Amor Demoníaco

5 Capítulo 4: Demônios me desejam.


Notas iniciais
Gomen a demora pessoal, estive sem tempo de postar, mas aqui está o 4 capitulo! Espero que gostem e não se esqueçam de comentar ok?!

Eu estava impaciente em meu quarto. Andava de um lado para o outro, olhava pela janela, tentava me concentrar em uma partida de xadrez –sim eu jogo sozinho- mas nada disso me distraía. Sem contar na demora. Sebastian havia deixado a mansão já faziam seis horas. Meu coração já estava começando a apertar.

Eu me deitei na cama, e tentava dormir. Quando finalmente meus olhos se fecharam pude ouvir os passos de alguém subindo as escadas.

- Bochan? –Disse uma voz. Com certeza era Sebastian.

- Entre! –Disse eu eufórico.

- Ah, meu bochan! –Ele disse vindo em minha direção e me abraçando! Eu senti tanto conforto com aquele abraço. Senti que estava protegido.

- E então, o que aconteceu no lugar onde você foi? –Perguntei me desprendendo daquele abraço terno.

- Bom, vou resumir para o bochan: Existe outro demônio que almeja a sua alma. Esse tal de “Claude” deseja sua alma também bochan. Ele ia fazer um pacto com outro menino, chamado Alouis, mas ele ficou sabendo do bochan, pesquisou o bochan, e acabou não fazendo o contrato com o Alouis. Agora, ele fará de tudo para ter a alma do meu bochan.

- Sebastian! Você não pode permitir! –Disse eu me levantando.

- Eu sei meu bochan. Tentei lutar com ele, mas, não é tão fácil matar um demônio que é quase igual a mim. Porém, ele não tem algo para se fortalecer. –Disse Sebastian fitando-me.

- E você tem? –Perguntei com desdém.

- Claro.

- E o que é?

- É o meu bochan! –Ele abriu um sorriso enorme.

- Não seja idiota. Você precisa fazer alguma coisa Sebastian. É uma ordem.

- Meu bochan, eu sei disso, mas preciso pensar com cautela, sem contar que preciso protegê-lo dos demônios servidores de Claude. Eu sei que vou conseguir.

- Então está certo. –Cruzei os braços e olhei para baixo, sem querer um bocejo escapou.

- O bochan ainda não dormiu não é? –Ele se levantou até mim.

- Fiquei esperando você... Não consegui pregar os olhos.

- Então está na hora de meu bochan ir dormir. Como o senhor está cansado pode dormir com essa roupa. Venha?!

- Como assim? –Eu fitei Sebastian deitando na cama e batendo de leve no colchão.

- Se o bochan não quer dormir... –Disse ele me provocando. Aquele demônio baka.

- Você vai ocupar a cama toda! –Eu tentei retrucar.

- Garanto que o bochan nem notará que estou aqui!

Eu fiquei em silencio e caminhei até a cama, me deitei e sem querer acabei me apoiando no corpo de Sebastian. Ele era macio, e estava muito confortável. Eu adormeci rapidamente e tive ótimos sonhos com meu mordomo e tanto.

Quando acordei Sebastian não estava mais em meu quarto. Eu fiquei pensando como ele havia saído da cama e nem fez nenhum barulho. Eu vi o sol pela janela o que fez meus olhos doerem. Antes que eu saísse para tomar o café, fiquei pensando no que Sebastian e eu poderíamos fazer para evitar que Claude me raptasse e comesse minha alma. Na verdade seria difícil simplesmente matá-lo.

Eu desci as escadas, e fui direto para a sala onde seria servido meu café. Quando cheguei lá fui surpreendido por uma mesa incrível: Ela estava farta como o de costume, mas agora estava enfeitada com alguns arranjos de flores lilases e brancas, estava dando um toque muito angelical. Eu pensei que havia sido Meirin que preparou, mas meu raciocínio foi interrompido pelas palavras de meu mordomo:

- Espero que o bochan tenha gostado dos arranjos que preparei. São exatamente iguais as flores que voavam pelo jardim na tarde em que eu disse que amava meu bochan. Achei que iria gostar. –Ele serviu o chá em uma xícara, olhou para mim e abriu um sorriso que só ele sabe dar.

- Eu, eu amei Sebastian! –Eu fiquei surpreso, por isso gaguejei.

Eu me sentei e tomei meu café como de costume. Quando eu coloquei a xícara de volta no pires e fui surpreendido por braços enormes se envolvendo em meu pescoço.

- Bochan, nunca permitirei que o tirem de mim. Nunca! –Sebastian disse isso e me beijou na bochecha. Aquele beijo foi muito suave e cheio de desejo. Eu arrepiei quando os lábios de Sebastian encontraram minha pele.

- Não vai ser um mordomo mesquinho que vencerá você! Agora me largue e vá fazer seu trabalho! –Eu disse tentando parecer rígido. Sebastian conseguia desprender minha tensão apenas com um olhar, imagina com um beijo!

- A mansão está sendo cuidada por Meirin, Finny e Bard, eu estou apenas encarregado de saber o que fazer em questão ao Claude.

