Notas iniciais
PRIMEIRO: UM SALVE E OBRIGADÃO PARA A LEITORA LadySmoak, quem recomendou essa fanfic que mal começou (e aparentemente, ela considera pacas hahahahaha adorei ♥), obrigadão pelo o apoio viu? Amei a recomendação e o review anterior! AGORA.......E aí, tudo bom? Capítulo novo logo abaixo. PS: E NÃO REVISADO (Mas isso já não é uma novidade. Ou é cedo demais pra já falar isso? Leitoras antigas, conhecem mais que ninguém minhas notinhas iniciais.) BOA LEITURA!

Para o seu total crédito, logo após soltar aquela hedionda frase, a mulher — que mais tarde Oliver descobriu se chamar Felicity Smoak -, saiu correndo para fora da casa de Tommy, como se o próprio diabo estivesse em seu encalço. E Oliver não a culpava inteiramente pela ação, uma vez que ele mesmo quis sair correndo para bem longe daquela casa e de Tommy, quem testemunhara toda aquela cena bizarra e agora, não parecia mais querer o deixar em paz.

Tommy estava tendo um ótimo tempo, Oliver concluiu cruzando os braços, enquanto ignorava o amigo pela terceira vez consecutiva, após o ocorrido, repetir a mesma frase da garota, de modo zombeteiro e bem mais exagerado.

― Você é o homem da minha vida, Oliver Jonas Queen! Case-se comigo, por favor!

― Laurel, onde está aquele taco de baseball, o qual você falou sobre mais cedo?

Oliver seriamente precisava encontrá-lo.

Laurel riu encostada no batente da porta, mas seus olhos navegaram ao redor da sala, parecendo à procura do objeto que Oliver queria tanto.

― Ah, Oliver! Vamos lá, eu estou só brincando! ― Tommy deu uma leve palmada nos ombros do amigo ― Onde está o seu humor?

― Perdido em algum lugar desse fim de mundo. ― Resmungou de volta, desencostando seu ombro da palma de Tommy, antes que o mesmo começasse o confundir com um saco de pancadas.

― Acredito que o seu humor já estava perdido antes mesmo de você deixar Star City, Oliver. ― Tommy espetou certeiro, inconsciente do perigo que sua língua ferina sofria ao lado de Oliver. ― Mas realmente... ― Colocou um dedo no queixo, fazendo um olhar de profunda reflexão ―...nunca esperava uma atitude dessas da Felicity, estou surpreso.

Oliver estreitou os olhos e curvou os lábios num esgar, Tommy falava duma maneira tão íntima, que era como se conhecesse aquela pequena criaturinha há anos e não há meses. Era incrível. E ilusório, pois ninguém conhecia outra pessoa em tão pouco tempo assim. Aquela era só mais uma prova incontestável de que Tommy poderia estar equivocado sobre as pessoas daquela região particularmente "esquecida" do mundo.

― Você nem a conhece direito, Tommy. ― Oliver assinalou o óbvio e Tommy franziu o cenho.

― E o que tem? Às vezes conseguimos conhecer mais uma pessoa que encontramos no outro dia, do que aquelas com quem convivemos desde sempre.

Oliver tinha certeza absoluta que ele tinha tirado aquela frase de algum livrinho de autoajuda.

― Isso é ilusão, Tommy, você nunca conhece uma pessoa de verdade.

As sobrancelhas de Tommy se elevaram.

― Eu te conheço.

Mas até onde? Oliver quis retrucar, porém ao invés, fechou a boca, sabendo que era inútil discutir aquele assunto em particular com Tommy. Ele parecia decididamente acreditar conhecer a tal garota e se Laurel não estava falando nada, ela também concordava com o pobre marido.

― Isso porque convivemos desde o primário.

― Tá, tanto faz. ― Tommy girou os olhos ― O ponto é, Felicity não parecia fazer o tipo histérica por homem.

