Ameno.

12 Rachel Berry.


Notas iniciais
Opa. Porque a autora está postando o capítulo agora? As seis da manhã? Então. Eu meio perdi uma aposta. No Dragon City. Sim, tem como apostar no Dragon City. Explicação: Eu e minha namorada estávamos por ligação e o Cinema dos Dragões estão com uma promoção que está dando SOMENTE joias ao ver os trailer (normalmente, da joia, comida e ouro) e não estava aparecendo vídeo para mim e a gente começou a brincar "Se aparecer vídeo agora, você faz isso..." deve nudes ~aquela carinha~, até Girl Of My Dreams entrou na brincadeira (minha fanfic Pipeyna - Percy Jackson), do tipo, se aparecer vídeo agora você posta todos escrito que escreveu até agora SEM betar de Girl Of My Dreams Sorry, shipper Pipeyna, não foi dessa vez. Azar deles, porque ela disse "Se aparecer vídeo aagora, você posta todos os capítulos de Ameno" e apareceu... Para não ficar chato, eu irei programar para postar ao longo do dia (No spirit e wattpad, eu irei postar todos os capítulo amanhã - sábado), e sendo o ultimo capitulo postando os onze e meia (horário que chego da faculdade e tal).

Capítulo 12 – Rachel Berry – 48 horas antes de sua morte.

Eu acordei com o sol batendo em meu rosto, Quinn ainda dormia sob mim, fiquei a olhando sorrindo feito uma idiota. E, na minha cabeça, eu já imaginava nossos filhos.

Meu plano era ir para NYADA, Quinn iria cursar fotografia e a gente iria morar juntas, ela não iria depender dos pais nem que eu me matasse de trabalhar. A gente iria terminar a faculdade e ela iria abrir uma galeria e eu iria me aventurar na Broadway. Depois de alguns anos, a gente iria casar e ter filhos.

Uma vida perfeita, nada podia nos atrapalhar. Éramos amor verdadeiro. E ele sempre vence no final. Nem o pai de Quinn iria atrapalhar, e nem ninguém.

Bom, foi isso que pensei porque o celular da Quinn tocou, ela estava dormindo e parecia um crime acordá-la.

Peguei o celular dela, era uma mensagem, desbloqueie a tela, era uma mensagem de seu pai.

Russel: Eu andei conversando com alguns amigos. Um deles tem uma filha que está fazendo medicina na YALE também e está procurando uma colega de quarto, ela mora perto. Se não quiser morar no dormitório, essa é uma das opções.

Russel, pai de uma futura advogada.

Sai da cama olhando aquela mensagem. Quinn tinha passado na YALE e não me contou. Foi um balde de água fria. Como se aquela mensagem tivesse destruído meu sonho. Totalmente.

Comecei a chorar e sai do quarto. Eu precisava ficar sozinha. Peguei meu celular e liguei para Finn, não demorou muito para ele atender.

“Fala, Rachel, tudo bem?”

“Era isso, né? O pai da Quinn te chamou para falar sobre a YALE?”

Deve um breve silencio na linha. “Ela te contou, então...”

Era verdade. Ela tinha passando na YALE. “Quando ela ficou sabendo?”

“Ele contou que a carta chegou, hã, na quinta.”, desliguei o telefone.

E chorei. Muito. Depois de um tempo, ouvi barulho do meu quarto. Fui até ele, Quinn tinha acordado.

Ela sorriu para mim, mas o sorriso logo morreu quando me viu, meus olhos estavam vermelhos e antes que perguntasse que tinha acontecido algo. “Seu papai mandou uma mensagem para você.”, e joguei o celular para ela.

Ela pegou o celular quase deixando ele cair e mexeu nele e puder notar quando ela leu a mensagem. “Rachel, eu posso explicar-”

“Quando iria me contar?”, ela abriu a boca, mas não falou nada. “Você não iria! Meu Deus! Como pude ser tão burra assim?”

“Olha, Rachel, aconteceu, ok? Eu não tive culpa. E eu não posso mudar isso.”

