Os dois se beijam apaixonados, e Lia e Larissa batem palmas, e quem não gosta disso era o amigo de Marina que é afim dele eles já ficaram mas ele gosta dela o Alex.

— Sabia que esses dois iriam voltar.(Lari)

— É no último segundo do segundo tempo, ainda bem não queria perder a minha amiga novamente(disse Lia que estava entre lágrimas)

— Me desculpa por demorar tantos dias para tomar essa decisão.

— Eu te entendo e difícil eu ira embora para te esquecer mas não conseguiria.(disse ela pulando de felicidade nos braços dele)

Eles saem do areoporto e eles vão juntos para a casa que tinha em Petropolís.

— Aqui que vamos morar meu amor longe daquela favela onde eu não vou mas ser do crime.(disse Nicolas)

— É mas vamos viver do que?

— Eu tenho dinheiro guardado.

— Ainda tenho que sair de casa não sei se aqui no Rio é uma boa meus pais vão atrás de mim.

— Agente mora em outro estado ou até fora do Brasil.

— Eu vou sair de casa hoje mesmo.

— Suas malas já estão aqui.

— É mas tem mas lá.

— Vai conversar com os seus pais?

— Não posso te apresentar a eles se não eles podem te prender você é filho do traficante.

— É mesmo.

— Vou deixar apenas um bilhete para eles quando pegar as minhas coisas.

— Combinado mas agora vamos curtir estou com saudades de te sentir.(disse ele sorrindo safado)

— Eu também estou.(disse sorrindo safada)

Pov Nicolas:

Começamos a nos beijar beijos quentes eu passei da boca dela para o pescoço e ela estava toda excitada já se arrepiando, eu tirei as roupas dela queria logo penetra-la fazia dias que eu não transava com ela, eu me sentei já nú com o membro duro na cama.

— Só vem gostosa.

Ela abriu um sorriso safado e veio tirando a calcinha pra deslizar no brinquedo favorito dela. E como ela sabe brincar viu. Quando senti ela se encaixando eu já sabia que ela ia me fazer gozar rápido. O tesão tomou conta do meu corpo. Tirei seu sutiã dela e abocanhei com força os seios dela.

Mari subia e descia deslizando tão bem no meu pau que eu não sabia nem como me expressar. Dei um tapa na bunda dela e ela gemeu mais alto, fazendo meu pau pulsar, ela perdeu a virgindade a dias atrás comigo e já transava tão bem ela aprendeu rápido também aquele dia passamos a noite transando.

— Isso linda Quica gostoso no meu pau.

Claro que depois disso ela acelerou. Eu não demorei muito pra gozar e ela também não. Ela foi me dando beijos e mordidas no pescoço e depois falou no meu oivido.

— Vai me fuder gostoso agora?

— Sempre.

Coloquei ela deitada na cama e entrei com força naquela coisinha gostosa.

— Você é uma delícia morena. Uma delícia.

Ela sorriu e eu continuei metendo forte e rápido nela. Gozamos rapidamente de novo. Ela é gostosa pra caralho. Deixei meu corpo cair sobre o dela e ela riu.

— Sabe vamos na piscina tô com um calor.

— Ah esse calor ai não passa na água não, Ele só passa no meu pau.

— Sem problemas. Eu fico na água e no seu pau tranquilamente.

Eu sorri e mais uma vez aproveitei que dava dentro dela pra dar aquela socada forte que ela ama.

— Você fica tão gostoso quando faz isso.

— Você gosta né morena?

— Sempre, Vamos cair na água vamos.

Sai de dentro dela e fomos para a piscina nús mesmo, nos pulamos na piscina de mãos dadas e fomos nadar, Mari nadou até mim e me abraçou.

—Você é um safado sabia?

— Sabia. E você gosta. Quanto mais safado eu for melhor pra você.

— Com certeza. Quanto mais safado, mais gostoso você fode.

— Como? Assim?

A prensei na borda da piscina começei a chupar seus seios os massageando enquanto ela arfava e logo meu pau já estava duro novamente, posicionei meu pau em sua entrada e enfiei nela de uma vez.

— Exatamente assim.

Eu ri e comecei a me movimentar até gozarmos, e depois fomos nadar.

Narrador:

Ela vai para casa escondida pega o resto de suas coisas e deixa um bilhete, e volta para onde Nicolas está.

— É eu não me sinto bem por deixar meus pais mas eu te amo, você deixou tudo por mim e eu vou fazer o mesmo que você.

— É de vez em quando manda notícias para dizer que está bem.

— É eu vou mandar mas de orelhão público se não eles podem rastrear.

— Aqui é tão grande eles não vão te achar mas ficamos pouco tempo aqui depois nos mudamos.

— Nunca pensei que viveria uma aventura de fugir de casa.

— Está arrependida?

