Amor E Ódio
13 Oi, ciúmes.
Notas iniciais
Cap. Anterior-Você armou tudo isso? Como sabia que eu estaria lá? E o porquê disso? – eu disse lhe olhando e o mesmo ainda sorria.
-Armei sim..- ele disse sorrindo- eu sabia que você iria lá hoje- ele disse ainda sorrindo.
-Mas como? -eu disse sem entende.
-Eu já havia falando com os meninos para te arrastar até lá, e tive uma ajudinha da Luna- ele disse.
-Por que?- eu disse ainda não entendo.
-Por que eu te amo- ele disse.
Ele se aproximou e me deu um beijo com ternura que me fez ir ao céu, ao paraíso, ele ainda tinha um poder incrível sobre mim, sobre meu corpo, sua mão passeava pelas minhas costas, e as minhas estão na sua nuca fazendo leves carinhos.. Este momento era pra ser eterno..
[...]
Ainda estávamos no quarto só que agora estávamos deitados, nós não transamos por opção dele, para deixa bem claro.. Depois de um tempo descobrir que estávamos no quarto do hotel dele... Estávamos deitados sobre a cama de frente um para o outro, eu estava com uma blusa sua, e ele estava apenas de bermuda.. Ele me olhava sorrindo e me fazia carinhos.
-Bi- ele me chamou carinhosamente.
-hm- eu disse lhe olhando
-Me desculpa por se um completo de idiota- ele disse e me deu um selinho.
-Tudo bem- eu disse sorrindo- Você sempre foi assim- eu disse e dei uma gargalhada.
-Posso fazer uma pergunta?- ele disse
-Você e suas perguntas.. Mas tudo bem pode fazer- eu disse lhe dando um selinho
-Por que você foi embora?- ele tinha que pergunta logo isso?!
-Por que foi preciso.- eu disse agora sentada na cama de costa para o mesmo.
-Mas eu não entendo, eu passei todos esses anos atrás de você, procurava uma resposta para minhas perguntas, tentando transformar numa maneira do meu coração entende. . .sei lá, você foi assim do nada, você se foi depois que a gente começou a namorar, e te falaram aquilo. . .- ele disse eu podia percebe tristeza nas suas palavras.
-Você quer mesmo fala sobre isso? – eu perguntei e ele assentiu, respirei fundo e comecei a fala- Eu te amei como nunca amei ninguém, desde primeiro dia eu me apaixonei por ti, nunca havia sentido isso, aliás, nunca senti isso com nenhuma pessoa a não se você, eu sempre tentava coloca na minha cabeça que era impossível esse amor acontece, se correspondido, você era popular, e eu uma mera cdf, mas meus pensamentos sobre nós dois juntos era o que reinava na minha mente...
-Continuei- ele disse, e continuei.
- Depois que tivemos aquilo na festa da Luna, você começou a dá sinais de que realmente gostava de mim, que me queria assim como eu lhe queria, eu achava o máximo, isso acontece –eu disse sorrindo de cabeça baixa- só que era tudo armação não passava de uma aposta, você brincou com meus sentimentos, fez da minha vida que já não era boa, um inferno, transformou todo meu amor por você em ódio.
-Mas você nunca me deixou explica, você nunca quis me ouvi, sabe o que realmente houve.. – ele disse e se aproximou de mim, eu podia senti sua respiração contra minha nuca.
-Você que mesmo continua a fala sobre isso? – eu disse e ele assentiu- então você está tendo uma bela oportunidade para se “explica” – eu disse fazendo aspas na palavra.
-Eu confesso que era sim uma aposta.... – ele disse e eu o interrompi.
-E eu acreditei que não era, passei todo esse tempo pensando que não era, que era mentira, que você me amava, como fui burra.. — eu disse e virei para olha-lo
-Posso continua? – ele disse e eu assenti – Como eu estava falando no começo ERA verdade, eu fiz uma aposta com os meninos por que eles duvidaram que eu não te pegava, só que depois que a gente se beijou lá em casa, eu comecei a senti algo por você, e depois daquela noite do aniversário da Luna, o que eu senti por você foi só aumentando, e quando te entreguei aquela joia na sala de aula, as minhas palavras ditas naquele momento não foi mentira... alias depois do que aconteceu naquele dia da festa da Luna, eu estava apenas sendo eu...estava sendo sincero- ele disse, e uma lágrima cismou em cai.
-Sabe o pior disso tudo? – eu disse limpando a lágrima, e lhe olhando.
-Não ...
-Que eu ainda acredito em você, eu nunca deixei de acredita...- eu disse por fim.
