Amor Ao Cubo
10 Apender.
Notas iniciais
Aprender.
- O que vão fazer com os nossos carros estão parados lá no estacionamento do restaurante? – Ela perguntou muito preocupada.
- Verdade. Vamos lá no restaurante, pagamos um dos manobristas levar nosso carro para casa quando restaurante fechar e voltamos para casa de táxi. –Eu disse. -E agora nós continuamos de onde paramos. – nos olhamos fixamente e nos beijamos.
- Vou ligar para um taxista nos levar para lá, após para o meu apartamento ou seu? – Perguntou ela.
- Para o seu, eu ainda não o conheço. – Eu disse.
Pegamos o taxi que chegou em quinze minutos, voltamos ao restaurante, pagamos sessenta dólares para o manobrista levar os carros, sabíamos que era seguro, pois pegamos os números de seus documentos de habilitação e registro geral, seu nome e além do mais nossos carros tem GPS poderíamos rastreá-lo, avisamos ao dono do restaurante e deixamos com ele chave, e ligamos para nosso síndicos dizendo que se os carros não chegassem lá até as 3 horas da manhã, ou seja, uma depois de fechar o restaurante era para ligar para polícia, era muito risco para ele corre, e depois de todo esse zelo fomos ao seu apartamento e aproveitamos o resto da noite inteira.
Depois daquela linda noite, tivemos vários encontros, nosso namoro seguia seu rumo. Já estávamos agora com seis meses de namoro, a paixão estava estampada em nossos rostos, eu era feliz com ela, e ela era feliz comigo, tínhamos um encontro muito legal para aquela noite, fomos ao Museum of fine arts – Boston, pela primeira vez poderia ir com um namorada nesse lugar, as minha namoradas na juventude preferiam ir ao shopping, naquela época eu também, pelo menos quando acompanhada delas, Echo não gostava muito dessas coisas, e Chloe não teria tempo para ir a um museu. Dessa vez fomos juntas de táxi, duas vezes o mesmo erro nem pensar. Na chegada ela disse:
- Amor sabia que é primeira vez que eu vou neste museu como visitante comum, nas outras vezes fui a trabalho, ou como aluna, desta vez vou sem compromisso parece melhor assim. – Sorriu.
- Eu já vim algumas vezes aqui sem ser como estudante, pelo meu trabalho nunca fui aqui, mas é primeira que venho como namorada, então nós duas estamos tendo experiências novas hoje. – Eu disse sorrindo.
- Aquele quadro é o The Execution of Emperor Maximilian, o quadro do frânces Eduord Manet de 1867. Eles fez três obras dessa série uma delas está aqui e as outras uma está na galeria de Kunsthalle Mannheim, na Alemanha, e a outra foi vendido os fragmentos delas na National Gallery ,em Londres, Inglaterra, o imperador Maximilliam era filho do arquiduque da Áustria Lord Franz Karl e a princesa Sophie da Bavária, Napoleão Bonaparte foi quem teve a ideia de transforma-lo no Imperador do México. Na Áustria, o Imperador Maximillian era um solado naval. – Ela disse com uma sabedoria tamanha que não conseguia nem piscar, enquanto a mesma falava.
- Nossa você sabe bastante sobre este quadro. – Dei um sorriso e ela correspondeu. – Aquele é é o quadro Where Do We Come From? What Are We? Where Are We Going?, do impressionista e também francês Paul Guanguin, foi feita em 1886, depois da pintura o artista prometeu cometer suicídio e revelou que a mesma a deve ser lida da esquerda para direita, com os três grupos figuras que ilustram as questões colocadas no título. As três mulheres com uma criança representa o início da vida, o grupo do meio simboliza a existência diária de idade adulta jovem, e no último grupo, de acordo com o artista, "uma velha morte próxima parece reconciliada e renunciou a seus pensamentos", pelos seus pés, "um pássaro branco estranho representa a futilidade das palavras." O ídolo azul no fundo, aparentemente, representa o que Gauguin diria ser "o Além". – Disse isso indicando cada ponto que ia lhe explicando, ela admirava aquilo. – Guaguin descreve essa como sua obra prima, para ele, nunca tinha feito pintura tão boa, e nem ao menos cogitava a possibilidade de um dia fazer. – Quando eu falo isso ela sorri e nos olhamos.
