Notas iniciais
Antes que me apedrejem, eu estava de férias e não pude avisar então. Voltei amorecos e com um capítulo novíssimo!!! Infelizmente eu não responderei os comentários passados porque... Passou... Entendem? Mas responderei os de agora, prometo!!! Outra: Não me Desbote, um projeto que está em andamento - e já está bem crescidinha - espera pelos reviews de vcs, então se quiserem dar uma olhadinha marota, vão lá. A história vai dar uma paradinha nas investigações e por que? Para deixar vcs felizes!!! Isso mesmo, eu trouxe um capítulo patrocinado. Sim!!! Eu estou vendo vcs fazendo *aquela carinha*. Mr. Catra voltou e trouxe um capítulo maroto pra vcs, esperem que curtam.

Como eu pensara, o fim de semana passou chuvoso e com muitas perguntas sem respostas sobre o crime e esses três meses passados, mas o sol tinha que retornar em algum momento.

Ele veio bem cedo da madrugada, literalmente. Quatro horas da manhã eu ouvi a porta ser quase arrombada. Sai devagar do meu quarto e vi Shikamaru e Kiba praticamente rebocando um corpo que ria sem motivo nenhum. Não se engane: esse é o Naruto bêbado.

Os dois o puxavam pelas pernas e o arrastaram até o meio da sala, deixando-o no tapete e jogaram em cima dele a mochila que Naruto levara. Continuei no alto da escada, sentado no degrau, observando aqueles dois rirem da cara de idiota que Naruto exibia: a boca meio aberta, com um filete de baba escorrendo pelos cantos, os olhos fechados, os cabelos bagunçados e as cicatrizes, da cara dele, como se estivessem se recuperando de cortes, com aquelas feridas meio vermelhas, meio pretas e os risos inconstantes.

Shikamaru tirou do seu bolso um isqueiro e buscou um cigarro que estava em sua orelha, ele levou o cigarro aos lábios, mas hesitou no ato ao ver Naruto mexer a boca como se mastigasse algo muito nojento. Guardou o isqueiro e o cigarro no bolso do casaco de time de universidade e suspirou sorrindo de lado. Era como um pai olhando para um filho.

Kiba abaixou-se e cutucou o rosto de Naruto de modo brincalhão, apesar da cara de repreensão de Shikamaru. Ele continuou com isso até perceber que não acordaria nem incomodaria o loiro, de modo que endireitou sua postura, deu de ombros e enfiou as mãos nos bolsos das calças, com um semblante de indiferença. Mas não se demorou com aquela cara amarrada, e da mesma forma que Shikamaru, ele sorriu, ressaltando os dois desenhos de caninos que havia em seu rosto.

–É o pior chefe do mundo. – Kiba falou dando um sorriso envergonhado – Ele deixa dois caras como nós serem pessoas normais, cometerem infrações de trânsito, fazer amizade com bandidos, usar drogas, beber até cair, pegar umas putas e ainda safar a gente fingindo ser realmente um capitão da polícia. – ele coçou os cabelos. – Odeio esse cara!

Aquele sorriso dizia “O melhor chefe do mundo”.

–Esse é o Naruto, Kiba, o cara já levou bala e bronca por todos nós... Ele faz o que faz e ainda sim, é correto nas intneções. – Shikamaru suspirou e bateu no braço de Kiba – Vamos embora... Eu e você temos folga hoje, mas ele não tem. Daqui a pouco ele acorda e se ver a gente aqui ainda, ele come a nossa folga.

–Tem razão, Shikamaru, vamos logo!

Os dois saíram rapidamente da casa, ouvi a porta ser trancada e através de uma brecha deixada numa janela coberta por cortinas brancas de renda, a chave foi jogada para dentro de casa. Olhei o objeto metálico tintilar até parar perto dos coturnos que Naruto deixara no hall de entrada, abaixo de dois casacos de cores diferentes. O chaveiro era um naruto.

