Notas iniciais
Boa leitura amores!! e obrigada a quem comentou! ate as notas finais

Cap 5

P.O.V. AMERICA EVANS POTTER

Acordei com muito cansada. Eu já havia tido esse sonho. E acordei exatamente assim. Cansada.

– Meri, você esta bem? – Harry me perguntou assim que acordei.

– Melhor agora. Quanto tempo eu apaguei?

– 10 horas. Nós falamos com o diretor e ele disse que é comum acontecer isso com pessoas como você. Mas nós não entendemos o que ele quis dizer. Você sabe? – isa me falou.

– Não. Não faço a menor ideia. – falei com medo com o que poderia ser.

– Faz assim, quando você estiver mais disposta você vai falar com ele, que tal?- Hermione sugeriu.

– Acho melhor você descansar. Tem gente querendo falar com a senhorita, senhorita Potter. – isa disse fazendo uma cara maliciosa.

– Fica quieta Starck! – falei rindo. Ai essa menina...

– Não ta falndo do cara de doninha ne? – Harry perguntou um pouco bravo.

– Ai céus! AMERICA! VOCE TA SAINDO COM AQUELE CRETINO?! – Hermione brigou comigo.

– AMERICA! VOCE NÃO PODE FAZER ISSO! NÃO PODE! – Rony berrou muito bravo.

– gente, ele é só um colega. Nem somos amigos ta? Se acalmem, por favor.- falei. Conversamos mais um pouco e então sai da enfermaria e fui para a sala do diretor. Cheguei la e ele esta indo para a sua sala.

– Professor! Poderia falar com o senhor um minutinho? – perguntou recuperando o folego que havia perdido na corrida ate a sala do professor.

– Claro, senhorita Potter. – ele disse com um sorriso no rosto.

Quando chegamos em sua sala, fiquei maravilhada com o que vi. Era uma sala realmente maravilhosa cheia de bugigangas incríveis que eu não sabia o que eram, mas era incríveis.

– professor, as meninas e o meu irmão e rony disseram que o senhor sabia porque eu tive esse sonho.. novamente. O senhor poderia me explicar ele? – perguntei atropelando umas silabas, mas tentando não parecer nervosa.

– Senhorita Potter... – interrompi ele.

– Me chame de America ,professor. Pode me chamar de Meri se prefeir. – falei sorrinso fraco.

– Claro, Meri. Então, eu tenho aqui lembranças. Gostaria de velas? – ele perguntou pegando um vidrinho com algumas lembranças.

– claro que quero. Posso? – perguntei assim que ele colocou as lembranças na pensadeira.

– quando estiver pronta. – ele disse de um jeito encorajador.

Coloquei a cabeça na pensadeira e comecei a ver as lembranças. Pelo jeito era de minha mae.

“uma garota ruiva, como eu, estava andando pelos corredores de Hogwarts em direção à torre da Grifinoria. Mas no meio do caminho, uma garota loira parou ela.

– Evans, onde pensa que vai? –a loira falou com uma voz enjoada, e pelo uniforme era da sonserina.

– indo para meu dormitório. Com licença. — sim, era minha mae.

– Não. Você vai pagar caro por ter tirado James de mim. Muito caro. – a garota disse e tirou do bolso sua varinha. Minha mae não consegui pegar a dela na mesma velocidade e foi jogada longe e desarmada pelo Expelliarmus que a loira falou. – Por ter tirado ele de mim, sua filha sera amaldiçoada. Não terá sorte no amor. Irá só se prejudicar com ele. E será assim até que eu morra. – a garota falou e lançou mais um feitiço. Pelo jeito a maldição que me atingia nesses meus 15 anos.

Não aguentei e comecei a chorar. Isso explicava tudo. Todo o meu azar no amor. Não só agora. Mas no passado também. De repente a lembrança mudou e eu estava numa casa. Numa linda casa por sinal. Então escutei choros. De duas crianças. Entrei na casa e deparei comigo, meu irmão e meus pais num quarto. Lindo, com uma cama de casal bem grande, e eu e meu irmão deitados no meio da cama.

– Por que isso justo comigo? Eu deveria ter sido amaldiçoada! Não ela... Minha filha, eu sinto muito, muito, muito mesmo. Você não merecia isso. – minha mãe falou me pegando no colo com lagrimas nos olhos. Muitas lagrimas. Eu também estava. Minha mãe se culpava por algo que uma imbecil não havia aceitado. Que não era tão boa quanto minha mãe.

Tentei abraça-la mas eu era como um fantasma naquele lugar. Mas meu pai não. E ele sabia o que fazer. Ele pegou Harry no colo e com um dos braços livres abraçou minha mãe de lado e depositou um beijo na testa de todos ali. Na minha, na de Harry e na de Lilian Evans Potter. A mulher que tenho orgulho de dizer que salvou minha vida dando a sua em troca. Eu amo muito ela, mesmo não podendo abraça-la do jeito que ela me abraçou um dia. Então meu pai falou:

– Não se preocupe meu amor, essa princesa que está no seu colo terá um belo conto de princesa bruxa. Ela conseguirá passar por cima de tudo que a fizer triste. Ela vai conseguir. E se precisar, nós estaremos la com ela, no fundo do coração dela. E Harry irá proteger ela. Nós também iremos proteger ela, mesmo não estando em carne e osso, mesmo não estando aqui na terra. Estaremos sempre com eles meu amor. Sempre.

