Amor E Ódio

6 Coincidência.


Notas iniciais
Desculpem a demora :( como demorei hoje acho que colocarei dois! se eu coloca dois vocês vão percebe né? hahahaha! bjs. E COMENTEEEEEEEM! :D

Cap. Anterior- Bibi!- eu disse, fazendo-a congela.

Não podia ser não podia ser minha bibi, como ela estava diferente, isso explica o comportamento estranho do Lucas, e aquele beijo que me deixou louco por mais daquele, ela estava linda, ela sempre foi, mas agora estava mais linda, essa era minha chance eu podia me desculpa, e mostra que tudo não passou de uma armação. Ela se virou lentamente, me viu, ela estava séria, e havia lágrimas nos seus olhos.

– O que você está fazendo aqui?- ela perguntou virando-se de volta e guardando a joia.

–Por que não me contou que era você?- eu disse a analisando- E você está mais bonita do que já era- disse olhando-a dos pés a cabeça.

–Você tinha que está ensaiando amanhã tem show- ela disse ainda de costa para mim.

–Ei- eu disse pegando seus braços, e virando seu corpo para mim, fazendo ela me olhar. — Você não me contou por quê?- eu disse não acredito que minha bibi estava de volta aos meus braços- Eu te procurei tanto...

–Assim acho que você devia está ensaiando- ela disse passando as costas da sua mão, no seu rosto aonde uma lágrima escorria.

–Eu não acredito que você está aqui, e você ainda tem isso? – eu disse apontado com a cabeça para caixa de veludo atrás dela

–Sim – ela disse- Desde que viajei, mantenho comigo- ela disse por fim.

– Pensei que tinha jogado fora, como disse- eu disse a olhando- Eu senti tanto sua falta- eu disse soltando minha mão do seu braço e alisando seu cabelo- você fez muita falta – eu disse- Isso explica o porquê aquele beijo mexeu comigo.

– Aquele beijo não era pra ter acontecido- ela disse se soltando de mim, indo para longe.

–Não entendo, por que se foi de mim? ... Sofri tanto, Por que me abandonou? Deixou-me aqui sem noticias? Partiu sem ao menos dizer adeus? — eu disse a olhando e a mesma evitava me olhar.

–Eu sofri mais, você acha que eu gostava de ser motivo de piada para os seus amigos?- ela disse agora me olhando- Você acha que eu gostava de ser tratada como um zé ninguém? Alguém que você pode descontar a raiva bem como entende? – ela me olhava séria-Você acha que eu lhe conseguiria disse adeus? Disse adeus para você? Não, você realmente nunca me conheceu, só me usou e brincou comigo, eu era apenas uma diversão.

– Não, não é verdade, você era diferente das outras meninas. — eu disse a olhando.

–Vai embora, não tenho mais nada pra falar, você me magoou uma vez, não vou deixa isso acontece denovo.- ela disse virando o rosto

–Mas..- ela me cortou

–Que sabe? Fica ai, eu vou embora. — ela disse saindo da sala.

Ela pegou sua bolsa, arrumou o cabelo, e saiu, fiquei em choque não sabia o que fala, fazer, ela era a menina que eu sempre amei que eu nunca esqueci, e agora que a encontrei não vou deixa-la parti, não outra vez.

Pedro OFF

Gabi ON

Eu precisava pensar agora que aquele idiota descobriu quem eu sou, vai me atormentar como fez no passado, e ele ainda perguntam por que o abandonei? Eu não aguentava mais chora toda noite. Sai daquela sala, indo em direção a um taxista, já que o imprestável do meu pai não me deu um carro ainda, resolvi larga mais cedo

, afinal não vou suporta olha para ele, pelo resto do dia, entrei no táxi pedindo para o motorista parar em qualquer bar, hoje eu tirarei todo o atraso da bebida.

Cheguei a um bar de uma esquina qualquer, paguei o táxi, desci do carro, e entrei no bar, ele era a moda antiga, tinha sofares de cor vermelha, tinha um balcão, aonde havia bancos da cor vermelha na frente, me dirigi a um, que ficava em frente a uma variedade de vodka, pedir uma caipirinha para o Barman que era lindo por sinal, e comecei a beber, olhei no relógio era 15h00min, desliguei meu celular, e me concentrei apenas em beber, e relaxa, quero esquece aquele idiota por um tempo, e a bebida me ajudará um pouco

nisso.

–Droga, eu ainda amo esse idiota- eu disse sozinha, dando um gole na caipirinha logo após.

Later hours [...]

–Me ver mais uma caiiiipiiirinhaa ai seu gostoso- eu disse sorrindo.

Já se passava das 23h00min, eu já estava bêbada, resolvi fazer um strip, sentei no balcão, e comecei a engatinha, em direção a um homem que se encontra do outro lado do balcão, engatinhei sensualmente, e a cada pessoa que eu passava, me dava um leve tapa na bunda, e me chamava de gostosa, o bar estava repleto de homens, e algumas mulheres, que eram dançarinas. O homem me olhava maliciosamente, ele era por sinal muito bonito, sorrir, mordendo o meu lábio inferior.