Finalmente levantei-me e desci as escadas sem fazer barulho. Ser gato e estar descalço têm suas vantagens. Peguei o molho de chaves e o observei com alguma atenção: era o mesmo que ele me lançara no meu escritório dentro do Porão. Que coisa mais... Narutesca. Acabei rindo daquilo. Eu deixei as chaves numa mesinha onde ficava o telefone e fui ver em qual estado catatônico deixaram Naruto.

Sentei-me no sofá que estava de frente a ele e observei-o com alguma demora.

Naruto estava de tênis laranjas – por que laranja? – e brancos, calça jeans clara presa por um cinto preto, uma camisa de mangas longas pretas quase cobrindo os próprios dedos e uma jaqueta laranja – por que laranja? – com as mangas dobradas até os cotovelos.

Eu conseguia ver o coldre escondido por dentro da camisa, provavelmente preso na parte traseira do cinto. Isso realmente é um capitão linha dura que trabalha para mim? Caralho, que fundo de poço, que derrota. Deve ter bebido até agora para que Shikamaru e Kiba trouxessem-no daquele jeito rebocado. A ressaca que ele vai sentir vai provocar um mau-humor em massa e provavelmente vai me contagiar.

É melhor eu fazer alguma coisa para evitar. Fui até a cozinha e preparei o conhecido caldo da caridade para os bêbados. Por alguma razão misteriosa, eu sabia preparar essa bebida.

Levei meia hora para fazer. Retornei para a sala e deixei a caneca na mesinha onde estavam as chaves. Fitei o loiro, ele ainda estava ferrado em sono e ressonava baixo.

Naruto estava agora em posição fetal e parecia não se importar com mais nada nessa vida. Por causa disso uma ideia meio ousada me ocorrera ao vê-lo daquele jeito, na verdade eu testaria uma teoria. O quanto bêbado esse babaca está? Será que ele ainda tem os reflexos de alguém que pode me matar a qualquer momento mesmo estando bêbado?

O cabo de sua arma estava bem às vistas. Era diferente da que eu já tinha visto na delegacia, era completamente fosca e preta.

Abaixei-me ao seu lado e fitei-o. Nada, continuava imerso em sonhos de sei lá o quê. Toquei na arma e esperei. Nada. Estiquei ainda mais meus dedos e abarquei o cabo da arma. Naruto se mexeu um pouco, esticando-se de bruços no tapete. Retirei a arma do coldre. Nada ainda.

Só agora eu percebi que outra coisa não mudara do meu sonho para a realidade: a segunda parte que eu mais gosto desse cara continua a mesma. Traseiro de responsa, quadris avantajados e uma cintura deliciosa. Eu sorri de lado, satisfeito com o fato de que ele continuava delicioso e que fora mantido pelas alucinações.

Coloquei a arma sobre o sofá e “flutuei” a mão pelos bolsos traseiros, tentando a apalpar sua bunda. Toquei de leve e fitei sua cabeça. Ele apenas virou o rosto de lado, que estava apoiado em suas mãos cruzadas abaixo do rosto, e eu pude ver seu sorriso bobo babado.

Naruto foi arrastado até aqui e nem se importou, então não sentirá uma rápida avaliação de seus dotes carnais, feita por mim, é claro.

–Vamos conferir uma coisa... – apertei de leve, e ele continuava desmaiado. Puxei a carteira dele, tirando mais um obstáculo do caminho das minhas mãos e coloquei-a perto da minha perna. Transpassei para o outro lado de Naruto, ficando com as pernas dele entre as minhas e apalpei novamente seu traseiro. Arfei sentindo a maciez da sua bunda parcialmente empinada para mim – Uma delícia. Se eu pudesse ver sem esses panos todos...

Ouvi uma risada baixa.

Um arrepio gelado percorreu a minha espinha e me fez fitar devagar o rosto de Naruto. Seu sorriso bobo deu lugar a um sacana e seu olho me fitava com um brilho sagaz. Por puro reflexo, eu afastei minhas mãos de seu traseiro.

