Notas iniciais
me desculpe pelo atraso, eu deveria ter postado na quinta, mais eu fiquei um pouco mal e ficou assim até o outro dia então eu nao tive como terminar o cap a tempo, mais hj eu estou postando e espero que gostem e que comentem.
obs: naruto nao me pertence e sim a masashi kishimoto eu apenas estou fazendo uma pequena homenagem a ele escrevendo essa fic. u.u

Reviravolta no destino...

“-tenha um sonho e a confiança para fazer esse sonho se tornar realizade!”

Sasuke on.

-sasuke-kun... – ela sussurrou meu nome ainda agarrada á mim. Aos poucos ela foi se acalmando e me soltando. Sem duvida aquela era a sakura de quatorze anos atrás, sem tirar e nem acrescentar nada, a não ser os cabelos antes curtos um pouco acima dos ombros e que agora estavam no meio das costas.

- finalmente me reconheceu sakura. – me permiti soltar um meio sorriso torto enquanto ela me encarava.

Não deu tempo de pensar direito e ela me beijou, ela somente encostou os lábios nos meus ela parecia inexperiente, fiquei muito surpreso com aquilo, não imaginaria que a sakura que sempre chorava fosse tomar esse tipo de iniciativa, perdi a consciência por um momento e até pensei em corresponder, mas... – sakura eu não posso correspondê-la. – a afastei com um pouco de brutalidade e fui direto eu não poderia iludi-la e fazer com que ela pense que eu a amo, não quero que ela sofra comigo.

(N/A: desculpem-me por essa parte, eu estou com um pesar muito grande no peito e a cada palavra escrita nas falas do sasuke é uma facada no meu pobre e fraco coração.)

- eu... – ela parecia tentar encontrar as palavras certas e fitava o chão a todo o momento seu rosto estava vermelho, não sei dizer se era pelo choro ou por ter me beijado mais até que teve um pouco de graça.

- não quero que sofra e que pense que eu não cumpri com a nossa promessa. — fui frio com ela e continuei. –nunca ninguém passou por mim aponto de interferir com qualquer sentimento meu. –ela parecia confusa e abalada. – voltei para cá por que sei que você também não descumpriu a promessa de me esperar. Voltei para dizer que não poderemos ser nada um do outro. – me virei para ir embora e pude ouvir soluços, provavelmente ela teria voltado a chorar. – adeus. – eu disse antes de fechar e dar a partida no carro a deixando ali.

A chuva já tinha parado quando cheguei ao apartamento, fui direto para o quarto e me joguei na cama, estava exausto, tanto fisicamente quanto emocionalmente. Voltar a essa cidade, sabia que o mar de lembranças que me atormentaram durante os momentos de sofrimento voltariam à tona, mais não imaginei que me reencontraria com ela tão cedo e muito menos do jeito que foi e com esse tipo de pensamento acabei adormecendo e tendo os tão conhecidos por mim pesadelos do momento em que meus pais morreram na minha frente.

Sasuke off...

Sakura on...

Alguns dias se passaram desde que eu me reencontrei com sasuke.Meu coração esta em pedaços, não levanto da cama há três dias até eu receber um telefonema de meus pais dizendo que teria uma festa formal que teria naquele mesmo dia entre varias empresas e entres diversos sócios de meu pai e que eu deveria comparecer mesmo que obrigada.

- sakura o que pretende usar na festa? – ino me pergunta jogando diversos vestidos sobre a cama e conseqüentemente em cima de mim me deixando até o umbigo de tanto vestido.

-porquinha eu já disse que não vou. – disse brava empurrando, a meu ver, tralhas de cima da cama me ajeitando novamente debaixo do cobertor e me cobrindo até o rosto eu podia ouvi-la batendo o pé no chão que por ser de madeira fazia bastante barulho.

