Amargo Prazer
31 Cap. 31 - A Vida Certa
Notas iniciais
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Oks, não tenho muito o que dizer, apenas: Aproveitem o penúltimo cap. O próximo é epílogo :)
- Rose, você tem exatos três segundos para me entregar isso! – Dimitri ameaçou, tentando tomar o celular das minhas mãos.
Revirei os olhos.
- Você sabe que eles querem que você vá trabalhar, Dimitri. Hoje é sexta-feira a noite. Combinamos de sair, lembra-se?
- Dois.
- Não – neguei. O sofá estava entre nós. Ele teria muito trabalho até conseguir tomar o celular que tocava insistente em minhas mãos. Esse pessoal não sabe quando está atrapalhando não?
- Três. Tempo esgotado Rose! – ele falou, correndo ao redor do sofá e eu dei outra volta.
- O que você disse? – perguntei divertida, mantendo a mesma distância de antes entre nós.
- Entregue. Agora.
Eu balancei a cabeça negando. Desta vez ele foi mais rápido. Dimitri pulou o sofá, segurou em minha cintura e acabamos caindo no tapete da sala.
- Alô – falou finalmente conseguindo pegar o aparelho e cobrindo minha boca com as mãos quando ameacei a gritar – Não, não estou fazendo nada de importante. Ai! – ele gemeu, quando eu mordi em sua mão e tentei tirá-lo de cima de mim. Ele nem ao menos se moveu – Tudo bem, que horas? – eu dei um pequeno sorriso e Dimitri franziu o cenho, confuso. Eu abracei sua cintura com minhas pernas e prendi seu cabelo em minhas mãos, forçando sua cabeça para perto da minha e mordendo seu lábio inferior – Espera, espere só um instante – ele disse, tentando me afastar e afastando o celular para poder falar comigo – Rose, eu estou resolvendo uma coisa importante.
- É mesmo? – perguntei, descendo minha mão pelo seu peito e entrando por baixo de sua camisa. Ele me olhava cético enquanto eu ria por dentro. Mordi sua orelha – E é muito importante, Camarada?
- Você não faz ideia.
Eu brinquei com o seu cinto e então o soltei.
- Tudo bem, resolva isso. Vejo você mais tarde. – me levantei do chão e segui para a cozinha – Feche a porta quando sair – gritei por cima do ombro para que ele ouvisse.
Ele disse alguma coisa em russo, algo que soou como um palavrão e eu apenas ri.
- Você é inacreditável, Rose! – falou entrando na cozinha e me fitando bravo.
Dimitri arrancou a camisa e a jogou em qualquer lugar, avançando para mim como um predador. Eu engoli em seco quando ele me segurou pela cintura, me colocando sobre o balcão e então erguendo minha blusa pela barra. Levantei meus braços para ajudá-lo.
- Pensei que seu trabalho fosse importante – perguntei, mordendo meu lábio inferior.
- Você é mais – falou antes de me beijar. Envolvi seu pescoço, correspondendo o beijo com a mesma intensidade, o deixando no controle quando ele apertou minha cintura com um pouco de força. Quando perdi o fôlego, Dimitri levou sua boca para meu pescoço, mordiscando e lambendo.
- Ow! – eu fiz quando senti seus dentes em minha pele e ele me fitou, como se não tivesse feito nada demais – Eu não quero ter que andar com o pescoço coberto depois.
Ele deu de ombros e voltou ao que fazia antes, deixando rastros que pareciam fogo em minha pele. Seus beijos desceram para meu busto e ele depositou um beijo entre meus seios que ainda estavam cobertos pelo sutiã.
Soltei o cinto de Dimitri e o puxei de sua calça. O problema foi que com a pressa a fivela acabou atingindo sua barriga e ele me olhou em sinal de reprovação. Ri baixinho e fui para desabotoar sua calça, mas ele empurrou minhas mãos e soltou o fecho do meu sutiã. Eu peguei a peça antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, colocando a frente dos meus seios.
- O que? – ele tinha um olhar impaciente.
Desci da bancada e recolhi sua camiseta e a minha e então o puxei até chegarmos ao meu quarto, onde eu tranquei a porta.
- Carly pode chegar a qualquer momento – murmurei, empurrando-o contra a porta e tirando o sutiã que cobria meus seios, agora os deixando a mostra – Não seria agradável se ela nos pegasse na cozinha.
Carly estava passando o dia na casa de Lissa. De alguma forma, ela havia descoberto sobre Carly e me procurou. Eu duvidei um pouco sobre André ter dito aquilo a ela, mas não havia outra forma. Ele havia sumido no mapa, novamente. Não me preocupei, não havia motivos para isso. André sabia se cuidar, no final das contas. Não queria impedir a aproximação de Carly com Lissa, mas também não queria que ela se sentisse desconfortável com aquilo. Seria bem mais fácil se, caso eu realmente contasse a ela o que havia acontecido, ela já tivesse um contato ao menos com alguém daquela família.
