Amor Perdido
11 Viagem
Sesshoumaru deu um sorriso e aconchegou-a nos seus braços, enquanto isso Yuka entrou no quarto. Aquela youkai deparou-se com um cenário um pouco estranho.
- Yuka, não é assim? — o lord virou os olhos para ela
- S-sim, meu lord — respondeu fazendo uma reverência para o seu senhor
- Hum... traga água para dois banhos e uma refeição também para dois! — mandou ele de forma dura e soberana
- Hai, meu lord — disse retirando-se, mas, o lord voltou-a a chamar
- Yuka, manda chamar o Jaken dentro... — olhou para a Rin sorrindo, levantando uma sobrancelha — ... pode ser daqui uma hora.
- Hai, meu lord — e por fim saiu.
No corredor ela não acreditava no que vira mas, não ousava comentar.
- Sesshy... a Youka... ela... — a Rin gaguejava envergonhada
- Ela o quê, minha flor? — olhou para a Rin, esta estava corada
- Bem ela nos viu
- E!? — ele não percebia qual era o problema
- Como e!?, Sesshy por acaso reparas-te a nossa figura, deitados juntos e nus, por kami o que será que está a pensar?
- ahahaah, ai Rin só tu mesmo. Oh minha flor, ela não vai comentar nada, além do mais nós somos os senhores deste castelo, por isso, podemos fazer o que quisermos.
- Hai, se tu o dizes, yokatta
-Mas... — ele fora interrompido, alguém bateu na porta — Doozo — ordenou ele, cobrindo os dois com o lençol
- Gomenasai meu senhor, trouxe o que pediu
Ele movimentou ao de leve a cabeça para elas avançarem. Rápido as servas prepararam o ofurô e colocaram o pequeno almoço na mesa.
- Podem retirarem-se, hayaku! — ordenou o senhor
As servas saíram, uma a uma, rápido.
- Tu não Yuka — Sesshoumaru voltou a falar, a serva abaixou a cabeça com medo, pois tinha os apanhados na cama em uma situação íntima.
- Quero que prepares a tua senhora para uma viagem comigo
- Hai, meu senhor e se permite, quanto tempo durará?
- Uma semana, partimos depois do almoço. E agora podes sair.
- Hai — a serva retirou-se — Agora nós... vamos tomar um banho bem merecido — falou já com uma voz mais serena dando um beijo pequeno mas, com muita paixão
Eles entraram no ofurô, e Sesshoumaru, colocou os cabelos negros dela para cima de um dos seus delicados ombros e, com uma mão, contendo um óleo perfumado, começou a massajar as belas costas da Rin, fazendo-a arrepiar-se com o toque, sabendo-lhe bem.
- Assim vais habituar-me mal, amor! — disse baixinho, enquanto, sentia as mãos fortes do seu amado nas suas costas, passando pelo o seu pescoço e, voltando a descer pelos os seus seios.
- Quero que a minha hime tenha todas as regalias — sorriu vendo a sua princesa ficando excitada
- Hum.. — colocou o dedo indicador no lábio — Quantas será que foram a ter esta regalia? — pensou alto
- Ora ciúmes minha flor? — puxou para si, abraçando-a — Acredites, ou não, és a primeira e podes ter a certeza que serás a única, minha hime — sussurrou ao seu ouvido deixando louca só com aquelas palavras
Rin voltou-se sentando no colo dele.
- Agora é a minha vez de cuidar do meu senhor — espalhou um pouco de óleo nas costas dele, passando pelo o seu peito.
Sesshoumaru adorava a forma da obediência e das caricias da Rin, ele mordeu o lábio inferior. A Rin sentiu por entre as pernas, o membro dele crescendo, eles beijaram-se com uma intensidade explorando com as suas línguas a boca de um e do outro, parando só para respirar. Rin sentou-se em cima do membro soltando um gemido de dor.
- Calma e devagar, é normal que ainda dou-a um pouco.
Amaram-se no ofurô, a Rin cavalgou libertando uns gemidos baixos.
-anh... anh...anh — a Rin aumentava a velocidade e a intensidade cada vez mais e mais
Passado um tempo, ela estava quase atingindo o ápice
-anh... Rin... anh... prende as tuas... anh... pernas em mim?
A Rin obedeceu, envolveu as pernas no quadril e, ele levantou-se, agarrando-a ao colo, deitou-a no chão, em cima de um tapete enorme e felpudo que havia no banheiro. Rápido a briu-lhe as pernas e amou-a ali mesmo atingindo os dois a tão desejado gozo. Voltaram a tomar banho e vestirão os roupões, dirigindo-se para o quarto onde tomarão a sua refeição.
- Sesshy!? — olhou para o seu amado
- Hai — respondeu olhando-a nos seus olhos
- Para onde vamos hoje? — pergutou cheia de curiosidade
- Logo verás
- Oh... não sejas mauzinho! — a Rin tentou novamente
- Nai
- Vá lá, diz
- Rin é uma surpresa — finalizou a conversa
- ( continua curiosa como criança) — pensava naquele tempo com carinho
Jaken passado uma hora, procurou o seu senhor. Dirigiu-se ao quarto da Rin. Lá dentro ouviram um bater na porta.