― E tampouco você fazia o tipo de morar numa cidadezinha no meio do nada, mas aqui estamos.

― A vida é uma caixinha de surpresas, Oliver. ― Retrucou Tommy suavemente, com um ar de quem sabia muito mais do que demonstrava.

Oliver descobriria mais tarde que o amigo tinha total razão naquele assunto.

(...)

Felicity's Pov

Fazia mais de 24 horas, 32 minutos e 16, 17, 18, 19, 20, 21....segundos que eu havia pagado o maior vexame — até agora — de minha vida. Levar um coice dum cavalo após falar que eu era expert na área, não chegava nem perto do mico do dia anterior.

Ainda mais quando o homem da minha vida testemunhava tudo. Não me restava dúvidas que aquele cara, era o qual eu estivera esperando toda a minha vida...Afinal, Nyssa nunca errava!

Bem, pelo menos ela nunca errava com as pessoas da região, já comigo...Não tinha taaaaanta certeza, já que foi a primeira vez em 25 anos que ela conseguiu prever alguma coisa para mim. Mas aí, era só analisar todos os relatos de suas previsões, que eu acreditava nela. Em todas suas previsões, ela nunca errou mesmo, meeeeeesmo.

Por isso, tinha que bolar um plano para limpar o meu lado, mas antes precisava arranjar informação do meu objeto de estudo. E a pessoa perfeita para me ajudar naquela missão, era Tommy, quem aparentava ser amigo próximo do MEU GARANHÃO. Por enquanto o chamaria assim, por não saber o seu nome.

Com certeza poderia tentar abordar Laurel, mas conversar com Laurel era mais difícil do que com Tommy — quem vivia frequentando a fazenda Allen, onde eu morava numa das casas dos empregados. Enrolar Tommy para ganhar informação, seria moleza!

Ainda encostada na árvore que me serviu de apoio e sombra desde o alvorecer, chequei o meu relógio de pulso e concluí que era o momento perfeito para pagar uma visita à Tommy e correr atrás do prejuízo. Aparentemente, se eu não queria morrer como uma solteirona, deveria laçar aquele homem o mais rápido possível.

Disposta, me desencostei da árvore e comecei a descer a colina que ficava nas terra dos Allen. Mas a visão de um carro esporte parando em frente a porteira da fazenda, juntamente com Barry correndo para abrir a mesma, me fez parar.

Eu conhecia aquele carro esporte...Havia o visto ontem estacionado em frente a casa de Tommy. Arregalei os olhos. O MEU GARANHÃO ESTAVA PAGANDO UMA VISITA!

Sem nem pensar duas vezes, saí em disparada afim de obter o que queria. Conhecedora de todas aquelas terras, peguei o atalho que não denunciaria minha presença e me manteria camuflada por tempo o suficiente para ouvir a conversa que estava rolando.

Não fazia ideia de que aquela visita aconteceria, pois Barry nada tinha me falado na noite anterior — mas aí, ele ainda não sabia do que havia ocorrido na casa de Tommy, portanto, não me revoltaria com ele. Além de meu patrão, Barry era o meu melhor amigo do mundo inteiro. Crescemos juntos correndo ao redor do casarão, e mesmo minha família sendo empregada da dele, nunca me senti inferiorizada.

Henry Allen costumava tratar todos os seus empregados como família, desse modo, sua morte há meses atrás foi um golpe tanto para Barry quanto para todos os empregados da fazenda — pelo menos, para os que restaram na fazenda que atualmente enfrentava problemas financeiros. Se Barry não conseguisse chegar à uma solução, logo a Fazenda Allen estaria fechando as portas e eu sem teto, contudo essa não era a parte mais preocupante para mim.

Eu amava aquela fazenda, eu amava Barry, eu amava Henry que havia deixado tudo aquilo de legado, e não queria jamais abandonar aquelas terras, mas tinha consciência que só um milagre nos salvaria.

