— Dúvido.

— Então dúvide.

— Vou te provar(disse ele saindo do carro)

— O que vai fazer?

— A sua vontade se não tem coragem eu faço(disse e a agarra a puxando e colando seus corpos rapidamente em uma fração de segundos ela mal pisca seus corpos estavam colados e essa aproximação não era nada bom ela ficou muito mexida e seu coração fica ainda mas acelerado sua respiração ofegante e sente borboletas no estomâgo, mas ela nem tempo de reagir o empurrando ele a beija um beijo com pegada intenso e selvagem com mordidas nos lábios e ela corresponde o beijo é demorado e quando se separam se olham e ele abre aquele sorriso cafajeste nos lábios que a irrita profundamente lhe fazendo pensar na burrada que fez deixando ele beijar ela)

— Me solta.

— Solto sim você que está com os braços em volta do meu pescoço.(disse e ela rapidamente o solta)

— Quem pensa que é para me beijar assim?

— Eu sou Nicolas é deu vontade.

— Não pode sair por ai beijando as pessoas.

— É mas quando elas querem podem sim.

— Mas quem disse que eu quero.

— Nem preciso dizer você demonstrou correspondendo.(disse ele se aproximando dela novamente)

— Eu fui pega desprevinida.

— É daquela vez também assume garota que adorou e quer mas, não só beijo mas me quer dentro de você.(disse ele no ouvido dela com aquela voz sexy lhe fazendo ficar arrepiada)

— Seu depravado cafajeste.(disse lhe acertando um tapa na cara de um lado do seu rosto como ele é branquinho de imediato fica vermelho)

— Não falei nada demais é você não bata na minha cara sua vadia.(disse ele furioso passando a mão no rosto onde ela tinha batido foi forte para uma menina ela batia forte até)

— Não me xinga de vadia.(disse ela com raiva)

— Aquele dia deveria ter deixado você ter sido estrupada.

— Escroto.(disse ela indignada)

— Isso é algo para se falar irmão.(repreende Lari)

— Ela deu na minha cara.

— Porque você provocou.(Lari)

— Não se trata mulher assim.(Lia)

— Lá na favela eu sempre trato e até pior se uma lá batesse na minha cara eu daria de volta, não sou de bater em mulher mas se ela bater leva de volta.

— Não ouse bater na minha amiga.(disse Lia se metendo na frente)

— Pede desculpas por chama-la de vadia.(pede Lari)

— Não vou pedir desculpas mesmo, é vamos(disse ele arrastando Lari)

Os dois entram no carro e partem com o mesmo e ela vai no caminho brigando com ele.

— Idiota é um imbecil(disse ela furiosa odiou ser ofendida nenhuma mulher gostava de ser chamada de vadia)

— É mas beija bem em porque vi que estava gostando do beijo.(debocha Lia)

— Eu não estava não.

— Tava sim é deixou é depois quis bater nele.

— Claro ele insinuou que queria transar comigo que safado eu não dei essa liberdade.

— Ele é acostumado com as garotas da favela todas lá andam quase nua e dão para ele ele pensava que era como elas.

— Mas eu não sou dessas fáceis, eu beijo alguns caras que eu estou afim mas transar mesmo não, quando esquenta eu fugo é não transaria com qualquer um.

— Eu sei disso.

— Ele é um idiota escroto que se acha só porque é gato pode beijar todas e que todas o querem, ai que raiva.(disse ela que estava com muita raiva)

— Calma prima já descontou dando um tapa nele que saiu com o orgulho ferido sabe que homem não gosta de levar tapa.

— Ele é covarde se não fosse o povo olhando ele revidaria.

— Vamos para casa.

No dia seguinte:

Ele vai levar a irmã no colégio de novo para vê Marina, a irmã entra e ele fica ali e logo chega Marina de motorista ele estava conversando com umas garotas mas as deixam ali falando sozinha e corre em direção delas.

— Marina.(disse ele puxando ela pelo braço)

— O que quer comigo?(pergunta ela o encarando)

— Quero falar com tu.

— Me solta idiota.(pede e ele a solta)

— Queria pedir desculpas.

— Desculpas pelo o que?

— Te chamar de vadia a minha irmã me fez refletir sei que não é uma vadia mas falei isso na hora da raiva também me deu um tapa na cara.

— Porque mereceu olha o que falou para mim quero entrar dentro de você isso é tão escroto.

— Mas era o que eu queria mesmo, era não é ainda.(disse ele sorrindo safado)

— Ta vendo venho falar isso de novo?

— Não me desculpa.

— Ok.

— Feriu meu ego aquele tapa nunca levei tapa na cara de ninguém nem nos meus pés e vou levar logo de uma menina.

— É porque as putas que você está acostumadas que costumam levar tapas de você, mas você não pode sair por ai falando besteiras para todas porque nem todas são iguais e querem ouvir as coisas que você fala.

— Entendi.

— Agora vou entrar tenho aula.

— Ficamos tudo na paz?

— Sim você é irmão da minha nova amiga fazer o que né?

— Tchau boa aula Marina.

— Tchau Nicolas.(disse e vira as costas e sai e ele fica a olhando entrar)

— Ainda vou te pegar patricinha de jeito na minha cama ninguém bate na minha cara.(disse ele sorrindo)

Ela entra e conta as meninas que ele venho pedir desculpas.

— Nossa meu irmão pedindo desculpas nunca pensei.(Lari)

— Ele falou que você fez ele refletir.(Mari)

— Hum a irmã mas nova fazendo o mas velho refletir.(Lia)

— Ele é mas velho mas é muito imaturo eu sou bem mas madura.(Lari)

— Ele é um escroto mas o desculpei não vou ficar guardando mágoas mas da próxima vez que me chamar de vadia dou um chute nas bolas dele.(Mari)

— Ele nunca pediu desculpas para ninguém.(Lari)

— Talvez esteja melhorando aquele mal educado, desculpa é seu irmão mas é a verdade.(Mari)

— Eu sei.(Lari)

— Eu namoro o Vitor amigo dele, mas nunca te vi lá.(Lia)

— Adoro ele já fui apaixonada por ele.(revela Lari)

— Sério?(Lia)

— Não mas não se preocupe era faz um tempo atrás é normal ele é bonito mas não sou mas.

— Ah ufa porque eu amo ele e assim nem poderiamos ser amigas.

— É mas mesmo assim ele não iria me querer ele ama você vive falando de uma Lia agora sei que é você.