-Eu senti tanto sua falta....- ele disse se aproximando de mim- Todas as noites eu esperava uma mensagem sua de Boa noite, e ao amanhecer, uma mensagem de bom dia..- ele disse passando as costas da sua mão pelo meu rosto, e eu fechei os olhos para senti.
-Eu esperava que você fosse atrás de mim- eu disse sorrindo de olhos fechados.
-Eu não sabia que você irá parti depois da nossa briga... eu pensei que você apenas iria ficar brava e não fugir de mim- ele disse ainda alisando meu rosto.
-Sabe, eu li sua carta– eu disse sorrindo.
-Minha carta?- ele disse me olhando estranho.
-Uma que estava na casa do Lucas.
-Aah, como você achou? Nei lembrava- ele disse.
-Sabe, Eu achei muito fofa, a coisa mais fofa que alguém fez pra mim... eu te amo tá?- eu disse sorrindo
-Também te amo, muito- ele disse.
Ele foi chegando mais perto, e me deu um beijo doce, suave, e gentil, sua língua brincava com a minha, e suas mãos passeava pelo meu corpo, ele parou o beijo com selinhos e deitamos novamente, eu estava sob seu peito sentido seus batimentos e eles pareciam ate bate ao som do meu, eu estava lá outra vez, em seus braços, outra vez caindo nos seus encantos.. demorei um pouco e logo dormi.
Later Hours
Acordei com um pouco de preguiça, me espreguicei e notei que não havia mais ninguém ao meu lado, então aquilo não passou de um sonho? Bati na cama com raiva, e levantei indo ao banheiro cambaleando, fiz minha higienes, escovei os dentes com uma daquelas escovas que ficam no hotel, prendi meu cabelo em um coque, e me olhei no espelho.
-De quem é essa camisa?- eu disse olhando agora para a camisa, que tinha um desenho estranho e era de cor azul.
Escutei um barulho vindo da parte onde ficava a cama e fui até a mesma, no meio do caminho quase cai, mas quando cheguei vi o Pedro, segurando uma mala, eu o olhei sem entende, e ele me deu um sorriso quando levantou a cabeça e me olhou.
-Pensei que não ia acorda mais- ele disse colocando a mala no chão, se aproximou de mim, me dando um selinho.
-Aonde estou? – eu disse me afastando.
-No meu quarto de hotel- ele disse e sorriu- Por quê?- ele disse me olhando.
-Então não foi um sonho..- eu disse e abri um sorriso- Não foi um sonho- eu disse e lhe beijei.
-Bom não foi um sonho- ele disse parando o beijo e me dando selinhos- se tá com fome Bibi?
-To- eu disse e minha barriga rocou- tá vendo?
-Ok, vamos come, e depois voltamos pra SP- ele disse, sorriu e me beijou.
-ãn? E meu trabalho?- eu disse parando o beijo.
-Eu falei com o empresário e ele te dispensou você volta comigo- ele disse e sorriu.
-Mas por que?- eu disse sem entende.
-Você achou mesmo que eu ia deixa esse mulherão aqui, e eu ia fica em sampa sozinho? Está enganada, fora de cogitação.. e outra que não vou deixa você aqui com o Caco.- ele disse.
-Isto tudo é ciúmes?- eu disse gargalhando- Eu não tenho nada com o caco- eu disse rindo mais ainda.
-Para de rir Gabi- ele disse me olhando- Não é ciúmes, é cuidados- ele disse e eu ri mais ainda.
-Tá bom ciumento- eu disse rindo- É ciumento essa é minha mala?- eu disse apontado para a mala que estava um pouco longe de nós.
-É sim.
-Vou toma um banho- eu disse indo ao banheiro.
-Nós vamos toma um banho- ele disse sorrindo e me acompanhou até o banho.
-Mas você já tomou- eu disse rindo e lhe empurrando pra fora do banheiro.
-Sem problemas, tomo outro- ele disse e entrou no banheiro trancando a porta.
-Tá bom- eu disse rir.
Retirei a blusa, e vi que o mesmo ia se aproxima de mim, mas fui mais rápida e joguei a blusa no seu rosto, me virei de costa para prende meu cabelo, e senti mãos na minha cintura, ele me virou, e me puxou logo me dando um beijo caloroso, suas mãos empurrou os objetos que havia encima da bancada, deixando tudo cai dentro da pia, e ele me colocou em cima da mesma, se colocando no meio das minhas pernas.
Ele beijava meu pescoço, enquanto suas mãos passeavam por dentro das minhas coxas, ele parou de me beija retirou a camisa, mas logo sua boca estava novamente em minha pele.
