— Não isso por favor não.(pede entre lágrimas implorando)

— Não quer transar comigo? porque eu sou feio? sou pobre e favelado?(disse ele passando a mão no corpo dela na bunda e na vagina)

— É nojento.(disse enojada ao sentir aqueles toques no seu corpo sentia muito repúdio)

— Vou te provar que transo melhor do que aqueles mauricinhos da Zona Sul(disse a agarrando e a beijando a força mas ela morde seus lábios com força que até sangra)

— Não encosta em mim se não eu vou morder.(disse ela brava)

— Vai morder meu pau que tu vai chupar daqui a pouco mina brava.

— Por favor me deixa.

— Não agora é questão de honra quero te comer cachorra.

— Não se sente mal por abusar de uma mulher que não está querendo.

— Você quer sim cachorra.

— Não me xinga(disse ela chutando seu membro e ele se contorce de dor e ela o empurra para sair mas ele é mas rápido e a pega por trás com o canivete passando o mesmo de leve pelo seu rosto e pescoço)

— Fica quietinha vadia é da logo para mim antes que eu te mate ou deforme esse seu rostinho que será uma pena.

— Por favor não me mata.

— Então vai ter que colaborar.(disse ele pegando a jogando na parede com força a machucando e começa a tirar suas roupas com brutalidade e ela só chorava e pedia a deus para alguém chegar, e ele tira todas as roupas rapidamente e começa a acariciar seu corpo ela começa a gritar)

— SOCORRO(gritava alto o quanto podia)

— Falei para ficar quieta.(disse ele lhe acertando um tapa na cara e amordaça a boca dela com um pano que tinha no bolso) Da próxima eu te furo(ele ameaça com a faquinha proxima a sua barriga)

— Não faça isso.

— Já vai acabar quietinha.

Ela estava nua com as roupas rasgadas, nua não quase que ainda usava sutiã e calsinha mas ele os tira e ela estava se sentindo suja a vira de costas para parede e tira sua calça e ficando de cueca e pressiona seu corpo contra o dela que já percebia a excitação, depois ele a vira de frente e começa a beija a força metendo a lingua na boca dela e roçando seu membro duro contra sua barriga, e ele logo tira a cueca e o seu membro que já se encontrava duro como pedra salta para fora e ela se arrepia de medo.

— É agora gatinha.(disse ele forçando para penetra-la mas não chega a penetra-la porque sente uma pancada na cabeça e cai no chão)

— Ai meu deus até que enfim.(disse ela aliviada)

— Não se faz isso com uma mulher desgraçado.(disse ele sentando em cima do cara e pegando a faquinha jogando longe e o enchendo de porradas e depois de bater muito nele se levanta e a encontra chorando, ela enquanto eles brigavam tenta se cobrir com as suas roupas rasgadas e veste sua calsinha e sutiã que não estavam rasgados, e ele pega as coisas que ele a roubou)

— Obrigada por em salvar.(disse Lu ainda chorando agradecido)

— É eu vi uns gritos vindo daqui estava passando.(disse ele a olhando a achou linda)

Os dois ficam se olhando, ela o achou lindo o seu olhar verde a encantou foi penetrante ela sentiu algo percorrer seu corpo e seu coração acelerar nunca sentiu aquilo olhou ele de cima a baixo ele era perfeito mas bonito ainda do que Rafael e parecia mas velho do que ela.

— Ele quase me estruprou.(disse em plantos)

— Está bem?(pergunta se aproximando dela e ele a abraça ela deixa sentiu um sentimento de segurança ela se aconchega nos braços dele mesmo sendo desconhecido ele lhe passou um olhar de confiança e ele também sentiu algo naquele abraço um carinho que nunca sentiu por ninguém só por sua irmã, seu pai é sua mãe, e ele sente seu perfume e acaricia os cabelos dela e ela também estava embriagada sentindo aquele perfume dele que era muito bom)

— Bem não estou mas chegou a tempo foi horrível.

— Tenho uma irmã da sua idade não gostaria que ela também fosse estrupada.

— Esse cara é um monstro.

— Para de chorar.(disse ele se afastando do abraço dela e secando suas lágrimas)

— To tentando.

— É mas ele tera o fim dele aqui todos condenam o estrupro.

— Pensei que apoiavam.

— Não é porque somos da favela que apoiamos tudo isso.

— É julguei mal.

— Aqui não tem só estrupadores, bandidos e ladrões.

— É eu estou vendo você mesmo é um cara bacana.

— Já vi que não é daqui é patricinha.

— Está tão na cara assim?

— Sim.

— Um conselho não ande assim sozinha a essa hora você nem e daqui.

— É mas não é tão tarde.

— Para cá é meninas andando sozinhas é perigoso.

— É eu fui imprudente vim acompanhar uma amiga que estava com o namorado e onde vim parar.

— Quer que eu te leve em casa?

— Estou de carro esperando ela.

— Eu te levo até lá.

— Ela está na casa dele.

— Eu vou junto.