Quando cheguei próximo ao mesmo, sentei de pernas aberta para o mesmo, eu estava sentada a sua frente em cima do balcão, e ele estava na minha frente me olhando, ele olhava para minhas coxas, meus peitos, e minha intimidade, fechei as pernas, e levantei ficando ainda em frente para ele só que em pé.

–Coloca uma música ai dj- eu disse ajeitando meu cabelo.

Ele colocou uma música bem sensual, da The pussycat dolls- Buttons comecei a rebola devagar de acordo com cada toque da música, ele me olhava dos pés a cabeça, e sorria maliciosamente, desci do balcão e fui para trás dele, colocando minhas mãos nos seus ombros, e descendo as mesmas até seu membro, apertei levemente o mesmo, e ele ser contorceu um pouco, a cada gesto que eu fazia todos do bar gritava.

Tirei minhas mãos, colocando no banco e o virando para mim, já que o banco era giratório, me virei de costa para o mesmo, peguei suas mãos e coloquei em meu corpo, passando a mesma por ele, comecei pela minha barriga, e fui descendo, até chega na minha coxa, aonde o mesmo apertou elas, me fazendo sorrir. Virei de frente para ele sentando de

pernas abertas, no colo dele, o encarei, sorrindo, dei um beijo na sua bochecha e sai de cima dele.

Quando iria me virar, ele começa a me puxa para uma sala que havia no final de um corredor, chegando na sala, ele feche a porta, trancando a mesma, e fica me olhando, a sala tinha um mesa, um sofá, e alguns porta-retratos, era bem moderna. Ele pegou as chaves guardando em algum lugar que eu não vi.

–Vem cá, vem- ele disse se aproximando de mim, e me dando um selinho, me afastei e o olhei.

–Você pensa que é fácil? – eu disse o empurrando devagar para o sofá que estava atrás dele.

–Qualé?- ele disse colocando a mão na minha cintura, aonde eu tirei a mesma de lá.

–Vai se do meu jeito!- eu disse empurrando com força seu peitoral, fazendo o mesmo cai no sofá.- Você vai apenas me obedece.

Ele não falou nada e ficou me olhando, sentei de pernas abertas em cima do mesmo, e peguei em suas mãos, ele me olhava, coloquei sua mão na minha coxa, e fui subindo, até chega nos meus seios, pressionei suas mãos contra o mesmo, sorri, e tirei a mão dele. Aproximei-me dele dando-lhe um beijo no pescoço, e olhei para ele, pressionando logo em seguida meus lábios no dele, ele pediu passagem para sua língua, mas não cedi e me afastei.

–È hora de brincar- eu disse sorrindo maliciosamente.

Sai de cima dele, ficando na sua frente um pouco distante, lentamente, tirei o casaquinho que estava vestido jogado no chão, coloquei minhas mãos na barra da minha camisa e elevei um pouco, eu o olhava intensamente, e o mesmo não tirava os olhos do meu corpo, tirei a camisa ficando apenas de sutiã.

Aproximei-me dele, sentei em cima dele, e o beijei dessa vez, eu deixei o beijo rola mesmo, ele colocou suas mãos nas minhas costas, procurando o feixe do meu sutiã, logo achando e abrindo o mesmo.

–Isto está meio injusto- eu falei contra seus lábios.

Coloquei minha mão na barra da sua camisa, tirando a mesma, olhei seu peitoral definido, e sua barriga perfeita, sorrir, ele colocou a mão no meu cabelo, me puxando para beija-lo outra vez, abaixei minha mão, abrindo seu zíper, e colocando minha mão dentro da sua cueca, e comecei a fazer movimentos devagar no seu membro. Ele começou a se contorce, gemendo contra meus lábios, e sorrir. Tirei a mão, e ele retrucou, peguei sua mão colocando no meu zíper o fazendo abrir o mesmo, tirando logo em seguida meu short, e minha calcinha, eu tirei suas calças, e ele me beijou, fazendo-me deita no sofá. Enquanto me beijava ele procurava algo acima da minha cabeça, era uma espécie de criado-mudo que havia, ele achou um pacote, e abriu o mesmo, tirou sua cueca, e colocou a camisinha no seu membro, demorou um pouco, ele começou a me penetra devagar, logo depois aumentando a velocidade.

[...]

Era 4 horas da matina, e eu já havia saindo do bar, depois de te transando com aquele cara, dei meu número a ele e fui embora, e aqui estou eu perambulando pelas ruas, resolvi ir pra casa andando, não era muito longe, eu achava, só que eu estava tão bêbada, que não estava enxergando direito. Demorou um pouco cheguei ao apartamento, o porteiro me ajudou a subi, quando cheguei ao meu apartamento, estava meu pai, sentando no sofá, com uma cara de preocupado, e seu telefone estava na mão. Ele notou meu estado, e não falou nada, me pegou pelo braço me levando para o banheiro, me deu um banho e me colocou para dormi.