— Não porque te amo demais(disse o abraçando)

Um mês depois...

Eles estavam juntos e felizes morando em Petropolís e Lia e Vitor tinham ido para lá morar com eles, e sua mãe e Larissa também estava a casa muito animada, ela estava estudando online porque não dava para se matricular em colégio porque estava sendo procurada, os pais delas estavam atrás dela assim como os pais de Lia mas não tinham nem ídeia de onde elas estavam mas elas lhe mandavam notícias e eles ficavam mas aliviados, e o pai de Nicolas estava furioso porque ele tinha deixado tudo mas não pode fazer nada, só que tinha algo para atrapalhar a felicidade do casal logo quando estavam tão bem. Estavam todos em casa quando bate na porta quem abre é Nicolas.

— Esse aqui é o bandido que levou minha filha.(disse o pai o apontando)

— Pai.(disse Marina perplexa o vendo)

— Ele a sequestrou.

— Não eu fui por livre e espontanêa vontade.(disse ela tomando a frente de Nicolas que estava assustado e pensando em como acha-los)

— É mentira ele que induziu ela falar isso o prenda.

— Estão vendo eu amarrada? ou chorando? estou aqui muito feliz.

— Não.

— Então estou porque quero.

— Ela se apaixonou pelo sequestrador as vezes isso acontece.

— Não eu me apaixonei por ele antes de fugir com ele, deixei um bilhete.

— Ela é de menor.

— É mas sei muito bem o que eu estou fazendo.

— Por lei ele será preso.

— Não ninguém vai prender meu amor.

— É não é só por isso ele está envolvido nos crimes com o pai.

— Pai se você o levar eu não vou te perdoar nunca.(disse ela o ameaçando e abraçada a Nicolas)

— Eu não posso fazer nada é a lei.

— Por favor não prendam meu filho.(pede implorando começando a chorar)

— É esse outro aqui também é bandido Vitor Machado.(disse o apontando)

— Não ele não.(disse Lia agora abraçada a ele com muito medo de leva-lo)

— Está com a minha sobrinha, as duas vão voltar para casa.

— Agente não vamos sair daqui.(disse Marina firme e decidida)

— Não vamos mesmo.(disse Lia)

— Algemem os dois(disse e eles o algemam e as meninas começam a chorar juntamente com a mãe dele)

— Não o levem(disse Marina e Lia tentando impedir batendo nos policiais e os puxando)

— Deixa eu da o último beijo na Marina.(pede Nicolas já algemado)

— Pai o solta para eu beija-lo por favor.(pede Marina que chorava)

— Não.

— Agente se beija assim mesmo.(disse e o beija um beijo apaixonado e com lágrimas e poderia ser o último)

— Eu te amo Marina eu posso ser preso não sei quanto tempo vou ficar na cadeia mas eu te amo nunca vou te esquecer.(disse ele lhe dando um selinho após o beijo)

— Esse não será nosso último beijo, e eu vou fazer tudo para te soltarem.(disse o abraçando mas ele não poderia retribuir porque estava algemado)

— Eu cometi crimes.

— Mesmo que passe anos na cadeia eu vou ficar te esperando, vou te visitar lá.

— Não quero que vá lá presídio não é lugar para você.

— É nunca permitiria minha filha visitando um bandido na cadeia o que o povo vai falar de mim que minha filha namora um bandido logo eu que sou delegado.(disse o pai)

— Não estou nem ai para o que o povo diga eu amo o Nicolas ele cometeu erros mas mudou largou tudo aquilo por mim e venho morar aqui.

— Não importa ele terá que pagar os crimes que fez ele é esse rapaz.

— Mari não me espera segue a sua vida não vai ficar presa esperando um bandido.(disse ele que também chorava)

— Eu te amo e não vou te esquecer quando sair de lá estou aqui a sua espera.(disse Vitor)

— Vitor eu te amo também como a Marina diz eu também vou ficar te esperando.

— Oh meu amor não queria que fosse assim não queria que nos separassem pensei que saindo de lá nada iria acontecer e eu apagaria o passado.(disse ele entre lágrimas)

— É mas o passado venho atrás de vocês.

— Se soubesse que isso faria eu ficar longe do meu amor não tinha me envolvido.

— É mas agora e tarde mas te amo do mesmo jeito.(disse e o beija apaixonado)

— Vamos já chegam de despedidas não aguento mas vê minha filha e minha sobrinha ficar beijando e se despedindo de bandidos isso é demais.(disse e os policiais o levam)

— Não meu filho não(disse a mãe em plantos)

— Meu irmão(disse Lari que chorava abraçada em João que estava lá com ela)

— Faça alguma coisa Mari ele é o seu pai.(pede a mãe)

— Pai não o leva por favor estou te implorando(disse ela implorando e até se ajoelha no chão chorando)