Amantes
26 Capítulo 23
Notas iniciais
-Dói! –Lucas gritou.
-Já vai passar meu filho. –a Virgem Escriba falou.
-Cadê o Butch? –Jane falou irritada.
-Não sei. Mas temos que começar. –peguei alguns bisturis e coloquei na bandeja.
-Não posso começar sem o humano. –Jane me olhou temerosa.
-Minha shellan, temos que fazer se não vamos perdê-lo. –passei minhamão nas bochechas dela.
Wrath tinha me explicado tudo que estava acontecendo e o que íamos ter que fazer em Lucas.
-Mas V. é perigoso. –ela sussurrou.
-Eu sei, mas temos que tentar.
-Então vamos.
Atamos Lucas na mesa de aço e o deixamos de modo que Lucas ficasse em pé. As bolsas de sangue humano estavam à mão e algumas já estavam já estavam prontas para serem usadas.
Peguei o bisturi e abri um corte em cada pulso e mais um em sua jugular. De acordo com Jane ele teria que perder todo o sangue de lasser para ele ter um sangue normal.
-Isso dói. - Lucas gritou de novo.
-Jane abra o peito dele, em alguns minutos terei que colocar o coração dele de volta. –minha mãe falou muito calma, isso ainda me tirava do serio.
Jane abriu o peito de Lucas, que por algum motivo não sangrou. No lugar onde teria um coração, era apenas um espaço vazio e sem vida. O coração de Lucas estava na mão de minha mãe e pulsava fortemente.
Em 5 minutos o sangue negro apenas gotejava sem força. O corte na jugular fechou sozinho e os cortes dos punhos estavam quase cicatrizados.
-Jane, comece a transfusão. –falei pegando algumas agulhas.
-A Virgem Escriba se aproximou de Lucas, que aquela altura já estava imóvel, o coração que estava na Mao dela pulsava em um ritmo frenético. Quando o sangue vermelho começou a gotejar na área do coração, a Virgem Escriba colocou o coração dele no lugar.
Lucas deu um suspirou fundo e longo, quase de alivio, e seu batia meio descompassado.
-Deitem ele. –minha mãe ordenou.
-O faremos agora? –Jane estava ficando preocupada.
-Se acalme minha querida. Ele não ira sofrer com a dor. E assim que a transição acabar ele ira acordar na hora. –ela falou calma.
-Então é só sentar e esperar? –ladrei.
-É sim, meu filho. –minha mãe falou carrancuda.
-Do que mais vamos precisar? –Jane perguntou.
-Assim que o humano chegar o faça beber seu sangue e tudo estará acabado. Agora eu tenho que ir. –ela sumiu novamente.
-Graças a Deus. –Jane sentou no chão.
-Cama meu amor. Eu vou lá fora dizer como vão as coisas e já volto. –dei-lhe um beijo e sai andando para o salão de treinamento.
-E então? –Wrath ladrou.
-Vivo. Logo ira acordar. –me joguei no chão.
-Então ele está bem? –Beth perguntou.
-Sim. Mas onde diabos está Butch? –rosnei.
-Acabei de chegar. –ele atravessou a porta com uma humana no seu colo.
-Vem. Vamos precisar dela. –levantei e voltei para a clinica.
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-Tohr, para! –Nalla tentou se afastar das minhas mãos que faziam cócegas nela.
-Não senhora, isso é castigo por ter acordado antes de mim e feito o café da manha. –continuei com as cócegas.
-Por favor, eu faço qualquer coisa. –ela implorou entre risos.
-Qualquer coisa? –parei com as cócegas.
-Qualquer coisa. –ela se sentou no sofá.
Peguei o pé dela e comecei a beijar seus dedos, subindo por sua canela, depois suas coxas. O cheiro natural dela se tornando mais intenso quando cheguei perto do seu centro.
-Tohr... –ela gemeu baixinho.
Não me deti ali, se bem que vontade não faltou. Subi pela sua barriga, dei leves beijos nos seios dela, dei um beijo na sua jugular e parei em definitivo na sua boca. Seus lábios ainda estavam vermelhos e inchados da noite interior, a primeira de muitas.
-Bom, não? –a fiz sentar em meu colo.
-Bom não, ótimo. –ela ficou ruborizada. Quando comecei a beija-la e meu celular tocou.
-Wrath? O que será...? Oi Wrath, o que aconteceu? –perguntei preocupado.
-Tenho uma novidade, acho que Nalla vai gostar, afinal, ela é amiga de Lucas. –Wrath riu um pouco.
-O que aconteceu? –ladrei.
-Ele se transformou. Ele é um de nós agora.
-O QUE? Como? –gritei.
-Cruzes Tohr. Para de gritar. –Wrath rosnou.
-Me dá o telefone. Wrath é a Nalla. O que aconteceu com o Lucas? –Nalla falou calma.
-Ele é um de nós Nalla. –escutei Wrath falar.
-Não acredito. Serio? Que bom. Manda um abraço para ele. –ela falou animada.
-Me da isso. Mais alguma coisa? –rosnei.
-Não, só isso mesmo. Agente se vê amanha a noite. –ele desligou o telefone.
-Ai, que bom que isso aconteceu. –ela deu uns pulinhos.
-Bom mesmo. Assim ele fica menos excluído na mansão. Agora vem comer. To escutando sua barriga roncar à uma hora. –ri um pouco.
-Se eu não comi foi culpa sua. –ela sentou novamente no meu colo e dançando em minha cintura com as pernas.
-E acho que você não vai comer de novo. –Joguei a camisa dela longe e beijando sua boca.
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-O QUE? –gritei dentro da cabana.
-O rei foi hoje na reunião da glymera e disse que Lucas se transformou em um vampiro. Ele é um de minha raça. –meu informante rosnou.
-É agora que vou estar morto de vez. O Omega vai arrancar tira por tira de meu coro. –andei de um lado para o outro.
-X, pare de andar, estou ficando tonto, se eu passar mal não poderei cuidar de mim mesmo. –ele ladrou.
-H...! olha, isso está me tirando do serio. É melhor você sair. Eu tenho que me encontrar com o Omega. Depois a gente vê o que fazer. –passei os dedos no cabelo.
-Tudo bem. Boa sorte. –ele colocou o capuz e se desmaterializou.
-To fudido.
Notas finais
Deixem seus reviews, nao tenho recebido muitos.
Beijos ate a próxima!
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