Uma das suas mãos subiu para meu seio, e a outra desceu para barra da minha calcinha, ele me beijou, me fazendo suspira contra seus lábios ao senti sua mão apertando meu seio. Com meus pés, abaixei sua bermuda junto com sua boxer e ele retirou minha calcinha, e sem demora senti ele introduzi seu membro em mim, suas investidas começaram lenta, mas logo ganharam ritmo me fazendo geme contra seus lábios, o apertei mais para mim arranhando de leve suas costas, ele retirou seu membro de mim e me deu um beijo com ternura, desci da bancada e fui para o Box.
Bom, confesso que tentei toma banho, mas o Pedro não deixava, ele me agarrava me dando beijos, e suas mãos fazia massagem por todo meu corpo, então desliguei o chuveiro, e sai correndo do Box, sendo seguida pelo Pedro, peguei uma roupa e me tranquei no banheiro, ouvi ele bufa dando um murro na porta, e sorri.
Coloquei a roupa que logo percebi que estava tão curta que nei dois palmos meu short tinha, mas tudo bem, abri a porta vagarosamente e não notei a presença do Pedro, então caminhei até minha mala coloquei o tênis, uns acessórios e guardei a outra roupa, passei perfume e desodorante quando fechei a mala senti duas mãos puxando minha cintura, senti uma respiração leve contra meu pescoço, e depois veio um beijo sendo depositado no meu pescoço.
-Hm, tá cheirosa- ele disse contra minha pele sorrindo.
-Obrigada- eu disse me virando para olha-lo, e notei o mesmo já vestido, dei um cheiro no seu pescoço e sorri- Você também não está nada mal- eu disse rindo.
Ele sorriu e atacou meus lábios me dando um beijo muito caloroso, por uma falta de ar filha da puta, mordi e puxei seu lábio inferior fazendo o mesmo sorri, soltei seu lábio depositado um selinho nele, me afastei um pouco e fui pega meu celular que estava em cima da cama, mas quase não consegui pega o celular, pois o Pedro me colocou (Lê-se jogou) na cama, deitando sobre mim.
Ele me beijou outra vez, e desceu o beijo pelo meu pescoço, peguei meu celular tremendo um pouco por causa do efeito dos chupões que eu estava recebendo, olhei a hora e já era 7:30.
-Pe-d-ro de que horas é o vôo? — eu disse com a voz falha.
-7:50- ele disse contra minha pele e voltou a me beija.
-A gente vai se atrás- eu disse parando o beijo e saindo debaixo dele e indo para um pouco longe da cama.
-Mas ainda falta 20 minutos- ele disse e se aproximou mais uma vez- E 20 minutos é um tempo bom- ele disse e me puxou.
-Não Pedro- eu disse e lhe empurrei sorrindo.
-Vai bibi, é rapidinho, juro que não demoro- ele disse e fez uma cara engraçada, e me abraçou dando beijos pelo meu pescoço.
-Não, Peu.. a gente vai se atrás- eu disse me esquivando do seus beijos.
-Eles esperam só um pouco- ele disse e me deu um selinho- hein?- ele disse e me olhou.
Não aguentei e lhe beijei, ele sorriu contra meu lábio, e me dirigiu a cama, me deitando na mesma. Ele parou de me beija, retirou sua camisa e voltou a me beija, suas mãos estavam na minha coxa apertando as mesmas, ele desceu o beijo para meu pescoço e eu suspirei com a sensação que isto me trazia. Suas mãos subiu um pouco indo parar no nó da minha blusa desatando o mesmo deixando a camisa frouxa e fácil para se retirada, só que o Pedro invés de retira cuidadosamente, ele rasgou minha blusa, isso mesmo, ele rasgou já que o tecido era fininho rasgou facilmente. Quando ele ia abri meu botão do short, escutamos a porta abri, no começo não ligamos muito até eu levanta o olhar e vi um Thomas risonho, um Pedro Lucas zombador e um Lucas olhando estranho e segurando o riso.
-Desculpa atrapalha, mas termos que ir- o Thomas disse segurando o riso, fazendo o Pedro para o que estava fazendo e olha pra trás.
-Vocês não podiam espera 2 minutos? Que droga!- ele disse se levantado de mim, e colocando uma camisa.
Todos ficaram olhando o mesmo coloca a camisa, então me levantei, e com um pouco vergonha olhei para os três patetas parados na porta, que me olharam estranho, que dize, olharam para o meu seio amostra e minha blusa rasgada, o Lucas ia pergunta o que aconteceu, mas respondi antes.
