— Ele não aguento vê a irmã sofrer.

Nicolas fica só olhando o carro de Marina partindo e sorrindo com o beijo logo ela voltaria para ele porque o ama, quando ele chega em casa faz as pazes com Vitor e só faltava Mari agora, e ela quando chega fica cheirando a rosa e pensando nele não aguentaria ficar muito tempo sem voltar com ele.

No dia seguinte:

— Mari volta com o Nicolas ele quer mesmo voltar com ele.(Lari)

— Eu também quero mas estou fazendo a difícil não é assim quando ele quer eu volto.

— Ela está desde ontem com essa rosa.(Lia)

— É ele me deu está com o perfume dele que pena que vai murchar.(disse ela a colocando no cabelo)

— Ele já está ai(disse Lia o apontando)

Nicolas recebe uma notícia horrível que seu pai tinha sido baleado e estava em um posto ali na favela mas não poderia ser levado para um hospital porque iria ser preso porque ele é o traficante daquele morro e ali não iram denuncia-lo.

— Meu deus meu pai foi baleado.(disse Nicolas depois de falar no telefone com seu amigo com uma pontada no peito)

— É grave?(pergunta Mari que estava caminhando para perto dele e ouve)

— É o que parece que sim.

— Não quero perder meu pai as vezes ele é muito ruim mas eu o amo.(disse Lari começando a chorar)

— Eu também o amo ele é a minha inspiração.(disse ele com lágrimas nos olhos nunca chorava e abraça Larissa)

— Sinto muito.(disse Mari com pena os olhando)

— Vamos para lá.(Nicolas)

— Você não está em condições de dirigir eu dirigo para você(disse Lia)

— É eu vou junto para da apoio.(Mari)

— Obrigada.(disse Nicolas sorrindo fraco)

— Eu também vou para consolar a Lari.(disse João)

Eles entram no carro e Nicolas vai atrás com Marina ele estava chorando nos braços dela, e Lari também vai chorando nos braços de João enquanto Lia dirigia e chegam lá eles já vão para o posto.

— Como está meu pai?(pergunta Nicolas)

— Está tirando a bala.(disse enfermeira)

— Ele vai morrer?

— Não ele é forte.

— Onde foi o tiro?

— Na barriga.

— Ah ufa meu deus.

— Eu sei que meu pai não é digno desse pedido mas que deus o deixe vivo.(Lari)

— O pai de vocês e tão ruim assim?(pergunta Mari)

— Ele é ruim não imagina o quanto mas não é para gente e para outras pessoas.(Lari)

— Depois falamos sobre isso.(Nicolas)

— Porque não levam ele para um hospital de verdade?(pergunta Lia)

— Ele não pode ser for levado ele pode ser preso.(Nicolas)

— O pai de vocês é um bandido?(pergunta Mari chocada)

— Sim ele é um bandido.

— Ah.

— Se quiser depois de saber disso vai embora.(Nicolas)

— Não vocês não tem nada a vê com ele ser bandido, não vou julga-los.(Mari)

— Ok então.

— Quero ficar aqui para da apoio.(disse Mari o abraçando)

— Aqui não é lugar para vocês.

— É amigo tem que está aqui em todos os momentos.

— Eu sou seu namorado.(disse João para Lari)

— Mas não adianta nada ficar aqui porque não vão para casa almoçar?(pergunta Mari se soltando do abraço de Nicolas)

— É eu estou morrendo de fome.(Lari)

— Vamos e depois voltamos.(Nicolas)

— É amor vamos lá pra casa(Vitor)

— Eu vou para casa do Vitor qualquer coisa me chamem.(Lia)

— Ai quando minha mãe souber vai surtar.(Nicolas)

— Ela não sabe ainda.(Vitor)

— Mas as notícias aqui na favela correm solta, e agora depois disso nossa família precisa se proteger.(Nicolas)

Eles vão para casa e almoçam, e Nicolas insiste para Larissa ficar em casa com João e ela obedece e ele vai com Mari.

— Está bem?(pergunta Mari que estava ao lado dele)

— Bem ainda não estou.

— Seu pai não corre mas risco de vida.

— É mas tive muito medo de perde-lo agora estou aliviado, mas com medo que aconteça outra vez.

— Me conta o que aconteceu.

— Mas o bom e você ao meu lado, agente estava brigado e você está aqui.

— Não te deixaria sozinho em uma hora dessas.

— Mari volta comigo? sei que aqui não é hora nem lugar para falar isso, estou sentindo sua falta muito.

— Vai se aproveitar que está assim mal e eu também estou mal por você e frágil para pedir isso.

— Sim eu te quero de volta e ainda mas em um momento como esse.

— Eu também te quero.

— Então voltamos?

— Sim mas não faz mas isso.

— Eu prometo que não eu te amo.

— Eu também te amo.

Eles dois se beijam apaixonados.

— Mas agora eu quero saber.

— Em casa eu te conto.

O médico o chama ele vê o pai que estava bem e volta para casa ficaria homens da sua confiança ali para cuidar do pai não acontecer mas nada disso e logo ele voltaria para casa.

— É hora de te contar nem deveria ter pedido para voltar com você.

— Porque?

— Marina eu sou filho de um traficante.

