Amante Sofrido
74 74
Notas iniciais
PDV DAMON
—Não precisa ter vergonha de seus sentimentos. Eu sinto muito por tudo... Mas acostumasse, esse amor você sempre terá e receberá de mim!
—Obrigado pai. -sussurrei.
Novamente sem nada a me falar ele me tomou em seus braços. Não sei por quanto tempo fiquei ali mas sei que aquilo, esse carinho, essa força, conforto, respeito e amor era tudo que eu sempre precisei...
E finalmente estava tendo!
(...)
Quando ele afastou acariciou meu rosto sorrindo.
—Fique bem, meu filho. -Ele sussurrou levantando.
Apenas balancei confirmando com a cabeça.
—Qualquer coisa me chama V, por favor.
—Pode deixar meu senhor.
E assim meu pai sumiu porta a fora nós deixando sozinhos.
O silêncio se fez presente. Suspiro encostando minha cabeça na poltrona fechando os olhos.
Eu estava sentindo tantas coisas, tantos sentimentos. Eu me encontrava confuso, perdido. Me sentia sufocado e tonto.
Mesmo sendo sugado por esses tantos sentimentos, eu sentia e sabia que V estava ali imóvel encostado na parede me olhando, me analisando.
Sua presença é tão forte, intensa que é impossível não o sentir.
Seu coração batia tão forte, rápido. Isso mostra sua agitação, nervosismo.
—Você está bem? -sua voz soou como um sussurro.
Suspirei...
—Por favor... Fale comigo. -sua voz morreu.
Silêncio.
— Seu pai, ele precisava saber. Você... Você precisa de ajuda. Você precisa entender e aceitar... Que você é amado. Que as pessoas se importam sim, com você. Querem seu bem, sua proteção. Que estão dispostas a fazerem tudo por você. -Ele disse suspirando. -Pessoas te amam, Damon!
Suspiro tentando me acalmar mas o que não foi feito senti sua presença cada vez mais e mais perto.
Quando abri os olhos dei de cara com ele a poucos centímetros de mim .
E rapidamente ele se curvou um pouco pra mim tomando meus lábios aos seus.
Um beijo desesperador...
Sua língua tocava a minha com intensidade, seus lábios mornos e macios deslizavam contra os meus tão facilmente, era uma conexão incrível .
Impossível negar...
Ele foi parando o beijo lentamente e no final depositando um selinho. Abri os olhos o vendo me encarar. Seu olhar é intenso e fogoso.
—Eu fico louco em não poder ler sua mente. -Ele sussurrou. -Mas eu sei bem, claramente quando você está sendo sugado, tomado por vários sentimentos e pensamentos. Da pra ver a confusão mental estampada em seu rosto. -Ele diz tocando meu rosto. -Estou preocupado com você Nallum.
Me estremeço com seu toque.
—Deixa isso pra lá. Não quero pensar nisso agora. -Sussurrei fechando os olhos.
Ali suavemente seu dedo deslizou por meus lábios, suspiro entre abrindo-os. Ele tocou mais intensamente. E sem aguentar ele veio até mim mordendo meu lábio puxando.
—Seu lábio é tão macio. Não só o lábio mas tudo em você. Sua pele tão macia, suave. Tudo em você é incrível, Nallum.
—Olha quem fala... Você também é incrível. Alucinante. -confesso o olhando.
Ele ficou em silêncio me olhando, até que sorriu sentando ao meu lado. E sem esperar ele me puxou fazendo deitar em seu colo. Sua mão começou a fazer um cafuné aconchegante bê delicioso em meu cabelos. Suspiro profundamente, sentindo meu corpo se relaxar. Ficamos assim por um tempo...
(...)
—Que foi ? -pergunto o vendo pensativo preocupado.
—Por que não me contou isso que você foi um experimento? Um Serial killer?
—Isso realmente é uma merda que tento fingir que não lembro, que não aconteceu. Apesar de tudo até que tenho conseguido me controlar por esses últimos anos. Mesmo que seja na marra. E também quem vai querer um ser assim do lado? Ninguém. -sussurro.
