Amor Eterno
35 Capítulo 35
Notas iniciais
Please, leiam as notas finais ok?! Preciso que leiam.
Jake e eu estávamos no sofá. Eu estava com a cabeça recostada em seu peito nu e desenhava mentalmente sua barriga definida com a ponta dos dedos. Ele estava com os braços envolvendo a minha cintura. Eu não estava vendo o filme e duvidava muito que ele estivesse, já que de vez em quando sua mão descia pela lateral do meu corpo e chegava ao zíper do meu vestido. Ele suspirava e voltava à mão para a minha cintura de novo. Eu não pude deixar de rir.
-Você acha engraçado? Eu estou ficando louco! Não ajuda em nada você com esse vestido! – Jake disse.
-O que tem o vestido? – Perguntei.
-E você ainda pergunta? E mais uma coisa, não quero saber de você andando com esse vestido por ai sozinha. – Ele falou fingindo nervosismo me fazendo rir.
-Ok. Se isso te faz feliz... Mas reclama pra minha mãe. Foi ela que me deu. – Eu disse. Ele sorriu e se apoiou em um cotovelo para me olhar.
-Eu vou é agradecer. – Ele disse me beijando logo em seguida. Quando sua mão estava indo parar onde eu queria, ouvi o carro do papai estacionando na garagem. Jake suspirou e eu ri.
Nós nos sentamos no sofá como se estivéssemos assistindo alguma coisa realmente. Eu coloquei meu cabelo para o lado, tentando arrumar com medo de estar muito bagunçado. Jake percebeu quais eram as minhas intenções ao fazer isso e riu.
-Eu estou... Aceitável? – Ele disse apontando para si mesmo me fazendo rir. Ele estava todo bagunçado!
-Espera. – Falei. Ele abaixou a cabeça e eu arrumei seu cabelo com as mãos o fazendoele rir. – Pronto.
-Você me deixa uma bagunça! O que você tem com o meu cabelo? – Ele me perguntou olhando em meus olhos.
-Como assim?
-Quando a gente se abraça você sempre meche no meu cabelo e eu já percebi que você só faz isso comigo. Por quê? – Ele me perguntou curioso.
-Nada. Eu só... Acho bonito. Passei a gostar mais quando eu vi uma foto sua com o cabelo grande. – Eu confessei enquanto ele ria incrédulo.
-Então quer dizer que você prefere os caras com o cabelo mais... Curto? (N/A: Preferência da autora que é locaaaa por caras assim) – Ele perguntou me olhando.
-Não. Eu prefiro VOCÊ assim. Será possível que você não se dá conta que você é... – Falei corando não conseguindo terminar a frase. Ele deu uma risadinha e se aproximou de mim sussurrando no meu ouvido.
-É... O que?
-Lindo e... Perfeito. – Falei o fazendoele sorrir. Não resisti e o beijei. Nós perdemos a noção de QUEM estava lá fora, mas um pigarro da minha mãe e o ranger de dentes do meu pai nos lembrou rapidinho.
-Jacob, ou você controla esses pensamentos ou eu esqueço que você é namorado da minha filha e pulo no seu pescoço. – Papai disse entre dentes. Jake bufou e riu incrédulo.
-Se ele não fizer isso Jake, eu mesmo faço. – Mamãe completou.
-Até você Bella? – Jake perguntou surpreso.
-É claro! Ela é a minha filha! Esqueceu? – Mamãe falou.
-Chega de briga vocês três! E não é justo vocês brigarem só com o Jake, porque ele não beija sozinho. – Falei enquanto Jake engolia um riso. – Mas e então? A gente não ia caçar? – Perguntei.
-Vamos – Mamãe respondeu.
-Você vai caçar de salto? – Papai perguntou fazendo uma careta engraçada.