— Nunca imaginei isso.

— Nem deveria ter me envolvido com você.

— Mas você não tem culpa disso.

— Esse aqui não é o seu mundo e perigoso me desculpa por não ter falado antes e te fazer se apaixonar por mim.

— Mas pelo o menos contou agora eu sei que é uma coisa difícil para se contar.

— Confio em você por isso estou te contando.

— Isso não muda nada entre agente independente que seja filho dele eu te amo.

— Assim mesmo?

— Ahan fazer o que? meu coração escolheu você.

— Fiquei com medo que mudasse.

— Mudaria para os meus pais que nem sabem que eu tô namorando você se soubessem surtaria.(disse e o beija)

— Oba casal Noschen voltou.(disse Lari batendo palminhas)

— É voltamos falei a verdade para ela.

— Eu também falei para o João.

— Nem tinha reparado antes mas está usando a rosa que eu te dei no cabelo.(disse Nicolas olhando o cabelo dela com a rosa)

— É linda é coloquei.

Eles ficam namorando lá e depois ele a leva em casa.

....

Eles estavam no parque namorando e chega uma mensagem do Rafael, ela pega o iphone para vê de quem era a mensagem e abre e era dele e Nicolas viu e fechou a cara quando viu a foto dele e o nome.

— É daquele seu ex-namorado?

— É sim.

— Ele te manda mensagens ainda?

— Manda ele é meu amigo.

— Pensei que tinha terminado definitivamente com ele.

— Terminei mas ficamos amigos.

— É amigos que se comunicam o dia todo por mensagem.

— Agente não passa o dia se falando.

— O que se falam por mensagem?

— Nada demais coisas banais.

— Deixa eu vê.

— Meu celular coisas privadas.

— Eu sou o seu namorado.

— Eu não olho o seu.

— Vê aqui o meu apaguei todos os números das vadias não estou de conversa com elas, elas me mandam mensagens e eu logo as bloqueio pode vê(disse ele entregando o iphone para ela)

Ela olha e era verdade.

— É mas você fica ai de papinho com ex-namorado enquanto eu mudei tanto por você, se eu conversasse com uma vadia ira ter a maior confusão.(disse ele bravo)

— Me desculpa.

— É ainda nem ira me falar se não tivesse visto nem saberia.

Ele pega o iphone da mão dela a força e passa rolando as mensagens no WhatsApp dela estava cheio de mensagens dele eles conversavam bastante mas era mas mensagens dele para ela coisas fofas.

— Olha tantas mensagens.

— Não precisava tirar meu celular assim eu ira te mostrar.

— É será que ira mesmo?

— Não tem nada demais pode olhar tudo.

— É talvez as coisas mas quentes você apagou.

— Eu não preciso apagar ninguém mexe no meu celular.

Duas semanas depois...

Ele estava andando de mãos dadas com ela para ele a levar até o carro porque Lia estava de carro e elas estavam juntas.

— Nunca pensei que gostasse tanto da favela só vivo aqui.(Mari)

— É antes não queria andar em uma mas agora vive mas aqui do que lá.(Lia)

— Pois é mordi minha lingua.

— Não te falei que o amor da sua vida estava na favela.

— É está mesmo graças a você eu o conheci não era em uma situação muito boa mas eu conheci e estou com ele.

— Ta vendo eu sou a cupido do casal indiretamente e dei a maior força para ficarem juntos porque eu sabia que ira da certo o Vitor era do mesmo jeito e mudou.

— É ele mudou mesmo eu estou de prova disso e ele sabe que eu mudei.

— Está mudando ainda.(Mari)

— O amor muda muito ele me disse que eu ficaria assim e eu não acreditei, sabe que vi sua foto a um tempo atrás antes de te conhecer de vocês duas juntas ele me mostrou de imediato te achei linda fiquei encantado com a sua beleza e pensei essa vou pegar.

— É pegou mesmo.(Lia)

— Peguei e estou apaixonado.

— Ah que fofo o casal mas agora vamos indo.(Lia)

— Se pudesse moraria aqui.

— Eu também nunca pensei que diria isso mas queria morar aqui mas infelizmente nem eu e nem a Lia podemos.(disse ela lhe dando um beijo)

Eles demoram naquele beijo de despedida.

— Ei gente vamos logo vendo assim parece que nunca se viram.(Lia)

— Foi mal mas tenho que me despedir da minha gata direito.

— Deixa tá Lia você é o Vitor também são assim.

— É somos mas já chega amanhã vocês vão se vê.

— Meus pais já estão em casa reclamando da gente que não ficamos em casa nem eu nem a Lia.

— Os meus já reclamam faz tempo estão desconfiados que agente só vive fora de casa.

— É depois que começamos a ficar juntos quase não estou estudando e minhas notas estão caindo.(Mari)

— Não quero ser responsável por isso vão indo não dão mole.

— É mas você não é o responsável eu quero assim ficar perto de você(disse lhe dando um selinho e entrando)

Ele fica a olhando ir embora com aquele sorriso bobo apaixonado e lhe manda beijos no ar.

— Nicolas o que faz aqui fazendo isso?(pergunta Júlia)

— Isso o que?(pergunta Nicolas a olhando)