Amor Ao Cubo

12 Tudo novo de novo.


Notas iniciais
Olha quem voltou.

Ao chegar em casa, Bree perguntou se poderia continuar a história de onde havia parado naquele estante:

- Vou continuar a contar, está legal? – Diz Bree.

- Tudo bem. Eu estou muito interessada que continue mesmo. – Diz Riley.

[POV Bree on]

Meus sentimentos depois do termino já estavam bem confusos, tudo aquilo tinha acontecido em pouco tempo, em quatro anos eu conheci Chloe, Echo e Aria, meus pais morreram, tive que me tornar “mãe” da Tess, e deixar Chloe, Echo e Aria, mas mal eu sabia que os quatro anos poderiam se resumir em meses. Um dia, estava andando no parque sozinha e refletindo sobre tudo que passara comigo nesses anos, quando esbarro em uma moça e quando eu olho:

- Chloe, você voltou para Boston? – Eu disse.

- Montana não deu muito certo, voltei para o mesmo hospital. – Ela disse.

-Como vai vida? Esta namorando? – Perguntei.

- Levando. Não e você? – Respondeu e devolveu a pergunta.

- Não, eu estava, mas acabou há algumas semanas. –Respondi.

- Que pena. Posso te ligar? Você ainda tem o mesmo número? – Perguntou.

- Exatamente o que esta tentando fazer. Você saiu , foi para Montana, não me avisou e quer me ligar. – Eu disse.

- Eu voltei aqui por que eu mudei e só fiz isso por você Bree, quero ser diferente assumir compromissos. – Ela disse.

- Como eu posso confiar em você? – Perguntei.

- Se eu disser a verdade, direi não sei. – Ela Respondeu.

- Você sabe o que fez, me deixou sozinha, não me deu motivos, não deixou eu me explicar, me abandonou. –Eu disse.

- Eu sei Bree, mas eu prometo se você me der uma chance, eu vou provar que tudo vai ser diferente dessa vez. – Ela disse.

- Sim meu número é mesmo respondendo seu pergunta. – Eu disse.

- Vou considerar isso com uma chance. – Ela disse.

- Considere como quiser. – Eu disse.

[POV Bree off]

- Ela queria uma chance assim do nada, eu não daria. – Diz Riley.

- Eu não quis dar, mas pelo menos deixei ela me ligar para ver até onde ela irai com essa coisa de nova moça. – Diz Bree

- Abriu uma lacuna pequena. –Diz Riley.

- É. – Diz Bree.

- Será que essa lacuna mudou as coisas? – Questiona Riley.

- Você verá. –Diz Bree.

- Então conta. – Diz Riley.

[POV Bree on]

Bom depois de diversas ligações que eu não aceitei dela, eu finalmente uma atendi, então ela disse:

- Bree, Quer ir comigo em lugar agora? – Perguntou Chloe.

- Como assim? Onde? Agora sem em arrumar? – Perguntei.

- Você tomou banho, está limpa?– Perguntou Chloe.

- Sim, acabei de sair banho, você está me chamando de porca? – Perguntei. – Porque você está me perguntando essas coisas. – Continuei o interrogatório.

- Eu sei que você não é porca, mas se já tomou banho está pronta, não tem muita frescura para onde eu quero-te levar. – Ela disse.

- Aonde você quer me levar? – Perguntei.

- Surpresa igual ao no nosso primeiro encontro, trousse até a mesma venda para você usar. –Ela disse.

- Você se lembra da venda do nosso primeiro encontro. – Confesso que quando ela disse aquilo mexeu comigo.

- Claro que lembro. Topa ou não topa? – Perguntou.

- Sim. –Aceitei.

Igual ao nosso primeiro encontro ela me venda, eu sinto o mesmo nervoso, ela deve estar muito satisfeita por que conseguiu fazer o que queria que era me deixar caidinha por ela de novo. Algum tempo depois, chegamos ao local que ela queria me levar, saio do carro e pergunto:

- Posso tirar a venda?

- Pode. –Responde.

- O que estamos fazendo em Revere Beach? – Perguntei após tirar a venda.

- Vou te ensinar a surfar. – Disse Chloe.

- Mas ondas aqui não são grandes. –Eu disse.

- Por isso mesmo, vou te ensinar em lugar que você consiga surfar e se cair não tem muito problema a onda não vai te arrastar, apenas nade. – Ela disse. – Você sabe nadar, Não sabe? – Perguntou.

- Sei. – Eu disse. Mas onde você deixou as pranchas? – Perguntei.

