Notas iniciais
Caros leitores,espero que sejam muitos rsrs,esta é minha primeira história,e estou no primeiro capítulo.Conto com a opinião de voces para que,eu possa torná-la melhor.

Crucifeceé

Nossa história começa,num pequeno vilarejo,chamado Crufeceé,um lugar tranquilo,que fica ao leste de Plantér. Os crucifeceenses,são em sua maioria agricultores,que vivem do que produzem na lavoura, e que caçam,em uma floresta das redondezas, para complementar a alimentação.

A população de Crucifeceé,estava aumentando e muitos dos jovens,já estavam próximos de completar dezenove verões,que é a idade ideal para serem recrutados para o exército real.Esta situação estava causando muita aflição aos mais velhos,afinal,todos temiam,que seus filhos e netos,fossem recrutados para servir ao Lord Chausliodus.

A noite, mais precisamente na hora do jantar, ele com o ar pesado, disse:

—Jacius, você sabe que já está ficando velho, e, logo os comandados de Chauslidús, estarão aqui para lhe levar.

As palavras de sua mãe irritaram a Jacius, que respondeu:

—Ahhh!!! Fodam-se eles!

—Me respeita seu filho de uma puta!!Gritou Maria,muito irritada.

—Então, a senhora é uma puta?Confesso que dessa vez me surpreendeu!Respondeu Jacius.

Mal ele terminou de falar, e sua mãe o estapeou no rosto, gritando:

—COMO OUSA?

—Mas foi à senhora que disse. Respondeu o garoto.

—Não sei por que eu não te mato, FILHO DA PESTE!Gritou Maria, que já estava vermelha de raiva.

—Tá vendo?A senhora que está dizendo!Disse jacius, também irritado.

Neste momento, entrou na casa, um homem gordo segurando uma jarra de vinho. Era Lianus,irmão mais velho de Jacius.

Ao ver a discussão, Lianus reclamou:

—Parem com isso!Eu bebo, e vocês brigam!Tomem um pouco de vinho ou cerveja para relaxar!

—O poderoso Lord Lianus, o bêbado, acaba de se pronunciar!Disse Jacius em tom de zombaria.

—Ora pirralho!!Gritou Lianus, enquanto corria ao encontro de Jacius para lhe dar bofetadas.

A confusão estava armada, e tudo indicava que não iria se encerrar até que o dia chegasse, até que se ouviram gritos. Maria então,correu para fora,a fim de averiguar o que estava a acontecer. Lianus e Jacius pegaram suas armas e foram atrás de sua mãe.

Chegando ao local de onde viam os gritos, perceberam que algo muito ruim estava acontecendo. Alguns homens da guarnição de Arejer,uma cidade perto dali,haviam chegado a vila,para levar jovens com idade ideal,para serem recrutados.Como já é de se esperar ,ninguém queria servir no exército do rei,porém em Plantér,tanto o primogênito como o terceiro filho de um homem,devem servir ao exército do rei por no mínimo dez anos,mesmo que para isso,precisem ser levados de suas casas,por bem ou por mal.

O comandante da guarnição,um homem de pouca estatura e cabelos grisalhos,era um velho conhecido de Maria,e ao vê-la,ele riu e disse:

-Ora!Se não é Maria,Disse o oficial com ar de ironia.

-Ocanthus!O que faz aqui?Respondeu Maria,em tom de preocupação.

Nisso Jacius e Lianus,chegaram para junto de sua mãe,e o primeiro perguntou:

-Quem é o homem de armadura?

-Um velho conhecido de sua mãe garoto.Disse Ocanthus em tom de zombaria.Estes dois... São seus filhos Maria?Não me lembro do mais novo.

-Não ouse se aproximar de Jacius,seu miserável.Disse Maria,com ar de medo.

-Então o comandante, se aproximou de Maria,dizendo:

-Vejo que continua arisca,e o melhor,ainda tem um belo rabo.Disse Ocanthus,enquanto tentava agarrar Maria,porém antes que ele pudesse fazer isso,Jacius encostou uma faca no pescoço do oficial,dizendo:

-Seus homens podem até me matar,mas se encostar em minha mãe,te darei uma passagem só de ida para o inferno,velho.