Deixando esse problema de lado, me concentrei em apurar meus ouvidos e rastejar pelo chão igual ao filme de ação que tinha assistido dias atrás. Tomando cuidado para não ser flagrada, rolei até um arbusto e fiquei atrás dele, aguardando a fofoca.

— Ei, Tommy! ― Barry o saudou com um aperto de mão — Que surpresa te ver por aqui hoje!

Ata, surpresa uma ova! Tommy vivia enfurnado nessa fazenda — não que eu esteja reclamando -, desde que conheceu Barry no bar local.

Se Barry estava surpreso era pela a presença do Garanhão Desconhecido e que agora acabava de oferecer sua máscula mão num cumprimento.

— Desculpe Tommy, foi eu que insisti em vir aqui sem nem ao menos lhe comunicar antes. Estava curioso para saber quem era o famoso Barry Allen que Tommy falava tanto sobre. — Deu um sorriso que me fez escancarar a boca e quase começar uma nova dieta vegetariana onde consistiria um belo dum ramo de folhas na minha boca grande. — Meu nome é Oliver Queen, prazer.

Prazer só se for o meu...

— Barry Allen. — Barry respondeu de volta, apertando a mão que EU gostaria de apertar e quem sabe por uma aliança também. Mas eu não era tão ambiciosa assim. Eu acho. Deixaria essa última parte depois do primeiro encontro.

Apresentações feitas, eles começaram a andar pela fazenda, deixando Barry como guia para indicar tudo e eu que não sou menina besta, comecei a segui-los nas pontinhas dos pés e como sempre, usando uma distância considerável para ainda não ser pega no flagra.

Pelo o que eu podia ouvir, a conversa consistia em apenas Barry falando para o que servia cada lugar, o tamanho das terras e blábláblá. Conclusão: Conversa fiada existia e era muito chata! Mas o mais estranho era notar que o Garanhão parecia verdadeiramente interessado no assunto, ao contrário de Tommy que a cada oportunidade, chutava alguma pedrinha ou fazia caretas imitando Garanhão ao questionar alguma coisa para Barry.

— Deve dar bastante trabalho cuidar dessas terras.

— O trabalho seria bem mais pesado e desgastante, se eu não tivesse ajuda.

— @@#$$$$%#@

— @@@@&&!!!

Bláblábláblá

— Você está com problemas financeiros?

Blábl-O QUÊ?!

Capotei na hora pra fora de um arbusto maroto que havia encontrado no meio do caminho e revelei minha inusitada presença, deixando todos bastante chocados com uma garota saindo dos arbustos de quatro.

Era agora ou depois que eu usava a história do coice para me deixar mais feliz sobre o atual mico?

Mesmo ainda chocado com a minha aparição, conseguia enxergar o rastro de constrangimento no rosto de Barry, pela pergunta inconveniente feita por Garanhão Insensível. Certamente o mesmo havia notado os buracos nos arames farpados que rodeavam todo o terreno e concluiu que: Ou delinquentes rondavam a fazenda, ou Barry enfrentava problemas na área administrativa da mesma. Infelizmente o último palpite estava correto.

E por isso mesmo, após muita insistência e indiretas, Barry decidiu contratar e treinar Tommy arranjando uma posição para ele dentro da fazenda, uma vez que achou mais viável e lucrativa essa alternativa, ao ter de contratar mão de obra experiente que estavam cobrando o olho da cara!

Dessa forma, mesmo não sabendo, o Garanhão Insensível tinha dado um golpe baixíssimo no orgulho do meu patrãozinho e bff.

— Ei, pessoal! — Os saudei com um sorrisinho sem graça — Dia bonito, né?

D-I-V-I-N-O, agora que eu estava olhando diretamente para o rosto do Oliver e podia o analisar melhor.

— O que você estava fazendo ai, Felicity? — Barry perguntou com o cenho franzido e Tommy por sua vez, já estava rindo.