—Damon... -ele começou.
—Por favor... Não entre nesse assunto agora. -peço.
—Está bem. -ele sussurrou inconformado e preocupado.
O silêncio se instalou por um bom tempo. Eu estava com os olhos fechados tentando acalmar meu sentimentos e eu podia o sentir ali , firme, intenso, me analisando e fazendo carinho em meu cabelo.
Céus, aquilo é tão bom.
Abri os olhos dando de encontro com os seus. Parecia que ele queria falar algo .
—Que foi?
—Ele suspirou. -Nada. Não é nada. -ele sussurrou dando um sorriso.
—Para. Não minta para mim. Que foi ?
Ele suspirou profundamente, criando coragem.
—Com quantas pessoas você se envolveu?
Sua voz soou.
—Pra que essa pergunta ? -pergunto chocado o encarando.
—Não sei. Curiosidade, sei lá, me deu vontade de saber...
—Pra que ? O que isso muda?
—Não sei se isso muda algo. Mas só senti essa vontade...
—Claro, pra você ficar estranho, com raiva e ciúmes. -sussurro.
—Por favor, Damon.
—suspiro. -Quantas eu namorei ?
—Não . No geral, namoro, ficar, sexo.
—Céus... Eu nunca parei pra pensar nisso. Só sei que foram muitas, milhares. Eu não transava com a mesma mulher mais de uma vez. Fora que muita vezes eu saia com várias em uma única noite . Quando não era uma verdadeira suruba . – disse sincero passando a mão pelo meu rosto .
Pude o ver ficar tenso sua expressão mudar, ele fechou os olhos balançando a cabeça.
—V... Não pense nisso ok? Eu não orgulho do meu passado. Do que fiz , dos sexos . Mas fazer o que ? Da mesma forma que com certeza você já esteve com várias ... Fora as submissas. Você viveu bem mais anos que eu. Então felizmente ou infelizmente temos um passado bem conturbado. Não tem o que ser feito.
—Sim eu sou bem mais velho que você. Tenho 317 anos . Nasci em 1704.
—Então. Se eu for parar pra pensar nisso eu vou surtar. Da mesma forma você.
—Eu sei. Mas eu enlouqueço só de pensar nas mulheres que estiveram em sua cama, te tocando.—Ele sussurra tocando meu rosto.
—Se for assim, se for pra eu pensar ... Eu vou enlouquecer nesse pensamento de quantas pessoas estiveram em sua cama . Se pra você já é ruim . Imagina pra mim? Ter ciúmes de mulheres e homens? -sussurro balançando a cabeça e depois revirando os olhos.
—Nallum... Eu amo você. Não tem passado, mulher ou homem que mude esse meu sentimento por você.
—Então Vishous. Esqueça o passado. Eu estou aqui não estou ? Estou com você. Olha o que vivemos juntos , no amor, nosso sexo. Eu me entreguei a você. Você foi o único homem que beijei , transei e amei.
—Ah, Damon . -Ele gemeu segurando a gola da minha camisa me puxando pra ele.
Ali sentei normal e ele me tomou em seus braços e rapidamente meus lábios aos seus. Era um beijo lento, calmo, apreciando cada detalhe cada sensação...
Oh céus o desejo fluindo de cada pedaço de nossos corpos. Estremecemos juntos nos tocando...
Fomos interrompidos pelo seu celular que tocava sem parar.
—Que saco. -ele diz afobado afastando.
—Atenda pode ser importante. -digo.
Ele no primeiro instante não queria mas depois tirou o bolso ficando olhando pra tela. Sua expressão ficou rígida. Ele continuou olhando sem atender.
Como assim?
Sem aguentar, por impulso tomei o celular de sua mão olhando...
“Christian chamando”
Quem é essa porra de Christian?
Senti a raiva e o ciúmes tomar conta do meu corpo. Suspirei olhando aquilo tentando me controlar.
—Atenda o Christian. Deve ser muito importante. -digo extremamente debochado, lhe devolvendo o celular.
