cara dele.

– Eu não estou descontrolado, você que não presta para nada, sua idiota, PARA NADA! – ele diz me dando outro tapa.

– Engraçado, pois você mentiu na hora que estávamos juntos naquela noite em Paris, na casa dos meus pais em Curitiba. Então uma mulher só presta quando ela rebola em cima de você? Eu só prestei quando você colocou os gêmeos dentro de mim? – ele sobe as escadas. – Não me deixe falando sozinha, Lucas!

– Morre! – então ele fecha a porta do nosso quarto com força.

Então eu desço até a garagem, chorando e pego um dos dois carros. Não importa se a imprensa vai comentar horrores sobre mim, meu casamento chegou ao fim. Eu nunca entendi por que os relacionamentos dos famosos terminavam cedo, agora eu entendo. Somos donos de personalidades diferentes e, infelizmente, nada vai poder mudar. Antes de entrar no carro, subo para a casa de novo e tiro minha aliança. Analiso bem aquele círculo redondo, uma aliança não tem fim, não tem marcas de remendo. Mas a minha teve, por mais que não seja visível, mas teve. Os nomes escritos dentro dela. As fotos que tiramos. Os quadros espalhados pela casa, e o coração de cristal que Mônica e Nicolas nos deram de presente de casamento escrito ‘Que seja eterno enquanto dure!’ espatifado no chão. São somente cacos sem valor. Eu perdi meu valor. Sinto um chute. Eles são a razão da minha vida agora. Não posso desistir. Resolvo ligar para uma amiga que eu conheci aqui por essas redondezas.

– Marcela? – eu falo chorando

– O que aconteceu, Sabrina? – ela pergunta com a preocupação estampada em sua voz. – É algo com os bebês?

– Eu e Lucas brigamos feio. Ele me bateu e o coração de cristal quebrou! – ela sabe que o coração de cristal é o símbolo de que o nosso amor está de pé.

– Mas o que aconteceu? Você quer ir para a delegacia?

– Não, eu não quero prejudicá-lo. Ele chegou bêbado em casa e nós discutimos feio. Posso dormir aí?

– Pode sim. Você vai vir agora?

– Vou sim. Estou saindo de casa.

Pego meu celular e as chaves do carro. Eu não sabia para onde ir, não sabia o que fazer, nem que rumo minha vida tomaria, mas eu precisava ficar longe daquele monstro. O pai dos meus filhos que um dia acreditei ser um real príncipe.

Eu não conseguia acreditar no que havia acontecido, eu não conseguia reconhecer o meu marido, o homem que eu me apaixonei com 17 anos de idade, dividi meus momentos e sentimentos, compartilhei minha vida e agora estava acabando com a mesma e com tudo. Como um furacão em uma cidade do interior, mesmo sendo inconsequente, deixa suas marcas e destroços por um lugar devastado pela dor. Ele me bateu, mesmo sabendo que eu estava grávida de seus filhos. Naquele momento, a única certeza que eu tinha era que jamais o perdoaria, não olharia mais em seu rosto, nem ao mesmo permitiria que ele chegasse perto de meus filhos. Faria ele se arrepender de cada erro que cometeu.

Sinto chutes fortes, meus pequenos parecem sentir o mesmo que eu, eles agora serão meus únicos motivos para continuar, não vou deixar que nada de ruim aconteça com eles. Olho para minha barriga, pequena por estar no quarto mês da gestação, e aliso. Só então percebo que a aliança, símbolo de um amor que não existia mais, estava ali. Não haviam motivos para mantê-la ali, então abri a janela e arremessei ela. O sinal abriu me tirando daqueles pensamentos. Liguei a rádio, tocava Let Her Go. Comecei a dirigir muito rápido, apesar de tudo, me sentia livre. Nada iria me parar.

Lembrei daquela briga, a adrenalina tomou conta do meu corpo e pensamentos ruins tomaram conta da minha mente, me fazendo acelerar.

– Ele não quer que eu morra, seu pedido será uma ordem. – gritei com todas as minhas forças.

Então uma curva precisava ser feita, mas antes tinha um semáforo. Como estava á 110 km, freei bruscamente fazendo aquela curva. Um caminhão vinha pela contramão, então me apavorei, tentei desviar. Falhei.

Só pude entender o que estava acontecendo quando senti meu corpo sendo arremessado. Minha vida passou pela minha mente em um segundo. Então caí no chão. Não sentia nada em meu corpo meus pensamentos estavam confusos, então senti uma dor indescritível em minha cabeça e logo então me veio um medo enorme. Meus filhos. Coloquei minha mão na barriga, doía muito. Então me veio uma luz muito forte. A princípio pensei ser um farol de qualquer carro que passava naquela avenida. A ficha caiu. Na verdade, aquele era o fim.

***NARRATIVA-LUCAS***

Ouço um estrondo vindo de longe, só então me dei conta do quanto eu a amava. Ela se foi, talvez para sempre. O efeito do álcool passou, ótimo. Meu celular toca. Meu assessor me liga.