— Eu? — Fiz a loira burra pra ver se o meu amigo desistia de dialogar comigo, mas foi em vão.

— É, você.

— Ah... — O que se dizia numa situação dessas? — Tava caçando a galinha da minha mãe.

As risadas de Tommy se intensificaram e só depois de alguns segundos, que eu percebi minha gafe.

POOOOXA!!!

— Ei, eu não quis dizer isso! — Tentei desfazer a merda, mas não deu, Tommy já estava sentado no chão faltando rolar de rir, Barry tinha os lábios comprimidos tentando não dar aquela gargalhada e já o Garanhão...Estreitei os meus olhos para cima dele, que me olhava duma maneira inexpressível. E até assim o potro era bonito!

As divindades escolheram certo pra mim, viu...

Abri um sorriso, pronta para desfazer aquela minha primeira — e segunda — má impressão:

— Oi, você se chama Oliver Queen. — Ah, merda! Desfiz o sorriso e ele arqueou uma sobrancelha. Quis me estapear por novamente, começar da maneira incorreta. Soltei uma risadinha. — Quer dizer, oi, me chamo Felicity Quee-SMOAK! É SMOAK!

Não, é Louca mesmo.

— Olá, srta. Smoak. — Pausa absurdamente dramática. ― Você sabe que continua de quatro, certo? ― Pergunta desnecessariamente constrangedora.

Com um sorriso sem graça, levantei e sacudi a poeira da roupa, tentando ignorar o olhar questionador que Barry me lançava e as risadas escandalosas de Tommy. Na primeira oportunidade, faria questão de fazer uma galinha correr atrás dele.

— Ual, que surpresa encontrar vocês por aqui! — Disse, fazendo a sonsa. — Não esperava que após ontem, você quisesse voltar a algum lugar perto de mim ou que Tommy viria aqui hoje. — Acrescentei e Tommy parou de rir rapidamente, me lançando um olhar de "Sério, Felicity?!"

— Não sabia que você morava aqui. — Ele respondeu sucinto, deixando óbvio sua aversão de bater um papo comigo. Elevei uma sobrancelha, começando a ter minhas dúvidas quanto ao vodu de Nyssa.

Tudo bem que ele era o primeiro estrangeiro que caia de paraquedas em Lian Yu, após Nyssa ter a única previsão para mim do além, mas...Até ela poderia cometer um erro ou outro, certo?

Errado! Uma voz gritou na minha mente e eu pisquei os olhos rápido, ao sentir uma brisinha batendo contra minha nuca. Pepeô!

— A família da Felicity trabalha aqui há anos. — Barry se intrometeu no assunto e vi finalmente a expressão facial do Garanhão, se alterar.

— Ah, claro. Agora voltando ao assunto anterior...

Esse não largava o osso mesmo não, ein!

Querendo dar uma moral pro meu amigo que já começava a novamente fazer a duplicata de um tomate, fui para o seu lado e fiz minha melhor cara de durona, esperando que o Garanhão Insensível recuasse. Milagrosamente, quem saiu em nossa defesa, foi Tommy.

— Ei Oliver, por que você tá tão preocupado com a situação financeira da fazenda? Querendo se ocupar enquanto está aqui em Lian Yu? — Ele gracejou e de repente, senti um zumbido no meu ouvido.

O que exatamente Tommy queria insinuar com isso?

Barry me olhou e eu olhei pra ele, e assim, soube que começávamos a pensar na mesma coisa.

Estranhamente, o Garanhão adotou uma expressão defensiva e antes que pudesse abrir a boca para retrucar o comentário de Tommy, Barry foi mais rápido:

— Você tem alguma experiência na área administrativa?

— Se o Oliver tem alguma experiência?! — Mais uma vez, não deixaram o Garanhão responder por sí mesmo, Tommy já fazia o serviço com bastante competência. — Oliver é um mestre nessa área!

Oliver agora tinha o mesmo olhar que eu adquiria quando minha mãe resolvia falar de todas as coisas que eu fazia e não a agradava, para alguém.