—Damon, eu ... Não é nada disso que você está pensando! -ele disse me olhando preocupado.
—Eu não estou pensando nada Vishous. -digo levantando indo pra mesinha fazendo um drink.
—Ok. Bom, eu vou atender lá fora. Já volto.
—Ok. – digo dando de ombros enquanto apreciava minha bebida.
Podia escutar ele no jardim conversando...
“-Você está aqui no escritório? Certo estou indo aí.”
Depois só escutei silêncio e rapidamente seus passos indo pra mansão, entrando.
Tentei me controlar , mas eu precisava ver quem era. Saber porque estava ligando pro V e porque estava aqui na Irmandade.
Sai do PIT caminhando silenciosamente pelo jardim e comecei a dar a volta pela mansão, avistando a piscina...
Queria ver e ouvir pela janela do escritório.
Aproximei silenciosamente controlando meu poder pra V não me sentir.
Pude escutar o homem falando com V, sua voz era intensa e grave. A preocupação e o nervosismo era perceptível.
Falava sobre Alexx e os crimes que ele estava cometendo . Dos humanos que tem aparecido mortos e outros sumiços em grandes quantidades. Escutando mais um pouco da conversa pude entender que esse cara é o advogado da irmandade.
—Precisamos achar esse garoto o mais rápido possível. Ou ele causará grandes danos a nossa sociedade. -Vishous disse furioso.
Olhei um pouco pela janela e pude ver um homem alto , não tão forte de cabelo preto espetados de camiseta social preta com um sobretudo.
—Calma você está muito nervoso Vishous. -Ele diz caminhando até ele ficando muito próximo. -Tudo irá se resolver. Você verá. -ele sussurra tocando o seu rosto.
No mesmo instante com toda aquela aproximação mais o toque , o ciúmes me invadiu.
—Eu me preocupo com você V. -ele sussurrou aproximando mais ainda.
V? Que porra é essa? V é somente para os mais próximos.
Revirei os olhos, fazendo uma careta.
Seu rosto estava a pouco centímetros do dele. O céus...
Ele não tentaria o beijar . Ou tentaria?
Olhei e ele se aproximava mais ainda ...
Senti tanta raiva, ódio. O ciúmes passavam freneticamente pelo meu corpo. Era sufocante, incontrolável.
Minha vontade era entrar naquela sala e socar a cara desse filho da puta até o deixar totalmente desfigurado.
Pude sentir meu olhos mudando de cor, a veia se formando embaixo dos meus olhos e minha presa crescendo .
Fechei os olhos tentando me manter sobre controle ou aquilo terminaria muito, mais muito ruim.
Abri os olhos vendo V afastando dele bruscamente.
—Não faça isso. Nem tente me beijar.
—Vishous... Por favor. Eu...
—Pare com isso. -ele gritou. — Não me obrigue a ser ríspido com você.
—Eu gosto de você.
—Eu sei. E por isso mesmo terei que ser mais direto e transparente com você. -V bufa. -Todos os nossos assuntos são totalmente formais, sobre trabalho e sobre a Irmandade! Nada além disso.
—Ah V... Eu me preocupo tanto com você. Só consigo pensar em ti. No seu bem. Olha pra você totalmente descontrolado, preocupado... E porque mesmo ? Por causa de um garoto...
—Chega Christian! Não fale ou ouse supor nada de Damon! Eu o amo e isso nem você, nada e ninguém mudará isso. Tudo que Alexx está fazendo é tudo culpa dele mesmo. Sempre foi um idiota descontrolado, que ameaçava e batia em todos os alunos. Ele matou seus próprios amigos... Ele é um louco! Sabe muito bem o que está fazendo. Agora já falei e não irei repetir... Todos os assuntos que tratamos são inteiramente profissionais, isso porque Wrath me deixou encarregado disso. Porque se não, por mim, seria outro irmão que estaria aqui em meu lugar. Sobre seus sentimentos por mim, sinto muito , mas você irá ter que superar. Eu nunca te dei liberdade ou intenção de algo. Sempre fui formal e até de certa forma amigável com você. Estamos a anos trabalhando juntos... Mas eu não tenho culpa se você criou sentimos, amores por mim! Não estou disponível e nem se estivesse, você é somente um “colega de serviço”. Agora ,nunca mais tente me beijar ou irei pessoalmente conversar com o rei para trocarmos de advogado!
