Notas iniciais
Minha primeira fic, espero que gostem.

Esme mal pode conter o entusiasmo enquanto passa pelas florestas que rodeiam a estrada. Viveu em Inglaterra os primeiros quatro anos da sua vida e sempre foi apaixonada pelo país. Desde os dez anos que vem passar as férias de verão a Inglaterra com a tia. Sempre adorou Inglaterra e a sua história, por isso formou-se em história e agora está num carro a caminho da casa de um Duque importante do país. Um Duque que tem propriedades enormes entre elas Chatsworth onde esteve MAry Stuart. E é por isso que Esme vai apra lá. Está a fazer uma pesquisa para escrever um livro sobre a vida de Mary Stuart. Nada melhor do que ir para Inglaterra para poder escrever esse livro. E o Duque aceitou recebe-la em sua casa, ele mora numa casa perto de Chatsworth.

Carlisle está à varanda do seu quarto quando começa a ver o carro preto que enviou para ir buscar a convidada ao aeroporto. Apressa-se a descer as escadas da mansão para a ir receber.

Está abstante curioso para a conhecer e quando abre a porta e sai para o patamar da entrada a primeira coisa que repara é que é uma mulher jovem que está a sair do carro. Ele esperava uma mulher um pouco mais velha, talvez com uns quarenta e tal anos. Mas a mulher que sai do carro deve ter vinte e poucos e é muito bonita. Cabelo louro ondulado, alta e elegante, traz vestida uma camisola branca simples, umas calças de ganga e uns ténnis pretos, no braço te um casaco preto de desporto.

Esme sai do carro e olha para a casa. À porta está um homem jovem, alto e elegante de cabelo louro. Ele desce as escadas e dirige-se a ela.

- Bem-vinda. — cumprimenta. — Sou Carlisle Cullen. — apresenta-se estendendo a mão.

- Esme Platt. — aperta-lhe a mão.

Ela não estava à espera de um homem tão novo. Nunca pensou que um Duque tão importante pudesse ser tão novo e tão bonito. Ele por sua vez repara que os olhos dela são verdes e o cabelo, que à distância parecia mais louro, é uma mistura de ruivo claro, meio acobreado e louro. Ela observa os olhos dele, azuis como o céu sem nuvens.

Sorri. O sorriso dele é deslumbrante.

- E como correu a viagem? — pergunta.

- Muito bem.

- Venha comigo, vou mostrar-lhe onde é o seu quarto. Deve estar cansada da viagem.

- Nem por isso. — diz descontraidamente.

- Hum. Vamos entrar?

- Claro.

Nesse momento um rapaz alto e musculado de cabelo preto sai de dentro de casa.

- Este é o Sam, ele ocupa-se das malas não se preocupe.

Sam baixa levemente a cabeça.

- Bem-vinda, minha senhora. — cumprimenta, pega nas duas malas e desaparece para dentro outra vez.

Carlisle sorri.

- É de poucas palavras, mas bastante simpático e educado. Suponho que já conheça o David. — diz fazendo um gesto para o motorista.

- Sim, já conheço.

- Então, entre. — convida Carlisle deixando-a passar à sua frente para dentro de casa.

A sala de entrada é maravilhosa, tem uma escadaria enorme para o andar de cima decorada com uma carpete vermelha, a salinha está decorada com alguns quadros, dois sofás pequenos e uma mesinha.

Esme não consegue manter a boca fechada.

Carlisle ri da expressão dela.

- É tão bonita! — consegue dizer Esme. — E grande.

- É relamente uma casa muito grande. — concorda. — É bom ter uma hospede para a tornar mais cheia.

- Vive aqui permanentemente? — pergunta Esme pensando em como se deve sentir muito sozinho.

- Só no verão. Passo a maior parte do tempo em Londres no meu apartamento. Tenho de tratar das emporesas da família e é mais fácil para mim se estiver em Londres.

- Peço desculpa se lhe ocupo muito tempo. — desculpa-se.

- Claro que não. Afinal estamos no verão.

Quando ela ia a responder aparece na sala um homem com cerca de cinquenta anos, bem arranjada e com um sorriso prazenteiro.

- É o Charlie, o mordomo. — apresenta Carlisle.

- Bem-vinda, minha senhora. — cumprimenta Charlie.

- Obrigada.

- Sabe que se precisar de alguma coisa é só dizer. — informa o mordomo.

- Não me esqueço, obrigada.

Ao lado de Charlie aparece uma mulher com a mesma idade dele, igualmente bem vestida, o cabelo preto já um pouco grisalho.

- A Sue, governanta. — apresenta Carlisle.

- Bem-vinda. — cumprimenta Sue.

- obrigada, são todos muito hospitaleiros. — comenta Esme.

Carlisle sorri.

- Quer que eu a acompanhe ao quarto, minha senhora? — pergunta Sue.

- Eu próprio o farei. — diz imediatamente Carlisle. — Obrigada, Sue.

Carlisle guia Esme pelos corredores do andar de cima.

- Aqui está. — diz abrindo a porta para ela entrar primeiro.

Esme volta a abrir a boca de espanto com o que vê. O quarto é lindo e grande decorado em tons de bege. Do lado direito perto da cama tem uma porta que Esme presume ser a casa de banho. As malas dela já estão ao fundo da cama.

- Gosta? — pergunta Carlisle sorrindo do rosto deslumbrado dela.

- Amo. — vai até ao centro do qaurto. — Nunca dormi num quarto assim com uma cama destas. É lindo. — rodopia passando os olhos em volta do quarto.

Richard não consegue conter o sorriso. Ele fica extremamente linda com aquela expressão deslumbrante e encantada.

- Ainda bem que gosta. — encosta-se à ombreira da porta.

Ela poisa o casaco no braço do sofá e continua a olhar em volta.

- Eu deixo-a sozinha para poder organizar tudo e descansar um pouco antes do jantar. — Carlisle ia a sair, mas ela para-o com um toque no braço.

- Eu... eu... eu não sei como ir para a sala de jantar. — admite meia envergonhada. — A casa é tão grande que eu acho que acabarei por em perder.

Carlisle não consegue deixar de rir.

- Não se preocupe eu venho busca-la. O jantar é às oito, venho busca-la meia hora antes para lhe poder mostrar um pouco da casa. Se quiser, claro.

- Claro que quero. — diz ela com um sorriso. — E desculpe o incómodo de me vir buscar.

Ele ri.

- Não me custa nada. — garante. — Vou deixa-la sozinha. Até logo.

- Até logo.

- E se precisar de alguma coisa toque nessa campainha. — aponta para um botãozinho junto à porta. — Aparece logo alguém.

- Obrigada.

- Adeus.

- Adeus...

Ele sai fechando a porta.

Esme sorri.

- Que homem simpático. — murmura para si mesma. — E bonito. — Acrescenta corando.