- Está com uma amiga. Spencer traga as pranchas e já aproveita trás sua irmã e vem aqui vos apresentar a minha “amiga”. – Ela disse as chamando.

- Oi, sou a Spencer e essa é minha irmã... – Interrompi a Spencer e largo nossas pranchas na areia.

- Echo. – Eu disse com uma estranheza no rosto.

- Oi, Bree. Você não me apresentou sua amiga. – Disse analisando Chloe.

- Ela é a Chloe, a amiga da sua irmã. – Eu disse meio confusa.

- A minha irmã nunca tinha me apresentado Chloe, raramente nos vemos, ela quase nunca vem aqui para Boston. – Disse Echo.

- Você está fazendo o que aqui Echo? E de onde a sua irmã vem? E como vai a carreira como cantora, conseguiu gravar o CD? Quando nós poderemos compra-lo? – Fiz as perguntas em sequência.

- Eu vim surfar também, não consegui gravar tive um problemas com bebidas depois do que aconteceu, faltava ensaios, Ela é de Miami. – Echo respondeu.

- Que pena , mas vai conseguir, não foi dessa vez, porém na próxima. – Eu disse. Como você duas se conheceram? – Perguntei para Chloe.

- Em uma viagem que fiz para Miami. – Ela sorri e eu faço cara de ciúmes.

- Tchau. – As duas se despidiram e foram pegar onda.

- Como conhece a irmã da Spencer? – Perguntou Chloe.

- Minha Ex. – Respondi seca.

- Tudo bem. Primeiro aquecimento para não contrair a musculatura, depois disso, nós passaremos a parafina na prancha. – Ela disse.

- Por que elas não fazem isso? – Apontei para as duas.

- Elas fizeram antes de nós chegarmos Bree. – Ela disse.

- Tudo bem. – Eu disse e Fizemos isto. – Agora? – Perguntei.

- Sobe em cima da prancha que eu vou te ensinar a como ficar posicionada nela. – Ela disse me olhando.

- Certo. –Eu disse.

- Olha para mim, veja como eu estou. – Ela subiu na outra prancha.

- Olhei. – Deitei na prancha e fiz as remadas iguais a ela.

- Para subir você coloca os braços desse jeito e corpo assim, como se fosse uma foca. – Ela me explicando e eu imitando. – Sobe rapidamente a outra perna. Coloca-a entre os teus braços, no centro da prancha. Agora fica de cócoras, com as mãos ainda apoiadas na prancha. ­– Imitei novamente. – Isso ai, agora para levantar, como você canhota fica com a perna esquerda na frente e faz i que estava fazendo com a direita, com esquerda e vice-versa, eu não ia consegui te explicar tudo desde o começo com a esquerda, você não me veria, fica igual eu estou só do outro lado. – Ela disse.

- Assim? – Perguntei.

- Não, a perna um pouquinho mais para frente e a outra o um pouquinha mais para trás, o tronco não é para ficar abaixada, espera ai um pouquinho que eu vu te ajudar. – Dzi ela indo em minha direção.

- Fala. – Eu disse.

- Como eu falei essa perna aqui. –Ela disse, conduzindo com sua mão a minha perna esquerda. – Essa perna um pouquinho mais para trás. ­– Ela desliza sua mão na minha perna para indicar o que devo fazer. – E por ultimo esse tronco, não fica assim, você tem que estar reta menina, se não vai cair. – Ela segura com suas mãos macias o meu tronco e a minha cintura e me posiciona, nessa hora trocamos alguns olhares e não consigo resistir a beija-la, um beijo daqueles que não se controla. – Então, a primeira parte da aula terminada. – Ela disse sem jeito.

- Tudo bem, não vou conseguir mais prestar atenção na aula mesmo. – Eu disse e beijei-a de novo.

- Fim de aula. – Ela disse e me beijou de volta.

- Você sempre dá um jeito de tocar nos meus pontos fracos. – Eu disse.

- Agora eu tenho certeza que vou ter uma chance. – Ela disse.

- Não desperdiça. –Eu disse.

- Pode deixar nunca mais faço isso, vou mudar, você não me escapa mais. – Ela disse.

- Você que não me escapa, não de novo. – Eu disse.

- Não, agora vou até o fim, só quero você. – Ela disse.

- Para de falar um pouquinho, já estou enjoada de ver a sua boca aberta para emitir sons, a sua boca só deveria abrir para me beijar e mais nada, só isso. – Eu disse sorrindo, e me pega pelo colo e me beija mais uma vez.

- Confie em mim, dessa vez eu não te largo. – Ela disse enquanto nos beijávamos.

Notas finais
Espero que gostem.