—Me perdoe, meu senhor. -Christian começou gaguejando, assustado, enquanto fazia uma reverência. -Minha intenção não era lhe ofender. Me perdoa agi por impulso, me deixei levar por sentimentos que tento manter escondidos. Só foi uma atitude em um momento de desespero, preocupo com seu bem estar. Me perdoe isso não irá se repetir.
—Acho bom mesmo. -ele suspirou fortemente andando pelo escritório. — Se tiver mais alguma informação sobre o Alexx, me avise.
Nesse momento pude ver meu pai entrando na sala e V se despedindo desse idiota.
Respiro profundamente , com minha velocidade volto para PIT pegando outra garrafa de whisky e virando no bico mesmo.
Eu precisa me acalmar . Sentia o ódio fluindo de cada pedaço de meu corpo. Meus olhos não queriam voltar ao normal. Virei novamente bebendo goladas.
Suspirei profundamente tentando buscar meu controle. V me ama e não permitiu ser assediado.
Ele não o beijou, ele não queria. Então não tem porque eu estar assim, surtado.
Meus olhos voltaram ao normal assim como minhas presas. E foi justamente nesse momento que V entrou suspirando me olhando.
—Precisamos conversar. -ele disse firme.
—Sobre ? -digo dando de ombros, fingindo estar todo relaxado, nem aí com nada.
—Você sabe muito bem Damon!
—Não, eu não sei.
—Pare. Sobre o Christian... Ele é advogado da Irmandade. Mas isso você já deve saber não é mesmo ?
Virei bebendo o restante da bebida o encarando. E deixei a garrafa vazia na mesinha.
—O que você quer dizer com isso?
—Não sei por quanto tempo, mas eu senti sua presença no final da minha conversa com ele.
—Hm. Que seja. Eu estava escutando a conversa mesmo . Foi errado ? Pode ser que sim. Mas não me arrependo. -digo sentindo a raiva tomando meu corpo.
Um ciúme, ódio fora do normal tomando conta do meu corpo, e sem entender foi fluindo de cada pedaço do meu corpo, atingindo o ar.
—Damon... -V diz assustado me olhando.
Sinto meus sentimentos intensos e totalmente densos no ar. E sem controlar ou entender pude ver o copo e a garrafa estourando, espatifando em mil pedaços.
—Nallum... Se controle. – ele começou chocado. -Os poderes da nossa raça estão se aflorando pouco a pouco. Você precisa se acalmar ...
—Esse ... Idiota dando em cima de você. Se declarando e o pior de tudo tentando te beijar ? Só pode ser brincadeira. -rosno furioso.
E um cheiro muito forte e delicioso tomando conta do ar.
—Damon... -Ele disse fechando os olhos inspirando aquele cheiro e era visível sua tontura. -Oh porra seu cheiro e tão delicioso... Merda, eu preciso manter o foco. -Ele disse caminhando de um lado pro outro.
Pisco várias vezes totalmente confuso.
—Trabalhamos juntos já faz alguns anos e sempre foi contato profissional. Se ele construiu sentimentos além disso eu não tenho culpa. E nunca dei nenhuma liberdade e não vai ser agora que vou dar.
—Ok! -sussurro cinicamente.
—Então por favor, se acalme. -Ele diz se apoiando na parede.
—Esse cheiro... -sussurro.
—É o seu cheiro! igual ao meu, lembra? E tão gostoso e forte, me sinto totalmente tonto... Atraído.
Silêncio.
—Você pode me marcar agora. -Ele sussurrou fora de si, me dando um sorriso safado e logo me olhando.
Sorrio com aquele pensamento me sentindo um pouco mais calmo.
—Então, por favor, sobre isso de Christian credite em mim. -ele pediu choroso.