[....]

Domingo.

Acordei meia tonta, olhei no relógio era 7 horas, e notei que meu pai estava sentando na cadeira a minha frente e me olhava sério, já sabia que via bronca, me espreguicei e sentei na cama.

–Onde você estava ontem?- ele começou falando

–Eu sai- eu disse analisando minhas unhas

–Isso eu sei, eu não acredito que você voltou a beber- ele disse agora ficando de pé- Gabriela, você tem que criar responsabilidade, você não é mais uma menininha de 15 anos que pode fazer o que quiser sem ter responsabilidade alguma- ele disse.

–Responsabilidade, Responsabilidade, Responsabilidade, Caramba só tem isso no seu vocabulário? – eu disse lhe olhando.

–Eu fico preocupado com você, eu sou seu Pai!- ele disse me olhando- O que você se tornou Gabriela? Uma irresponsável que só que sabe de curti a vida.

–E você que só que sabe de trabalha, quer que eu me torne assim? Uma pessoa que não liga pra nada além de status? Que não que sabe o que se passa com os outros, que não liga para os sentimentos dos outros?- eu disse.

–Você já é assim, só liga pra si mesmo, só quer sabe de você! Se você não fosse assim, daria noticias, se importaria com os outros ao seu redor, iria se importa com eles, eles só querem seu bem.

–CHEGA! Quem é você pra fala assim? Você só queria sabe de você, e não se importava comigo, alias nunca se importou, só está falando comigo, por medo de sai na imprensa que sua filha virou uma bêbada, que sai a noite, e é uma irresponsável.

–Eu me importo muito com você, tudo que eu faço é por ti, tudo! Sempre! .

–Não é e nunca foi, você e aquela idiota que me deu a luz, são duas pessoas com o ego muito alto, nunca ligaram realmente para o que eu sentia, só queria sabe de vocês mesmo.

Ele me olhou e balançou a cabeça negativamente, e saiu do quarto, me deixando lá sozinha, comecei a chorar, fui para o banheiro toma banho. Coloquei uma roupa qualquer, e fiz uma maquiagem para esconder meu choro, colocando logo em seguida meus óculos escuros, troquei meu piercing do nariz pelo prata, olhei o furo que havia na minha língua, por ter tirando o piercing que havia lá, ajeitei meu cabelo e sai do quarto. Quando cheguei na sala tinha três homens altos, fortes, vestido com paletó, e meu pai falava algo com eles.

–Você não sabe o que está falando.

–Sei sim, eu vivi isso, eu vivi no mundo aonde ninguém ligava pra mim, ninguém realmente queria sabe o que eu sinto.

–Essa é a Gabriela!- meu pai disse para os mesmo.

–O que é isso aqui? – eu peguei encarando os três armários a minha frente.

–Esses são seus seguranças, e digamos assim eles iram lhe vigiar- ele disse.

–COMO? – eu gritei.

–Isso mesmo, e sem discussão- ele disse saindo do apartamento.

–Eu não acredito nisso, e vocês iram mesmo fazer isso?- eu disse olhando para eles.

–Sim, é nossa obrigação- um deles disse me olhando.

–Olha escuta aqui , eu você sai, e não é você- eu disse apontando pro primeiro-você- eu disse apontando pro outro- e muito menos você- disse apontando pro último- Que iram me impedir!

–Você não pode sair ordem do seu pai – um deles disse.

–Escuta aqui como é seu nome?- eu disse lhe olhando.

–Johnson- ele disse.

–Johnson, ele não mandar em mim, eu já tenho 18 anos, e posso fazer o que bem entende- eu disse lhe olhando.

–Desculpe, mas não irei permitir, senhora Gabriela, você vai direto pro trabalho e depois irá volta pra casa, se arrumar e comparecer ao evento de hoje a noite, foram as ordens do seu pai.

–Cara hoje é domingo, DOMINGO, eu não posso sai pra onde eu quero?- eu disse lhe olhando e ele afirmou com a cabeça- É o que veremos- eu disse e sai correndo em direção a porta.

Percebi que eles estavam vindo atrás de mim, então fui de escada, afinal o elevador estava demorando demais, eles continuavam a correr atrás de mim, só que eu estava bem na frente, afinal sou mais magrinha, quando finalmente cheguei ao térreo estava toda suada, comecei a correr, feito uma louca no meio da rua, quando já tinha passado 4 quarteirões, eu estava completamente cansada, e muito suada, avistei um carro parado em frente a uma espécie de estúdio de foto, sei lá, só sei que o carro estava aberto, e eu entrei nele dando longe em seguida um suspiro forte pelo cansaço.

–Calma pode levar, só não me leve junto, por favor- escutei uma voz rouca vinda do meu lado e quando olhei tive uma surpresa.

–Pedro- eu disse ofegante pelo cansaço de tanto correr


Notas finais
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