Minha mãe não disse nada. Apenas assentiu e os dois sentaram na cama juntos com eu e meu irmão em seus colos. De repente a lembrança muda novamente. Agora minha mãe esta com Harry no colo e meu pai comigo. Estamos na sala do diretor Dumbledore e minha mãe esta com um vidrinho com lembranças. Talvez seja essa que acabei de ver.

– Professor, o senhor sabe o que deve fazer com elas. E sabe também o momento em qual deve mostrar isto a America. Por favor, não deixe ela sofrer. Ajude-a. o senhor sabe que em poucos dias não estaremos mais aqui com ela e com Harry. Por favor, me prometa isso. – minha mae falava tentando não chorar. E meu pai a abraçava de lado com a mao que estava livre.

– Farei tudo que puder, e Severus também fara o possível. – de repente a porta da sala do diretor é aberta, e meu padrinho, Remo Lupin, o padrinho de Harry, Sirius Black e o nosso padrinho em comum, Severus Snape, entram na sala.

– Professor, prometa que ira nos ajudar a cuidar das crianças. – dindo Lupin disse.

– Todos nós faremos tudo que conseguirmos. Mas a vida de America esta traçada. Ate ela descobrir ela sofrera. Vocês não sabem? – o professor Dumbledore falou com uma voz de tristeza.

– Como assim professor? – meu pai perguntou.

– Vejam vocês mesmo. – ele disse e a lembrança acabou.”

Quando sai da lembrança haviam muitas lagrimas em meus olhos. Então eles sabiam de tudo e não evitaram nada do que aconteceu.

– Professor, o senhor não fez nada quando eu sofri! Por que você não evitou que eu sofresse? Por que? – falei chorando muito. Não conseguia mais evitar as lagrimas em meus olhos. Elas pareciam tem vida própria e rolavam sem eu permiti-las a fazerem isso. Não gostava de chorar na frente dos outros. Eu me sentia fraca. E eu não gostava nem um pouco de ser fraca, pois sabia exatamente o que aconteceria depois. Eu iria me rebelar de novo. Iria ser fria novamente.

– eu não podia fazer nada America. Quando uma maldição como a sua é feita não há o que se possa fazer. A não ser, deixar que ela sofra uma vez a maldição. Então sim, ela pode sser interferida.

Professor Dumbledore me disse que depois que a pessoa amaldiçoada sofresse uma vez a maldição, quando ela começasse a sofrer uma segunda vez, a maldição poderia ser interferida. E se for interferida antes de sofrer, a pessoa amaldiçoada sofreria ate seus últimos segundos na terra. Aquilo mexeu comigo. Assim que sai da sala do diretor comecei a andar sem rumo pelos corredores de Hogwarts. Quando vi, estava na sala de Snape. Não pensei duas vezes e bati na porta.

P.O.V DRACO MALFOY

Nessas horas em que America não deu as caras, me senti triste, deprimido. Então numa das aulas chatas que eu não prestava atenção cheguei a uma conclusão. America me fazia bem. Ela me deixava feliz. Ela me incentivava a estudar. Ela me incentivava a respirar.

– Draquinhoooo – a voz de Pansy quase me fez vomitar. Só não vomitei por educação. Mas falar em educação, acho que esqueci a minha embaixo da cama hoje.

–NÃO ME CHAME ASSIM NUNCA MAIS GAROTA! ESCUTOU BEM? NUNCA MAIS. MELHOR, NÃO FALA MAIS COMIGO. NÃO QUERO OUVIR SUA VOZ NUNCA MAIS. NUNCA ENTENDEU? – respirei fundo e olhei pela primeira vez em seu rosto, com olhos cheios de lagrimas. – Passar bem, Parkinson.

– A Potter me paga. E vai pagar muito caro. – foi a única coisa que ouvi antes de sair e ir para meu dormitório. O lugar em que não sai ate a hora da minha ronda.

Notas finais
Gostaram? sim? comentem. não? comentem também! pode copiar e colar "gostei, continua" ou "não gostei, melhora isso...(sua sugestão)..." para as que comentaram: muito obrigada! para os que não comentaram: o dedo não cai não ta? pode comentar. para quem leu e não tem conta: obrigada por lerem! espero que tenham gostado! obrigada por lerem, e não esqueçam de comentar o dedo não cai! gente, talvez não poste amanha pois sexta tenho duas provas e tenho que estudar, mas provavelmente ate sexta de noite postarei o capitulo 6... beijinhos, ate o próximo!