Amor E Ódio
1 O começo de Tudo
Notas iniciais
OBS: esses nomes com link's são as personagens :) Boa Leitura.!
Olá, eu sou aGabriela , mas podem me chama de Gabs, Gabi, Bri, ou biela como minhas amigas me costuma chama, menos de Bi, ou Bibi era assim que um menino que eu gostava me chamava, mas isso não vem o assunto agora, eu tenho 18 anos, já conclui o ensino médio, faço faculdade de design. Eu morava E.U. A, com meu pai e a família dele, mas me mudei de volta pra cá para fazer faculdade, e estou morando com meus avós, por que me recuso a morar com minha mãe e meu padrasto.
Eu não sou uma menina mimada, apesar do meu rosto angelical, sou muito má, o passado me fez ser assim, você deve está se perguntando, o que aconteceu no meu passado, por que fui morar no exterior, e por que não pode me chamaBi ou Bibi vou explicar.
Quatro anos atrás;
Eu era a menina, mas odiada da escola, por se gorda e usava óculos, mas nunca me deixei abate, sempre vivia sorrindo, e tentando fazer novas amizades, eu era um ano do ensino médio, e por sorte ou azar como preferi, estudei na mesma sala que o menino que eu gostava, eu me sentia feliz por isso, eu era uma menininha muito iludida com a vida, vivia sonhando acordada pobre de mim.
Esse menino se chamava Pedro Gabriel, mas conhecido hoje em dia por "Pe Lanza" particularmente achei esse apelido ridículo, ele tem uma banda com seus melhores amigos, ou como eu chamo Cúmplices de malvadezas, o único que era meu amigo entre aqueles 4 idiotas, era o Lucas, apesar que as vezes ele era muito idiota igual aos amigos, mas na maioria das vezes ele era meu "melhor amigo" . Eu era sozinha, meus pais não ligavam para mim, só me julgava toda noite eu chorava, e sempre que acordava, ia para a escola sorrindo, parar ninguém reparar que a "afunda navio" havia chorando, era assim que me chamava na escola "Afunda Navio" por eu ser gordinha, o certo ser idiota chamado Thomas Alexander, colocou esse apelido em mim, e todos me chamava assim.
Você deve está pensando que eu não tinha amigas, é praticamente assim, só havia três pessoas naquele colégio que eu confiava, aBruna , aLuna , e aLara, todas tínhamos olhos claros, menos a Lara, o meu era verde, o da Bru mel, o da Luna azul, e o da Lara era castanho, alguns professores nós chamavam de colírios, eles falavam que a gente éramos muito bonitas, e éramos um colírio para os olhos. Eu era mais próxima da Luna, era minha confidente, minha companheira de todas as horas, era não, ela é, ainda somos muito amigas.
Fora minhas amigas, minha vida era uma droga, problemas familiares, eu até já apanhei do meu padrasto, sofria na escola, eu já havia pensando várias vezes em me matar, mas como você pode percebe, eu não me matei. Vou conta por que eu odeio o Pedro , e toda trupe dele.
Segunda-feira
Era uma manhã chuvosa, me levantei como era de costume me olhei no espelho e vi meus olhos com olheiras, por conta da noite passada que passei chorando, fora meus braços que estavam roxos, coloquei o fardamento, um casaco por cima para esconde os hematomas, coloquei o tênis, peguei minhas coisas, e fui para casa da Luna.
A casa dela era próxima a minha, os pais dela ela muito liberal, mas ao mesmo tempo cuidadosos, e carinhosos, eu desejava ter uns pais como os dela. Ao fica de frente a uma porta enorme de madeira, toquei a campainha, e logo a Luna me atendeu, ela como de costume não estava com a farda, usava um short curto, e estava de óculos escuros, ela sorriu para mim, deu um breve adeus para seus pais, e formos para escola.
Ela foi o caminho me contando como séria sua festa de 15 anos, ela era 1 ano mais velha que mim, chegamos na escola avistamos a Bru e a Lara na entrada, elas nós viu e acenou. A Luna correu até a entrada, e saudou-as com um abraço apertado e beijinhos na bochecha, típico dela, eu apenas cumprimentei com um sorriso fechado, e um pequeno aceno de mão. Entramos e ficamos conversando, na sala enquanto o professor não chegava, as meninas estavam lá trás e eu sentava na frente típico de uma menina nerd. Estávamos todas lá trás conversando sobre a festa da Luna, até que escuto meu celular toca me dirijo rapidamente a minha banca para pega o celular, vejo que chegou uma mensagem da minha mãe falando que não vai dormi em casa, que ótimo ficaria sozinha com aquele monstro. Respondi, e o coloquei de volta em seu lugar, quando fechei a bolsa, e levantei a cabeça, olhando em direção a porta, vejo os três idiotas-capachos e o idiota-mestre, ok confesso que fiquei nervosa, qual é, eu era afim do cara, mas enfim, eles entraram sorrindo como sempre, eu não tirava o olhos do Pedro, até que sinto alguém me empurra, e eu instantaneamente perdi o nexo e cai.. Todos começaram a rir de mim, a Luna percebe que eu havia caído, e veio me ajudar, ao levanta percebi que os idiotas riam de mim, logo notei quer quem havia me empurrado era o Thomas.
