Amar um Bandido
13 Capítulo 13
— Dúvido.
— Então dúvide.— Vou te provar(disse ele saindo do carro)— O que vai fazer?— A sua vontade se não tem coragem eu faço(disse e a agarra a puxando e colando seus corpos rapidamente em uma fração de segundos ela mal pisca seus corpos estavam colados e essa aproximação não era nada bom ela ficou muito mexida e seu coração fica ainda mas acelerado sua respiração ofegante e sente borboletas no estomâgo, mas ela nem tempo de reagir o empurrando ele a beija um beijo com pegada intenso e selvagem com mordidas nos lábios e ela corresponde o beijo é demorado e quando se separam se olham e ele abre aquele sorriso cafajeste nos lábios que a irrita profundamente lhe fazendo pensar na burrada que fez deixando ele beijar ela)— Me solta.— Solto sim você que está com os braços em volta do meu pescoço.(disse e ela rapidamente o solta)— Quem pensa que é para me beijar assim?— Eu sou Nicolas é deu vontade.— Não pode sair por ai beijando as pessoas.— É mas quando elas querem podem sim.— Mas quem disse que eu quero.— Nem preciso dizer você demonstrou correspondendo.(disse ele se aproximando dela novamente)— Eu fui pega desprevinida.— É daquela vez também assume garota que adorou e quer mas, não só beijo mas me quer dentro de você.(disse ele no ouvido dela com aquela voz sexy lhe fazendo ficar arrepiada)— Seu depravado cafajeste.(disse lhe acertando um tapa na cara de um lado do seu rosto como ele é branquinho de imediato fica vermelho)— Não falei nada demais é você não bata na minha cara sua vadia.(disse ele furioso passando a mão no rosto onde ela tinha batido foi forte para uma menina ela batia forte até)— Não me xinga de vadia.(disse ela com raiva)— Aquele dia deveria ter deixado você ter sido estrupada.— Escroto.(disse ela indignada)— Isso é algo para se falar irmão.(repreende Lari)— Ela deu na minha cara.— Porque você provocou.(Lari)— Não se trata mulher assim.(Lia)— Lá na favela eu sempre trato e até pior se uma lá batesse na minha cara eu daria de volta, não sou de bater em mulher mas se ela bater leva de volta.— Não ouse bater na minha amiga.(disse Lia se metendo na frente)— Pede desculpas por chama-la de vadia.(pede Lari)— Não vou pedir desculpas mesmo, é vamos(disse ele arrastando Lari)Os dois entram no carro e partem com o mesmo e ela vai no caminho brigando com ele.— Idiota é um imbecil(disse ela furiosa odiou ser ofendida nenhuma mulher gostava de ser chamada de vadia)— É mas beija bem em porque vi que estava gostando do beijo.(debocha Lia)— Eu não estava não.— Tava sim é deixou é depois quis bater nele.— Claro ele insinuou que queria transar comigo que safado eu não dei essa liberdade.— Ele é acostumado com as garotas da favela todas lá andam quase nua e dão para ele ele pensava que era como elas.— Mas eu não sou dessas fáceis, eu beijo alguns caras que eu estou afim mas transar mesmo não, quando esquenta eu fugo é não transaria com qualquer um.— Eu sei disso.— Ele é um idiota escroto que se acha só porque é gato pode beijar todas e que todas o querem, ai que raiva.(disse ela que estava com muita raiva)— Calma prima já descontou dando um tapa nele que saiu com o orgulho ferido sabe que homem não gosta de levar tapa.— Ele é covarde se não fosse o povo olhando ele revidaria.— Vamos para casa.No dia seguinte:Ele vai levar a irmã no colégio de novo para vê Marina, a irmã entra e ele fica ali e logo chega Marina de motorista ele estava conversando com umas garotas mas as deixam ali falando sozinha e corre em direção delas.— Marina.(disse ele puxando ela pelo braço)— O que quer comigo?(pergunta ela o encarando)— Quero falar com tu.— Me solta idiota.(pede e ele a solta)— Queria pedir desculpas.— Desculpas pelo o que?— Te chamar de vadia a minha irmã me fez refletir sei que não é uma vadia mas falei isso na hora da raiva também me deu um tapa na cara.— Porque mereceu olha o que falou para mim quero entrar dentro de você isso é tão escroto.— Mas era o que eu queria mesmo, era não é ainda.(disse ele sorrindo safado)— Ta vendo venho falar isso de novo?— Não me desculpa.— Ok.— Feriu meu ego aquele tapa nunca levei tapa na cara de ninguém nem nos meus pés e vou levar logo de uma menina.— É porque as putas que você está acostumadas que costumam levar tapas de você, mas você não pode sair por ai falando besteiras para todas porque nem todas são iguais e querem ouvir as coisas que você fala.— Entendi.— Agora vou entrar tenho aula.— Ficamos tudo na paz?— Sim você é irmão da minha nova amiga fazer o que né?— Tchau boa aula Marina.— Tchau Nicolas.(disse e vira as costas e sai e ele fica a olhando entrar)— Ainda vou te pegar patricinha de jeito na minha cama ninguém bate na minha cara.(disse ele sorrindo)Ela entra e conta as meninas que ele venho pedir desculpas.— Nossa meu irmão pedindo desculpas nunca pensei.(Lari)— Ele falou que você fez ele refletir.(Mari)
— Hum a irmã mas nova fazendo o mas velho refletir.(Lia)— Ele é mas velho mas é muito imaturo eu sou bem mas madura.(Lari)— Ele é um escroto mas o desculpei não vou ficar guardando mágoas mas da próxima vez que me chamar de vadia dou um chute nas bolas dele.(Mari)— Ele nunca pediu desculpas para ninguém.(Lari)— Talvez esteja melhorando aquele mal educado, desculpa é seu irmão mas é a verdade.(Mari)— Eu sei.(Lari)— Eu namoro o Vitor amigo dele, mas nunca te vi lá.(Lia)— Adoro ele já fui apaixonada por ele.(revela Lari)— Sério?(Lia)— Não mas não se preocupe era faz um tempo atrás é normal ele é bonito mas não sou mas.— Ah ufa porque eu amo ele e assim nem poderiamos ser amigas.— É mas mesmo assim ele não iria me querer ele ama você vive falando de uma Lia agora sei que é você.
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