– Fala logo Vinícius. – eu digo.

– Lucas, eu estava passando assim pela rua, rolou um acidente muito feio.

– E o que eu tenho haver?

– O lance é o seguinte, eu encontrei a aliança da Sabrina no asfalto. Então eu andei mais um pouco e...

– Fala logo, o que aconteceu com ela? – eu me alterei de novo.

– O carro dela está destruído. A carreta que bateu no carro dela nem tanto. As marcas do pneu comprovam que ela estava em alta velocidade.

– Eu não quero saber da merda do carro, eu quero saber da minha esposa. – eu comecei a chorar lembrando-me da nossa briga e do nosso possível divórcio.

– Não vou conseguir falar. É melhor você vir aqui.

– Onde você está?

– Em frente ao prédio onde eu moro.

– Estou indo aí.

Desligo o celular e pego as chaves do carro. Vou andando e percebo as marcas do pneu, então estaciono o carro e vejo a aliança intacta. Mais lágrimas descem de meus olhos. Então me ajoelho e pego-a. Ando mais alguns passos, e lá está a cena. Vinícius corre em minha direção. Porém, o afasto. Se eu não tivesse bebido naquela noite, não teríamos entrado nessa crise, não teríamos brigado e ela não estaria lá. Me aproximo das ferragens. E não a encontro dentro do carro e sim, a alguns metros. Arremessada. Seus olhos azuis se tornaram uma imensidão negra. Seu nariz escorre sangue, e uma lágrima cai dos seus olhos. A mão dela está na barriga, nossos filhos. Será que estão mortos? Prefiro não prensar nisso. Então pego sua mão, pequena e gelada, e canto:

– Eu só queria te lembrar... – interrompo por causa das lágrimas. – que aquele tempo eu não podia fazer mais por nós, eu estava errado e você não tem que me perdoar. – mais lágrimas caem de meus olhos seguidas de soluços. – Me desculpe! Me desculpe mesmo. Sabrina, você não pode morrer! Eu te amo! Por favor, me desculpe. Eu não devia ter bebido, não devia ter brigado com você, não devia ter te batido. Me perdoe, eu preciso mudar se quiser te ter de volta, não é mesmo? Eu estou disposto a mudar. Acorda, por favor, pelos nossos filhos! – então, os paramédicos chegam.

– Senhor, você pode se retirar por um instante?

– Eu não posso ficar?

– Precisamos socorrer a vítima, senhor. – então ela se vira para outro médico. – Como estão os batimentos dela?

– Bem, ela ainda está viva. – ele responde

– E os bebês? – pergunto.

– Senhor, por favor, se retire.

– Eu quero saber como estão meus filhos! – eu grito e então me afastam. – Por que vocês fizeram isso?

– Vamos levá-la para o Copa D’Or, pode nos seguir se quiser.

– Não, obrigada. Vou mais tarde. – e ando até meu carro e lembro-me da aliança de Sabrina, então a tiro do bolso e fico rodando-a. – Tem o jeito dela. – então coloco a aliança em meu dedo, junto a minha.

Ligo o carro e vou para casa. Não tenho ideia de como vou ficar ali, tudo tem um toque dela. Tudo tem o cheiro dela, os olhos dela. E as marcas dela e de nossas brigas, o que eu me arrependo. Deito em nossa cama, o perfume dela permanece lá, as roupas arrumadas, os sapatinhos que tivemos que comprar em dobro para os gêmeos. Ela estava lá.

...

Finalmente, amanheceu. Eu vou para a sala na esperança daquilo ser somente um pesadelo e ela estar lá e me receber de braços abertos. Mas não. Só encontro quadros espalhados e os cacos do coração de cristal. Meu Deus, o cristal. Nunca fora mencionado por ninguém nessa história, mas, é de extrema importância para nós dois. Já fora remendado antes. Frágil e delicado como uma flor. ‘Que seja eterno enquanto dure’, realmente durou, mas duraram quatro meses, o tempo da gravidez de Sabrina. Meus filhos queridos, nem nasceram e já sentem a pressão que eles têm de manter o casamento dos pais vivo. ‘Nós somos a maioria, submissos e entorpecidos, sim. Nos falta coragem para trocar nossa ração pela razão.’ Assim cantava Scalene com a música Nós Maior Que Eles. Por mais que pareça uma música rebelde dos caras de Brasília, vira um protesto para mim e meus filhos, talvez manipulados por uma mulher que tem seus defeitos e tenta escondê-los com uma falsa máscara de felicidade. Meio sem noção, pegar uma música que fala de política e protestos para pensar na sua razão e da sua família. ‘Não podemos mais esperar!’. Por mais que pareça, não estou indignado comigo, muito menos com Sabrina, estou indignado com nós dois. No que se tornou aquele amor que tínhamos, sabe? Pode até ter sido minha culpa por ela não saber sobre meu longo vício com as bebidas, mas quer saber? A música agora é outra. ‘Eu nunca fiz questão de estar aqui, muito menos participar. ’, nunca fiz questão mesmo. Nunca me importei com o que falam de mim, e não será hoje que eu vou me importar. A mídia não para de transmitir informações sobre o acidente. Falam que eu sou o culpado. Que seja! Estou cheio disso! Ninguém ganhou ou perdeu! Todos nós saímos com uma lição, porém uma está desacordada para perceber. ‘Eu devia sorrir mais, abraçar meus pais, viajar o mundo e socializar. Nunca reclamar só agradecer, tudo o que vier eu fiz por merecer.’

