Notas iniciais
One-shot, BEEEEEEEM curtinho, não me matem *-*

- Kou-chan? – Chamei o pequeno. Sabia que ele estava escondido de mim, por medo, talvez. O que me espantava. Sempre deixei claro para ele que o amava, e nunca o machucaria, de qualquer forma.

- Yuu-Chan? – Ouvi sua voz rouca, porém suave. – É você?

Ri baixinho, vendo que a voz vinha por de baixo da cama. Ele era tão ingenuo, se fosse outra pessoa, com certeza o pegaria.

- Sim, meu anjo. – Disse, me agachando, olhando por de baixo da cama, vendo o pequeno encolhido, trêmulo. – O que está fazendo ai?

- Yuu-Chan, promete que não vai brigar comigo? – Ele perguntou, saindo debaixo da cama, ainda encolhido.

- Claro. – Ajudei-o a levantar. – O que houve, pequeno?

- Eu... – Ele mordeu o lábio inferior, logo fechando os olhos. Parecida frustado. – Sabe aquele vaso indiano da minha mãe?

Assenti.

- Você sabe que aquele vaso vale muito, nee, Yuu? E sabe o quanto minha mãe gosta dela, nee?

- Kou-Chan... Você quebrou o vaso?

O pequeno, de apenas 6 anos começou a chorar.

Aquilo me partiu em vários pedacinhos, como um grão de areia. Apenas estiquei os braços, fazendo com que ele se aproximasse.

- Não fique assim, meu anjo. – E peguei-o no colo.

- Mamãe vai me matar, Yuu. – E ele chorava cada vez mais, escondendo o rostinho delicado nos meus ombros.

- Não vai não. Eu vou falar com ela, ta? – Falei, calmo. O pequeno olhou pra mim, mudando sua expressão chateada para alegre.

- Você faria isso por mim, Yuu? – Perguntou.

- Claro que sim, anjo. – Ele parou de chorar, levando as mãozinhas até o rosto, enxugando as lágrimas. Não pude evitar de sorrir.

- Eu te amo muuuito, ta, Yuu?

- Eu também... – Ia dizer, mas fui interrompido por um barulho vindo da sala.

- QUEM QUEBROU MEU VASO INDIANO?

E o pequeno pôs-se a chorar, mais uma vez...

Notas finais
ficou péssimo, eu sei :')
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!