Gritos.

Djaniro eletrocutado na cadeira elétrica da presidência M.M.

Malvina Mortágua, altiva e implacável, torturava o assistente.

— Perdão... As pe-peles atrasaram...

– Não me interessa sua INCOMPETÊNCIA!!! — Malvina arranhou o rosto dele. — Não basta o deputado me damejar por dinheiro?

Após a tortura, Malvina pediu cigarro. Djaniro, trêmulo, acendeu e botou na piteira.

— E co-como foi em Bangkok?

— Meu vestido é de teia de aranha. E a pele... ah! Meu tigrinho. Tudo produzido por escravas tailandesas.

— Coitadas.

— Sua bicha incompetente e sentimental. SAIA E VÁ BUSCAR MINHA ÁGUA GASEIFICADA!!!

Djaniro foi jogado para fora do escritório. Clima tenso.