Amizade Colorida

1 Capítulo O1 - Prólogo


Notas iniciais
Oi! Minha primeira fic.. Espero que gostem. Boa leitura!

-- Alícia e Paulo, parem já com essa algazarra! — Minha mãe gritou da sala. Eu e Paulo estávamos numa disputa acirrada no XBOX, jogando Street Fighter, e ele obviamente estava perdendo.

-- Guerra, que vergonha! — debochei — O renomado Paulo Guerra esta perdendo no videogame, e ainda por cima de uma menina!

-- Vai ser assim, né? — ele indagou, passando a mão direita sobre a nuca. Fazendo-me morder o lábio. Ele ficava completamente sexy mexendo nos cabelos. Ainda mais sem camisa. — Então vem cá!

Paulo avançou em mim, que cai de costas no sofá do meu quarto, e quanto ele distribuía cócegas na minha barriga.

-- P-para P-paulo! — eu gritava, debatendo-me em seus braços.

-- Só se você me der um beijo.. — ele disse manhoso, sorri e o enchi de selinhos. Eu e Paulo temos uma espécie de amizade colorida, mas não passava disso, é claro.

-- Você é perfeita, sabia? — Paulo disse, alisando meu rosto com seu polegar, quando paramos de nos beijar.

-- Claro que sabia, baby. — falei convencida, mas era apenas para irrita-lo.

-- Boba. — disse, enquanto me dava outro selinho. Ri pelo nariz.

-- Paulo, Alícia! — minha mãe gritou mais uma vez, atrapalhando nosso 'momento' — A Daniela preparou um lanche!

-- Já vamos! — gritei — Paulo seu doido, coloca uma camisa. Minha mãe vai pensar que você é um maníaco sexual e não deixa mais você vir aqui.

-- Que isso lícita, vai dizer que você não gosta do que vê — ele disse, arqueando os músculos.

-- Eu? Gostar dessa carcaça de mosquito? — comentei. Que? Carcaça de mosquito? Fiquei louca, só pode.

-- Magoei.. — Paulo disse, fingindo estar deprimido. Eu ri. Caminhei até ele iniciei um beijo calmo e lento. Paramos por falta de ar, com as respirações aceleradas.

-- Vem, a dona Verônica vai surtar se não descermos logo — falei, puxando-o assim que pôs sua camisa.

Descemos até a sala de jantar, de mãos dadas. Não era surpresa para ninguém, já que nossos pais e nossos amigos já sabiam das nossas ficadas, e estavam sempre falando para nos namorarmos, mas acho que nem eu e nem o Paulo estamos prontos para um relacionamento sério.

-- Demoraram, hein? — meu pai protestou, malicioso — Sua mãe estava quase tendo um treco.

-- Felipe! — dona Verônica manifestou irritada. Eu e Paulo não aguentamos e acabamos rindo, o que contagiou meus pais também. E assim foi nossa tarde, cheia de risadas, brigas bobas e muito beijos. Mas é claro, que nós temos apenas uma amizade, uma Amizade Colorida.

Notas finais
Espero que tenham gostado, abraços! Acho que amanhã ou hoje posto o próximo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.