Amar um Bandido
9 Capítulo 9
— Não isso por favor não.(pede entre lágrimas implorando)
— Não quer transar comigo? porque eu sou feio? sou pobre e favelado?(disse ele passando a mão no corpo dela na bunda e na vagina)— É nojento.(disse enojada ao sentir aqueles toques no seu corpo sentia muito repúdio)— Vou te provar que transo melhor do que aqueles mauricinhos da Zona Sul(disse a agarrando e a beijando a força mas ela morde seus lábios com força que até sangra)— Não encosta em mim se não eu vou morder.(disse ela brava)— Vai morder meu pau que tu vai chupar daqui a pouco mina brava.— Por favor me deixa.— Não agora é questão de honra quero te comer cachorra.— Não se sente mal por abusar de uma mulher que não está querendo.— Você quer sim cachorra.— Não me xinga(disse ela chutando seu membro e ele se contorce de dor e ela o empurra para sair mas ele é mas rápido e a pega por trás com o canivete passando o mesmo de leve pelo seu rosto e pescoço)— Fica quietinha vadia é da logo para mim antes que eu te mate ou deforme esse seu rostinho que será uma pena.— Por favor não me mata.— Então vai ter que colaborar.(disse ele pegando a jogando na parede com força a machucando e começa a tirar suas roupas com brutalidade e ela só chorava e pedia a deus para alguém chegar, e ele tira todas as roupas rapidamente e começa a acariciar seu corpo ela começa a gritar)— SOCORRO(gritava alto o quanto podia)— Falei para ficar quieta.(disse ele lhe acertando um tapa na cara e amordaça a boca dela com um pano que tinha no bolso) Da próxima eu te furo(ele ameaça com a faquinha proxima a sua barriga)— Não faça isso.— Já vai acabar quietinha.Ela estava nua com as roupas rasgadas, nua não quase que ainda usava sutiã e calsinha mas ele os tira e ela estava se sentindo suja a vira de costas para parede e tira sua calça e ficando de cueca e pressiona seu corpo contra o dela que já percebia a excitação, depois ele a vira de frente e começa a beija a força metendo a lingua na boca dela e roçando seu membro duro contra sua barriga, e ele logo tira a cueca e o seu membro que já se encontrava duro como pedra salta para fora e ela se arrepia de medo.— É agora gatinha.(disse ele forçando para penetra-la mas não chega a penetra-la porque sente uma pancada na cabeça e cai no chão)— Ai meu deus até que enfim.(disse ela aliviada)— Não se faz isso com uma mulher desgraçado.(disse ele sentando em cima do cara e pegando a faquinha jogando longe e o enchendo de porradas e depois de bater muito nele se levanta e a encontra chorando, ela enquanto eles brigavam tenta se cobrir com as suas roupas rasgadas e veste sua calsinha e sutiã que não estavam rasgados, e ele pega as coisas que ele a roubou)— Obrigada por em salvar.(disse Lu ainda chorando agradecido)— É eu vi uns gritos vindo daqui estava passando.(disse ele a olhando a achou linda)Os dois ficam se olhando, ela o achou lindo o seu olhar verde a encantou foi penetrante ela sentiu algo percorrer seu corpo e seu coração acelerar nunca sentiu aquilo olhou ele de cima a baixo ele era perfeito mas bonito ainda do que Rafael e parecia mas velho do que ela.— Ele quase me estruprou.(disse em plantos)— Está bem?(pergunta se aproximando dela e ele a abraça ela deixa sentiu um sentimento de segurança ela se aconchega nos braços dele mesmo sendo desconhecido ele lhe passou um olhar de confiança e ele também sentiu algo naquele abraço um carinho que nunca sentiu por ninguém só por sua irmã, seu pai é sua mãe, e ele sente seu perfume e acaricia os cabelos dela e ela também estava embriagada sentindo aquele perfume dele que era muito bom)— Bem não estou mas chegou a tempo foi horrível.— Tenho uma irmã da sua idade não gostaria que ela também fosse estrupada.— Esse cara é um monstro.— Para de chorar.(disse ele se afastando do abraço dela e secando suas lágrimas)— To tentando.— É mas ele tera o fim dele aqui todos condenam o estrupro.— Pensei que apoiavam.— Não é porque somos da favela que apoiamos tudo isso.— É julguei mal.— Aqui não tem só estrupadores, bandidos e ladrões.— É eu estou vendo você mesmo é um cara bacana.— Já vi que não é daqui é patricinha.— Está tão na cara assim?— Sim.— Um conselho não ande assim sozinha a essa hora você nem e daqui.— É mas não é tão tarde.— Para cá é meninas andando sozinhas é perigoso.— É eu fui imprudente vim acompanhar uma amiga que estava com o namorado e onde vim parar.— Quer que eu te leve em casa?— Estou de carro esperando ela.— Eu te levo até lá.— Ela está na casa dele.— Eu vou junto.— Valeu mas olha as minhas roupas vou quase nua para casa.(disse apontando para sí mesmo)— Não eu pego as coisas da minha irmã as roupas dela vão te servir.— Obrigada.— Olha suas coisas.(disse entregando)Eles dois saem dali e ele vai mandando mensagens para os parceiros darem um fim naquele cara que ele sabia quem era e eles confirmaram ele detestava estrupadores ficou com muita raiva dele poderia ser sua irmã ali.