–VOCÊ NÃO ENXERGA NÃO SEU IDIOTA?- a Luna gritou.
–Ah desculpa não lhe vi ai. — ele disse sorrindo sarcástico.
– você me empurrou. — eu disse olhando para baixo.
– ah foi? — ele disse e riu mais ainda, e a trupe rir junto com toda a sala.
–VOCÊ É MALUCO CARA? ELA PODIA TER SE MACHUCADO!- a Lara disse entrando na conversa.
–Você fica na sua emozinha, e ela podia era ter machucado o chão isso sim- ele disse rindo- desculpa chãozinho você não merecia isso- ele disse olhando para o chão sorrindo.
Toda a sala ria de mim, incluindo o Pedro, a única pessoa que eu não notei não rir além das minhas amigas, era o Lucas, olhei em volta e todos riram, abaixei a cabeça, e mordi meus lábios para tentar não chora, não ali.
–AGORA VOCÊ APANHA- a Luna disse, avançado em cima do Thomas.
–VEM, VEM GATINHA VEM!- ele disse batendo no peito e rindo
As meninas seguraram a Luna, mas era quase impossível, ela se debatia nos braços das meninas, o Thomas ria e provocava a Luna ainda mais, as meninas a mandava ter calma, falava para deixa ele para lá, mas a Luna não estava ligando, ela queria acaba com a raça daquele galego de farmácia.
–POSSO SABE O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? — o Professor entrou gritando e todos pararam o que estavam fazendo olhando para ele
–Esse idiota que empurrou a Gabriela- a Bruna disse apontando pro Thomas.
–Eu não fiz nada- ele disse com a maior cara de sínico.
–COMO NÃO FEZ? TODOS VIRAM!- a Bruna gritou.
–Olha aqui sua. — quando o Thomas iria conclui sua frase foi interrompido pelo professor.
–PAREM COM ISSO — Ele gritou- É verdade Gabriela? O Thomas lhe empurrou? — ele perguntou olhando pra mim
Eu mantinha minha cabeça abaixada, não respondi apenas balancei a cabeça em um gesto positivamente, o Professor o mandou me pedi desculpa, e depois mandou ele se retira da sala, quando ele estava saindo olhou pra mim e soltou um "sua obesa" , e saiu da sala, Pedi ao professor para pode ir ao banheiro, ele me permitiu e eu fui.
Cheguei lá não aguentei me tranquei em um dos box's e comecei a chorar, eu não entendi por que eles faziam isso comigo, eu não havia feito nada para eles. Eu não sei por quanto tempo permaneci naquele Box, só que depois de alguns minutos escutei o sino, isso dava indicio que estava no intervalo, continuei no banheiro, até que escutou alguém entrando e chamado por mim.
– Gabi se tá ai? — era a voz da Luna.
–Estou. — eu respondi engolido o choro, e abrindo a porta do box.
–Ai meu deus Gabi não chora, por favor- ela disse vindo em minha direção e me abraçando.
Chorei mais ainda, a Luna era uma grande amiga, uma verdadeira companheira, permanecemos lá até a hora da saída, eu me recusava ir para aula e se motivo de chacota outra vez, quando escutamos o sinal, limpei minhas lágrimas, e sai do banheiro abraçada com a Luna, formos à sala, pegamos nossas bolsas, e formos para casa..
[..]
Quinta-Feira
A festa da Luna era amanhã e eu não tinha roupa, e pra piora, os pais dela resolveram chama os idiotas, os pais da Luna conheciam os pais do Thomas, e chamou ele, só que ele pegou as senhas dos seus pais e deu uma para o Pedro Lucas e a outra para o Pedro Gabriel, e o Lucas já ia, pois a Luna havia chamado ele. Hoje no colégio seria um saco, pois a Luna não iria por que terminaria os preparativos para Grande Noite, e como a Lara e a Bruna iam juntas, eu iria ficar sozinha, mas não podia falta então me levantei com preguiça, me arrumei, e desci para toma café.
Na cozinha estava o desprezível do meu padrasto, quando o vi lá, perdi até a fome, então peguei minha bolsa e fui para escola. Não tinha muita gente, denominei que ainda era cedo, sentei em um dos bancos que havia na entrada e comecei a ler. Demorou um pouco notei que os idiotas havia chegando, pois eles estavam rindo muito alto, quando os olhei, eles devolveram o olhar, então abaixei o mesmo e voltei a me concentra no livro. Demorou mais um pouco e tocou o sinal para entra na sala, as aulas pareciam que nunca iria acabar já estava me dando nos nervos, queria logo sai daquela sala, sabe quando você tem a sensação de que tem pessoas falando algo de ti o tempo todo? Era o que eu sentia quando estava naquela sala. Quando finalmente tocou, arrumei minhas coisas e sai apressadamente da sala, quando coloquei meus pés fora daquela sala suspirei aliviada, que aquele inferno tinha acabado. Bom eu pensava, só foi eu fala que dois idiotas passaram e derrubaram os meus cadernos, me abaixei para pega-los, quando escuto alguém me chama de longe, me viro e vejo que era o Pedro, arrumei logo minhas coisas levantei e comecei a caminhar apressadamente me dirigindo a saida, ele ainda me chamava mas agora me chamava correndo em minha direção, quando finalmente avistei o portão, sai do mesmo, porém não vi a calçada e cai, Droga, eu estava com os cotevoles ralados, meus papéis estavam todos espalhados no chão, e meu pé doia muito, porém tinha um lado bom não havia muitas pessoas ali, então ninguém iria rir de mim.
