Mêses atrás...

No areoporto.

— É prima vou ter que ir.(disse Marina)

— Confessa que está amando ir para Monâco.(disse Lia)

— É eu estou gostando mas não tanto queria que fosse comigo.

— É mas meus pais moram aqui é não me querem longe só nas férias, ainda sou de menor.

— É eu sei.

— Então mas nas férias agente se vê.

— Não vejo a hora disso acontecer vai ser tão ruim passar mêses sem te vê.

— Espero que voltem a morar no Brasil.

— Eu também espero só por sua causa.

— Eu queria morar lá mas meus pais não querem morar lá.

— É meus pais conversaram com os seus é não houve acordo.

— É são uns cabeça duras.

— Eu sei que vai ser difícil Lia mas ela volta eu prometo vamos passar só uns mêses lá.(disse a mãe de Marina)

— Agente nunca se separa.(Lia)

— É rápido.(disse o pai)

— Agora se despeçam que já chamaram nosso voô.(disse mãe)

— Tchau prima até logo.(disse Marina a abraçando entre lágrimas o seu coração estava partido por deixa-la)

— Agente se fala todo o dia pela internet e WhatsApp o dia todo.

— Pode deixar.

— Não me esqueça me trocando por essas francesas patricinhas.(disse ela que também chorava emocionada com a despedida)

— Nunca você é minha prima e minha amiga está no meu coração ninguém vai roubar seu lugar.

— Também está no meu coração priminha.

— Não me troque por essas roqueiras que tu anda.

— Ando mas só são colegas sabe que minha amiga e confiente e você.

— Eu sei também é você a minha.

— Que amizade linda de vocês.(disse a mãe)

— Nem sempre primas se dão tão bem assim.

— Mas nós não damos.

— A última foto antes de embarcar(disse Marina pegando seu iphone)

— Ai não estou com cara de choro toda borrada.

— Mas isso é bom e uma despedida normal está chorando.

— Fico horrível chorando.

— Para de drama e faz pose para a foto.

Elas se ajeitam se abraçando e sorrirem para a foto e a mãe posta com a legenda '' Despedida entre primas e melhores amigas''

— Pronto agora vamos.(disse o pai e Mari lhe da o último abraço e a mãe e ela o seguem)

Lia vai embora para casa arrasada e Mari também vai triste no voô.

Dias depois...

Lia começou a andar com umas meninas que andavam na favela era da sua sala mas moravam lá eram bolsistas e um dia elas chamaram ela que aceitou adorava desafios, e estava no baile.

— Não gosto de funk sou rock mas adoro coisas novas.(disse Lia)

— É eu sei que é roqueira mas tenta curtir.(disse Flávia)

— Nossa que mulheres vulgares andam quase nuas.(comenta Lia)

— É assim e mesmo.(disse Solange)

Ela fica um pouco olhando todos dançando funk e rebolando até o chão música de putaria.

— Não estou gostando.(disse Lia que estava entediada)

— Então não venha mas.(Flávia)

— Acho que vou embora.(disse Lia se levantando)

— Tudo bem.(Solange)

— Não fiquem chateadas.(Lia)

— É eu sei que quem é patricinha não gosta disso aqui.(Flávia)

— Patricinha eu não sou sabe que sou roqueira baile funk não é para mim aproveitem ai.

— Pode deixar.(Flávia)

— Toma cuidado que aqui é perigoso.(Solange)

— Eu sei me cuidar.(disse e sai tentando sair dali que estava lotado cheio de gente bebendo, se drogando, se beijando e até gente transando ela fica horrorizada não sabia que era assim nunca foi em um lugar desses claro ainda tinha quinze anos apesar de ser madura para a sua idade)

Ela sai e desce a ladeira que lá tinha uma enorme, ela já tinha ligado para o táxi estava o esperando.

— Perdeu patricinha.(disse um bandido lhe supreendendo a puxando)

— Perdi nada.(disse lhe chutando)

— Perdeu a noção do perigo eu estou armado.(disse sacando uma arma do bolso e ela se treme de medo)

— Ok pega tudo que eu tenho(disse ela lhe entregando bolsa e seu iphone)

— É mas acho que quero algo a mas do que isso.(disse a puxando pela cintura e a prensando contra um carro que tinha ali passando a mão no corpo dela que sente nojo e repúdio)

— Me solta eu já dei o que quer.(disse se debatendo)

— É mas eu não me contentei.

— Não faça nada comigo.(pede implorando)

— Cala a boca vadia só vou lhe fazer um favor te foder geme para mim roqueira.(disse tocando na genital dela)

— Eu não quero transar com você.

— Ou transa ou estouro a sua cabeça.(disse novamente lhe apontando a arma)

— Me mata é melhor do que ser estrupada.

— Te garanto só prazer.(disse começando a beija-la enquanto ela se debatia ele se afasta dela para tirar as proprías roupas e ela estava chorando, o seu pesadelo acaba graças a um cara que estava passando e pega um pau e da na cabeça dele)

— Obrigada ele ira me estruprar.(disse ela agradecida)

— É eu vi não poderia deixar.

— Você é daqui?(pergunta o olhando encantada ele era lindo cabelos pretos em topete, branquinho e olhos azuis parecia gaúcho)

— Sou sim.

— Nem parece.

— Tô vendo que não é daqui.

— Eu não sou.