Amantes

19 Capítulo 17


Notas iniciais
Mais um capitulo minhas lindas.
Boa leitura.

--Filho da...! Bastardo. Ele nao vale o sangue que bebe._ Tohr esbravejou quando entrou na mansão.

--Calma Tohr, já passou._ Tentei acalma-lo.

--Calma nada. Ele encostou em voce. Ele te.... _ Ele nao terminou a frase.

--O que esta acontecendo?_ A voz forte do rei chegou ao vestíbulo antes dele.

--O FDP do Rehv beijou Nalla. Eu vou mata-lo._ Tohr gritou.

--Ele fez o que?_ Wrath perguntou descendo a imponente escada e parando na minha frente.

--É verdade sim. Mas já passou. E sabe, acho que finalmente Jonh e Xhex vjão engatar._ Eu ri baixinho.

--Em? Como assim?_ Rhage estava parado ao lado do Rei. --Isso que você escutou Rhage. Acho que dessa vez o negocio flui._ Tohr falou mais calmo.

--Eu nao acredito. Depois de tanto tempo. Tava na hora né._ Meu pai falou parando ao meu lado. As vezes me irritava ele aparecer assim, do nada._ Nalla, porque você ta cheirando ao Rehv?

--Nada não pai. Já resolvi esse assunto. Tohr vem, eu realmente preciso de um banho._ Peguei ele pelo colarinho da camisa e o arrastei escada a cima.

--Ei Nalla, se você quiser eu arranjo uma coleira de diamantes pra colocar nele._ Rhage riu alto.

--Vai a merda Rhage. Que precisa de coleira aqui é você, nao eu._ Tohr replicou.

--Essa nao teve graça._ Ele gritou.

--Teve sim._ Tohr gritou ante de entrar no quarto. --Vo tomar um banho._ Falei entrando no closet.

--Você vai tomar banho?_ Ele me fechou dentro do closet. --Vou sim. Posso passar?_ Tentei passar por baixo do braço dele.

--Nao vai nao. Eu vou dar banho em você. Esse cheiro que esta em você faz meu sangue ferver, eu tenho que deixar você cheirando a mim. Você é minha._ Ele me prendeu nos braços dele e me levou pro banheiro.

--Nossa, que macho mais possessivo._ Fiz cara de surpresa.

--Com a MINHA fêmea sim._ Ele rosnou baixinho. Com delicadeza, me colocou no chão, começou tirando minha camisa, depois meu sutiã. Passou as mãos pelas minhas costas, indo para minha barriga, subindo pros meus seios e fazendo uma massagem neles de leve, sem violência.

--Tohr, nao faz isso._ Falei baixinho.

--Porque nao? Você nao gosta?_ Ele falou no meu ouvido.

--Claro que eu gosto. Mas assim eu nao me seguro._ Falei gemendo baixo.

--Mais isso é o que eu mais quero._ Ele parou de frente pra mim, se ajoelhou e desabotoou me short. Tirou com delicadeza, depois foi a vez da cinta-liga, que ainda estava na minha perna. Foi dando beijos na minha barriga, pegou minha calcinha com os dentes e a tirou também.

--Tão linda, tão formosa. E só minha. MINHA._ Ele levantou deu outro beijo na na boca e me levando pra dentro do chuveiro.

--E você vai ficar com essa roupa toda mesmo?_ Apontei pro corpo dele.

--Eu vou ficar assim mesmo._ Ligou o chuveiro e logo a fumaça da água quente começou a subir.

Assim que entrei debaixo d'água relaxarei de imediato. Ele pegou o sabonete e fez espuma nas mãos. Começou a passar pelo meu corpo, as suas mãos eram macias pelo meu corpo, estavam em um ritmo perfeito, em um sobe e desce freneticamente bom. Ele ensaboou cada centímetro do meu corpo, cada espaço. Era bom, delicioso se me permite dizer. Quando chegou perto do meu centro, eu sei bem porque, afastei um pouco as pernas, dando espaço pra ele fazer o que quiser.

--Isso. Só pra mim._ Ele balbuciou tão baixo que duvidei que tivesse ouvido._ Tão minha, só minha. De mais ninguém.Aquele cheiro próprio dele foi se misturando ao cheiro do sabonete. Cheiro de macho vinculado. Era viciaste.

--Eu estou me segurando para nao te deitar aqui mesmo e te fazer minha._ Ele passou a mãos na parte interna das minhas coxas, separando um pouco mais as minhas pernas.

--E porque se segura tanto?_ Fechei os olhos enquanto ele passava os dedos pelo meu centro

. --Porque nao posso. Mais nada me impede de te prova sabia?_ Ele disse em uma voz rouca e sexy.

--Então porque nao prova?_ Aticei ele.