- Nossa que inspirador tudo isso que ele fala sobre a vida em si como um geral, em um quadro ele resumi todas as nossas passagens. – Ela disse.
- Sim, eu adoro esse quadro, amei também o que me mostrou de Manet, principalmente em conhecer uma parte da história que não fazia ideia, e a minha namorada me contou. – Eu disse. – Eu admiro sua sabedoria.
- E eu admiro seu gosto poético para tudo e seu jeito de ver as coisas, bem se eu fosse te descrever, te descreveria.... – Nessa hora ela me olha e me analisa e, então simplesmente nos beijamos sem querer saber o que seria dito.
Continuamos tour pelo museu, vemos vários quadros e outras obras artísticas durante o passeio, cada uma com uma significado, historia, representatividade e motivação diferente, conversamos muito sobre elas, naquele dia nos apaixonamos mais ainda uma pela outra, foi passeio diviníssimo para o nosso amor, pois nós duas amávamos coisas culturais, foram horas de discussões que terminavam em “ tudo bem você me venceu”, “concordo”, “ me dá mais um beijinho”, no fim da tarde já estávamos cansadas de tantas artes, cerâmica e artefatos egípcios, que há muitos neste museu, já era hora de irmos para casa depois do nosso maravilhosos encontro:
- Amor, já estou desgastada, acho melhor ir para casa agora, descansar um pouquinho ou não sei. – Eu disse.
- Prefiro “não sei”. – Ela disse e nós rimos juntas.
- Não sei é bom. – Rimos de novo. – Eu te amo Aria. – Disse.
- Eu te amo Bree. – Ela disse. – quando chegarmos ao seu apartamento vamos não “seizar” amor? – Sugeriu.
- Com certeza. – Disse rindo. – Estou morrendo de vontade de não “seizar” com você, você é ótima fazendo “não sei”. –Eu disse e caímos na gargalhada.
Aquela foi linda, maravilhosa, nos passamos à noite “não seizando”. E o tempo se passava o que contarei foram três meses após o ocorrido no museu, tivemos umas brigas nessa estagio do nosso relacionamento, mas com todo estávamos felizes, por que desde o começo todos os namoros têm brigas e todos eles também vivem suas fazes piores e melhores, com mais brigas ou menos. Era dia das bruxas, fomos a uma festa de uma das amigas de Aria, ela era muito ligada essa data, então convidava várias amigas para uma grande festa, eu fui de Arlequina , Aria foi de Canário negro, ela me buscou em casa, ela estava linda de Canário Negro, muito sexy e logo a elogiei:
- Aria você ficou muito, mas realmente muito linda, maravilhosa e sensual nessa fantasia de canário negro. – Eu disse.
- E você esta divina nessa fantasia de arlequina, você já é sensualíssima, mas de arlequina “que tesão deus”, a musa arquitetura agora é do mal e trabalha para o coringa, eu realmente quero que essa festa acabe logo. – Ela disse.
- Vamos? –Perguntei.
- Só se for agora. – Ela disse.
Ela abriu a porta para mim, eu entrei e fomos em direção a casa da amiga dela onde teria essa espetacular festa, quando chegamos eu vi que tudo era realmente muito sinistro naquela casa, dava medo só de olhar, aria me convidava para entrar, eu não pensei duas vezes antes de aceitar:
- Que maneiro essa casa. – Eu disse.
- Você não está com medo? – Ela disse.
- Eu?! – Ri muito. — Eu flerto com o perigo, eu brinco com as coisas assustadora, os demônios me temem, não eu a eles, sou destemida, me desculpe amor mas o medo não é uma coisa que conste no meu dicionário. – Eu disse.
- Então me protege minha namorada corajosa e destemida, por que sou uma dama medrosa sem proteção. – Ela disse.
- Protejo. Ninguém vai tocar um dedo em minha dama. – Rimos.
-Ui, minha Cavaleira tem toda força, se cuidem forças do mal. – Rimos mais.
- Nossa, quantas fantasias legais tem aqui. –Eu disse.
- Muitas das meninas por baixo da fantasia são minhas amigas. – Ela disse. – Aquela é Phoebe, lembra vou falar com ela e as outras garotas. Espera um pouquinho ai. – E foi ela até as amigas e fiquei sozinha lá.