— Valeu mas olha as minhas roupas vou quase nua para casa.(disse apontando para sí mesmo)

— Não eu pego as coisas da minha irmã as roupas dela vão te servir.

— Obrigada.

— Olha suas coisas.(disse entregando)

Eles dois saem dali e ele vai mandando mensagens para os parceiros darem um fim naquele cara que ele sabia quem era e eles confirmaram ele detestava estrupadores ficou com muita raiva dele poderia ser sua irmã ali.

— É aqui é a minha casa vou pegar as roupas dela, pode entrar.(disse ele no portão o abrindo)

— Valeu.

Ela entra era uma bela casa luxosa com piscina mas ainda do que de Vitor um lamburguine na garagem, é um conversível e uma moto, ela olha tudo e fica esperando na sala onde encontra um porta-retrato que tinha a foto dele, de uma menina que ela deduziu ser irmã parecia da idade dela, e um homem é uma mulher que ela pensou ser pais dele, ele foi no quarto e pega uma roupa da irmã.

— Para que está pegando minha roupa?(pergunta Larissa que estava deitada assistindo série)

— Para da para uma menina.

— Eu por acaso estou doando minhas roupas?

— Para de ser mão de vaca.

— Vou da minhas roupas para suas vadias.

— Tantas roupas que tem, é nem é por uma vadia é para uma menina que eu encontrei na rua.

— Uma mendiga?

— Não uma que quase foi estrupada e eu salvei.

— Nossa meu irmão heroi?

— É fui sim eu ira deixar isso acontecer não sou tão mal assim.

— Eu sei que não.

— Então posso levar?

— Pode onde está a garota?

— Lá em baixo.

— Quero conhece-la.

— Ok.

Ele pega o shorts e a blusa e desce com a irmã.

— Aqui a roupa.(disse Nicolas a entregando)

— Obrigada depois eu mando lavar e devolvo pela minha amiga que vive aqui.(disse ela pegando)

— Nem precisa pode ficar para você.(disse Lari)

— Obrigada.(disse sorrindo)

— Que isso não é nada.

— É sua irmã?(pergunta ela a olhando uma menina baixa, cabelos loiros e olhos verdes)

— É sim.

— Linda ela.(elogia Mari e pensa com ela mesma linda igual ao irmão)

— A beleza é de família.(disse Lari se achando)

— É a modestia também.(Nicolas)

— Linda e você.(Lari)

— Obrigada.

— Qual é o seu nome?(pergunta Lari)

— Me chamo Marina é o seu?

— Me chamo Larissa mas todos me chamam de Lari(responde simpática)

— É eu todos me chamam de Mari.

— É eu ninguém pergunta meu nome.

— É foi mal você me salvou é nem pergunto o seu nome.

— Me chamo Nicolas mas todos me chamam de Nick.

— É bom posso ir me vestir no banheiro?

— Pode sim claro se quiser pode se vestir aqui mesmo.(disse Nick sorrindo safado)

— Nicolas.(disse Lari o repreendendo)

— Tô brincando.(disse Nick)

Ela vai para o banheiro e sai vestida.

— Eu vou indo a minha amiga já mandou mensagens que está me esperando aqui na rua.

— Ok tchau.(disse Nicolas)

— Volta sempre aqui gostei de você.(Lari)

— É aqui não é meu lugar depois disso não quero mas vim aqui mas gostei de te conhecer também.(Mari)

— Eu te levo até a porta.(Nick)

Ela a leva até o portão.

— Como posso te agradecer?(pergunta Mari assim que chegam no portão)

— Com um beijo assim.(disse a puxando pela cintura e colando seus corpos)

— Me ajudou com esse interesse?(disse ela com a respiração ofegante porque estava colada nele)

— Na hora não pensei nisso mas agora reparei você é linda.(disse ele olhando para a sua boca e ela faz o mesmo)

— Eu não sou dessas faveladas.(disse ela desviando o olhar estava morrendo de vontade de beija-lo)

— Eu sei é muito melhor(disse e a beija um beijo calmo e demorado e ela corresponde foi o melhor beijo de sua vida já tinha beijado vários garotos mas não era a mesma coisa daquele beijo que tinha sentimento envolvido ela estrelaça os braços na cintura dele e ele aprofunda o beijo a prensando contra o porão se separam daquele beijo tão envolvente com gostinho de quero mas com selinhos, e o coração de ambos batiam acelerados mas do que o normal)

— Tenho que ir.(disse ela o empurrando)

— Fica mas.(disse ele a puxando)

— Isso nem deveria ter acontecido.

— É mas aconteceu é você bem que gostou.

— Está se aproveitando de mim que estou em um momento frágil.

— Isso só te dei consolo.

Ela ira responder mas seu iphone toca era Lia ela atende e sai andando sem olhar para trás e vai a encontro a amiga.

— Onde estava amiga?(pergunta Lia quando ela chega)

— História longa.(disse Mari)

— Que roupa é essa?(pergunta olhando que aquela roupa não era a mesma que ela estava vestida)