Niúe era uma onça pintada muito enérgica. Quando os outros tratadores entravam no seu espaço, não parava quieta. Pulava na água, corria, subia na árvore, brincava com a bacia da carne, entrava no algar artificial e assustava a maioria. No entanto, o seu comportamento mudava quando Taninha entrava no recinto. Virava praticamente um gatinho.

A felina também fazia amizade com uma jaguatirica e com uma onça parda. Todas resgatadas e sem condições de voltarem para a selva. Eram os xodós da família Cruzeiro do Sul.

Mas os dias de felicidades estavam contados. Abidoral ganhou força para tirar Niúe do zoológico.