—Eu acredito em você. Mas , ele é um abusado. E ele precisa entender qual é o lugar dele! -rosno.
Nesse exato momento pude ver pela janela ele caminhando pelo jardim .
—E vai ser agora! -digo levantando dando uma cambaleada.
O álcool já fazendo um pouco de efeito sobre mim .
-Damon não. O que você vai fazer? -Ele perguntou assustado entrando em minha frente me segurando. -Você já está ficando bêbado. Pare, por favor.
—Eu estou ótimo. Não se preocupe, não farei nada. Só terei uma conversinha com ele.
—Não. Esqueça isso. Por favor..
—Não. Me solte agora. Ou vou achar que você tem algo a me esconder e que está defendendo esse idiota.
—Mas que porra! -Ele rosna nervoso, me soltando e se afastando.
—Fique aqui. -ordeno.
Passei por ele e pela porta caminhando rapidamente pelo jardim o seguindo.
Quando estava longe do PIT, quase chegando no portão o chamei ...
—Christian? -minha voz saiu extremamente rouca.
Ele parou olhando rapidamente pra trás dando de cara comigo.
—Sim? -Ele sussurrou desconfiado
—Você não me conhece. Não fomos apresentados formalmente, ainda... -digo debochando. -Bom, eu sou Damon. -digo dando um sorriso de lado.
Por um momento ele ficou paralisado, me olhando, totalmente em transe. Ele estava em choque com minha beleza e o meu cheiro que ainda estava presente ao meu redor.
—Ah sim, muito prazer em conhecê-lo, meu príncipe. -Ele diz fazendo uma reverência.
—Igualmente. -digo aproximando dele.
—Posso lhe ajudar, meu senhor ?
—Pode sim ... -sussurro caminhando em sua volta lentamente, feito um leão.
E parando extremante perto dele, em sua costa. -Só quero uma coisa de você. -digo segurando seus ombros.
—Sim meu senhor, pode falar
Ele ficou tenso com meu toque.
-Só quero que pare de dar em cima de Vishous. -sussurro colando meu lábios em seu ouvido.
Pude sentir ele estremecendo com meu contato. Podia escutar seu coração martelava tão forte, sua adrenalina estava a mil.
—Ate lhe compreendo. Sinceramente é impossível não ter sentimentos e desejos por ele. Mas, durante esse 1 ano, V não está mais disponível... E espero que respeite isso. Bom, pra ser mais exato... -digo caminhado e parando em sua frente.
O encarando, olhando dentro dos seus olhos.
—Ele é meu. Somente MEU! -rosno em fúria. -É não permitirei ninguém dando em cima e muito menos tentando o beijar. Vishous me pertence! Aceite isso definitivamente.
—Meu senhor... -Ele disse desesperado.
E logo piscando várias vezes olhando para o chão.
—Ele é seu. Eu já o pedi perdão. E faço novamente agora com você.
—Claro, eu lhe perdoo. Bom espero que estejamos entendidos. -o corto.
—Sim, com toda certeza. Compreendi totalmente, meu senhor
—Oh, que bom. Fico muito , mais muito feliz. Tenha uma ótima noite -digo dando um sorriso extremamente sexy de lado.
Ele tentava manter o controle mas era visível sua “atração” por mim, pela minha beleza.
—Igualmente, boa noite, meu senhor . -Ele diz fazendo uma reverencia.
E rapidamente passando pelo portão caminhando até seu carro, entrando e logo saindo em alta velocidade pela ruas.
Sorrio satisfeito, fechando o portão e caminhando lentamente pro PIT.
V estava na porta extremamente nervoso preocupado olhando a tudo a distancia.
—Damon o que você fez ?
—Não fiz nada.
—Pare, Nallum... O que você falou?
Aproximei o agarrando puxando pra dentro fechando a porta com minha velocidade e assim o levando num piscar de olhos o jogando na cama e subindo em cima dele.
—Só tive uma conversa amigável, deixando bem claro que você é meu. Você me pertence Vishous. Meu! -rosno agarrando seu cabelo com força e beijando seus lábios com intensidade...
Fale com o autor