Amar um Bandido
15 Capítulo 15
— Troquem telefones.
— É isso mesmo tava esquecendo disso.Eles trocam telefones.— É agora eu te ligo.— Tchau João foi bom te conhecer.(disse lhe dando um beijo na bochecha mas ele lhe da um selinho)Ela sai com a amiga e ele fica ali sorrindo, ela vai para casa é não para de pensar nele é o mesmo acontece com ele, eles ficam trocando mensagens direto e marcam um encontro naquele parque no dia seguinte e lá ficam de novo.Um mês depois...Ela estava sempre dando um jeitinho de encontra-lo até estava matando aulas para vê-lo e ele fazia o mesmo estavam ficando mas apaixonados, iram para vários lugares cinema, praia, cachoeira, parque e entre outros lugares, e João decide naquele dia no bosque onde lhe pedir em namoro era um piquinique que fizeram.— Ai aqui é tão bom é uma paz que só, tão calmo e cheio de natureza eu gosto muito.(disse Lari)— Eu também.— É um bosque muito belo e florido cheio de verde.— É bom para namorar.— É também.— Mas não é tão belo quanto você linda.— Obrigada.— Eu te trouxe aqui hoje para te fazer um pedido.— Qual?— Quer namorar comigo?(pergunta anciosamente esperando a resposta a olhando apreensivo e ela fica o olhando ainda não acreditando)— Claro que eu quero.(disse sorrindo apaixonada)— Eu estou apaixonado.— Eu também estou.— Comprei até esses aneis para agente.(disse ele pegando os aneis de dentro da caixinha de veludo)— Ai que fofo.(disse ela os olhando)— Sei que toda menina gosta.— É eu amei.(disse e ele coloca o anel nela e em seguida deposita um beijo na mão dela)— Mas você não gosta daquele cara amigo do seu irmão?— Eu pensei que gostasse mas eu não gosto eu gosto mesmo de você, eu só estava encantada por ele que é mas velho.(disse ela colocando o anel nele)— Ufa que bom que eu não tinha como concorrer com ele.— Você é lindo e muito fofo, meninos dessa idade não levam nada a sério imagina pedido de namoro e anel.— É mas eu sou dos antigos mesmo ainda.— Que pena que moramos longe e estudamos em colégios diferentes.— É queria te pedir em namoro para seu pai e seu irmão.— É melhor não eles não vão aceitar vamos ficar como agente está escondido.— Não gosto disso.— Ah é o jeito até eu ficar de maior.— Ok então fazer o que se é para namorar com você eu topo tudo.— É para o seu bem você não os conhece.— Perai você me falou que mora em Ipanema é porque disse que agente mora tão longe.— É eu não sou daqui.— Se mudou?— Não eu moro na favela estava com vergonha de te falar e você não me quiser mas.— Eu vou te querer do mesmo jeito mas não gostei que mentiu.— É foi mal é que não pensei que queria namorar uma favelada.— Para mim não tem problema nenhum.— É mas para os seus pais teria.— Acho que sim mas eu não ligo não vou me separar de você por nada.— Você é o meu primeiro namorado.— É você também é a minha primeira.— Agente está a um mês ficando mas parece que nos conhecemos a vida toda é tão intenso o que estamos sentindo.— É que nem ficamos juntos o tempo todo.— Se pudesse passaria o dia com você.— Assim me abusaria.— Nunca vou te abusar.— Nem eu.— Você ficou com outras meninas?— Não só com você e você?— Também não quando agente se beijou, é assim eu não fiquei mas tentei beijar o Vitor amigo do meu irmão quando me declarei para ele mas foi só um selinho porque ele se afastou logo.— Não gostei de saber disso.(disse ele enciumado)— Tinha que ser sincera já que te perguntei e você me perguntou não poderia mentir, mas depois me dei conta que não sou apaixonada por ele sou por você.— Eu acredito em você.(disse e a beija)Ela estava se lembrando do que aconteceu com ela é João e conta tudo as meninas, e Lia fala de Vitor também é Mari de Rafa.— História bonita a de vocês.(disse Lia)— É mesmo foi o destino que nos colocou naquele parque aquele dia.(Lari)— É um mês e já estão namorando.(Mari)— É eu é o Vitor começamos a namorar também quando eu voltei de Paris nos conheciamos a dois mêses e ficamos um mês separados e ele descobriu que me ama lá também sentia muito a falta dele das conversas, do beijo de tudo.(Lia)— Eu sinto falta do Rafael.(comenta Mari)— Ta apaixonada por ele?(pergunta Lari)— Acho que sim.(Mari)— Acha não deveria ter certeza.(Lia)— Não sei como é paixão.(Mari)— Agente fica com o coração acelerado, respiração ofegante, pernas bambas, borboletas no estomâgo até falta de ar e palpitações quando vê o amado, sente falta a primeira coisa quando acorda e lembrar dele é a última antes de dormir e pensar nele e sonha com ele.(Lia)— Nosso tudo isso.(Mari)— Eu sinto tudo isso um friozinho na barriga também.(Lari)— Eu também e você sente?(Lia)— Não.(Mari)— Então não está apaixonada ó atraída.(Lia)— Ah mas estou sentindo falta dele agente troca mensagens todos os dias.(disse Mari mostrando as mensagens no seu WhatsApp)— Deixa eu vê a foto dele.(pede Lari)— Esse gato aqui.(disse lhe mostrando a foto)
— É gatinho.(disse olhando)Ficam conversando disso até bater o sinal para subirem, e a professora de filosófia passa um trabalho em grupo.— Vamos fazer na minha casa ou a de vocês?(pergunta Lari)— Na minha nós duas moramos no mesmo prédio e você vai lá.(Mari)— Não eu quero ir lá.(Lia)— Já sei até porque por causa do Vitor.(Lari)— Ai eu não piso mas lá.(Mari)— Aquilo aconteceu aquele dia mas não vai mas acontecer não vamos nos deixar sozinha.(Lia)
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