Trato de escovar meus dentes e pentear meus cabelos, me arrumar para ir ao hospital. Vou para a cozinha em seguida e como alguma fruta, desço para a garagem, pego as chaves do carro e vou para o hospital. Chegando lá, peço informações sobre como Sabrina está. Ela está na UTI, por sorte, só quebrou um braço. Porém, ela está em coma por causa do jeito que a cabeça dela bateu no chão. Além de tudo isso, há uma grande possibilidade de nossos filhos terem morrido. Os exames estão concentrados na vida deles, nada de ruim pode acontecer com eles. Sabrina permanece pálida e cheia de fios ligados ao seu corpo. Seus batimentos estão normais, ás vezes ela delira como efeito do coma. Resumindo: Passei a metade da tarde no hospital, mexendo nos fios castanhos de Sabrina e pensando em como irei reconquistá-la.

Então saio do hospital e vou para a casa do meu pai. Chegando lá, meu pai me abraça e eu choro como nos velhos tempos, antes de sermos separados pela minha mãe.

– Filho, fiquei sabendo do que aconteceu. Você está bem? – ele pergunta

– Estou sim, pai. A Sabrina está em coma e o risco de perder os gêmeos aumentou.

– Gêmeos? Você não me contou que eu vou ser avô de gêmeos. Já sabem o sexo?

– Ainda não. Só temos a esperança de serem não idênticos.

– Mas por que ela saiu de casa?

– Nós brigamos muito feio. Eu estava bêbado e cheguei à casa de madrugada. Então eu estava de saco cheio e acabei perdendo o controle da situação.

– Mas como assim ‘perdeu o controle da situação’?

– Eu bati nela.

– Você o que?

– Me desculpe! Eu estava bêbado!

– Mas não é assim que se resolve algo com uma mulher! – ele se altera. – Por mais que eu e sua mãe não estejamos juntos, eu nunca bati nela! Eu nunca te ensinei isso! Nunca! Se você quiser reconquistá-la, o que será difícil demais, vai ter que fazer um esforço enorme. Vai ter que mudar suas atitudes.

– Eu sei disso pai. Infelizmente, eu sei. Eu encontrei a aliança dela na rua.

– Isso é ruim, ela deve estar muito brava com você. Quer um café, filho?

– Não, obrigado. Mas, enfim, alguns amigos de São Paulo vão vir para cá para ver a Sabrina. Já sabem o que vão encontrar. Vamos ver o que vão falar de mim. Já estou acostumado mesmo.

Saí da casa e me sentei na areia da praia, meu pai se sentou ao meu lado.

– Sabe filho, eu vinha aqui com você todos os dias depois que você voltava da escola. – Meu pai me dizia olhando para o mar. Me lembro dessa época. Eu tinha nove anos quando minha mãe foi embora para São Paulo levando Carolina, Martín (que é filho de meu pai com outra mulher) e eu. – Depois, a sua mãe foi para São Paulo e te disse que eu havia morrido. Mas o mundo dá voltas e eu te encontrei. – então ele me abraça. – Como sua mãe está?

– Ela nunca foi a favor do meu relacionamento. Eu e a Sabrina nos conhecemos no colégio com 17 anos, tivemos várias idas e voltas até agora. Nos casamos há quatro meses, e eu dei um possível fim em tudo isso. Mas a mãe está bem.

– Preste atenção no que eu vou te dizer, quando ela acordar, ela não vai querer nem olhar na sua cara. Sabes bem disso. Reconquiste-a, prove seu amor por ela. Mude se for preciso, morra por ela se ela te faz feliz, mas não a perca por nada. Tome cuidado com suas escolhas porque elas podem te ajudar ou te prejudicar. Não se renda a nenhum de seus desejos, sei que somos homens, mas se quer a Sabrina, ceda aos caprichos dela e não aos seus. Não teime com ela, pois a mãe de seus filhos, e sua esposa, sempre estará certa. E o mais importante: larga seus vícios para sempre. E que seu casamento seja eterno.

Notas finais
Como acham que tem que ser a reaproximação do Lucas? Digam aí nos comentários, eu vou adorar receber as sugestões de vcs! E os nomes dos gêmeos (podem ser não idênticos ou idênticos)? Digam o que acharam! E... Até o próximo meus caros!