Então os soldados sacaram suas armas incluindo arcos e bestas. Nisso Lianus interveio,dizendo:

-Calma meus amigos,sei que estão aqui apenas para fazerem o melhor para o reino.Jacius mostre respeito pelo lorde comandante!E quanto ao senhor mi lord,peço que perdoe meu irmão mais novo,ele é muito jovem,tem muita energia pra gastar,acabou se excedendo.

Nisso jacius jogou fora a faca,e se afastou do oficial,que disse:

—Bom ao menos um nessa vila possui um pouco de bom censo.

—Obrigado mi lorde.

—E quanto a você,seu pirralho insolente,o que você fez é punível com a morte.Disse o comandante a Jacius.

—Mi lord peço perdão,por meu irmão é que ele é muito jovem,nunca tinha visto um soldado da força real,creio que achou que se tratavam de ladrões.Não é,Jacius?Disse Lianus,enquanto olhava para seu irmão.

—Sim,sim,mi lord peço perdão,achei que se tratava de ladrões,e alem do mais,não sabia que mi lorde conhecia minha mãe.Respondeu Jacius.

—Mi lorde,o sonho de meu irmão é servir ao exército real,e ele já está perto de completar dezenove verões.Mi lord,sei que o que meu irmão fez é muito grave, mas perdoe-o,afinal ele não recebeu educação adequada de nosso pais,afinal não teve pai,minha mãe é camponesa, e eu ,como pode ver sou apenas um gordo e bêbado mi lorde.Creio que no exército real,ele terá a chance de se tornar um homem respeitável.Disse Lianus.

—Enquanto isso,Jacius estava sem entender a situação,porém confiava na capacidade que seu irmão tinha,para lidar com pessoas arrogantes.Ao ouvir,as palavras de Lianus, Ocanthus ficou lisongeado,e começou a imaginar as técnicas de tortura, que usaria em Jacius quando este fosse recrutado.

—Bom,suas palavras me agradam bêbado.Disse Ocanthus,e depois de um longo suspiro,continuou:

—Bom garoto,você cometeu uma falta gravíssima,mas pelas palavras de seu irmão,e pelo apreço que tenho por sua mãe,irei te deixar viver, e melhor eu mesmo o treinarei.Em quantas luas* completa,dezenove verões?

—Jacius,que já havia percebido a intenção das palavras de seu irmão,pensou consigo mesmo”Lianus é mesmo um gênio conseguiu salvar minha vida.Porém ainda faltam seis luas para completar dezenove verões,isso é muito,já sei.

—Tres luas,mi lord,só preciso ajudar meu irmão e minha mãe a terminar o plantio da lavoura,e irei me apresentar na guarnição de Arejer.Respondeu Jacius.

E continuando,ele falou:

—Não existe maior honra que servir ao rei,mi lorde,mas creio alguns dos que residem próximo daqui são covardes,e já devem saber de sua presença,se me permite dizer,sugiro que se apresse em sua nobre missão.

—O que?Ousa me dizer o que fazer infeliz!Disse Ocanthus enquanto esmurrou o rosto de Jacius.

Neste momento,um dos segundos comandantes,interrompeu,dizendo:

—Ocanthus,não perca deu tempo com esse verme,vamos ele está certo,sabe que temos que apresentar ao exercito cinquenta jovens,e só conseguimos cinco até agora.

—Está certo!Concordou o comandante da guarnição.

Então ele se aproximou de Maria.

—Mais uma vez,você escapou de mim,mas na próxima você verá,disse ele enquanto agarrava as nádegas de Maria,e depois disso se retirou da vila,levando consigo seus homens e dois garotos da vila.

Vivia em Crucifeceé,uma mulher de nome Maria,que assim como muitas mães do reino,estava aflita,pois seu filho Jacius,já estava próximo de completar a idade ideal para ser recrutado.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.