–É só desfivelar o cinto... – ele sussurrou com uma voz sexy – A calça é um número maior porque é do Menma... Desce fácil, fácil.

Baixei meus olhos para o local onde antes minhas mãos estavam e, numa crise maluca que se apossou do meu corpo, eu fiz exatamente o que ele me sugerira e Naruto facilitou meus movimentos, empinando um pouco mais seus quadris. Retirei apressadamente o coldre e o coloquei em cima do sofá, ao lado da arma. Eu tenho que me “recarregar” depois de todo esse caos e de saber que meus momentos tórridos foram “surrupiados” pelas drogas.

Tateei a frente de sua calça e achei a fivela do cinto. Soltei o acessório, sorri por as minhas habilidades manuais para despir pessoas ainda serem muito boas, e ao retornar para trás, fui baixando a calça a dele. Fui até devagar, desfrutando de cada centímetro que me era descoberto. Baixei-a até ficar a um dedo de distância da sua bunda.

Eu não acreditei no que eu estava vendo. Uma cueca branca de algodão, tão alva que parecia ter acabado de sair da máquina de lavar. Mordi o lábio inferior, fascinado com aquilo, porque aquela brancura ressaltava o tamanho da bunda dele. Fitei-o novamente.

Ele continuava sorrindo, minimamente, como se me dissesse “Continua.”. Toquei de leve o elástico largo da cueca, sentindo o calor de sua cútis em contato com a ponta dos meus dedos.

Aquele calor era real, com toda a certeza.

Baixei devagar, como que se aquele ato fosse uma preliminar, até a altura das calças, só o suficiente para ver sua bunda perfeita.

Meus olhos foram inundados por aqueles dois músculos torneados e amorenados tatuados por linhas negras suaves que seguiam até a polpa de suas nádegas. Seria a continuação do desenho que eu vi em seu antebraço esquerdo? Não importa, não com uma bunda tão linda assim diante de mim.

Curvei-me e dei um beijo leve em cada lado. Eu tenho que ressaltar que Naruto, contra todas as expectativas que eu estabeleci para aquele momento, tem a pele cheirosa. Nem parece que acabou de vir de uma farra de dois dias direto.

–Sua boca está fria, Sasuke, e gostosa. – ele gemeu baixo, mexendo um pouco a cintura a cada toque meu. Meus beijos deixaram de ser meros toques para serem chupões, mordidas e lambidas intensas, recapturando o gosto da pele dele. – Sasuke... Que fome é essa cara?

–A culpa é sua, seu idiota, por ser tão gostoso... – falei apertando com força o seu traseiro. Eu não iria dizer que eu estava com saudades de algo que acontecera nos meus sonhos.

Naruto arfou e se mexeu devagar, colocando-se de quatro. Ele recostou sua bunda em minha pélvis e foi só nesse momento que eu percebi que meu pau estava duro, reclamando por atenção dentro da minha bermuda preta, que estava ficando apertada. Arfei juntamente com ele, agarrei seus quadris e obriguei-o a rebolar contra a minha pélvis. Fitei aquela parte deliciosa se esfregando em mim e estapeei com vontade cada lado, ficando feliz ao ver as marcas vermelhas das minhas mãos se destacando contra pele.

–Eu pensei que você estava bêbado. – falei enquanto abria a minha bermuda, libertando o meu pênis e encaixando-o entre as duas polpas da bunda dele, sem penetrá-lo, apertando-as em torno de mim. Ouvi-o rir enquanto se curvava para frente, dando mais para mim da sua bunda perfeita e me permitindo ver seu rosto sorridente.

–Eu nunca fico bêbado, Sasuke... – ele lambeu os lábios. Parou de rebolar, afastou um pouco as pernas e começou a subir e descer lentamente, apertando-me deliciosamente. Puta que pariu, outras coisas não mudaram: a capacidade dele de me fazer ver estrelas é a mesma. – Só não mete... – ele sussurrou – Eu tenho que trabalhar daqui a pouco...

