Amor Proibido

17 Capítulo 18 - Destruindo...


Notas iniciais
Heey gente, me desculpe pela demora é que fiquei doente então nãoescrevi quase nada da fic, mas aqui está o capitulo, curto e chato, não ficou como queria porque fiz correndo, mas espero que gostem e só para constar não vou abandonar a fic e sim pretendo fazer outras e tentar melhorar, mas aqui vamos...

No Outro Dia...

Sam foi acordada por Carly que estava a cutucando e a chamando para acordar, Sam abriu os olhos com um pouco de dificuldade e viu a amiga com um sorriso no rosto.

Sam: O que foi? Que horas são? — sentou-se na cama com um pouco de dificuldade.

Carly: A hora não importa agora, quero que me conte os detalhes sobre o que aconteceu ontem a noite.

Sam: Pode ser mais clara? — finalmente abriu os olhos se acostumando com a claridade.

Carly: Você e o Freddie... Ontem a noite... Sozinhos...Conversando... Na fogueira...Declarando... Algo te lembra?

Sam: Carly! — repreendeu a amiga — Ouviu o que a gente estava conversando?

Carly: Foi sem querer, Gibby e Brad começaram a correr que nem doidos pela casa e estava trás dele, então eu sai lá fora, vi vocês se beijando, você encostando a cabeça no ombro dele e depois ouvi um eu te amo.

Sam: Ficou todo esse tempo escutando a gente conversar?

Carly: Me desculpa, mas vocês estão muito fofos e não consegui sair de lá.

Sam: Então já que escutou tudo, o que quer saber?

Carly: O que você respondeu, eu não pude escutar por causa do Brad e do Gibby que... — Sam a interrompeu.

Sam: Não quero saber o que esses dois aprontaram.

Carly: Vai, me fala, o que aconteceu de uma vez.

Sam: Eu disse que estava muito cedo para ele dizer aquilo, então ele disse coisas maravilhosas do tipo que ele tinha certeza que eu era a pessoa e que ele me queria ao lado dele, então eu disse que também o amava.

Carly: Awwwwn, como vocês são fofos.

Sam: Ta bom, mas já chega Carly.

Carly: Eu sei que você o ama de verdade também.

Sam: Dá para parar por favor?

Carly: O que tem demais em falar isso?

Sam: Eu não gosto.

Carly: Você não gosta é de admitir.

Sam: Chega! Vou comer – saiu da cama e foi para a cozinha e Carly correu atrás dela.

Chegando na cozinha Freddie, Gibby e Brad já estavam comendo. Sam sentou-se ao lado de Freddie e começou a preparar seu sanduíche.

Gibby: O que aconteceu que vocês duas estavam gritando lá em cima?

Sam: A Carly estava me irritando.

Carly: Falando a verdade você quis dizer.

Sam: Que seja.

Carly: Não sei porquê não gosta de falar sobre isso.

Sam: Depois conversamos.

Brad: Sobre o que estão falando?

Carly: Coisas de garotas.

Sam: É, mas se quiser saber vire uma!

Brad: Ui, ela está nervosinha.

Sam: Carly, manda seu namorado ficar quieto.

Brad: Viu só, até sua amiga fala que somo namorados Carls – abraçou Carly pela cintura.

Gibby: Ele não é o namorado dela!

Brad: Ainda querido amigo, guarde bem ainda — dava ênfase no "ainda".

Gibby: Você não sabe de nada.

Brad: Como se você...

Carly: Chega! — os dois olharam para Carly e depois ficaram quietos.

Sam: Pelo menos agora calaram a boca.

Freddie: E agora a Carly está sentindo o que eu passei com esses dois.

Gibby: Isso magoa — fingiu tristeza.

Sam: Agora ele é dramático.

Carly: Eu vou para o meu quarto — disse assim que terminou de comer.

Brad: Quer companhia?

Gibby: Fica na sua!

Brad: Estou falando com ela ainda.

Carly: Não quero companhia de ninguém, satisfeitos? — foi para o quarto.

Sam: Bem feito para vocês por deixar ela brava.

Brad e Gibby: Eu não fiz nada.

Sam: Nunca fazem.

Brad: Eu vou atrás dela — largou sua comida no prato e foi atrás da morena.

Gibby: Não vai a lugar nenhum, volte aqui! — correu atrás do amigo.

Sam: Quando vão deixar a Carly em paz?

Freddie: Deixa eles, podemos conversar?

Sam: Claro.

Freddie: Vamos lá fora.

Sam foi até Freddie e logo saíram para o jardim da casa, sentaram em um pequeno banco de madeira que tinha em baixo de uma árvore.

Sam: Pode falar.

Freddie: Não acha tudo isso bom?

Sam: Chegue logo ao ponto.

Freddie: Tudo bem, é que eu só estou tentando acreditar no que aconteceu ontem.

Sam: Acredite estou pior que você e só me chamou para falar isso?

Freddie: Quero que isso dê certo — a loira sorriu.

Sam: Também quero.

Freddie: Se eu te pedir uma coisa você faz?

Sam: O que?

Freddie: Poderia repetir o que disse... — Sam o cortou.

Sam: Não, eu já disse uma vez e está bom.

Freddie: Ah qual é, somos namorados tem que me dizer isso algumas vezes né.

Sam: Quando eu quiser eu falo, sei que vai ficar se achando.

Freddie: Porque foi a primeira garota que me disse isso.

Sam: Eu sei, você só namorou sério comigo — rui.

Freddie: Claro que não.

Sam: Com quem mais?

Freddie: Com uma menina por ai também.

Sam: Ahh, então ta bom.

Freddie: Ciúmes?

Sam: Claro que não, isso foi bem antes de nos conhecermos e talvez nunca aconteceu.

Freddie: Estou falando sério.

Sam: Qual das meninas iria ficar com o nerd que você é?

Freddie: Falando assim até parece que sou um nerd idiota.

Sam: E você é.

Freddie: Então por que está namorando comigo? — sorriu vitorioso.

Sam: Porque é diferente.

Freddie: Vou te beijar — fixou o olhar nos lábios da loira.

Sam: Mas não vou deixar — levantou-se do banco e cruzou os braços.

Freddie: Por favor.

Sam: Não.

Freddie: Então vou te pegar — levantou-se do banco também.

Sam: Não vai conseguir — começou a correr e Freddie foi atrás.

Começaram a correr pelo jardim que nem duas crianças, em poucos minutos Freddie agarrou a cintura de Sam fazendo os dois rolarem pelo gramado.

Sam: Bobo! — sorriu — O que vai fazer? Me solta! — em vez de estar brava, estava com um sorriso divertido no rosto.

Freddie: Posso fazer isso — encostou os lábios nos da loira.

--: O que está acontecendo aqui? Achava que estaria no seu quarto Sam, no castigo — Sam logo reconheceu essa voz. Era seu pai. Ela e Freddie se levantaram.

Sam: Por que está aqui? Como soube?

Joseph: Não me engana, sua amiga não consegue guardar segredo.