“Só, só sai da minha casa, Fabray.”

“Amor, eu-”

“Saia!”, gritei.

E ela pegou as coisas delas e saiu, sem falar nenhuma palavra.

.

Eu sai correndo, eu precisava fugir. De Quinn. Kitty. Finn. E do Harry. Eu fui para o terraço do aparamento de Quinn, eu tinha...

“Para onde vai fugir, Berry?”, Quinn apareceu do meu lado. “Não pode fugir para sempre. Meu irmão vai te achar, cedo ou tarde.”

“Eu não estou pronta ainda, inferno!”, continuei a correr.

Jude surgiu do meu lado também. “Se você consegui-”

“Eu vou. Eu preciso.”

“Mande um oi para Beth por mim, e diga que logo eu estarei em casa.”, encarrei ele confusa. “Beth não é a única nessa história, se ela não existir...”

“Você é filho dela!”, afirmei.

“Não.”, ele disse revirando os olhos. “Eu sou o irmão mais novo dela.”

“Irmão? Mas isso quer dizer que você é igual ela, ela não é única.”

“Ela existe. Eu ainda não existo. Por enquanto, eu não existo, então, ela é única. Continue a correr, Berry. Eu e a Quinn iremos atrasar o Harry o máximo que conseguirmos.”

Ele ficou para trás e eu cheguei no terraço, para onde eu vou? Eu estava cansada e sem ideias.

Senti alguém me observar, vi uma loira de longe, dei um passo até ela, mas uma luz surgiu atrás de mim. Eu me virei. Ela era linda, transmitia paz.

Eu estava hipnotizada por ela. “Rachel!”, ouvi alguém me chamar. “Rachel!!”, me virei, era Quinn, estava descabelada e suando. “Eu te encontrei.”, e ela sorriu.

.

Lucy Quinn Fabray.

.

Rachel tinha aparecido. Eu a vi. Não só eu. Todos. Eu não estava ficando louca. Era Rachel Berry.

Quando ela sumiu, eu corri até Kitty. “Você viu? Era a Rachel, certo?”

“Ela está partindo, Quinn. A luz, ela está perto. Rachel precisa de tempo.”

“Tempo do quê?”

Antes que Kitty pudesse me responder, alguém me puxou. Santana. “Fabray, o que diabos foi aquilo que acabei de ver?”

Eu não tinha tempo para lidar com Santana, todos estavam agitados. Eu afastei Santana e comecei a procurar por Rachel, corri por toda Broadway ignorando qualquer pessoa que me chamasse, eu não iria saber o que responder ou que falar.

Meu celular tocou. Era meu pai. Depois minha mãe. Pais da Rachel, Santana e por último Kitty, foi a que atendi.

“Você é necromante, essa tal de luz, como ela funciona?”, silencio na linha. “Kitty?”

“Olhe para o prédio do seu apartamento...”, e a linha ficou muda. Eu sai da Broadway e, cima do meu prédio, tinha uma luz, uma gigante luz, era de noite e ninguém tinha percebido aquela luz. Uma chuva começou a cair de leve.

Eu corri para o prédio do meu apartamento, entrei correndo no salão e ganhei um belo tombo, chamando atenção de várias pessoas, algumas vieram me ajudar, pedi desculpa e avisei que estava bem. O elevador estava demorando demais e tive a brilhante ideia de usar a escada.

O prédio tinha 17º andares, quando terminei de subir, eu dei graça a Deus. Abri a porta para o terraço e lá estava Rachel, caminhando para luz.

“Rachel...”

“Ela não te ouve.”, uma menina falou do meu lado. Eu pulei de susto.

“Quem é você?”

Ela deu um sorriso falso. “Não importa mais. Rachel está indo para luz, eu falhei com minha missão.”

Tentei correr até ela, mas me choquei contra uma parede invisível que me jogou para longe de Rachel. “Como eu disse, não adianta mais.”

