Notas iniciais
Finalmente sabeão queéa Avery. Aria, Chloe ou Echo?

Cheguei em casa, conversei um pouco com a Tess, fui dormir, deixei a decisão para amanhã, afinal era amanhã o último dia terra.

December, 21th 2012.

Me acordei, sabia que tinha uma decisão importante a tomar, comprei o café da manhã para mim e para Tess, ela estava muito feliz com o recesso de inverno, comprei iogurte de morango para Tess e para mim de baunilha e muffin de chocolate para cada uma de nós. Levei para casa onde comemos e conversamos, Tess me aconselhou a seguir meu coração e ver onde ele me leva. Foi assim:

- Tess, comprei nosso café da manhã. –Eu disse.

- O que você comprou? –Ela disse.

- Iorgurtes e muffins, tem cereal também ali no armário se você quiser, acho que você sabe. – Eu disse.

- Obrigada, vou querer sim. –Ela disse. – Você querer um pouco também? – Perguntou.

- Vou sim. – Falei com um semblante pensante.

- Você ainda não sabe quem escolher? – Perguntou.

- Ainda não. – Respondi.

- Você tem que saber com era mais feliz, qual delas te fazia sentir feliz como as outras não conseguiam, a que não te fazia sofrer do mesmo jeito, ou até fazia, mas conseguia a redenção. – Ela disse.

- Mas se eu tivesse ideia de como fazer isso, eu faria. – Eu disse.

- Simples siga seu coração Bree. – Ela disse.

- Você está certa Tess. – Eu disse.

- É estou. – Ela disse.

- Como você sendo tão novinha consegue ser tão esperta. – Eu disse.

- Não sou tão nova, já tenho 16 anos de idade. – Ela retrucou.

- Mesmo assim é muito nova para essa sabedoria toda. –Eu disse.

- Você só fala isso por que você é minha mãe. –Ela disse.

- Não é só por isso , e eu amo quando você me chama de mãe, filha. – Eu disse isso com lagrimas nos olhos.

- Mas desde a fatalidade é isso que você é. – Ela disse.

- Me dá um abraço. – Eu disse.

- O que você agora Bree? – Perguntou.

- Eu acho que vou dar uma volta de carro espairecer. – Respondi.

- Vai fazer isso para pensar em que escolha fazer? – Questionou.

- Vou sim. – Eu disse.

- Então vai logo. – Ela disse.

- Qualquer coisa me liga, tudo bem? – Perguntei.

- Sim, vai de uma vez Bree. – Ela disse.

- Já volto Tess. – Eu disse.

Então partir com meu carro, sem rumo ou direção, só indo e com os pensamentos nas três, na minha escolha, a que teria que fazer agora, no possível dia do fim do mundo, teria que parar com essa confusão, decidir de uma vez por todas quem era a garota dos meus olhos, com quem eu constituiria uma família, qual das três garotas seria pessoa que acordaria todos os dias do meu lado, era um difícil veredicto, continuei andando e ainda estava muito confusa, já esperava que em tão pouco tempo não escolheria, demoraria mais, porém precisava da resposta, aquela vida de vai-vem entre garotas já tinha me esgotado, dilacerado tudo a em mim, dobrei varias esquina, fiz cruzamentos, voltas e mais voltas, tentando resolver essa situação, tudo que ficava era mais duvida, quando estava por decidir por uma vinha a outra na minha mente, e assim consecutivamente, parecia uma tortura psicológica naquele momento, estava beira de ataque histérico, pois minha era uma explosão de confusões na minha cabeça, via as coisas paisagens e pensava, os pássaros, tudo que havia no redor, olhava para pessoas, em busca de uma solução, estava a procura de um sinal, de algo que poderia me guiar para uma das três, alguma coisa teria que falar escolha essa, por que eu não estava conseguindo. Então, do nada abro meu porta luvas e eis que cai uma foto.

[POV Bree off]

- Agora Riley, finalmente, é a hora da pergunta quem é Avery Hastings? Aria, Chloe ou Echo? – Pergunta Bree.

- A Chloe, a foto era da Chloe, eu acho que era a Chloe. –Responde Riley.

- Vou terminar a história.

[POV Bree on]

- A foto era de Echo. – Sou interrompida nesse momento.

[POV Bree Off]

- Então a Echo é a Avery? –Pergunta Riley.

- Não. –Respondi Bree.

[POV Bree on]

- Eu olhei a foto da Echo, e percebi que nunca eu conseguiria confiar nela cem porcento, depois pensei na Chloe e entendi que eu e ela por mais apaixonda que eramos, não entendíamos, sempre íamos por caminhos diferentes, seguíamos ritmos diferentes, pensei na Aria e vi que todas vezes que terminamos foi por ciúmes, estupidez, bobagem, briguinhas, que nunca foi por motivo que realmente mostrasse uma incompatibilidade em nós duas, era Aria ou Avery, que eu realmente amava. – Eu disse,

[POV Bree off]

- Então Aria é Avery? – Perguntou Riley.