Parece que aqui eu ainda sou on top. Concordei, apesar de não gostar nem um pouco da ideia de ficar sem o prato principal. Minhas mãos foram para a sua camisa, para subi-la e aproveitar um pouco das suas costas, mas eu fui impedido por uma de suas mãos. Fiquei sem entender.

–Não... – ele gemeu – Por favor... Não...

Seria por causa das queimaduras que Naruko me falara, provocadas pelo incidente com os raios? Provavelmente ele tinha vergonha da própria pele.

Agarrei impulsivamente seus braços e o puxei para trás, aproximando nossos corpos. Nesse momento eu vi que ele também estava duro e pingando pré-gozo. Nós nos fitamos, ele arfou e sorriu. Naruto puxou de seu bolso, como pode, duas camisinhas masculinas.

Eu entendi claramente o que ele queria fazer. Peguei uma e coloquei em mim mesmo, enquanto Naruto colocava a outra em si. Voltamos àquela fricção deliciosa. Agarrei sua cintura possessivamente, puxei sua camisa para baixo para que eu pudesse ver um pouco da sua clavícula e senti minha boca salivar com a visão suada daquela pele amorenada.

Naruto entrelaçou uma das mãos na minha e com a outra fez aqueles afagos na minha nuca que tanto me faziam ronronar. Não me julguem, eu sou um gato. Mas eu não ronronei, na verdade gemi rouco em seu ouvido e eu notei que ele se arrepiara, se contorcera com o barulho. Sorri lambendo meus lábios, me deliciando em saber que Naruto enlouquece quando gemo rouco em seu ouvido, contraindo suas nádegas e me apertando fortemente.

–Hum! – eu tive que morder meus lábios para não gemer alto – Sua... Irmã... Não vai ouvir? – sussurrei mordiscando e lambendo sua orelha enorme.

Eu vi ele se arrepiar com a minha língua e sorrir.

Língua de gato faz estrago, se é que me entendem.

–Ela tem sono de morte. – ele respondeu lambendo a minha bochecha.

Aumentamos a velocidade da fricção. Fitei sua cintura. Seu pênis negligenciado gritava por um pouco de atenção. Deslizei uma mão até ele e o masturbei na mesma velocidade que eu me esfregava em sua bunda macia.

Incrível, deliciosamente incrível. Era como se realmente estivéssemos transando. Esse cara sabe o que fazer com o corpo para satisfazer alguém. Por um momento eu pensei se ele fazia isso com outra pessoa, com outro homem. Recordei, apesar de não ser o momento para isso, que ele era bissexual, e ele é adulto, com certeza já deve ter se relacionado com outras pessoas. Isso me deixou irritado, me fez investir com mais força contra seu corpo, sem penetrá-lo, e ele aceitou tudo de bom grado.

Sua cauda envolveu uma das minhas coxas e a minha cauda se enroscou em um dos seus pés que estava sobre um dos meus. Nossas pélvis moviam-se em sincronia. Naruto estava de olhos fechados, a boca aberta, arfando e sorrindo, completamente imerso por meus movimentos.

–Já fez isso com outras pessoas? – rosnei em seu ouvido, sorrindo para seus pelos arrepiados e chicoteando sua bunda com a minha cauda.

–Esfregar minha bunda no pau de outro homem? – eu vi sua cara de cafajeste. Ah safado. Ele abriu um sorriso sacana e lambeu meus lábios – Desculpe, sou um cão com dono. – ele arregalou os olhos ainda sorrindo – Com coleira e tudo, patrão.

–Cão com coleira, é? – mordi seu queixo.

Sorri de lado e estapeei sua bunda de novo com uma mão enquanto a outra o fazia sofrer num cinco contra um.

–Você tem dono, é? – jogos de palavras com segundas intensões. São tão divertidos. – Quem é o cara, hein safado?

–E ele é um gato muito ciumento e possessivo. – nos beijamos apressadamente – Certas partes do meu corpo... – ele rebolou lentamente quando disse “corpo” – Só ele toca.

