Amor Proibido
26 Capítulo 26
Notas iniciais
- FILHA, FILHO, chegamos — Ouvi o Grito da minha mãe e dei um pulo da cama, MEU DEUS o Justin estava do meu lado dormindo e completamente nu, se a minha mãe pega ela mata a gente, prometemos que isso nunca mais ia acontecer... Sem pensar, eu empurrei o Justin e ele caiu da cama acordando assustado
— VOCÊ TA MA.. – Antes dele terminar dei um chute pra ver se o idiota cala a boca
— Fala baixo merda, nossos pais chegaram – Eu sussurrei e ele passou a mão aonde eu dei o chute fazendo cara de dor
— Precisava me bater? – ele falou baixinho mas ainda sim com raiva, ouvi a voz da minha mãe se aproximando e me desesperei
— Entra logo debaixo dessa cama, porra — Ele entrou ainda resmungando e dois minutos depois minha mãe adentrou no quarto
— Filhinha, ainda não dormiu?
— Ér, não consegui, muito calor sabe – falei a primeira coisa que veio a cabeça e jurei ter ouvido o Justin soltar um risinho abafado e eu tossi pra disfarça
— Mas filha, aqui ta gelado, o ar-condicionado ta quase no máximo
— AAAAAAAAAAAH então era isso
— Isso o que?
— Não era calor, era frio
— Filha você tomou os remédios?
— Que remédio? – não estava entendendo mais nada
— Sei la, o que o psiquiatra receitou
— Mãe, que psiquiatra?
— Ah é filha, não te levei em um ainda
— E NEM VAI, ENLOUQUECEU?
-Não minha menininha linda, quem ta com probleminha é você – ela disse alisando meus cabelos, ok minha mãe pirou
— Eu não tenho “probleminha nenhum”
— Ôôô querida assim que seu pai acalmar com fogo e me der um minuto sem sexo eu te levo ta? Não se preocupe tudo vai se resolver
— MÃE, VOCÊ ESTA BEBADA? – haha agora eu entendi
— Que nada querida, foram só umas 3 garrafas de vodca
— DONA PATTIE – eu comecei a rir, nem quero imaginar o que ela e meu pai fizeram nessa boate... Ouvi a voz do meu pai no andar de baixo
— MINHA LEOA CADÊ VOCÊ QUERO TREINAR AQUELA POSIÇÃO DE NOVO – ele gritou e eu quase vomitei, oh gosh meus pais estão bêbados e tarados eu não vou aguentar
— Querida vou ter que ir, sabe como é né – Ela já ia saindo e parou na porta
— Você sabe onde o seu irmão está
— Hum, não
— Deve ta se drogando – Ok ela estava MUITO bêbada
— MÃE – eu gritei pasma
— Que foi Lu? Qual o problema de ficar doidão um pouco? Eu hein, ah e avisa o Justin que vou levar ele num médico
— Pra quê? — Eu perguntei curiosa mesmo sabendo que ela estava bêbada
— Só pra ver se o tamanho do pênis dele é favorável sabe, o seu pai disse que sempre é bom cuidar dos filhos, talvez ele esteja tão deprimido esses últimos dia por causa disso, o tamanho pode ser minúsculo e ele pode até entrar em depressão por sua impotência sexual – eu comecei a rir euforicamente, aposto que o Justin a qualquer momento sairia debaixo da cama
— É mesmo mãe, acho que é isso que está incomodado
— Filhinha agora a leoa aqui já vai – ela bateu a porta e saiu e logo em seguida o Justin saiu debaixo da cama soltando fogo
— MEU PÊNIS É MUITO GRANDE TA? E EU SOU MUITO POTENTE
- E você é muito humilde também ne?
— Sempre, mas só quero defender meu bebê grandão
— Atah, deixa de palhaçada Justin quero conversar com você – ele pulou em MINHA cama e deitou na maior cara de pau, decidi não discutir e deitei ao seu lado
— Sobre o que? – Ele perguntou
— Lembra de quando a gente se amava? – eu queria esclarecer as coisas, queria conversar sobre o que aconteceu
— Claro que sim, tem pouco tempo isso ainda é recente, como eu esqueceria? – ele falou prestando mais atenção na conversa
— É estranho né? Há alguns meses nós éramos irmãos
— Ainda somos
— Irmão não faz o que a gente fez
— Foi uma recaída, eu ainda gosto de você ta bom? — ele falou e eu não consegui responder, eu ainda o AMAVA e jurava que ele tinha me esquecido
— Ér ... – comecei a falar, eu iria dizer que também gostava dele mas ele me interrompeu
— Vai passar, ok? Eu não vou sentir isso pro resto da vida – ele falou e me deu vontade de chorar, eu queria tanto que fosse pro resto de nossas vidas
— É, vai passar – disse tentando convencer a mim mesma
— Lu, posso te perguntar uma coisa? Eu não perguntei antes porque não tinha coragem fui um covarde em relação a isso...
— Pergunta
— Sobre o bebê que você perdeu... ér ....
- Jus, eu não gosto de falar sobre isso, pode não parecer mais ainda dói, eu... eu ... só quer-ria esque...cer – disse entre soluços derramando rios de lágrimas, ele se aproximou mais e me abraçou
- Vai passar ok? Eu estou aqui, sempre estive, só fui um idiota as vezes
— Eu tenho tanto medo
— Não tenha minha linda, eu vou te proteger – ele falou alisando meus cabelos
— Eu...eu ainda te amo – falei, foi involuntário mais era o que eu sentia.
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