-Não pergunte pra mim, Pergunte pro Pedro- eu disse apontando com a cabeça para o Pedro que resmungava algo baixinho- Pow, se rasgou minha blusa predileta- eu disse em um tom triste, retirei a camisa e notei olhares para mim, me aproximei da mala me abaixando para pega outra blusa.
-Ei, tira o olho seus urubus- o Pedro disse se aproximando de mim, e ficando atrás de mim.
-Como se eu nunca tivesse visto peitos- o Thomas disse rindo.
-Como os meus, acho que não- eu disse levantando já com uma blusa na mão.
Coloquei a blusa que era parecida com a outra só mudava a estampa que era uma caveira, dei um nó, e ajeitei o cabelo. Arrumamos tudo e formos para o aeroporto, os meninos foram o caminho zoando o Pedro colocando o apelido de “Apressadinho” fazendo-lhe fica irritado, tirando isso a chegada lá foi tranquila não tinha quase menina nenhuma no aeroporto graças a Deus, e o vôo não demorou muito para se chamado.
[...]
Já passava das 20h30min e estávamos todos na casa do Pedro Lucas, por falta de opção de casa para deixa bem claro, a viagem foi bem tranquila que dize até o momento que o Pedro acordou e começou a encher o saco me chamado para ir ao banheiro com ele, para fazer aquilo sabe.. mas enfim foi bem light. Todos estavam morrendo de fome, e a pizza ainda não tinha chegado, notei o Lu diferente, então aproveitei que ele ia para a cozinha e fui atrás dele.
-Ei Lu, se tá bem? – eu disse me encostando-se à bancada.
-To.- ele disse baixinho
-Eu sei que não, o que houve? Conta ai sou sua melhor amiga pode fala- eu disse me aproximando dele.
-È que você agora te o Lanza, e vai me deixa de lado, eu aguento dividi com 1 mais não com 2- ele disse tão rápido que quase não escutei.
-Não meu amor, eu nunca vou te troca , você é único, meu melhor amigo, a minha vidolita mais linda- eu disse lhe dando um abraço e sorrindo.
-Te amo Li- ele disse sorrindo.
-Também te amo, muito, muito, muito, muito- eu disse dando-lhe beijos nas bochechas.
Sorri e me afastei, mas quando virei para sai da cozinha uma anta loira vulgarmente chamada de Thomas estava segurando um copo de agua atrás de mim, me fazendo bate na sua mão e derrama toda agua na minha blusa que de branca virou transparente deixando meu sutiã rosa amostra.
-CARALHO THOMAS- eu gritei e o mesmo me olhou confuso.
-Me desculpa não sabia que você tava aqui.- ele disse colocando o corpo ao lado e me dando guardanapos.
-Caralho é foda- eu disse recusando os guardanapos- Segura aqui- eu disse lhe dando meu celular, ele pegou, e eu retirei a blusa ficando de sutiã, fazendo ambos me olharem.
-Você vai fica assim?- O Thomas disse me olhando- E você tem razão como os seus eu nunca vi- ele disse e sorriu maliciosamente.
-Vou, se molhou minha blusa!- eu disse com raiva- e me dá isso- eu disse pegando meu celular indo para sala.
O Lucas me ofereceu a sua camisa mais não quis, então fui para a sala de sutiã, sendo seguida pelo Thomas e Lucas, o Pedro Lucas e o Lanza nos olharam, sorri fechado e o Lanza fez uma cara feia e engraçada, sentei ao seu lado bufando e ele continuou a me olha sem entende.
-O que aconteceu?- ele disse me olhando.
-Uma anta derrubou agua na minha blusa- eu disse olhando pro Thomas.
-Desculpa- ele disse cabisbaixo.
-E você retirou a blusa?- O Lanza disse, e me olhou incrédulo
-Foi.- eu disse agora olhando para o celular que estava um pouco molhado.
-Que minha camisa? – ele disse já fazendo gesto para tira-la.
-Não, não precisa.- eu disse e sorri.
-E você vai fica assim?- ele disse.
-Vou! Todos aqui já viram peitos, então..- eu disse sorrindo, e voltei a atenção para o celular.
Quando o Pedro ia fala a campainha tocou.
-Eu atendo- eu disse me levantando.
-Desse jeito? Nei pensa, eu atendo- o Pedro disse e se levantou.
Ele se dirigiu a porta abrindo a mesma, ficamos esperando, e ele demorou um pouco então resolvi vê o que problema de tanta demora.
-Peu, por que tanta.... Rafa?- eu disse assim que olhei para o entregador charmoso, não estava acredito, meu ex namorado entregador?
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