Amar um Bandido
1 Capítulo 1
Mêses atrás...
No areoporto.— É prima vou ter que ir.(disse Marina)— Confessa que está amando ir para Monâco.(disse Lia)— É eu estou gostando mas não tanto queria que fosse comigo.— É mas meus pais moram aqui é não me querem longe só nas férias, ainda sou de menor.— É eu sei.— Então mas nas férias agente se vê.— Não vejo a hora disso acontecer vai ser tão ruim passar mêses sem te vê.— Espero que voltem a morar no Brasil.— Eu também espero só por sua causa.— Eu queria morar lá mas meus pais não querem morar lá.— É meus pais conversaram com os seus é não houve acordo.— É são uns cabeça duras.— Eu sei que vai ser difícil Lia mas ela volta eu prometo vamos passar só uns mêses lá.(disse a mãe de Marina)— Agente nunca se separa.(Lia)— É rápido.(disse o pai)— Agora se despeçam que já chamaram nosso voô.(disse mãe)— Tchau prima até logo.(disse Marina a abraçando entre lágrimas o seu coração estava partido por deixa-la)— Agente se fala todo o dia pela internet e WhatsApp o dia todo.— Pode deixar.— Não me esqueça me trocando por essas francesas patricinhas.(disse ela que também chorava emocionada com a despedida)— Nunca você é minha prima e minha amiga está no meu coração ninguém vai roubar seu lugar.— Também está no meu coração priminha.— Não me troque por essas roqueiras que tu anda.— Ando mas só são colegas sabe que minha amiga e confiente e você.— Eu sei também é você a minha.— Que amizade linda de vocês.(disse a mãe)— Nem sempre primas se dão tão bem assim.— Mas nós não damos.— A última foto antes de embarcar(disse Marina pegando seu iphone)— Ai não estou com cara de choro toda borrada.— Mas isso é bom e uma despedida normal está chorando.— Fico horrível chorando.— Para de drama e faz pose para a foto.Elas se ajeitam se abraçando e sorrirem para a foto e a mãe posta com a legenda '' Despedida entre primas e melhores amigas''— Pronto agora vamos.(disse o pai e Mari lhe da o último abraço e a mãe e ela o seguem)Lia vai embora para casa arrasada e Mari também vai triste no voô.Dias depois...Lia começou a andar com umas meninas que andavam na favela era da sua sala mas moravam lá eram bolsistas e um dia elas chamaram ela que aceitou adorava desafios, e estava no baile.— Não gosto de funk sou rock mas adoro coisas novas.(disse Lia)— É eu sei que é roqueira mas tenta curtir.(disse Flávia)— Nossa que mulheres vulgares andam quase nuas.(comenta Lia)— É assim e mesmo.(disse Solange)Ela fica um pouco olhando todos dançando funk e rebolando até o chão música de putaria.— Não estou gostando.(disse Lia que estava entediada)— Então não venha mas.(Flávia)— Acho que vou embora.(disse Lia se levantando)— Tudo bem.(Solange)— Não fiquem chateadas.(Lia)— É eu sei que quem é patricinha não gosta disso aqui.(Flávia)— Patricinha eu não sou sabe que sou roqueira baile funk não é para mim aproveitem ai.— Pode deixar.(Flávia)— Toma cuidado que aqui é perigoso.(Solange)— Eu sei me cuidar.(disse e sai tentando sair dali que estava lotado cheio de gente bebendo, se drogando, se beijando e até gente transando ela fica horrorizada não sabia que era assim nunca foi em um lugar desses claro ainda tinha quinze anos apesar de ser madura para a sua idade)Ela sai e desce a ladeira que lá tinha uma enorme, ela já tinha ligado para o táxi estava o esperando.— Perdeu patricinha.(disse um bandido lhe supreendendo a puxando)— Perdi nada.(disse lhe chutando)— Perdeu a noção do perigo eu estou armado.(disse sacando uma arma do bolso e ela se treme de medo)— Ok pega tudo que eu tenho(disse ela lhe entregando bolsa e seu iphone)— É mas acho que quero algo a mas do que isso.(disse a puxando pela cintura e a prensando contra um carro que tinha ali passando a mão no corpo dela que sente nojo e repúdio)— Me solta eu já dei o que quer.(disse se debatendo)— É mas eu não me contentei.— Não faça nada comigo.(pede implorando)— Cala a boca vadia só vou lhe fazer um favor te foder geme para mim roqueira.(disse tocando na genital dela)— Eu não quero transar com você.— Ou transa ou estouro a sua cabeça.(disse novamente lhe apontando a arma)— Me mata é melhor do que ser estrupada.— Te garanto só prazer.(disse começando a beija-la enquanto ela se debatia ele se afasta dela para tirar as proprías roupas e ela estava chorando, o seu pesadelo acaba graças a um cara que estava passando e pega um pau e da na cabeça dele)— Obrigada ele ira me estruprar.(disse ela agradecida)— É eu vi não poderia deixar.— Você é daqui?(pergunta o olhando encantada ele era lindo cabelos pretos em topete, branquinho e olhos azuis parecia gaúcho)— Sou sim.— Nem parece.— Tô vendo que não é daqui.— Eu não sou.
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