- Sim, ela é Avery, ainda da bem que a Avery não deu a mancada de me chama de “Musa da arquitetura”, senão entregava. –Eu respondi.

- Como se chama a outras duas garotas na realidade? – Perguntou Riley.

- Chloe se chama Summer McKellen, ela agora irá se casar, será daqui alguns meses com a Skye sua Ex-namorada, como e pensei era nós duas que conseguíamos ir para o mesmo lado, logo ela encontrou de novo a Skye, daí as duas reataram e a Summer pediu a mão da Skye, a Echo, nã sei se já ouviu falar dela, mas ela se chama April Fields, acho qe você não sabe quem é. –Bree diz ironicamente.

- Quem ótimo para Chloe, quero dizer Summer, você namorou a celebridade do momento que estourou faz dois meses e seu clipe esta sendo tocado em todas rádios do país, April Fields? –Pergunata Riley.

- Acho que sim. – Bree responde.

- Eu acho ela o máximo. –Diz Riley.

- Eu acho a jornalista, Editora chefe do The Boston Globe, o máximo, aminha linda e amada, Avery Hastings. – Bree diz.

-Eu vi aquele dia na sua troca de olhares. – Diz Riley.

- Eu amo muito ela. – Diz Bree.

- Se nota. – Comenta Riley.

-Deve ser. – Diz Bree meio envergonhada.

- Continua quero saber o que fez depois. – Diz Riley.]

[POV Bree on]

Liguei para minha amada, queria encontr-la o mais rápido possível, ela disse que estva disponível no momento, então poderia me encontrar a qualquer hora, fiquei muito contente, perguntei onde estava, ela respondeu que no seu apartamento, em disse que iria até la. Fu com o sorriso no rosto, sabendo que tinha feito à decisão certa, era ela, na me deu muito nervosismo, frio na barriga, entre outras coisas, pensei como ela reagiria quando soubesse que foi a escolhida, que percebi que o nós duas sentíamos era maior. Então cheguei toquei a campainha dela e:

- Bree pode subir. –Ela disse.

- Vou sim. – Eu disse.

- O que você que falar comigo. – Perguntou. Nesse momento me ajoelho.

- Primeira eu queria desculpas por todas as besteira que fiz antes, depois eu que te falar uma palavras, começo dizendo essa época do ano é uma que nós sempre nos encontramos, acho que essa é nossa época forte, o momento do ano que percebemos o como somos importantes uma para outra, o como não faz sentido vivermos separadas, o natal e ano novo trás isso para nós duas, daqui a oito dias fará exatamente cinco anos que uma jornalista, que precisa de uma matéria, veio bater na porta da sala de uma menina que fazia arquitetura, a garota do jornalismo trabalhava e ainda trabalha no The Boston Globe, já a da arquitetura trabalhava numa empreendedora, eu me lembro que jornalismo te um charme único, um jeito doce, uma voz linda, que encantava a arquiteta, na conversa das duas a arquiteta se sentiu muito honrada, muito feliz, também ela percebeu algo de diferente na jornalista, uma coisa que nenhuma outra jornalista, ou qualquer outra pessoa, sua gentileza e ternura inigualáveis, não conhecia uma menina que se preocupava tanto em não ferir as outas pessoas, alguém tão especial como essa jornalista, elas tiveram um relacionamento, as duas se davam muito bem, e com certeza o amor delas uma pela outra era gigantesco, a jornalista adorava chama a arquiteta de “musa da arquitetura”, na verdade esse apelido foi dado no dia da entrevista, bem mas o relacionamento delas teve idas e vindas, teve outras pessoas que também entraram na vida delas, o que atrapalhou e muito o retorno das duas como casal, ela fizeram escolhas que mudaram elas de direção, entretanto o sentimento delas nunca tinha se apagado, a arquiteta no meio das suas confusões de relacionamento, ficou racionando no que deveria fazer hoje e percebeu que hoje era o dia de tomar a decisão e escolheu ficar com a jornalista, mas não como antes que elas namoravam e tudo terminava, dessa vez era uma decisão definitiva, sem voltas, era algo que tinha que ser feito, a arquiteta então decidiu pedir a mão da jornalista em casamento. Esse pode ser o último dia de nossas vidas, é que estão falando, então se for eu quero passar com você, só com você, com mais ninguém, como você disse ontem sempre fui eu, eu venho te dizer hoje sempre foi você, eu quero ter uma família com você e não com elas, ou qualquer outra, apenas você, eu quero acordar ter você do lado pelo resto da minha vida. ­– Eu disse chorando. ­–Aria. –Ops, foi mal acho que me empolguei na historia. Disse Bree rindo. – Avery Hemsworth Hastings você aceita se casar comigo? – Eu fiz o pedido.