- COMO NÃO VAI? SUA MÃE TE MATA SE VOCE NÃO ESTIVER LÁ E TAMBÉM... – ela tentava arrancar o cobertor de mim sem sucesso. — ele não é o único homem no mundo testuda e se ele não te quer tenho certeza que é porque não te merece. – não me mexi, aquelas palavras me fizeram entrar em choque, eu sabia que ela estava certa mais eu acreditar no conto de fadas é melhor do que encarar a dura realidade imposta pelo destino. – VOCE ESTÁ ASSIM DESDE QUE EU TE ENCONTREI NAQUELE MALDITO PARQUE. – ela voltou a gritar batendo com o travesseiro em mim. –é hora de superar. Naquela hora eu explodi, como superar? Eu vivi quatorze anos esperando por alguém que me “esqueceu” e quase fui estrupada tudo quase no mesmo dia. Me levantei e fui surpreendida por um forte abraço vindo de ino. – eu sei que dei mole na boate com o sasori e que esse foi o estopim para as outras chateações mais a sakura que eu conheço desde os seis anos não vai deixar que isso acabe com ela, pelo contrario, vai passar por cima dos problemas como sempre fez...

- ino eu... – ela me encarou. – que roupa eu uso para a festa? – a vi abrir um sorriso e sabia que dali não ia sair coisa boa. Eu iria tentar, iria tentar de verdade, de algum jeito transformarei o pesadelo que estou levando nas costas em alguma coisa legal e superar o sasuke-kun; eu já estou decidida.

-testuda você vai adorar as roupas que eu achei para você. – ino me diz e sai correndo para o guarda-roupa retirando de lá mais vestidos, se é que era possível tirar mais vestidos dali, escolhendo e separando alguns e os jogando sobre o ombro. – aqui, escolha um desses! – esticou os trajes na minha frente mais eu não me interessei por nenhum em particular, eram todos muito justos e decotados fui fuçando entre os que estavam no chão e já ia desistindo quando um pedaçinho de pano rosa me chamou a atenção, estendi minha mão e o estiquei no ar, é muito lindo, simples e ao mesmo tempo elegante. O vestido rosa claro tomara que caia com pétalas de sakuras até o pé com certeza seria o escolhido apesar dos protestos de ino.

Algumas horas depois e estávamos prontas e esperando o motorista vir nos buscar, não demorou muito para que ele chega-se e nos leva-se até a mansão haruno o local já estava cheio quando entramos, muitos desconhecidos que eu não fazia questão nenhuma de conhecer, fomos direto ao salão principal e na tentativa fracassada de me misturar minha mãe acabou me achando e me levando até onde meu pai conversava com alguns homens de meia idade.

Sakura off...

-sakura minha filha esses são alguns dos sócios de seu pai, eles fizeram questão de conhecê-la pessoalmente. – a senhora mebuki haruno dizia apresentando sakura que fazia uma reverencia simples e sorrindo muito forçadamente.

- com licença, irei procurar por minha amiga. –sakura mal tinha chegado e já ia se retirando rapidamente sem dar chance de resposta dos demais ouvindo os resmungos mesmo que baixos da mãe.

Sakura vai de encontro às bebidas, estava odiando aquilo tudo, eles eram muito mesquinhos e falsos ao ponto de obviamente fingirem ser “amigos” de seus pais que pareciam aceitar tudo tão naturalmente chegava a dar ódio.

- quero ir embora... –sakura resmunga enchendo uma taça e a bebendo de uma vez, o liquido por ser alcoólico descia rasgando pela garganta da rosada inexperiente que bebia tudo rapidamente enchendo novamente a taça sem se importar com os olhares críticos que os convidados, principalmente da parte feminina, lhe lançavam.

-como é bom te ver de novo sakurinha. –sakura sente um arrepio subir pela espinha, vira-se lentamente e da de cara com a única pessoa que pensaria/queria reencontrar na face da terra, sasori.

-o que faz aqui? – sakura recua dois passos e esbarra na mesa derrubando uma garrafa de vinho que por muito pouco não sujou seu vestido.

- é assim que você trata um amigo sakurinha? –debocha abrindo o sorriso de canto de boca pegando na mão direita de sakura e a beijando gentilmente.

- não somos amigos e não me chame desse jeito tão intimo. –esbraveja tomando com força a própria mão e se afastando.

- teremos tempo para conversar melhor depois. – sasori diz quando sakura ainda estava por perto.

Sakura on..

Passado alguns minutos me reencontro com ino que estava conversando animadamente com um rapaz pálido esta tinha os cabelos escuros e sorria para ino. A puxei apressadamente para longe dela ouvindo ela me xingar de vários nomes, serio acho que hoje as pessoas tiraram o dia para me xingar.