- Doozo — respondeu a Rin
- Sesshoumaru-sama mandou-me chamar?
- Damare, a partir da hora do almoço vou viajar com a Rin durante uma semana, e não quero ser incomodado. Percebeste?
- Hai, Sesshoumaru demo, doushite?
- NÃO TE INTERESSA!!!! — olhou para o pequeno youkai como se fosse bater
- Gomenasai Sesshoumaru-sama, gomenasai — Jaken implorava perdão pela a sua ousadia
- Bem, daqui a pouco passo-te mais instruções. Agora sai.
- Hai, Sesshoumaru-sama — parou olhando eles tomarem o pequeno almoço como se fossem casados-
HAYAKU!!! — o lord já estava irritado
- Hai, gomenasai — o Jaken saiu dali bem depressa
Sesshoumaru levantou-se e virou-se para a Rin
- Até já, minha flor — deu-lhe um beijo — Aishiteru
- Aishiterumo
O lord do Reino Oeste saiu do quarto e dirigiu-se a seu para se arrumar, entretanto a Ling entrou no quarto da sua amiga.
- Posso Rin?
- Hai Ling, entra — a Ling aproximou-se — hum... és servida?
- Nai arigatto Rin. Bem vejo que houve aqui uma festa particular? — deu uma enorme gargalhada deixando a pobre Rin vermelha
- ( e agora que desculpa vou dar?) — pensou a Rin — Ora Ling, não é isso que estás a pensar, admito que eu mexo-me muito durante a noite
- Oh! Rin não precisas de mentir
- Ling não leias mais a minha mente, onegai?
- E quem disse que eu li a tua mente? — olhou para a cama — Vejamos, primeiro a tua cama tem o cheiro do Sesshy e claro de sexo, segundo, o meu quarto é ao lado do teu e, eu bem ouvi vocês os dois, para não falar da cama que quase derrubou a parede.
As duas deram uma gargalhada e Yuka bateu na porta.
- Doozo — disse a Rin tentando conter o riso
- Rin-sama, está na hora de preparar a sua viagem
- Hum... para onde vais?
- não sei Ling, o Sesshoumaru não me quis dizer. Só sei que é surpresa, vai ser uma semana e com ele
- Bem, sendo assim vou te ajudar
O tempo passou e por fim chegou a hora do almoço. Rin e Ling desceram até à grande sala, onde Sesshoumaru e o Li já as esperavam. As servas preparam tudo, no fim do almoço já estava tudo pronto para o casal partirem.
- Li vou indo, tu sabes para onde eu vou e deixo o meu castelo aos teus cuidados, se precisares manda me chamar que eu volto.
- Baka!!! é que nem pensar vai e aproveita que eu me viro, só te chamarei em caso de morte.
- Mas...
- Mas nada Sesshy — colocou a mão sobre o ombro do amigo — Eu sei o quanto gostas da Rin e não vou deixar que nada e nem ninguém estrague o vosso momento a sós — deu um sorriso — Agora vai. — o Sesshoumaru deu lhe um sorriso de lado
- Rin vamos está na hora
- Hai, Seshoumaru-sama, adeus Ling e Li
- Nos vemos dentro de uma semana — chegou perto da amiga e sussurrou ao ouvido — Aproveita sabes o que eu quero dizer
Os dois subiram para uma carruagem do estilo "imperial" puxada por dois magnificos cavalos brancos. Viajaram a tarde toda, até que finalmente estavam prestes a chegar
- Rin já estamos achegar, é ali em frente
A Rin olhou e vira um palácio humano.
- Este palácio era de um nobre humano, morreu sem herdeiros então as terras passaram a ser do meu chichiue — o Sesshoumaru explicava quando chegaram
A Rin nunca viu um palácio antes e ficou admirada com aquele lugar. Situados no exterior do palácio componha-se dois pavilhões mais vistosos e outros ligados por corredores. Eles foram recebidos por três servas e seis guardas, todos humanos. Sesshoumaru enviou uma mensagem de manhã avisando da sua chegada dando instruções. Ele queria o máximo de privacidade e claro de paz e sossego com a sua hime.
- Rin o pavilhão grande chama-se shishinden é onde têm as cerimónias públicas, eu dou autorização para os meus servos humanos festejem as festas tradicionais humanas, o pavilhão mais pequeno é o seiryoden é onde vamos passar a nossa semana.
A Rin sorriu para ele, nunca pensouu que o lord tinha um lado generoso para com aquele povo e romântico com ela, sempre fora frio e as vezes servero e cruel, pesar com ela sempre mostrou ser carinhoso e protector.
- Hum, passa-se algo
- Nai, nada meu senhor, vamos
- Como queiras.... minha... flor! — disse baixinho pegando a mão da Rin.
Eles entraram de mãos dadas, deixando para trás o youkai e a humana, naquela semana seriam um casal enamorados, prontos para entregarem, um ao outro, os seus corações
Notas finais
DOOZO - Pode entrar
HAYAKU - Depressa
DAMARE - Cala-te
DEMO - Mas
DOUSHITE - Porquê
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