- Claro que sim, me desculpa tudo que eu fiz no passado Bree, eu te amo, você é minha “musa da arquitetura”, quero acordar de manhã e falar ao vento isso, quero dizer todos que tenho você, que você dorme e acorda comigo todos os dias, que nós moramos juntas, quero conversa com você de manhã, perguntar de noite como foi seu trabalho, quero que me pergunte como foi o meu, quero que adotemos uma filha, ela nos chamara de mãe, quero te ajudar no fim da criação da Tess, pois ela uma menina especial para mim, quer te chama de esposa, quero que você me conte seus problemas antes de dormir, que eu farei isso com você. – Ela disse.

- Eu te amo Avery. – Eu disse.

- Eu te amo Bree. – Ela disse.

[POV Bree off]

— Nossa que lindas as duas. – Riley diz.

- Muito obrigada. – Diz Bree.

- Eu estou ansiosa para seu casamento. – Riley diz.

- Eu muito mais, não esqueça que é minha convida de honra, quero você lá nos bancos frente, daqui alguns dias no meu casamento. – Diz Bree.

- Vou estar.

Alguns dias depois...

Bree estava muito nervosa, muito ansiosa, aquele frio na barriga não sai dela, era chegado o dia mais especial de sua vida, seu casamento com Avery, ela estava muito feliz por isso, muito emocionada, não queria chorar no momento, pois já tinha chorado no dia anterior e no mesmo dia, mas daqui a pouco faria a maquiagem, ainda esta fazendo o cabelo, mas sabia que se chorasse não pararia, era muita emoção para conter. Não parava de pensar um minuto no casamento, nas pessoas que estavam, na cerimonia, se tudo estava como planejado, o que aconteceria depois, na vida com Avery, no seu novo lar, na lua-de-mel, nós ótimos dias que passaria com sua esposa, no sim. Estava cada vez perto à hora da cerimonia, ela sabe iria se atrasar um pouco provavelmente, Avery também, mas Bree esperava que Avery se atrasasse menos pois quem seria levada ao altar, seria Bree, foi o que combinaram, não demoraria muito para limosine chegar para leva-la já estava no final de sua preparação depois do cabelo que praticamente, já estava finalizado, só faltava a maquiagem e vestir o vestido, falta pouco tempo do seu casamento. Bree fica preocupada também se atrasado não será demais, se a maquiagem sairá certo, o cabelo, se não acontecera nada com vestido, se a limusine se perder, essas paranoias que algumas noivas tem, enfim, mil ideias iam se passando na cabeça dela naquele momento. Depois de passado algum tempo, já tinha terminado o cabelo, a maquiagem estava pronta e linda, seu vestido impecável, a limusine já estava parada a esperando, Tess já estava nela, nessa hora seu estomago encolheu, era muita ansiedade, o momento estava chegando a limusine ia se dirigindo até o hotel-fazenda onde séria realizado a cerimonia matrimonial, a cada minuto que passa ansiedade aumenta para chegar ao destino, Eis que ela chega:

- Pronta Bree? – Pergunta Tess.

- Pronta. – Diz Bree vendo Avery a aguardando no altar.

- Ainda da para desistir. – Brinca Tess, fazendo uma alusão ao que alguns pais fazem antes de levar a filha até altar.

- Vamos. – Diz Bree após um suspiro, e Tess leva com as aias atrás.

Nessa hora o celebrante faz seu discurso, aquele blá blá blá, se alguém tem aglo contra, ninguém teve e então a pergunta:

- Avery, você aceita Bree Frost Montgomery, como sua legitima esposa, para ama-la, respeita-la, ajuda-la e entende-la, na saúde e na doença, na alegria na tristeza, na pobreza e na riqueza, todos os dias de sua vida, até que a morte as separe. – Diz o cerimonialista.

- Aceito. – Avery responde.

- Bree, você aceita Avery Hemsworth Hastings, como sua legitima esposa, para ama-la, respeita-la, ajuda-la e entende-la, na saúde e na doença, na alegria na tristeza, na pobreza e na riqueza, todos os dias de sua vida, até que a morte as separe. – Diz o cerimonialista.

- Aceito. – Diz Bree.

Ela assinam um documento que os juiz de paz da a elas, o mesmo diz a partir de agora você estão casadas e chamam oficialmente de Bree Frost Montgomery Hastings e Avery Hemsworth Hastings Montgomery.

Notas finais
Gostaram da descoberta quem é Avery. Avery e Bree 4 ever *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.