- o que foi sakura? – ino me perguntou irritada. –droga sakura, eu tava tão bem conversando com o sai-kun. Por que você em vez de ficar se embriagado – tampava o nariz, eu provavelmente estava cheirando a álcool. – não vai arrumar alguém... tipo aquele gato moreno ali no canto. –ela apontava para um canto e quando me viro para ver quem era quase engasguei com a minha própria saliva, sasuke estava ali, quero dizer aqui, meu Deus que mal eu fiz? Eu devo ta pagando pecado de outra vida, só pode.

- I-I-Ino a-aquele é o sasuke-kun. –gaguejei muito mais a cara de surpresa dela me fez entender que ela tinha me entendido.

- AQUELE É O SASUKE...? – que vergonha, todos olharam para nós inclusive ele, tenho certeza que estava muito vermelha. Eu pulei em cima de ino tampando-lhe a boca.

-fala baixo. -fiz sinal para que ela fizesse silencio, ela concordou com a cabeça e eu a soltei. A cena estava o mais estranho possível, eu estava em cima da ino e ela quase ajoelhada, quem olhava de fora para nós parecia que eu estava dando um mata-leão nela.

- ele tá muito lindo. –disse dando pulinhos, isso me deixou um pouco enciumada, pensei que se a ino que mal tinha o visto já estava eufórica daquele jeito imagina o que outras não fazem quando ele passa.

Me repreendi mentalmente, eu tinha que tira-lo da minha cabeça. –como você pode deixar um gato daquele escapar, sakura eu revogo o que eu disse, vá atrás dele se não eu vou. –Agora ela enlouqueceu, o pior, na agitação ela me empurrou e o que aconteceu tem até um filme com esse nome, “efeito dominó”, ou será borboleta? O fato é que eu esbarrei no senhor que dançava e ele esbarrou na moça do lado e assim foi até o ultimo da fileira cair. Caíram um por cima do outro, alguns resmungos baixos outros me olhando com cara de “vou te perseguir até o inferno” e lá estava eu de novo, o centro das atenções por motivos extraordinários, não é que eu já estou me acostumando com isso.

Uma hora depois da confussão...

-peço a atenção de todos para um breve comunicado. –pedia o meu pai do meio do salão. – quero comunicá-los e ao mesmo tempo convidá-los para uma cerimônia que haverá daqui a três meses. –ótimo, mais um evento chato que serei obrigada a comparecer, minha noite não podia piorar. – o casamento de minha filha sakura com sasori... –eu não posso ter ouvido certo, casamento?Quando eu fiquei noiva?

Vi sasori chegar perto de mim e me veio uma ânsia de vomito juntamente com a raiva, nunca que eu iria me casar com ele. Todos da festa aplaudiam os “noivos”.

-EU NÃO VOU ME CASAR COM ELE, NUNCA! –gritei o Maximo que pude assustando todos ali.

- querida não fale assim. –minha mãe dizia ao meu ouvido tentando me acalmar.

- isso só pode ser sacanagem, porque não me avisaram? Teria poupado esse constrangimento para vocês, eu não vou casar com ele. – apontei para sasori e sai correndo dali, eu não agüentava mais aquilo, primeiro sasuke na festa e agora isso, fui para a varanda dos fundos da casa ainda no segundo andar e me debrucei sobre o murinho e não acredito no que pensei, eu queria me matar. Ainda debruçada analisei a altura, era alto o suficiente para matar uma pessoa, levantei o vestido até acima dos joelhos e subi no murinho quando subitamente fui puxada para trás.

-o q-que está fazendo aqui? –não acreditei no que via, sasuke estava atrás de mim com cara de poucos amigos. –vá embora. –disse firme e voltando a encarar o chão que parecia mais longe do que realmente era.

(N/A: momento Titanic, ou será que não?)

Senti meu braço ser puxado e quando me dei conta sasuke tinha me colocado no ombro e estava me levando/arrastando pelo salão. Eu me debatia e acertada vários socos em sasuke que resmungava mais não me soltava.

-me larga!- gritei, estávamos exatamente onde tinha sido anunciado o meu noivado. Acertei um chute mais por causa do vestido não deve ter tido tanto efeito.

- não. –respondeu frio como sempre.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.