Notas iniciais
Oie! Minha primeira história aqui no Nyah... ! Ebaa! Bem, não tenho muito o que falar, mas já vou avisando que dedico esse livro para a minha prima, Rai-chan. Ly Espero que gostem e nos vemos no próximo capítulo.

Segurando a espada.

Balançando para cima.

Apunhalar.

Com simples movimentos, ele arrancava um braço daquele miserável demônio, mas sua mente estava ligeiramente distraída. Porém, respiração, tempo, velocidade, deslocamento do peso corporal, todos eles devem ser perfeitamente controlados a partir do inicio, transmitindo o poder oculto da pesada lâmina da espada para finca-la no centro da besta, produzindo um som agradável, claro, de alta-frequência. Enquanto flocos debatiam-se entre si para ver qual chegava no chão primeiro.

A morte é inesperada.
É rápida.
É impiedosa.

O horizonte não demonstrava qualquer tipo de vida, era neve, somente neve. Ele olhou para cima à procura de algo branco que não seja um floco de neve enquanto esperava o som do demônio encontrar com o chão fofo. Com poucas memórias, já lembrara do barulho da palha de um boneco feito com tal para ele brincar de espada, feita com madeira; Em uma fazenda, dentro de um grande armazém.

— O que está fazendo? — A voz manhosa e carinhosa da moça de finos lábios, cabelo negro e pele palida disse calorosa ao menino que brincava.

— Derrotando um demônio — Diz confiante com sua brincadeira.

— Huh... E esse demônio, como ele é? — Pergunta entrando na brincadeira.
O menino demora pra responder.

— Ele... — O mesmo encara o espantalho a procura de respostas — Ele...

— Ele é mau? — A mãe ri.
Novamente ele precisava de respostas, mas percebeu que não as conseguiria encarando o espantalho. Voltou-se a mãe. E disse:

— Eu ainda não descobri.

— Então por que coloca tanto ódio ao fincar essa espada no demônio? — Perguntou carinhosa, sem tirar seu charme.

— Eu não sei.

Então... Por que?

— Zeref, Lembra quando eu e você íamos no rio comer alguma coisa? — A mãe perguntou ao filho que afirmou com a cabeça — Que tal voltarmos lá qualquer dia desses?

— Mãe.

— Huh?

Tá frio... Alguém me ajuda?

— Eu te amo — Fala o garoto como se fosse sua ultima vez com a mãe.

Notas finais
E ai? Curtiram? Me avisa nos comentários o que falta por e o que vocês acham que vai acontecer, sei lá, só tentando me aproximar... =.=;;
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.