Amor Eterno
20 Capítulo 20
Notas iniciais
Deiem uma olhadela na minha nova fic se quiserem claro http://fanfiction.com.br/historia/297648/O_Amor_Acontece
Na manhã seguinte Carlisle pára o carro em frente de casa.
- Tenho sono. – murmura. – Vamos para a cama, senhora Cullen?
Esme ri.
- Não me vou enfiar na cama, ainda há pouco sai de lá.
- É muito cedo. – murmura ele. – Ainda são oito e meia.
- Pois são e agora vou trabalhar. Estou inspirada e quero escrever mais um capítulo do meu livro. Um ou mais.
- Vem para a cama comigo.
- Logo à noite amorzinho. – beija-o e saia do carro.
- És tão má.
Ela ri e entra em casa. Carlisle entra logo atrás dela.
Marcus vem a descer as escadas.
- Bom-dia aos dois. – cumprimenta. – Correu bem o jantar?
Carlisle põe o braço em volta da cintura de Esme.
- Estamos noivos. – anuncia sorrindo.
- Parabéns! – felicita Marcus. – E muitas felicidades.
- Obrigada. – agradece Esme. – Farei de tudo para sermos felizes. E agora vou subir.
Despede-se dos dois e sobe.
- Quem diria que o meu sobrinho haveria de casar?
- Eu nunca disse que não casava. – protesta Carlisle.
- E também nunca mostraste muita vontade.
- Pois não. Mas Esme é diferente. Amo-a e sei que sente o mesmo por mim. Quero viver o resto da minha vida junto dela.
- É realmente uma mulher maravilhosa. – concorda. – Só posso desejar que sejam muito felizes.
- Iremos ser, tio. Tenho a certeza.
Depois do almoço estão todos na sala a conversar animadamente.
- Traz-me um copo de água, se faz favor. – pede Carlisle a Carmen que ia a passar. – Estou cheio de sede.
Carmen vai até à cozinha, tira um copo do armário e enche-o com água.
- Deixa estar que eu levo ao patrão. – diz Victoria tirando o copo da mão dela. É agora a sua oportunidade. Tira um frasquinho do bolso e deita um pouco no copo de água.
Isabella vê horrorizada. “Não posso deixar que ele beba aquela água” pensa “não vou deixar que o matem.”
Victoria entrega o copo de água a Carlisle.
- Obrigado, Victoria. – agradece sempre com um sorriso.
- Deixa-me beber um bocadinho. – pede Esme estendendo a mão.
Ele passa-lho sem sequer beber. Esme leva-o aos lábios. Nesse instante Isabella aparece a correr na sala.
- Não beba, senhora. – grita pondo todos a olhar para ela.
Tarde demais, Esme já bebera alguns goles.
- O que se passa? – pergunta Edward espantado.
Isabella começa a chorar.
- A culpa é minha. – murmura. – A culpa é minha.
- Alguém me pode explicar o que está a acontecer? – pergunta Carlisle. – O que é que tem a água?
- Perdoei-me. – choraminga.
- Não estou a perceber nada. – diz Marcus.
Edward vai ter com Isabella.
- Bella, explica-me o que se está a passar.
- A água… a água…
- Ai. – murmura Esme levando a mão ao estômago.
- O que foi amor? – pergunta Carlisle ajoelhando-se junto dela.
- Dói-me o estômago. – murmura. – Está a doer-me muito.
Edward senta a Isabella no sofá e vai até junto da irmã.
- Esme o que foi? – pergunta preocupado.
Ela poisa a cabeça no ombro do Carlisle.
- Não sei. – murmura. – Tenho tantas dores.
- Sue chama uma ambulância. – pede Carlisle e abraça-a.
- Calma, meu amor. Vai ficar tudo bem. – murmura aflito. Esme está a sofrer e ele não aguenta vê-la sofrer. Aperta-a mais contra si. – Respira fundo, meu amor, vai ficar tudo bem.
- Não me sinto nada bem. – murmura ela.
Carlisle sentia perder as forças.
- A ambulância vem a caminho. – murmura Sue.
- Esme, meu amor. Fala comigo. – pede.
- Sim? – murmura ela debilmente.
- Vai falando comigo só para eu saber que estás acordada, por favor.
- Amo-te. – murmura ela.
Carlisle começa a chorar.
- Não digas isso como se fosse a última vez, Es, por favor.
Ela olha para ele.
- Fico feliz… feliz por não seres tu… ai! Tu a estares no meu lugar.
- Eu não. – murmura ele. – Não fico nada feliz, amorzinho.
A ambulância chega. Esme vai numa maca, Carlisle vai com ela.
- Podes ir lá ter no meu carro. – diz Carlisle a Edward. – As chaves estão no meu quarto em cima da cómoda.
- Eu vou atrás de vocês. – promete.
A ambulância parte deixando todos em casa muito preocupados.
- Deste-me o veneno errado. – acusa Victoria.
- Enganei-me, peço desculpa. – desculpa-se Rilye.
- Não é desculpa. Aquele foi o veneno que demos aos cavalos. Devias ter-me dado o que provoca ataque cardíaco.
- Enganei-me. Mas de qualquer forma ainda bem que me enganei. Nós queremos matar o Duque não a mulher.
- Quero lá saber se matamos a mulher ou não. O que importa agora é que todos me vão acusar porque fui eu que lhe dei o copo de água. – passa as mãos no cabelo. – E ainda por cima àquela estúpida mostrou a todos que sabia.
- Não se devia ter confiado nela.
- Nem em ti pelos vistos. Será que sou a única que faz as coisas como deve ser?
- Eu só troquei os frascos.
- E por causa da tua incompetência vamos ser descobertos.
- Vais ser descoberta. – corrige ele.
- Não, não. Se eu for vais comigo.
- Não teem provas contra mim, posso sempre afirmar que sou um inocente no meio disto tudo. Posso dizer que a única coisa que me pedias era para arranjar os venenos e que nunca me deste nenhuma explicação.
- Traidor.
- Cada um por si, Victoria. Esperavas que eu ficasse do teu lado depois de saber que queres casar com o James?
- Como é que sabes? – pergunta confusa.
- É simples. Ouvi a tua conversa com a Isabella. Parece que agora estás sozinha no meio disto tudo, Victoria. Coitadinha. Estou cheio de pena. Só quero ver como te safas.
Fale com o autor