— É aqui é a minha casa vou pegar as roupas dela, pode entrar.(disse ele no portão o abrindo)— Valeu.Ela entra era uma bela casa luxosa com piscina mas ainda do que de Vitor um lamburguine na garagem, é um conversível e uma moto, ela olha tudo e fica esperando na sala onde encontra um porta-retrato que tinha a foto dele, de uma menina que ela deduziu ser irmã parecia da idade dela, e um homem é uma mulher que ela pensou ser pais dele, ele foi no quarto e pega uma roupa da irmã.— Para que está pegando minha roupa?(pergunta Larissa que estava deitada assistindo série)— Para da para uma menina.— Eu por acaso estou doando minhas roupas?— Para de ser mão de vaca.— Vou da minhas roupas para suas vadias.— Tantas roupas que tem, é nem é por uma vadia é para uma menina que eu encontrei na rua.— Uma mendiga?— Não uma que quase foi estrupada e eu salvei.— Nossa meu irmão heroi?— É fui sim eu ira deixar isso acontecer não sou tão mal assim.— Eu sei que não.— Então posso levar?— Pode onde está a garota?— Lá em baixo.— Quero conhece-la.— Ok.Ele pega o shorts e a blusa e desce com a irmã.— Aqui a roupa.(disse Nicolas a entregando)— Obrigada depois eu mando lavar e devolvo pela minha amiga que vive aqui.(disse ela pegando)— Nem precisa pode ficar para você.(disse Lari)— Obrigada.(disse sorrindo)— Que isso não é nada.— É sua irmã?(pergunta ela a olhando uma menina baixa, cabelos loiros e olhos verdes)— É sim.— Linda ela.(elogia Mari e pensa com ela mesma linda igual ao irmão)— A beleza é de família.(disse Lari se achando)— É a modestia também.(Nicolas)— Linda e você.(Lari)— Obrigada.— Qual é o seu nome?(pergunta Lari)— Me chamo Marina é o seu?— Me chamo Larissa mas todos me chamam de Lari(responde simpática)— É eu todos me chamam de Mari.— É eu ninguém pergunta meu nome.— É foi mal você me salvou é nem pergunto o seu nome.— Me chamo Nicolas mas todos me chamam de Nick.— É bom posso ir me vestir no banheiro?— Pode sim claro se quiser pode se vestir aqui mesmo.(disse Nick sorrindo safado)— Nicolas.(disse Lari o repreendendo)— Tô brincando.(disse Nick)Ela vai para o banheiro e sai vestida.— Eu vou indo a minha amiga já mandou mensagens que está me esperando aqui na rua.— Ok tchau.(disse Nicolas)— Volta sempre aqui gostei de você.(Lari)— É aqui não é meu lugar depois disso não quero mas vim aqui mas gostei de te conhecer também.(Mari)— Eu te levo até a porta.(Nick)Ela a leva até o portão.— Como posso te agradecer?(pergunta Mari assim que chegam no portão)— Com um beijo assim.(disse a puxando pela cintura e colando seus corpos)— Me ajudou com esse interesse?(disse ela com a respiração ofegante porque estava colada nele)— Na hora não pensei nisso mas agora reparei você é linda.(disse ele olhando para a sua boca e ela faz o mesmo)— Eu não sou dessas faveladas.(disse ela desviando o olhar estava morrendo de vontade de beija-lo)— Eu sei é muito melhor(disse e a beija um beijo calmo e demorado e ela corresponde foi o melhor beijo de sua vida já tinha beijado vários garotos mas não era a mesma coisa daquele beijo que tinha sentimento envolvido ela estrelaça os braços na cintura dele e ele aprofunda o beijo a prensando contra o porão se separam daquele beijo tão envolvente com gostinho de quero mas com selinhos, e o coração de ambos batiam acelerados mas do que o normal)— Tenho que ir.(disse ela o empurrando)— Fica mas.(disse ele a puxando)— Isso nem deveria ter acontecido.— É mas aconteceu é você bem que gostou.— Está se aproveitando de mim que estou em um momento frágil.— Isso só te dei consolo.Ela ira responder mas seu iphone toca era Lia ela atende e sai andando sem olhar para trás e vai a encontro a amiga.— Onde estava amiga?(pergunta Lia quando ela chega)— História longa.(disse Mari)— Que roupa é essa?(pergunta olhando que aquela roupa não era a mesma que ela estava vestida)
Fale com o autor