Amor E Ódio

19 Reconciliação ? talvez...


Notas iniciais
tá pequenino, mas boa leitura beijos pequenos caneirinhos.

- EU SABIA! A QUANTO TEMPO? CARAMBA, EU SABIA- ele gritou alterado- EU MATO ESSE IDIOTA- e quando ele falou isto o Pedro aparecer

-Gabi, eu estava te procurando- ele falou me olhando- O que ele faz aqui?- ele perguntou olhando para um Rafael com raiva- E por que seu braço tá vermelho?

-SEU IDIOTA, AGORA EU MATO VOCÊ- o Rafael avançou no Pedro.

Então eles começaram a briga, eu gritava desesperadamente por alguém mas parecia que ninguém escutava. O Pedro estava com o nariz sangrando, e o Rafael estava vermelho.

- O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI?- o Thomas chegou, junto com o Lucas e Pedro Lucas.

-GRAÇA A DEUS! THO SEPARA POR FAVOR- gritei ,ele segurou o Rafael e eu puxei o Pedro.

-ME SOLTA, EU VOU ACABAR COM ESSE IDIOTA- O Rafael se debatia nos braços do Thomas.

-VOCÊ NÃO VAI QUEBRA NINGUÉM, VAI EMBORA RAFAEL, JÁ FALEI QUE ACABOU, VAI EMBORA- eu gritei, e ele parou.

-Tá certo- ele disse- me solta- ele ordenou e o Thomas soltou- Mas fique sabendo que isto não acaba aqui- ele disse e foi embora.

-Meu deus- Me abaixei, e comecei a chora.

-Calma Gabi, calma- o Pedro falou e me abraçou, melando minha camisa de sangue- O que aconteceu aqui?

-Não quero fala sobre isso... só me leva embora- falei e ele assentiu.

Demos adeus para todos e formos para o carro. Entramos no carro e ele foi dirigindo, e eu fui com a cabeça encostada na janela do carro, segurando o choro. Chegamos ao meu apartamento, ele me ajudou a desce do carro, e envolvendo um braço na minha cintura, subimos e entramos no meu apartamento. Coloquei-o sentado no sofá, e fui atrás de algo para limpar seu nariz que voltou a sangra, achei algumas coisas, fui ao meu quarto tirei a roupa coloquei um shortinho com uma blusa, e voltei pra sala vendo o mesmo deitado no sofá, me aproximei, me agachando no do seu lado.

-Estás bem?- eu disse olhando o mesmo, que estava com seu olhar direcionado pra cima.

-To- ele disse e se virou para mim.

-Me deixa limpa?- eu disse e ele assentiu- Obrigada por te me salvando se não fosse você acho que ele teria feito coisa pior- eu disse limpando seu nariz que agora estava cause parando de sangrar e ele sorriu fraco.

-Ai.- ele reclamou assim que coloquei um algodão melado de refosina no seu nariz, ele ficou me olhando e eu já estava me sentido incomodada.

-O que foi?- eu disse sorrindo.

-Você... está mais Linda- ele disse e sorriu.

-Que isso- eu disse envergonhada e ele riu.

-Não você.. é Linda- ele disse colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha olheira deixando sua mão lá.

-Obrigada- eu disse sorrindo sem jeito e ele me beijou.

Então foi ai que ele beijou, fazendo trazer de volta todo aquele sentimento que estava guardado debaixo da minha armadura amarga, seu beijo trouxe de volta aquela menina doce e delicada que ficou no Canadá. Ele me beijava com calma, como se estivesse explorando os mínimos detalhes da minha boca, seu hálito de vodca me fazia não querer parar. Ele se levantou me levando junto sem solta a minha boca, o mesmo colocou suas mãos na minha cintura por debaixo da minha pequena blusa baby look, sorri entre o beijo sentido sua mão quente e áspera.