— Isso é sério? — Barry quis saber olhando para Oliver, com a esperança já lampejando em seus olhos. Em contrapartida, o zumbindo só se intensificava nos meus ouvidos.

Será que....

— Bem sim, mas Tommy está exager-

— Exagerando uma ova! — Tommy cortou novamente o amigo, que começava a exibir labaredas de ódio através dos olhos. — Oliver é especialista nessas coisas de números e aposto que se você precisar de ajuda, ele é o cara certo para isso! Não é, Oliver? — Dessa vez virou para o Garanhão, esperando por afirmação e eu comecei a sentir vertigens.

Relutante, Oliver assentiu com a cabeça.

— Sim.

Mesmo que eu não estivesse olhando para Barry — pois estava ocupada demais esquadrinhando o rosto másculo do Garanhão, ao mesmo tempo em que tentava regular minha respiração -, sabia que um sorriso explodiu no seu rosto, com a perspectiva de talvez, só talvez....

— Ótimo! — Barry exclamou empolgado — Então você poderia me ajudar a administrar essa fazenda? Claro, isso só até conseguirmos estabelecer as coisas por aqui. — Acrescentou rapidamente, deixando claro que Oliver não precisaria se fixar para sempre em Lian Yu, ou algo parecido. Barry só precisava de uma ajuda temporária. Uma ajuda realmente boa.

Ele só precisava...

Parecendo estar prestes a enfrentar a fogueira, Oliver assentiu lentamente.

— É claro que eu posso ajudar.

E eu finalmente voltei a respirar.

...de um milagre. Barry só precisava de um milagre e parecia que ele veio em forma de Oliver Queen. O suposto homem da minha vida, que aparentemente, eu teria de usar todas as minhas artimanhas de conquista, até a sua presença não ser somente requisitada em Lian Yu e sim, essencial por todos e até por ele mesmo. Afinal, não poderia o deixar escapar para longe agora que o tinha bem na minha frente...De alguma forma, sentia que essa tarefa não seria nada, nada fácil.

Por isso, esperava que Nyssa tivesse um VODU dos bons para me ajudar, iria precisar de toda artilharia pesada!

Notas finais
Demorei? Demorei. Mas cheguei, né?! E isso que conta...Eu acho. Reviews para me xingar pela demora?! Mentira, não façam isso. Sou um amor de pessoa que infelizmente enfrentou problemas para atualizar a fanfic no tal dia, mas como disse, cheguei. Esse capítulo deveria ser chamado CAPÍTULO 1, PARTE 2. Mas como quis encurtar o capítulo 01 para não assustar ninguém com a quantidade de palavras.... O QUE DIZER DE TOMMY MERLYN DEIXANDO OLIVER NA SAIA JUSTA? Pior, o que dizer de Oliver Queen aceitando ajudar alguém gratuitamente? Será que tem caroço nesse angu? FELICITY SMOAK, NÃO BRINCA EM SERVIÇO E VAMOS VER ISSO EM PRIMEIRA MÃO NO PRÓXIMO, E NO PRÓXIMO, E NO PRÓXIMO, capítulo. NOVOS PERSONAGENS ESTÃO CHEGANDO, para agitar mais ainda essa roça. Fiquem no aguardo. AGORA, quero agradecer aos reviews dos capítulos anteriores, por quem está acompanhando a história (E que se ainda não comentou, DÁ TEMPO!!!), e também agradecer novamente pela recomendação linda da leitora LadySmoak, ♥ PS: Será que Barry e Tommy vão tomar a posição de cupidos nessa fanfic? PS2: HAHAHAHA SERÁ QUE A MÃE DA FELICITY TEM UMA GALINHA MESMO PRA ELA FICAR GRITANDO AOS QUATRO VENTOS QUE TÁ ATRÁS DELA? Beijos e até o próximo capítulo, pessoal!