Amor E Fama
1 Um
Notas iniciais
Espero que gostem, kissu ♥
– Tenho sono! Mano porque é que me acordaste a esta hora?!
– Pensei que querias vir comigo à sessão fotográfica, mas se estás com sono podes ficar em casa.
– Anh? Sessão fotográfica? — interroguei confusa, não sou lá muito boa a pensar quando me acordam — Ah! Estás parvo? Nem penses que vais sem mim, aquelas malucas ainda te atacam e eu preciso de lá estar para as afastar de ti.
O Taeyang sorriu. Percebi que estava feliz por mais algum motivo para além da sessão, é o que dá ser criada pelo irmão mais velho, nada me escapa.
– O que é? — perguntei.
– Nada, porque é que perguntas?
– Estás feliz por alguma coisa que não me queres contar. — franzi a testa para lhe mostrar que já tinha percebido.
Ele sorriu.
– Estava apenas a pensar que agora és tu que tomas conta de mim.
– Então tem de ser, tu és meu! Não é para andares aí com as gajas todas.
– Como se eu fizesse isso não é?
– Como se tivesses hipóteses de o fazer.
Sorrimos os dois e ele foi fazer o pequeno almoço. Ah, era tão bom comer as refeições dele.
Levantei-me e vesti-me rapidamente, tratei da minha higiene e fui para a cozinha. Como sempre ele esperava-me com o telemóvel em cima da mesa a mostrar o cronómetro. Era uma brincadeira que já faziamos há muito tempo.
– Dois minutos e cinquenta e três segundos, é um novo recorde mana!
– Isto de NÃO ser gaja poupa muito trabalho, imagino se tivesse de me maquilhar, escolher entre centenas de combinações possiveis de roupa e todas essas coisas que as raparigas normais, ou não, depende do ponto de vista, fazem.
O meu mano suspirou.
– Como eu te adoro miúda! — beijou-me a testa carinhosamente.
– Não sou uma miúda! Já sou bem grande. — reclamei.
– Sim, claro, tens dezasseis anos e um metro e sessenta, achas-te grande?
– Sim!
Voltou a beijar-me a testa em sinal de concordância e eu sorri. Adoro como as coisas funcionam cá por casa.
– Mana, vamos? Os rapazes estão à nossa espera.
– Os.. Os rapazes? — gaguejei — Eles também vão? Todos?
– Sim, porquê? Há algum problema?
– Não, não. — respondi apressadamente. Com que então ele vai lá estar... Bem, se eu soubesse tinha batido um recorde ainda maior...
Fomos para a mota que o meu irmão comprara há uns anos e seguimos o nosso caminho até à agência. Agarrei-me com força à sua cintura como se tivesse medo de cair, mas ele sabia que eu só me estava a aproveitar para estar perto dele. E quem é que me podia dizer para não o fazer? Ele era tudo o que eu tinha desde... desde... bem, desde que me lembro. Mas não vou pensar no meu passado infeliz, é preferivel pensar no que o futuro tem guardado para mim. O rapazinho vai estar na sessão e vou poder olhar para ele descaradamente sem que ninguém note. Sorri por trás do capacete, até agora o meu dia estava a correr bem...
Notas finais
Espero que tenham gostado :D
Kissu ♥
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