Amizade Colorida
28 Tudo Culpa minha!
Notas iniciais
Amores, estou amando todas as reviews! Eu posto e logo chega várias.awn.
Mas quero que TODAS apareçam,em!
hahaha
Bom,vou fazer vocês sofrerem um pouquinho agora. ;/
Pedro Lanza POV
Droga. Eu não estava desistindo dela...Não estava.EU estava tentando protege-la de todos.Chamei por elas algumas vezes e ouvi a porta se fechar. Fui na sala e ela não estava lá...Todos me olhavam com cara de tristeza.
–nós ouvimos
–eu não desisti...nunca desistiria dela.
–então porque terminar,Pedro?
–eu não me perdoaria nunca se acontecesse algo com ela,se alguém a machucasse. Tinha tanta gente atrás dela,querendo machucar ela. Se acontecesse algo com ela, eu não teria mais motivos para viver. Eu sei que ela ta mal,eu to péssimo.Mas ela ta segura,ela ta bem.
–Pe,ta chovendo. Ela não tem carro,está um breu na rua. E ela sozinha.
–eu vou atrás dela,leva-la em casa.
Peguei a chave do carro e sai correndo...Ela já tinha saído do prédio.Fui correndo na rua e a vi. Chamei pelo seu nome mais ela não me ouvia. A chuva estava muito forte,percebi ela saindo da calçada.
–ANNA CLARA,VOLTA PRA CALÇADA.ANNA,PARA AÍ.-ela parecia não me ouvir,eu mal enxegava.Vi um carro vindo em sua direção,ela estava no meio da rua.
–ANNA CLARA-gritei e tentei correr até ela,em vão. O carro a acertou em cheio e fez com que ela voasse longe. Corri até ela que estava caída no chão ,desacordada. O carro fugiu.
–anna,fala comigo,por favor!-pedi e nada.
Peguei ela no colo e fui andando assim com ela para o prédio.
–amor,acorda.Por favor.
Cheguei no porteiro e ele correu para me ajudar.
Coloquei a Anna no sofá da portaria e interfonei para o meu ap.
–Oi-ouvi a voz da minha mãe
–mãe,me ajuda,por favor. A Anna,ela foi atropelada.Ta aqui em baixo desmaiada.Leva ela no hospital,por favor mãe. –falei
–calma,eu to descendo.
Fui no sofá ,ela tinha arranhões no corpo que estavam sangrando.
–amor,acorda por favor. Fala comigo,Anna!
Minha mãe e meu pai apareceram ali.
–Vamos pro meu carro.
Peguei ela no colo de novo e fomos para o carro da minha mãe.Fui atrás com ela. A rua estava quase impossível . Em uma certa parte pegamos transito,tinha neblina ,a chuva muito forte. Estava tudo atrapalhando.Senti a pulsação dela e era fraca. Ela estava muito branca e gelada.
–Anna,acorda.Fala comigo,Anna,por favor. –ela estava em meu colo, encostei minha testa na dela e selei seus lábios.
–não me deixa,por favor.Aguenta mais um pouco,amor. Vai rápido,mãe.Por favor...Ela não vai aguentar!-falei com um fio de voz e um nó na garganta.
–Chegamos!-Senti um alivio ao ouvir isso .
A tirei do carro e minha mãe gritou pedindo ajuda. Logo enfermeiros chegaram com macas e pegaram ela.
–o que houve com ela?0 médico perguntou e foram levando ela e eu acompanhando
–ela foi atropelada
–ta desacordada a quanto tempo?
–20 minutos,no máximo.
–diz que ela vai ficar bem.
–precisamos examinar a paciente.
–Senhor,essa área é restrita.Espere por noticias na sala de espera. –Uma enfermeira falou calma
–como?não,eu tenho que ir com ela .
–Espere um pouco,por favor.Na sala de espera.
Voltei para lá derrotado.
–Pe,precisamos que dê os dados dela!-Minha mãe falou calma.
Falei tudo que precisava e fiquei esperando.
Tudo culpa minha ,tudo culpa minha.
Paul chegou no hospital,Larissa,Pedro,Thomas,Lucas,Elisa e Michelle,que deve ter deixado Maria na minha Tia.
8 horas .E NADA Até agora. Esperando por noticias a 8 horas e nada ainda.
Fui até a recepção novamente
–Olha, a minha namorada já está la dentro a 8 horas,eu preciso ter noticias dela. Não é possível que de 50 médicos que entrem naquela porcaria de porta não saibam de uma paciente. –falei já estressado e Michelle veio ao meu lado,tocou em meu ombro e me mandou ter calma.
–Senhor,vou tentar noticias de sua namorada!-a mulher falou meio assustada.
–Obrigado.
Sentei novamente e logo o médico que atendeu ela estava ali.
–Então Doutor,eu preciso saber da Anna Clara Jones.
–O que você é dela?Eu precisava conversar com um pai,mãe,responsável.
–Eu sou namorado dela.
–Eu sou o tio,responsável por ela. –Paul falou ao meu lado
–Pode vir até minha sala,por favor?-Ele pediu ao Paul.
–Me deixa ir,por favor.
–Deixa ele ir comigo!-Paul pediu e o médico assentiu e fomos até sua sala.
–Bom,meu nome é Afonso Mendonça .
–Eu sou o Paul e esse é o Pedro.Doutor,como a minha sobrinha está?
–O caso é delicado. A paciente fraturou o braço esquerdo e tivemos que engessar . Mas a paciente teve lesões graves na cabeça,passou por uma serie de exames e...não tem uma forma mais fácil de falar isso,ela esta em coma.
Senti meu mundo desabando,desmoronando.Senti uma parte de mim ser tirada.
–Mas é pra sempre?-Paul perguntou atento
–Não sabemos! Ela pode acordar em poucos dias,em semanas,meses,anos...E pode também não acordar!
–Eu preciso de ar-fale já saindo da sala e indo para fora do hospital.Passei pela sala de espera e todos me chamaram.Sentei na calçada e fiquei tentando assimilar tudo que estava acontecendo. Não,a minha pequena tem que acordar.Ela PRECISA acordar.
–Filho,o que houve?-Minha mãe perguntou aflita,percebi que eu chorava.
–Ela está em coma,mãe.
A expressão da minha mãe foi surpresa e lágrimas já se formaram em seus olhos.
Depois de um tempo,voltei la para dentro.Todos sabiam da noticia ,vieram falar comigo e estavam me dando força.
–Querem ver a paciente?-Afonso perguntou e levantei rápido
–pode?agora?me deixa,ir. Por favor.
–Vai de dois em dois. Ela esta na UTI .
Eu e Paul fomos ,tivemos que colocar roupas cirúrgicas para entrar.
Anna estava com arranhões pelo braço e alguns no rosto. Um tubo em seu nariz e sua boca. O braço esquerdo engessado. Me doeu tanto ve-la assim.
–ei chatinha,tem que melhorar logo,po!-Paul disse se segurando para não chorar. –Quem vai cozinhar pra mim,em?-ele disse divertido segurando a mão dela. –Eu vou conversar com a sua mãe,e falar que você vai ficar bem. Mais tarde eu volto, e espero te ver acordada!-ele disse beijando a mão dela-vou te deixar sozinho com ela.
Assenti com a cabeça e fui para perto da cama...Ela estava tão frágil!
Notas finais
Nosso Pedrinho vai sofrer,em ;/
Quero reviews aqui e vou postar outro!!
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