Me levantei. Minha bunda e minha costa estavam doendo, mas eu não podia desistir agora. Corri mais uma vez chamando por Rachel.

“Não adianta mais.”, repetiu a menina. Eu fiquei com raiva, eu sei que ela era uma criança, mas eu realmente fiquei com raiva.

Caminhei até ela e segurei pelo braço. “Escuta aqui, criança, eu não vou sentar e assistir isso! Enquanto eu amar ela, eu não vou desistir.”

“Kitty estava certa. Ela morreu. Não tem do que desistir. Acabou, Fabray. Mesmo que ela não vá para luz, vai ser como agora?”, soltei ela.

“Eu não sei. Mas uma Fabray nunca desiste, e eu sou uma.”, corri novamente. “Rachel!”, choquei contra a parede novamente. “Merda!”

Levantei, meu corpo estava doendo, eu precisava pensar. E rápido. Caminhei até a parede e coloquei minha mão sobre ela, era lisa e quente. Fechei os olhos. “Por favor.”, implorei pressionando minha mão na parede.

“Por favor...”, forcei mais ainda. “Eu amo ela.”, na minha mente veio várias imagens de Rachel, vários momentos nossos e minha mão passou pela parede.

Eu fiquei de boquiaberta e encarrei a menina loira confusa. “Não pode ser...”

Eu não tive para responde-la, eu chamei por Rachel e, dessa vez, ela ouviu. Chamei mais uma vez e ela se virou, mas seus olhos estavam brancos.

“Eu te encontrei...”

Ela me olhou me encarrando. “Eu preciso ir, Quinn.”

“Por favor, não me abandone.”, pedi.

“Meu amor...”, ela andou até mim e tentou colocar sua mão no meu rosto, só que atravessou me lembrando que ela é um fantasma. “Meu tempo acabou aqui, Quinn.”

“Eu não consigo aceitar...”

“Você precisa, meu amor.”, ela sorriu. “Eu preciso encontrar minha paz. Eu estou pronta para ir.”

Eu fiquei encarrando ela. Eu não queria dizer adeus ao grande amor da minha vida, mas eu precisava.

“Ela está mentindo.”, a menina loira disse. “Quinn, essa não é Rachel. Ela está sob efeito de algo. Ela não está pronta para ir, ela está sendo obrigada.”

Olhei assustada para menina e um menino de cabelo castanho surgiu atrás dela a segurando, eu fui correr até ela, mas o menino tinha uma faca no pescoço da menina. “Beth, sempre causando problemas.”

“Harry, sempre sendo chato.”

“Minha irmã e seu novo amigo não irão me impedir. Eu sou o destino. Eu mando nessa porra! E isso acabou! Aceite, garota!”

Eu olhei para Rachel, ela estava com o olhar perdido. “Solte ela!”, gritei para Harry. “Solte a Beth.”

Ele deu um sorriso maligno. “Você não manda em mim e nunca vai mandar, Fabray.”, a chuva estava mais forte. “Entre no portal, Rachel Berry. Seu tempo acabou.”

E ela se virou. Eu ouvi Beth gritando não. Eu precisava fazer algo, eu tinha que fazer algo.

Então, eu agarrei o braço de Rachel a segurando. E minha mão não a atravessou. Eu sentia Rachel, eu sentia seu braço.

Kitty apareceu atrás de Harry e bateu na sua cabeça. “Criança chata.”, ele caiu.

E Beth caiu no chão ajoelhada não acreditando no que estava na sua frente. Kitty me viu e também não acreditava.

Um humano nunca iria conseguir segurar um fantasma. Nem uma necromante tinha esse poder.

Mas lá estava eu, segurando o braço de Rachel impedido de ela ir para luz e sem saber qual seria meu próximo passo.

Notas finais
OPA! JUDES REVELANDO QUE É IRMÃO DA BETH! Quinn traindo Rachel com o chão. Harry bancando EU MANDO NESSA PORRA CARAI! -q Guri chato pra porra Oia, dona Quinn segurando a Rachel ~aquela carinha~