-Não. – Falei. No mesmo instante corri em velocidade sobre humana para meu quarto. Coloquei roupas confortáveis. Uma leggyng preta, botas pretas e uma blusa lisa azul marinho de mangas longas. Desci as escadas correndo também e então fomos caçar. Eu estava começando a sentir a ardência da sede em minha garganta, mas isso logo passaria.
***
Mamãe e papai pediram para nós darmos uma passadinha no chalé. Eles estavam “formais” de mais para caçar, mas eu sabia que o verdadeiro motivo era que mamãe estava de vestido. Ela odiava caçar de vestido. Eles entraram no chalé e logo depois ouvi os grunhidos de ódio da minha mãe. Ela estava reclamando.
-Quando eu acho roupa descente para colocar a Alice vem aqui e muda todo o closet! Como é que ela pôde trocar os meus jeans por esses vestidos de seda!
Eu ouvia o papai dando risada, me fazendo rir também. Mame nunca mudaria! Ouvi então os latido-risada do meu lobinho. Ele estava atrás de mim, mas deu a volta e ficou na minha frente, se sentando nas duas patas traseiras e me olhava intensamente. Para vê-lo eu tive que olhar para cima, fazendo ele de certa forma rir.
Ele abaixou a cabeça bem devagarzinho e ficou na altura dos meus olhos. Eu sabia o que ele queria. Dei risada e não resisti, fui fazer cafuné na cabeça dele, enquanto ele fechava os olhos e tinha em seu rosto uma expressão relaxada. Jake era um lobo tão lindo! Seth também era muito bonito, cor de areia. Leah também não ficava atrás bege bem clarinha, quase branca... Mas meu Jake era lindo, chocolate avermelhado. Seu pelo era macio, quente e brilhante. Mostrei a ele como eu o achava bonito e... Fofo quando ele estava assim, ele começou a rir e o meu pai também. Ele estava lá dentro ajudando a minha mãe achar algo “descente”, mas estava ligado nos meus pensamentos e nos do Jake. Meu lobinho abriu os olhos e me olhou de novo, seus olhos brilhavam de contentamento, então eu o abracei, é claro que meus braços não puderam envolver todo o seu pescoço, mas tentei fazer o possível. Ele por sua vez abaixou a cabeça em direção aos meus ombros, era como se ele me abraçasse também.
-Eu te amo. – FALE BAIXINHO.
Ele então me disse algo, mas foi algo como um latido sussurrado, bem baixinho também. Memorizei aquele som, pois pelo que deduzi, significa “eu também”. Ficamos assim mais alguns minutos até que a minha mãe gritou lá de dentro.
-Achei!
Eu ri e Jake também. Abri o nosso abraço, o nosso refúgio onde nada mais existia, dei um beijo no alto da cabeça do meu lobinho, ele riu e me deu uma lambida.
-Jake! – Eu disse á ele.
Nessa hora, meu pai apareceu com a minha mãe na porta de casa rindo da lambida que eu levei.
-Se eu fosse a Nessie, já teria te batido. – Papai falou ao Jake com o seu lindo sorriso torto. Jake é claro, respondeu mentalmente a papai começou a gargalhar junto com o Jake, embora fossem latidos
-Você poderia compartilhar querido? – Mamãe falou docemente.
-Ele disse “Se você fosse a Nessie, eu nem te lamberia” – Papai falou numa imitação barata da voz do meu amor fazendo mamãe e eu rirmos.
-Chega vocês dois. Vamos logo ou então a gente só volta amanhã de manhã. – Mamãe falou.
Jake se levantou, papai se recuperou e então fomos. Foi engraçado porque papai e eu éramos os mais rápidos então não agüentávamos o nosso instinto competitivo e acabávamos vendo que ganhava, deixando mamãe e Jake comendo poeira atrás de nós. Era basicamente dupla contra duplas: Papai e Eu X Mamãe e Jake.