Nao deu outra.Em um segundo ele me tirou do chuveiro e me deitou na cama. Tomou minha boca com volúpia, sugando meu lábio inferior, mordendo-o. Sua língua reconhecendo cada canto da minha boca. Eu era dele, sem duvidas. Ele desceu a boca pelo meu pescoço chegando nos meus seios, ele mordiscava, dava chupões, me levava ao céu e me fazia voltar. Suas mãos nao paravam um segundo entre as minhas costuras, minha cintura, meus seios. Ele nao parava. Sua boca foi descendo pela minha barriga até chegar no meu centro. Por instinto, ou seja lá o que for, abri mais as pernas, dando um espaço completo pra ele. Vai parecer ridículo, mais ali nao tinha espaço para a vergonha. O prazer e a excitação falavam mais altos. Minhas mãos nao tinham lugar. Elas iam do cabelo dele aos lençóis. Nao tinha palavras para o q estava sentindo e para o que ele estava fazendo comigo. Eram mordidas, chupões, caricias, tudo me levando até o espaço e me fazendo voltar a uma velocidade inacreditável.

--Tohr..._ Gemi baixinho.

--Isso, fala de novo._ Ele disse em um tom meio sádico.

--Só minha._ Ele voltou a fazer o que estava fazendo, só que dessa vez mais rápido. Eu sentia meus músculos se contraírem. Arqueei as costas, joguei a cabeça pra traz e acabei gemendo alto demais.

--Tão doce._ Ele se levantou ainda lambendo os lábios, que mesmo na pouca luz, brilhavam._ E só minha.

--Para de falar essas coisas, eu fico sem graça._ Falei enquanto me aconchegava em seu peito. Sentir o cheiro de sua excitação que emanava por todo seu corpo. E o que eu via por cima da calça nao me deixava mentir.

--Eu queria...._ Ele me cortou.

--Você nao quer nada. Eu agüento uma semana ou duas. Esperei 25 anos. Posso esperar mais 15 dias._ Ele riu um pouco.

--Se você diz. Acho que precisamos de outro banho. Só que dessa vezes sem você. Nao quero que meu pai pense que somos viciados em sexo._ Ri um ta to alto.

--Ei, eu nao sou viciado em sexo, sou viciado em você. E o Z nao pode falar nada, ele é um completo viciado por sexo._ Tohr bufou. Alguém bateu na porta.

--Primeiro, o que vocês fazem ou deixam de fazer é problema de vocês, no tanto que resulte em uma cerimonia de emparelhamento, nada contra. E segundo, se eu sou ou nao viciado, o problema nao é seu._ Meu pai rosnou do outro lado da porta.

--Pai? A quanto tempo você esta ai fora?_ Perguntei insegura.

--Faz uns 30 segundos. Mais se estiver preocupada com alguma coisa, relaxa, só a casa inteira escutou.

--PAI._ Gritei sem jeito.

--Desculpa. Era brincadeira. Só escutei porque estava subindo as escadas. Mas vim aqui falar com você Tohr. Da pra trazer esse seu traseiro aqui ou vou ter que entrar para te buscar?_ Meu pai riu alto.

--Já estou indo._ Ele se levantou da cama e saiu pela porta.


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Eu tinha chegado a cidade fazia um mês, e nunca havia encontrado ninguém da irmandade perambulando. Até onde a aristocracia vampírica sabia, a guerra estava sobe controle e os seus guerreiros estavam escondidos em algum lugar. Encontrar Nalla na boate foi um risco aos meus planos. Se Rhage descobrisse que eu estava de volta, minha querida Virgem Escriba, nao sei o que ele seria capaz de fazer.

--Gabryella, da pra voltar pra terra, to falando com você!_ Matt se pôs na minha frente chamando minha atenção.

Matt, era um macho de valor, só tinha um defeito que o tornava um desperdício de macho. Ele é gay. Pois é, triste nao. Imagine, um macho de dois metros de altura, forte como um touro, olhos negros como a noite, moreno, cabelos castanhos e um lutador exemplar. Nem da pra dizer é gay, mais ele é.

--Gabryella, to falando com você. Me responde.

--Desculpa, estava pensando aqui. --No que você tava pensando.?_ Ele me olhou de lado.

--No perigo que corri por ter esbarrado com a filha de Z. E se ela lembra de mim. Iria estragar todos os meus planos.

--E quais são eles mesmo?

--Ir falar com o Rei Cego o mais rápido possível, tenho que voltar para a irmandade o quanto antes. Falando com ele, a probabilidade de Rhage tentar me matar é mínima._ Eu conhecia ele melhor que ninguém.

--Quando você vai ir lá falar com ele?_ Ele abriu a porta do quarto do hotel pra mim.

--O mais breve possível. O que eu vi tem que ser revelado o quanto antes. Ou teremos uma catástrofe em nosso mundo._ As minhas visões eram sempre certeiras. Nunca errei, a nao ser quando fazia algo para impedir.

--Certo._ Matt se jogou na cama e ligou a tv.

Notas finais
E ai? Gostaram?
Quem será essa tal de Gabryella? O que ela é do nosso querido Rhage e que visão é essa que ela teve que pode ser tão catastrófica?
Beijos, deixem seus reviews!
Até o próximo capitulo