Carly estranhou ir para a casa de Lissa já que mal se lembrava dela. Então eu tive que ir algumas vezes com ela, até se sentir confortável. Meu único medo com relação a aquele contato todo era que de Lissa acabasse estragando Carly, já que quando ela pediu para que deixasse minha sobrinha passar um tempo em sua casa, prometeu que o nome de André nem ao menos seria mencionado perto dela. Acho que, no final de tudo isso, Lissa e eu nos preocupamos mais com Carly do que seus verdadeiros pais.
- Pensei que ela voltasse apenas amanhã – Dimitri perguntou.
- E volta, mas eu me esqueci de colocar um ursinho na mochila de Carly e Lissa ficou de passar aqui mais tarde para pegar – falei, o puxando e beijando seu peito.
Dimitri sorriu, nos virando e me prensando contra a parede. Ele ergueu uma das minhas pernas na altura de seu quadril, dando um tapa em minha bunda e então me impulsionando para que eu ficasse com as duas pernas ao redor de seu quadril. Senti uma de suas mãos rodearem meu mamilo, me arrepiando no mesmo instante. Ele tinha um brilho travesso em seu olhar e eu puxei um pouco seu cabelo, o encorajando a fazer aquilo.
Seus dedos tocaram meu mamilo novamente, dando rápidos beliscões ali e eu soltei alguns gemidos, controlando para que não saíssem altos de mais. Beijei Dimitri, mordendo seus lábios enquanto ele continuava com as carícias. Eu estava quase derretendo e me fundindo a parede enquanto ele continuava me apertando. Dimitri me subiu um pouco mais quando eu comecei a escorregar e agarrou um dos meus seios com força. Soltei um gemido de dor, mas senti meu corpo reagir de outra forma. Ele levou o outro até a boca e eu gemi alto quando ele começou a sugá-lo. Puxei seu cabelo com mais força e ele mordeu meu mamilo como resposta. Mordi minha língua, evitando um gemido ainda mais alto.
Sentia meu corpo pulsar em desejo quando Dimitri se moveu pelo quarto comigo agarrada a ele. Quando chegamos a cama, ele me deitou sobre ela, e inclinou seu corpo para cima do meu, começando a beijar meu pescoço. Fiquei arrepiada no mesmo instante e acariciei sua nuca, fazendo com que ele ficasse arrepiado também. Ele desceu os beijos e quando chegou à altura dos meus seios, abocanhou meu seio direito e lambeu meu mamilo. Soltei um gemido fraco e passei as unhas lentamente pelas costas dele. Enquanto Dimitri chuva ao mamilo esquerdo, minhas mãos procuraram o botão e zíper de sua calça. Desabotoei, e abaixei o zíper, sem termos que parar agora.
Dimitri se levantou da cama e tirou a calça e eu fiz o mesmo com a minha, depois me deitei e ele voltou para a cama.
- Trancou a porta? – perguntou, puxando minha calcinha lentamente enquanto eu abaixava sua boxer.
- Uhum.
Sempre que seus dedos ou qualquer parte de seu corpo tocava minha pele, eu pegava fogo em reação àquilo. E eu não era a única louca de desejo ali.
Dimitri apoiou um braço na cama ao lado da minha cabeça, e ergueu minha coxa, a colocando ao redor de sua cintura. Eu agarrei seu pescoço, puxando sua cabeça para baixo e o beijando e só então ele me penetrou. Gemi de prazer enquanto nossas bocas ainda estavam coladas e o puxei para mais perto, colocando minha outra perna ao redor de sua cintura e arranhando sua pele.
Enquanto Dimitri aumentava o ritmo, ele não desviava os olhos dos meus, o que parecia despertar em mim ainda mais sensações. Meus gemidos não estavam mais contidos, assim com os dele. Dimitri continuava me penetrando, cada vez mais rápido e mais forte. Nós já estávamos ofegantes e um pouco suados quando ele agarrou minha cintura com um pouco de força. Finquei minhas unhas em seus braços e Dimitri falou alguma coisa que não me preocupei em entender.
Ele se sentou na cama e me puxou para sentar em seu colo ao mesmo tempo, me deixando de frente para ele. Ele continuou me penetrando, e dessa vez eu descia e subia em seu membro. Dimitri passou as mãos para a minha bunda, me fazendo subir e descer cada vez mais rápido. Segurei-me com força em seus ombros, jogando minha cabeça para trás e Dimitri apertou um braço ao redor de mim, ajudando com os movimentos. Nossos gemidos aumentaram e ficaram mais altos na medida em que meu orgasmo estava chegando e logo em me vi beijando Dimitri, tentando abafar os barulhos que fazíamos.