- Deixe quieto oras, espere que ele mande aqueles idiotas de novo! Não esquente com bobagem. Agora sente-se e me faça companhia. –Disse com os olhos fechados e tomando meu chá.

- O bochan quer minha companhia? –Ele perguntou surpreso.

- Claro, afinal os outros estão ocupados... E eu gosto da sua companhia. Sinto-me protegido! –Eu disse essas palavras um tanto quanto receoso, de estar sendo coração de manteiga.

- Então se é assim que o bochan deseja, me sento com você!

Eu terminei de tomar meu café e pedi a Sebastian que jogasse um pouco comigo no meu quarto. Sem hesitar ele aceitou. Sebastian me pegou no colo e me levou até o quarto. Aquele gesto foi tão meigo... Eu gostei, dei muitas risadas e Sebastian acabou me beijando. Ah, como eu adorava aquele beijo cheio de luxuria, mas, mesmo assim, era terno.

- Me ponha no chão, eu posso andar sozinho! –Eu disse.

- Claro, já estamos dentro do quarto mesmo. –Ele me soltou e puxou uma cadeira para perto da mesa.

Nós ficamos jogando ali por um tempo, até que quando eu fiz minha jogada, percebi que Sebastian estava paralisado. Eu achei estranho, então percebi outra coisa: Ele estava me fitando maliciosamente. Eu corei naquele momento, pude sentir as maçãs de meu rosto queimando.

- Você não vai jogar? –Perguntei tentando ficar calmo.

- Vou, mas não vai ser a peça. –Ele se levantou, me pegou e me jogou na cama.

- O que pensa que está fazendo? –Eu disse tentando sair de baixo dele- Me solta!

- Bochan, não posso mais me segurar, olhar para você me deixa louco. –Ele disse passando a mão em meu corpo.

- Sebastian! Me solte.

- Só soltarei se for uma ordem!

- É-É uma... –Eu não podia dizer, estava pedindo para que ele me soltasse, mas, meu desejo era que ele não parasse. E parece que ele leu minha mente, ele começou a me beijar, mordia minha orelha, e beijava meu pescoço. Depois com sua mão acariciava um de meus mamilos e lambia meu pescoço. Eu mal conseguia respirar. Eu conseguia sentir a respiração de Sebastian em meu pescoço.

- Parece que o bochan resolveu parar de resistir. –Ele disse beijando toda a extensão de minha barriga!

- Baka! –Eu só consegui dizer isso. Sebastian estava indo mais além, ele me virou de costas para ele e começou a massagear meu membro.

- O que pensa que está... Fazendo? –Eu estava completamente impossibilitado de falar. Sebastian tinha um toque muito suave, o que me deixava mais excitado e com desejo. Ele tirou minha calça e minha cueca, eu estava nervoso, não sabia o que ele pretendia.

- Pare, me solte! –Eu disse mordendo os lábios.

- Bochan, isso pode doer um pouco. –Ele colocou um dedo dentro de mim. Eu senti a dor, mas mesmo assim não conseguia gritar.

- Sebastian... está... –Eu tentei dizer, mas foi em vão.

- Calma, eu já vou terminar. –Quando ele disse isso, eu não consegui evitar então gemi.

- Pronto. Agora bochan, eu vou entrar. –Quando ele disse isso eu me assustei. Foi então que senti Sebastian dentro de mim. Era quente e ao mesmo tempo frio. Eu sentia uma sensação muito boa, mas ainda existia uma pequena dor.

- Sebastian, pare... Eu vou... Eu vou... –Antes de eu terminar de dizer pude sentir o liquido quente escorrer por minha perna.

- O bochan foi rápido não acha? –Ele disse saindo de dentro de mim e me deitando.

- Cale a boca seu idiota! –Ele colocou minhas roupas no canto e estava saindo- Aonde pensa que vai? Vai me deixar aqui depois de fazer isso comigo? –Eu disse sentando na cama.

- Claro que não, mas o bochan precisa de um banho. E eu mesmo irei preparar. –Ele disse vestindo sua calça –Volto em um estante.

Enquanto ele estava no banheiro preparando meu banho, eu relembrava cada coisa que ele fez comigo. Os beijos, as mordidas, os carinhos... Tudo da forma mais terna possível. Sebastian nem parecia um demônio. Eu confesso que gostei e claro, queria que acontecesse de novo.

-Seu banho está pronto bochan. –Sebastian caminhou até a cama e tirou o resto de minhas roupas, me pegou no colo e me levou até a banheira.

- Será que eu não posso mais caminhar? –Eu disse olhando para ele.

- Claro, mas quero ser gentil com o meu bochan. –Ele colou ênfase no meu.

Depois do banho, Sebastian me preparou o almoço, que por sinal estava delicioso, como no café ele me fez companhia. Foi ótimo aquele dia. Pelo menos consegui esquecer o tal do Claude. Pelo menos por algumas horas. Mas o que mais preenchia minha mente foi o que Sebastian fez comigo. Meu mordomo, meu amor. Ah, como eu o amo.

Notas finais
Bom é isso ai! Beijos amores!!!!