Notas iniciais
Gente, mais de um mês sem atualizar essa fic? Eu mereço uma coça de cinto, eu sei! Me desculpem pela demora, prometo que não vou mais deixar isso acontecer. Espero que gostem do capitulo e passem na minha fanfic Anlipe, quem quiser pede o link nos comentários. Beijão.

Jade
Acordei quase meio dia no dia seguinte, Cobra passaria para me pegar as duas e ele era pontualíssimo, diferente de mim, que estou sempre atrasada. Levantei desesperada da cama e fui em direção ao banheiro para tomar meu banho e fazer minha higiene pessoal. Comi qualquer coisa rápida e voltei ao meu quarto para arrumar minha mala. Duas semanas não eram tempo, mas eu não podia arriscar esquecer nada. Como eu não posso prever o futuro tenho que levar roupas para todas as ocasiões: Calor, frio, praia, restaurante, enfim... Terminei tudo vinte minutos antes do Cobra chegar. Coloquei uma blusa branca, um short de tecido preto, casaquinho e sapatilhas. Fiz uma maquiagem leve e deixei os cabelos naturais caídos sobre os ombros. Cobra chegou na hora marcada e me ajudou a levar as malas para o carro. Sim, era mais de uma. Em pouco tempo chegamos no aeroporto, colocamos nossas malas no local apropriado. Eu estava muito tensa por andar de avião, por ir para um país desconhecido, por essa amizade colorida que ainda nem tinha começado. Sentamos em nossos lugares e logo ouvi anunciar que o avião estava de saída.


– Cobra, posso te contar uma coisa? –ele balançou a cabeça positivamente- Eu nunca andei de avião.
– Mesmo? Eu já andei tantas vezes que perdi a conta. Nas primeiras vezes foi legal, mas depois caiu na rotina. Estou feliz de estar aqui com você.
– Eu também, mas estou morrendo de medo.
– Se quiser pode segurar a minha mão.
Cobra estendeu a mão e eu entrelacei a minha na dele. Ele era um ótimo amigo e eu estava adorando a ideia de passar esse tempo ao lado dele. Foram mais de nove horas dentro do avião e eu não consegui dormir um minuto se quer. Um voo cansativo, eu precisaria do dobro do tempo de viagem para descansar. Cobra e eu pegamos um táxi para nos levarmos do aeroporto até o hotel que ficaríamos. Eu estava cansada demais para prestar atenção nos lugares que a gente passava, mas o pouco que eu via, era lindo. O hotel era lindo, e para completar, ficava de frente para a praia que era mais linda ainda.


– Uau, que é lindo! – eu disse.


Depois de fazer um check-in, subimos para o nosso quarto, pelo jeito que o hotel era, os quartos deveriam ser muito bonitos. Chegamos ao andar onde ficava o nosso quarto e assim que entro, fico impressionada com a beleza que era ainda mais um vista para o mar, tudo tão perfeito. Era uma suíte, mas não uma simples suíte, uma suíte cinco estrelas. Era uma maravilha. Olho para Cobra que estava atrás de mim e abro um sorriso enorme para ele, que corresponde.


– Você está de parabéns, senhor Cobreloa. – digo e bato palmas duas vezes para ele.
– Isso é tudo nosso… então aproveite senhorita. – ele diz sorrindo.
– E como vou aproveitar!


Sorrio e recebo uma risada maliciosa de Cobra como resposta. Ele se aproximou de mim e selou nossos lábios. Sua língua invadiu minha boca rapidamente e começamos um beijo calmo. Era estranho beija-lo, mas era muito bom. Seu beijo era maravilhoso e deixava um gosto de quero mais. Me separei dele quando percebi que ele já estava ficando “animado”.


– Não, não. Sem festinha por hoje! Tudo que nós precisamos agora é descansar e não ficar mais cansados.


Guardamos a mala e descansamos um pouco, ficaríamos uma semana, ou poderíamos até ficar até mais, caso quisermos. Mas acho que sete dias é o tempo suficiente para aproveitar uma boa praia, ótimos luaus e tirar ótimas fotos, já que esse é o objetivo principal.


– Eu estou tão cansado. – ouço Cobra dizer quando sai do banheiro. Olho para trás e estava ele só de toalha. Cobra era bonito e tinha um corpo tentador. Eu não podia negar, não seria nada mal ter aquilo tudo pra mim novamente. Dessa vez sobrea, quero lembrar de cada detalhe.
– Eu preciso de um banho. – digo e levanto da cama. – Vá dormir.


Vou para o banheiro sem nada na mão. Sair só de toalha para provocar é sempre bom. Eu não sabia o que isso fazia, mas dizem que os homens desejam que a toalha caía ou sentem vontade de tirar. Assim que sai do banheiro, estava quase tudo escuro e deparo com o Cobra deitado na cama somente de cueca, dormindo. Ou seja, isso da toalha foi à toa. Vou até onde eu deixei minha mala e abro a procura de algum pijama. Então eu me lembro que eu não tenho pijamas decentes. Já que eu durmo sozinha, não preciso me preocupar com nada, então só tenho langeries com calcinhas finas e camisolas curtas e decotadas. Camisola de “puta” como eu prefiro chamar. Ri dos meus pensamentos. Agradeci porque o Cobra estava dormindo, então não tinha com o que me preocupar. Subi na cama e me enrolei dos pés ao pescoço. Fecho os olhos e espero que o sono venha, mas antes disso, tomo um susto quando o Cobra me abraça por trás e fala no meu ouvido:


– Seu corpo é tão lindo. – e em seguida morde o lóbulo da minha orelha. – Você é tão gostosa. – me arrepiei inteira.