Comecei a pega meus pápeis juntando todos, até que vejo que uma pessoa cubria o sol com seu corpo, subi o olhar e vi o Pedro, ele realmente era lindo, tinha os olhos castanhos-mel, um cabelo grande na altura do pescoço, porém arrepiado e bagunçado, ele estava com um sorriso encantador, abaxei o olhar, peguei o último papel, e tentei me levanta, e o Pedro me ajudou a isso.
–Obrigada- eu disse tentando dá um sorriso agradavél, no qual foi retribuindo pelo mesmo.
–Nada.. — ele disse me olhando.
–Bom vou nessa — eu disse me ajeitando, mas ao dá o Primeiro passo, quase fui ao chão outra vez, bendito pé! Bendita calçada.
–Deixa que eu te ajudo — ele disse puxando minha mão, para que eu envolvecer meu braço em seu pescoço.
–Não precisa estou bem- eu disse sorrindo e puxando meu braço .
–Deixa de ser teimosa Gabriela- ele disse pegando no meu braço aonde havia ferimentos, dei um gritinho abafado, e ele virou um pouco meu braço para vizualizar o ferimento- Vem mais na minha casa, para eu fazer um curativo no seu braço, e enfaixa seu pé.- ele disse sorrindo.
– Não precisa sério estou bem — eu disse olhando para seu cabelo que balançava de um modo estranho quando o vento passava.
– Minha casa é mais perto que sua, vem não vai demora- ele disse sorrindo- Eu não vou te estrupra Gabriela- ele disse sorrindo.
Aceitei, e formos andando em direção a sua casa, eu estava apoiada no seu ombro, formos o caminho conversando, e ele me contava sobre sua vida, ele me parecia bem amigável sem aquele loiro por perto, parecer até uma pessoas legal, estavam quase chegando em sua casa, segundo o que o mesmo dizia, começou a ventar um pouco e o cheiro do seu perfume inalou em minhas narinas, era um cheiro forte e agradavel.
–Perfume cheiroso- disse dando umas leves fungadas .
Ele sorriu envergonhado, e continuamos andando, quando chegamos em frente a sua moradia, que era simples, era uma casa de dois andares, com lindo portão preto brilhante, ele tocou um interfone, e depois de alguns instantes o portão se abriu, entramos, e formos em direção a uma porta de madeira macisa, muito charmosa, ele abriu a mesma e entramos, sua casa era aconchegante, ele pediu para sentar no sofá e espera-lo, ele subiu e eu fiquei sentada analisado sua casa, tinha fotos espalhadas por toda a sala, o sofá era em forma de L , e tinha uma TV enorme em frente ao mesmo, também havia intrusmentos na sala, mas o que me chamou atenção foi um retrato de sua familia, todos estavam sorrindo, fiquei tão distraida olhando para a foto, que nei percebi o Pedro chega, ele me olhou e sorriu, ele estava com uma pequena maleta que tinha um cruz vermelha na frente, ele trazia essa maleta na mão.Estavamos sentandos no sofá e ele começou a fazer os curativos no meu braço, era só o que faltava pois o meu pé ele já havia enfaixado
–Familia Bonita- disse quebrando o insuportável silêncio que estava.
–Ah.. Pronto — ele disse terminado de coloca os band-daid.
–Obrigada- eu disse sorrindo.
Meus olhos começaram a coçar acho que era por que eu estava a muito tempo com os óculos, tirei os mesmo e coçei, levantei o olhar para vê o que o Pedro estava fazendo e o mesmo me olhava, sorri, e quando fui colocar meus óculos novamente, ele segurou minha mão aonde o óculos estava.
–Não.. seus olhos são lindos -ele disse se aproximando de mim.
Ele elevou uma das suas mãos passando elas delicadamente pelo meu rosto, sorrir com sua caricia, ele se aproximou mais e colocou umas das mechas do meu cabelo que estava no meu rosto atrás da minha orelha deixando sua mão lá, ele se aproximou mais, estava a poucos milimetros da minha boca, ele alternava o olhar entre minha boca e meus olhos, fechei o olhos, e senti seus lábios fazendo pressão em cima dos meus, em um selinho demorado, ele afastou seus lábios, e logo voltou novamente, me dando alguns selinhos vagorasamente, o lábios dele era macios, e me dava vontade de nunca mais solta-lo.
Continua :)
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