Ele beijava toda extensão do meu pescoço me fazendo ir ao céu antes mesmo de senti-lo em mim. Elevei minhas pernas envolvendo em sua cintura, e o mesmo começou a caminha me levando para seu quarto. Ele me jogou na cama logo subindo em cima de mim, suas mãos eram ágeis e leves, eu podia as senti passeando rapidamente por todo meu corpo como um leve toque. Ele colocou a mão debaixo da minha camisa baby look e retirou a mesma, ele retirou a sua e voltou a ataque meus lábios.

-Senti falta, dos seus toques- ele falou e deu um beijo no lóbulo da minha orelha- Dos seus beijos- ele me deu um selinho- de você- ele disse por fim

Sorri e ele continuou a me tortura com beijos por toda extensão do meu pescoço, barriga e seios. Coloquei minhas mãos no seu cinto, destacando o mesmo, ele rapidamente retirou sua própria calça ficando apenas de box, ele me beijou, e desceu a mão até meu short, abaixando o mesmo levando assim minha calcinha junto.

Eu estava completamente nua, e ele estava de box. Ele começou a subi os beijos tá chega na minha boca, ele retirou a sua boxer e me contemplou, nisto esqueci problemas, ex namorado, , amigos, e também esqueci a hipótese que eu estou transando com alguém que estava com raiva e que me fez sofre muito. Quando eu estava com ele, meu mundo parecia está completo, ele me beijava com ternura e me penetrava lentamente o que me fazia querer cada vez ele mais dentro de mim.

-Mais...Mais- eu supliquei, e ele sorriu maroto.

Ele investiu mais rápido. E eu ainda estava tentando entende como ele conseguia me dá mordida no pescoço, e fazer isto ao mesmo tempo? . Com o tempo chegamos ao ápice, ele diminui o ritmo até sai de mim por inteiro, ele me beijou com ternura, colocou sua boxer e se deitou ao meu lado. Bom eu não estava cansada, poderia te chegado ao ápice, mas cansada não estava.

Subi em cima dele, e ele riu. Eu já estava de calcinha e com a sua camisa. Sentei na região do seu abdômen, e comecei a beija e dá mordida no seu pescoço. Ele colocou a mão na minha coxa próxima a minha bunda, e ficou apertando a região.

-Você não tá cansada não? – ele falou próximo ao meu ouvido, fazendo eu me arrepia ao senti seu hálito quente e sua voz suave.

-Tá cansado? – eu disse e ele negou- Eu demoro um pouco, então vou me diverti com você- falei sorrindo maliciosamente.

Continuei mordendo seu pescoço, e dando beijos. Em uma das mordidas, foi meia forte por que ele deu um gemido de dor abafado por um sorriso malicioso.

-Acho que alguém aqui vai fica com marquinha- eu disse rindo.

-Safada!- ele exclamou rindo, sai de cima dele, rindo e dançando- Vou pega você- ele disse, se levantou e começou a corre atrás de mim.

Estávamos duas crianças correndo pelo quarto rindo que nei dois idiotas. Corri olhando para trás, porém não vi umas caixas de sapato na minha frente, e acabei caindo, quando fui me levanta, ele já estava em cima de mim. Ele prendeu meus braços ao lado do meu corpo.

-Peguei você!- ele falou rindo.

-Saaaaai, seu bobo- eu disse e ele negou com a cabeça.

Ele aproximou a boca do meu pescoço, e começou a sessão tortura, ele beijava meu pescoço com calma, e foi descendo os beijos. Sua boca chegou ao lado direito do meu pescoço, e ele mordeu puxando.

-Ai, Peu- gritei reclamando.

-Você que me mordeu primeiro- ele disse rindo.

-Seu torto- falei e abracei-o.

-É tão bom tá perto de ti...- ele falou no meu ouvido e eu involuntariamente sorri.

-È...- suspirei.

-Vem levanta- ele levantou e estendeu a mão.- Posso te pedir uma coisa? – ele me olhava apreensivo.

Notas finais
Comenteeeeeeeeem.