Desde que eu nasci, adorava o sangue “doado”, era sangue humano, mas quando criança eu não me importava, só pensava em como era bom e me satisfazia por mais tempo. Eu também odiava comida humana, era algo extremamente repulsivo para mim, porém fui crescendo e entendendo que outras pessoas precisariam do sangue “doado” para se manterem vivas e se curarem de doenças. Eu fui tendo que me acostumar com a nossa “dieta vegetariana”. Confesso que não me agradava em nada, mas era necessário, o meu Jake sempre inventava competições para me fazer caçar (desde pequena, eu já tinha uma queda por apostas). Eu odiava caçar animais porque o gosto de alces não era tão bom quanto o de um puma, mas papai não gostava muito da idéia de que eu caçasse pumas, ele dizia que eu era mais fraca do que um vampiro normal e não tinha veneno, apesar de que eu burlava essas regras dele algumas vezes e vencia de dez a zero um puma estressado.
Mas eu fui crescendo e fazendo meu conceito, os meus critérios de vida e fui percebendo que quando eu caçava ficava satisfeita e sem dor por um longo período de tempo se eu estivesse juntamente com o sangue comendo comida humana.
Fui passando a comer comida humana. A que mais me agrada é a italiana, não só a comida, mas também os vinhos, Jasper me ensinou a apreciar e a identificar cada substancia que existe em cada um, fazendo com que eu virasse uma grande apreciadora e PHD em vinhos. Com o tempo passei a conciliar uma dieta 100% humana com o sangue animal.
Como eu só como comida humana, o período que eu não sinto sede ou dor alguma é de três meses.
Eu procurei me esforçar para não caçar com tanta freqüência. Não porque eu queria fugir de quem eu sou, mas sim pelo que julgo ser certo agora.
Eu não preciso matar animais com tanta freqüência, se eu posso evitar isso, eu vou evitar. Tantas coisas que eu posso fazer para tornar a minha sede menos freqüente... Porque não fazer?
Eu caçava principalmente para ter a minha dor controlada (no meu caso, totalmente acabada). A dor da sede era algo que incomodava nos vampiros, mas em mim era uma dor insuportável. Eu dava graças a Deus por apenas alguns cervos acabarem com essa dor na mesma hora, e por me manter tranqüila por três meses.
Nós paramos. Pude escutar um rebanho de cervos que estavam á alguns metros de nós. Nos aproximamos bem devagar, papai e mamãe já estavam deixando os extintos os dominarem, assim como Jake que estava pronto para dar o bote final em algum cervo. Seus pelos se eriçavam das patas até a ponta do rabo. Eu também deixei os extintos me dominarem.
Um dos cervos perceberam a nossa aproximação, então atacamos antes que eles fugissem.
Eu fui rápida, ágil e certeira. Peguei o maior macho antes do Jake. Ele ficou como segundo maior. Não deixei a minha presa ficar sofrendo por muito tempo, acabei logo com a sua dor quebrando-lhe o pescoço.
Mamãe já estava no segundo cervo, enquanto papai acabava com o terceiro e Jake comia o seu muito despreocupadamente. Eu fui atrás de mais outro macho. Acabei logo com este também e já estava satisfeita. Alias, todos nós estávamos.
Papai estava impecável, como sempre. Eu também não tinha nenhuma sujeira ou algo que me denunciasse. Eu observei por algum tempo Jass caçar e aprendi a como caçar sem me sujar ou algo do tipo. Me encontrava do mesmo que havia chegado, mas agora sem sede. Jake estava com o focinho um pouco sujo, mas não era nada muito chamativo, já a mamãe... Ela fez uma bagunça! Estava suja de Terra, o cabelo todo desarrumado... Nossa! Papai e Jake não seguraram o riso.
-Bella meu amor, eu já te expliquei a como não fazer tanta bagunça não já? – Papai falou.
-Já, mas eu acho que nunca vou pegar o jeito... – Mamãe disse rindo.
