Ambry Castle

4 Ambry vs Henry


Notas iniciais
A garotinha enfrenta o padastro. E Helena? O que fará?

Ambry chegará em sua casa exatamente as 23horas. Ela sentirá fome e foi a cozinha lhe preparar algo. Henry a seguiu e começou a gritar com ela:

– Quem você pensa que é sua fedelha insignificante?!

– E quem você pensa que é seu merda?! – Retrucou ela

Henry a pegou pelo cabelo e lhe disse:

– Olha aqui sua infeliz! Olha nos meus olhos e diz que sou um merda novamente se tiver coragem – Ameaçando-a

– Me solta seu merda! – Berrou Ambry

Ambry parecia desafia-lo, parecia que ela gostava disso. Quando ela o ofendeu novamente, Henry deu-lhe tapa na cara que Ambry caiu no chão.

– E agora sua insolente? Quem você pensa que sou? – Desafiando ela

– Vá pro inferno!!! Eu te odeio!!! Eu te odeio!!! – Gritou Ambry

Após isso, Ambry pegou copos que ali estavam e começou a jogar em direção a Henry. Era incrível como uma garota de dez anos tinha uma força assim. Nem Henry acreditava. Para o lamento do padrasto, um desses copos acabou o acertando em cheio no rosto, cortando-lhe sua face e por pouco, não pegou em seus olhos. Ambry ao ver ele agachado com as mãos no rosto, foi ver se estava tudo bem, se aproximou e lhe perguntou:

– Henry, esta tudo bem?

– Arrrrghhh – Furioso estava ele.

Henry a pegou pela camiseta e literalmente a jogou para frente. Seu rosto respingava sangue, e ele gemia de dor. Ambry começou a chorar, Henry poderia ter a machucado.

– Agora chora é sua inútil?

– Sai de perto de mim!!! – Aos berros disse ela.

Helena estava ainda em seu quarto. E surpreendentemente ela não ouvia a briga toda, estava literalmente viajando em sua mente, por efeitos da cocaína. Ela voltou a si, quando ouviu Ambry berrar. Abriu a porta, jogando-os moveis que ela tinha colocado para impedir Henry de entrar, desceu a escada se deparando com Ambry espalhada pelo chão da sala.

– Mas o que diabos houve aqui?! Ambry! Henry! – Se desesperou ela.

– Mamãe! Me ajuda! – Disse Ambry.

– Mas o que foi filha! Onde você esteve até essas horas?! – Perguntou Helena.

– Não importa! Henry me bateu mãe! Literalmente ele me jogou, que inferno! – Exclamou Ambry.

– Olha o que ela fez com meu rosto Helena, maldição! – Se defendeu Henry.

– Meu Deus! O que esta acontecendo aqui?!- Incrédula Helena.

– Helena, eu odeio essa menina! Ela quase me deixou cego!

– Henry! Ela tem dez anos! Pelo amor de Deus!!! – Ainda incrédula Helena.

– Você é outra inútil! Você e sua filha são duas loucas varridas!

– Henry, perdeu a noção do perigo é? – Irritou-se Helena.

– E o que vai fazer? Hein? Não tenho medo de você! – Desafiando-a.

– Ambry, vá pro seu quarto, amanhã de manhã conversaremos sobre isso – Ordenou Helena.

Ambry mancava. Seus olhos cheios de lágrimas, agora, se alimentam de raiva de seu padrasto. Mas algo a fazia rir descontroladamente. Foram os copos arremessados que atingiram o rosto de Henry. Isso, particularmente a fez se sentir bem. Ela gostou de ver o sofrimento dele, isso lhe dava prazer. Ela entrou em seu quarto, pegou seu lápis e folhas, e começou a repetir aquela cena de sofrimento pelo rosto que agora ficará com cicatrizes humilhantes por uma garotinha de dez anos. Ela curiosamente desenhou Henry com uma bala no peito. Estranhamente agonizante ver o desenho. Pois também, ele estava sem pernas e sem os braços! Seria Ambry, uma garotinha psicopata em evolução?

Na sala, Helena ainda tentava entender o que tinha acontecido. O marido com o rosto cortado ainda gemia de dor. Mas ele se recusava ir para o hospital. Então, a mulher lhe fez curativos caseiros. O curioso, foi que Helena deu mais atenção a Henry, que se fazia de vitima pela esquisitice de Ambry, assim disse Henry. E Ambry, espiava tudo pelo vão da porta, chorando. Mas não, de tristeza. Mas sim, de ódio dos dois.

– Henry? – Chamou Helena.

– O que?! – Mal humorado Henry.

– O que aconteceu? – Perguntou Helena

– Sua filha é uma insolente. Eu a peguei pelo cabelo mesmo. E a joguei mesmo! Ela merece mais!

– Oras, pra que tudo isso?! Quem lhe deu permissão de fazer isso com minha filha seu idiota?!

– Olha, não quero saber! Quem manda aqui sou eu. Ela esta na minha casa!

– Ela feriu seu orgulho não é? – Riu Helena.

Henry preferiu ficar calado. Depois dessa longa noite, depois de uma briga com uma garotinha, Henry começou a se perguntar até onde Ambry podia chegar. Isso o incomodava, pois não seria normal uma criancinha lhe jogar vários copos e ainda machucar-lhe sua face. Isso com dez anos. E daqui a alguns anos? O que poderia acontecer? Ele ficou preocupado. E decidiu-se em dar um fim em Ambry, Mas como? Perguntava a si mesmo ele. Mal sabia que tinha uma arma. E essa arma, seria alguém que faria tudo por ele, sem exceções. E essa arma, seria Helena.

Pois felizmente para ele, Ambry era secundária para Helena. Algum tipo de coisa o protegia diante da garotinha. Helena tentou várias formas de aborto para tirar Ambry. Essa gravidez atrapalhou a vida da mãe que até então, seria alguém importante em uma empresa. Infelizmente, ela teve que se afastar. Mas surpreendentemente nada que Helena fazia, dava certo. Ambry parecia invencível. Era incrível.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.