Amor Proibido
5 Capítulo 6 - Uma Tarde Agradável ou Nem Tanto
Notas iniciais
Mas foi porque eu perdi os capitulos dessa fic que já estavam adiantados e perdi umas partes de For Love Obsession, estavam todos no meu pen drive e deu problema, então tive que formatar, mas já estou reescrevendo tudo, mudando algumas coisas, mas colocando o que eu lembro.
Mas vamos ao capitulo...
Sam acordou cedo pela primeira estava de bom humor, desceu para a cozinha e encontrou Emma preparando o café da manhã.
Emma: Bom dia Sam.
Sam: Ah, bom dia Emma – sorriu.
Emma: De bom humor de manhã? O que aconteceu?
Sam: Vou com meu pai na empresa do Benson de novo.
Emma: Vai ver o namoradinho né? – lançou um olhar malicioso para Sam.
Sam: Ele não é meu namorado.
Emma: Ainda — sorriu.
Depois do café da manhã estar pronto Sam comeu e foi se arrumar, depois ficou na sala esperando seu pai chegar, em poucos minutos eles almoçaram e foram para a empresa do Benson.
John: Olá Joseph e Sam.
Joseph: Oi.
Sam apenas acenou.
John: Freddie está lá dentro se quiser conversar com ele.
Sam: Vou lá — Sam entrou e foi a procura de Freddie, até achá-lo mexendo no computador — Hey Freddie.
Freddie: Oi Sam — foi até ela e lhe deu um beijo na bochecha — Vamos para minha casa? Meus amigos já estão lá.
Sam: Vamos.
Eles caminharam até a casa de Freddie que não era tão longe da empresa, chegando lá Gibby e Brad estavam mais uma vez brigando.
Brad: Aceite que ela será minha.
Gibby: Nada disso.
Brad: Você é um cabeça dura mesmo.
Freddie: Já estão brigando de novo?
Os garotos viraram-se para Freddie já iam responder quando viram Sam atrás dele, correram até ela, sem se importarem com Freddie.
Brad e Gibby: Cadê a Carly?
Sam: Ela não veio.
Brad: Liga para ela.
Gibby: Ela pode vir para cá né Freddie?
Freddie: Pode, mas vê se vocês não ficam brigando.
Brad e Gibby: Pode ser.
Sam: Vou ligar para ela.
Ela se afastou um pouco deles e foi ligar para a amiga, passou o endereço e voltou-se a sentar no sofá ao lado de Freddie.
Gibby: Ligou para ela?
Sam: Sim, ela já está vindo.
Brad: Não vejo a hora dela chegar.
Gibby: Ei, é melhor ficar longe dela.
Brad: Como se você me mandasse.
Freddie: Já vão começar.
Sam: São sempre assim?
Freddie: Sim, ainda estou tentando entender como aguento eles.
Sam: Muita coragem.
Em poucos minutos Carly chegou na casa, foi logo recebida por Gibby e Brad que foram correndo conversar com ela. A morena sentou-se no sofá com cada uma de seu lado a apertando um pouco.
Freddie: Ahn... Vamos assistir o filme?
Sam: Vamos.
Brad: Tanto faz — disse sem tirar os olhos de Carly.
Carly: Garotos, vocês poderiam chegar um pouco para o lado, estão me apertando um pouco.
Gibby: Está bom assim — aproximou o rosto para mais perto do dela.
Brad: É, não estraga o clima.
A morena lançou um olhar como se estivesse pedindo ajuda para a loira, a mesma cutucou o ombro de Freddie fazendo ele olhar para seus amigos.
Freddie: Gente, vocês estão sufocando a garota.
Brad: Quieto Freddie.
Freddie: Vão deixar ela sem ar e vai acabar morrendo — rapidamente os dois se afastaram um pouco dela.
Carly: Melhorou agora.
Freddie: Podemos enfim assistir o filme agora? — todos assentiram.
Sam e Freddie sentaram perto um do outro e em outro sofá meio que distante dos amigos. Durante o filme Brad e Gibby ficavam todo minuto jogando um cantada para a morena que só sorria como resposta. Quando o filme acabou eles ficaram mais um tempo sentados conversando.
Carly: Vou pegar um copo de água.
Brad e Gibby: Eu pego! — correram para a cozinha.
Carly: Eu poderia pegar, mas tudo bem.
Freddie: Não liga para eles, estão sem namorar faz muito tempo.
Carly: E até quando isso vai durar?
Freddie: Isso eu não sei.
Logo Brad e Gibby voltaram com o copo de água.
Carly: Um estava bom.
Brad: Pega o meu.
Gibby: O meu.
Freddie: Ei, quero te mostrar uma coisa — sussurrou no ouvido de Sam, fazendo ela se arrepiar.
Sam: O que?
Freddie: Vem.
Sam: E deixar minha amiga sozinha? Coitada, isso é maldade.
Freddie: É rapidinho.
Sam: Tudo bem.
Freddie pegou na mão de Sam e a guiou para seu quarto, nenhum dos amigos deles perceberam que eles saíram. O moreno abriu a porta de seu quarto e a guiou um pouco mais para frente e chegaram em frente a uma cortina.
Sam: Era isso?
Freddie: Não, está ai atrás — ela ia abrir quando as mãos de Freddie seguraram as suas — Fecha os olhos.
Sam: Ah qual é, não me faça fazer isso.
Freddie: Por favor.
Sam: Argh! Ta bom — fechou os olhos.
Freddie abriu as cortinas e em seguida a porta.
Freddie: Pode abrir — ela abriu os olhos.
Sam: Meu Deus, aqui é lindo.
O lugar era cheio de flores e outros tipos de plantas que de vista dava para perceber que eram bem cuidadas, em um canto tinha um banco. Freddie a puxou até lá e sentaram-se.
Sam: Quem fez isso? Isso é incrível.
Freddie: Minha mãe desenha coisas desse tipo e sempre dizia que queria um igual, mas nunca pode, depois de algum tempo ela ficou doente e não aguentou...
Sam: Eu sinto muito, não precisa falar.
Freddie: Então eu criei esse lugar, não foi fácil, mas fiz, gosto de vir aqui, lembro da minha mãe e é um bom lugar para pensar.
Sam: Aqui é lindo mesmo, não sei como fez isso, deve ter sido muito complicado.
Freddie: Foi, mas valeu a pena.
Eles ficaram se encarando por um longo tempo, ambos não queriam olhar para outro lado, parecia que não tinham forças para nada. Castanho no azul. Ambos gostavam da presença um do outro. Como se não estivessem, mas responsáveis por seu atos foram se aproximando mais e mais, ambos estavam com os olhos fechados. Os narizes encostando um no outro.
Carly: AH! CHEGA VOCÊS DOIS! ESTOU CANSADA! PAREM DE BRIGAR! SERÁ QUE NÃO SE CANSAM?
Sam e Freddie se separaram com o susto e completamente vermelhos de vergonha.
Freddie: Ahn... Acho melhor vermos o que está acontecendo.
Sam: Tem razão – ela olhava para os outros cantos, evitando o olhas nos olhos.
Desceram para ver os amigos da mesma forma, evitando se olharem e sem conversarem.
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