- Mas Aria o que farei aqui? – Ela nem sequer ouviu.
Ela ficou lá com as amigas por um tempo considerável, eu estava lá bebendo ponche, admirando os docinhos, ou seja, no momento estava completamente entediada, que até os doces da festa pareciam um ótimo entretenimento, me senti meio mal por estar na festa, via Aria rindo com as amigas e me batia uma profunda tristeza até que ela finalmente me chama para ficar com ela, vem ate mim com um sorriso largo estando no rosto me chamando para apresentar para amigas.
- Gente essa aqui é Bree meu caso. –ME apresento como caso e isso acabou comigo, mas na hora não falei nada só sorri. – Bree essas são minha amigas de quem falei, esqueci o nome, não lembro, não quero nem saber. – Bem não são os nomes delas de verdade, porém é como eu me lembro delas.
- Prazer. – Sorri falsamente.
- Prazer. – As três me responderam.
-Ela é arquiteta, na verdade é musa da arquitetura, vocês vão gostar, quando não estivermos mais juntas. Tenho certeza que você correrão atrás dela “loguinho” sem pensar. – Ela riu da piada que fez. Eu simplesmente fingi um sorriso, simulei gostar, entretanto no fundo estava quebrada. — Como assim quando não estivermos mais juntas, eu me doou e ela me trata assim. – Pensei com meus botões.
- Se uma dessa estiver livre no mercado, eu corro antes que alguma espertinha chegue mais rápido que eu. – disse uma amiga dela e piscou para mim.
- Eu vou no banheiro Aria. –Eu disse.
- Quer que eu vá com você Bree?
- Não. Realmente eu quero ir sozinha. – Eu disse.
Chegando ao banheiro não contive as lagrimas que estavam querendo escorrer dos meus olhos, eu chorei muito, acho que foram poucas vezes que tinha chorado assim antes, minha maquiagem de arlequina estava borrado em meu rosto, estava completa horrível o que me fazia chorar ainda mais, tinha doído profundamente as palavras que ela disse naquela noite, que era para ser mais uma das “ Noite perfeitas de Aria & Bree” se transformou em um pesadelo, Aria batia na porta do banheiro que havia trancando para ninguém me ver, eu então limpei meu rosto e refiz o lápis e o rímel agora de uma forma menos forte , pelo meu pouco tempo e disse:
- Aria eu estou refazendo a maquiagem, não quero que entre agora, por favor. – Eu disse. — Já estou terminando.
- Tudo bem, mas destranque a porta. – Ela disse.
- Legal, vou fazer isso – Destranquei a porta.
- Me encontre lá fora já iremos embora. – Ela disse.
- Tudo bem. – Termino de refazer a maquiagem e vou encontrá-la.
- Vamos? – Pergunta e entra no carro.
- Antes quero conversar um pouco. – Eu disse.
- Eu esperava por isso. – Ela disse. – Eu sei estraguei tudo. Droga, por que eu fui me aparecer para minha amigas. –Ela disse.
- É. Você me magoou muito. –Eu disse.
- Eu imagino. – Ela disse.
- Por que disse que tínhamos só um caso, qual foi a razão de dar as suas amigas esperanças de ficar comigo? E por favor, me diga a razão de ter me humilhado nessa festa, me desprezado? Você não é assim, pelo menos eu achava que não era, e você nunca tinha me demonstrado isso. – Perguntei.
- Não sei. Queria ser descolada para elas, elas não namoram, pegam todas, queria me enturmar. – Ela disse.
- Isso não é desculpa. – Falei chorando.
-Eu estou realmente muito arrependida. – disse ela chorando muito.
- Doeu tanto. – Chorei e não resisti nos beijamos e, foi aquecendo ela realmente ficava demais naquela fantasia de canário negro, nossos corpos não respondiam por si, então aconteceu ali mesmo na traseira do carro dela, deitamos os bancos para abrir mais espaço, mesmo comigo machucada daquele modo.
- Isso não muda nada. – Eu disse depois da nossa relação.
- Eu sei, Eu te amo Bree. – Ela disse.
- Eu te amo Aria. Adeus. – Eu disse me despedindo dela e do nosso relacionamento.
Fale com o autor