Correção: Naruto sabe exatamente o que fazer para me deixar satisfeito.

Aceleramos.

–Droga, Naruto... – resmunguei – Você é muito gostoso! – eu senti a iminência de um orgasmo de nós dois. Na loucura, vendo sua pele, pouco amorenada ficando vermelha por causa do calor desse ato luxurioso, do seu pescoço, senti minha boca salivar.

Não tive outra opção.

Abocanhei com força aquela pele, sugando-a, mesclando o ato com um beijo, fazendo Naruto soltar a minha nuca e tapar a boca, impedindo que um gemido gutural ecoasse pela casa, mas não impediu que eu o ouvisse e ficasse absurdamente satisfeito com isso. Só larguei o pescoço de Naruto quando finalmente gozamos, enchendo as camisinhas.

Parecia que eu não gozava há anos e só não gritei porque eu estava ocupando minha boca com a pele deliciosa dele.

Fitamo-nos brevemente, nós ofegávamos: os lábios dele estavam inchados, por causa da pressão que Naruto colocara para não gemer alto demais e eu arfava deslizando minhas mãos pela sua cintura, até chegar ao seu traseiro, dando uma com força tapa de cada lado de novo. Cinco dedos de cada, marcando o que é meu. Perfeito, pensei.

Nós rimos da minha atitude e brindamos aquele momento com um beijo tranquilo, enquanto eu voltava a abraçar seu corpo, acariciando sua pele quente. Afaguei seu traseiro, diminuindo a provável ardência que ele poderia estar sentindo.

Outra coisa não mudou: eu só quero beijar a boca desse loiro. Naruto é dono da melhor boca que eu já beijei na minha vida. E eu sou dono dele, então está tudo certo.

Um apito ritmado, como um alarme, tocou, interrompendo os beijos que trocávamos depois que arrumamos nossas roupas, que demos fim as camisinhas e que nos levantamos do tapete, me deixando, como era de se esperar, irritado. Naruto me soltou, mas eu não o soltei. Ele afastou discretamente a manga do seu braço direito, sem me deixar ver sua pele, e fitou o relógio digital. Era o alarme do relógio, mas eu estava pouco me importando.

Aquele momento louco reativara algumas memórias “inesquecíveis” que eu tinha entre mim e Naruto, de modo que eu aproveitei o diferencial de altura para continuar beijando o pescoço exposto e chupá-lo com vontade. Esse loiro é meu, aqui ou em um sonho alucinógeno da minha mente, e eu sou possessivo, vulgo ciumento, em igual proporção. Naruto apenas ria baixo, fazendo seu relógio parar de apitar, para em seguida me abraçar.

–Para com isso, Scarface, desse jeito vão achar que eu estou com lepra. – ele foi se soltando devagar de mim e indo se ver num espelho perto das escadas. – Droga, cara, você me marcou demais...! – ele sussurrou com um sorriso de satisfação incongruente com a fala.

Tipo aquela cara que a gente faz que diz “Era exatamente isso que eu queria que você fizesse”.

Sorri minimamente, nada disse e saí para o meu quarto, passando por Naruto e dando uma “apertada marota” no traseiro dele. Ele me fitou com o rosto um pouco sério, depois abriu um sorriso safado e piscou um olho para mim, enquanto eu subia os degraus. Deitei-me com uma sensação de paz e satisfação tão boa que acabei cochilando na cama, nem ouvi quando Naruto saiu para o trabalho ou quando Naruko acordou e começou a fazer zona pela casa.

Minha missão, por hora, é descobrir quem me dopara e por que fizera isso.

Muitas perguntas, poucas respostas e o traseiro perfeito de Naruto só para mim.

É bom estar acordado.

Notas finais
Quem gostou dá um gritão!!! E esse Sasuke possessivo hein? Quem viu Kyuu-chan seduça mundial?! Muahahahahaha Vejo vcs em breve.