Quando cheguei ao êxtase, senti meu corpo amolecer e percebi que estava quase gritando. Dimitri não parou de me penetrar, mas indo a um ritmo lento, colocando todo o seu membro dentro de mim. Quando ele gozou, seu corpo também pareceu amolecer e Dimitri deitou sua cabeça entre meus seios. Continuamos na mesma posição, ambos ofegantes.
Assim que o soltei, Dimitri virou a cabeça para o lado, observando seus ombros com as marcas das minhas unhas e eu percebi que eles quase sangravam. Pensei em abrir a boca para me desculpar, quando ele puxou meu rosto e colou nossos lábios em seguida.
- Vai realmente ficar comigo hoje? – perguntei, querendo ter certeza de que ele não se levantaria e iria pra onde quer que ele tivesse que ir.
- Não. Combinamos de sair com seus amigos, certo? – perguntei, roçando nossos lábios. Eu estava quase indo para um segundo round quando me lembrei de Sydney e Adrian. Combinamos de ir todos a uma danceteria naquela noite de sexta-feira.
Já haviam se passado três semanas desde o incêndio e ouvimos dizer que Damon estava tentando de todas as formas me culpar pelo que havia acontecido. Isso era típico dele. Sydney, assim como alguma das garotas, disse que não trabalhariam mais ali e agora, sempre que passávamos em frente à boate, víamos que ela estava fechada, sem nenhum sinal de que estava em reforma ou algo do tipo. Eu me sentia como se tivesse fechado outra parte do meu passado para nunca mais abri-la.
- Certo, tudo bem – eu me levantei do seu colo e dei as costas, sentindo no instante seguinte um forte tapa ser dado em minha bunda.
- Dimitri!
Ele riu e então me abraçou.
- Vou te ajudar com o banho.
Bem, talvez pudéssemos ter um segundo round...
Quando saí do banheiro, me vesti rapidamente com uma saia e blusa pretas. O conjunto fazendo parecer que era um vestido, na verdade. Estávamos atrasados, então eu fiz a maquiagem o mais rápido que pude e sequei meu cabelo.
Dimitri já estava me esperando na sala, impaciente. Quando cheguei até ele e parei em sua frente já pronta, ele se levantou, me pegando pela mão e rodando.
- Isso prova que você pode ficar linda em menos de uma hora – brincou, beijando minha bochecha.
- Lissa já passou aqui? – perguntei e eu mal havia acabado de falar a companhia tocou. Quando abri, era ela quem estava parada no corredor.
- Desculpe a demora – falou, vendo que Dimitri e eu estávamos prestes a sair.
- Tudo bem. Entra, vou buscar o brinquedo – eu dei espaço para ela entrar e a deixei na sala, indo até o quarto de Carly e pegando o ursinho, aproveitando para pegar mais um moletom já que eu não sabia quanto frio faria naquela noite. Coloquei tudo em uma sacola e entreguei a Lissa.
- Uh, Rose? – ela parou, quando eu a levei até a porta. Eu também parei, a olhando, esperando que continuasse – Eu sei que não devia perguntar isso a você, mas é que minha mãe realmente está preocupada – falou, parecendo envergonhada – André não ligou ou tentou entrar em contato?
Eu suspirei, sabendo que também já havia me preocupado muito com seu irmão e, exatamente por isso, por ele ser seu irmão, não podia dizer o que estava pensando.
- Ele está apenas dando um tempo, Lissa. Dê algumas semanas e ele volta.
Ela assentiu com a cabeça, me puxando para um abraço. Não tinha nada contra Lissa, apenas não a conhecia o suficiente, mas, ela me parecia ser alguém confiável. Caso contrário, não deixaria que Carly ficasse algum tempo com ela.
- Pode pedir para que Carly me ligue assim que chegar? – pedi – Não falei com ela desde a hora do almoço.
Lissa sorriu e balançou a cabeça, antes de nos despedirmos.
- Vamos? – Dimitri perguntou, me olhando.
Eu assenti, indo buscar minha bolsa-carteira.
- Antes que Sydney me ligue para dar um sermão sobre pontualidade – eu brinquei, mas sabia que ela faria aquilo.
Dimitri segurou minha mão quando eu tranquei tudo e nos dirigimos até o elevador.
Depois de muito tempo, tudo estava enfim entrando nos eixos.
Notas finais
Mas, falando sério, desculpe pelo hentai se não foi como muita gente queria, mas... Eu simplesmente não consigo escrever como em 50 Tons de Cinza, ok?
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Agradecendo a Kathllyn que me ajudou pra caramba dando uns toques sobre o cap. via hotmail #Thanks nina, boa sorte nos exames finais ^^.
Bem, por hoje é só. Talvez poste o epílogo amanhã, mas... Não sei. Tenho q ver se vai dar D: Não quero combinar algo para depois não cumprir, mas tentarei ^^
Bjs ninas, té o epílogo ^^
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