Achamos um rio ali por perto, então fomos nos limpar. Mamãe ouviu um puma ali por perto e foi correndo procurar, papai como sempre foi atrás dela me deixando com o Jake. Meu lobinho riu e foi para o rio. Ele abaixou a cabeça e limpou o focinho com a ajuda das patas, depois ele abriu a boca e de certa forma fez o mesmo que eu havia feito alguns minutos atrás, um bochecho. Achei tão bonitinho ele limpando o focinho! Que coisa fofa! Eu o observava atentamente, então ele foi correndo para a floresta e voltou na forma humana. Me pegou de cima da pedra que eu estava fazendo com que ríssemos numa melodia perfeita. Depois de nos beijarmos, ele me olhou profundamente.
-Meu anjo, você lembra-se daquela vez que você brigou com o Sam por causa da Leah? – Ele perguntou serio.
-Lembro o que tem?
-Eu te prometi que diria quando eu tivesse um imprintim – Ele falou lendo meus olhos.
A dor que senti quando soube que iria perder o homem da minha vida foi insuportável! Odiava deixar que os outros vissem a minha dor, então fechei os olhos com força para que contivesse as lagrimas que caiam.
-Aconteceu? – Perguntei num sussurro
-Aconteceu. – Ele disse hesitante, eu abri os olhos, mas não consegui encará-lo. A dor de perdê-lo era forte demais.
-E quem é ela? – Eu perguntei secando uma lágrima.
-Você. – Ele disse abaixando a cabeça.
-O que? – Falei incrédula.
-Isso é involuntário Ness! Eu não fiz por mal eu... Eu te amaria de qualquer forma! Eu amo você desde o primeiro dia que te vi! Mas era como um amigo, um protetor. Mas ai você foi crescendo e eu me apaixonei por você! Eu amo você! – Ele disse se desesperando – Eu não contei antes porque eu não queria que você pensasse que tinha obrigação de corresponder! Queria que você tivesse opções... – Não deixei terminar e o beijei. O beijei de uma forma tão intensa e apaixonada como nunca fiz antes. Mas então o separei de mim, embora a contragosto.
-Eu jamais escolheria outra pessoa. Por que igual a você não existe em lugar algum. Sei que parece egoísmo da minha parte, mas saber que você é só meu e que eu vou ter você pelo resto da eternidade é a sensação mais prazerosa e gratificante que já pude ter na vida. Eu te amo de mais para perder você meu amor. Amo demais. – Confessei olhando em seus olhos. – A dor que eu senti quando soube que te perderia e que você me deixaria e excruciante e... – Dessa vez foi ele quem me calou. Separei nossos lábios e o abracei forte enquanto ele fazia o mesmo. Deixei uma das minhas mãos em seu cabelo e deitei minha cabeça em seu ombro. Ele envolveu minha cintura em um de seus braços e o outro subiu para minha nuca, mexendo nos meus cabelos também. Era tão bom. Ele suspirou e falou em meu ouvido.
-Eu nunca vou te deixar. Jamais. Você é a minha vida e eu nunca conseguiria viver sem você.
-É de coração? – Perguntei.
-Do fundo dele. – Jake respondeu.
Estava no céu! Meu Jake jamais me deixaria. Ele era tudo para mime eu jamais o perderia. O teria para sempre! Saber que se vai ser feliz pelo resto da eternidade é algo perfeito.
Notas finais
Fora isso vcs já sabem o de sempre:
> PC de TPM entao possiveis erros de ortografia e edição podem ocorrer.
> Quero muuuiiitoooossss reviews
> E essa é nova: PRECISO DE MAIS RECOMENDAÇÕES!!!!!
Já que tantos gostam da fic, pq nao recomendar?! Gente vcs nao tem noção de como eu fico feliz com uma recomendação. É como um troféu recebido por reconhecimento do seu esforço e trabalho. Por favor, RECOMENDEM.
Não ando muito bem ultimamente, muitos problemas e reviravoltas na minha vida, então uma recomendação é tudo o que preciso para me dar um ânimo maior.
Bjinhos e xauxau
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