Notas iniciais
N.Mari: Oi gente postando a pedido da Lu um capítulo escrito por ela e que promete fortes emoções !! Preparados? Então aproveitem!!!!

Abro meus olhos sentindo o mundo pesar dez vezes mais sobre a minha cabeça. Ainda não consigo acreditar como foram capaz de me julgarem,negando um socorro como se eu tivesse procurado por todo o inferno que estou passando.

Sou só uma professora em que somente queria arrumar um emprego para não passar fome e conseguir pagar as contas.Não escolhi esse caminho,mas parece que o destino me escolheu.

Não sei como voltei novamente para a casa dos Cullen,e tudo que sei é que não suportei ver os olhares penosos de todos. Esme parecia sentir uma dor maior que a minha, Rosalie posso jurar que se fosse capaz de ainda chorar,já estaria compadecendo a mim,porem ,tão pouco conseguiu olhar em meus olhos ,como se fosse a culpada pelo meu fracasso.Não importa quanto Edward tentava ser otimista onde não havia mais esperança, o quanto Carlisle fosse como um pai pronto para receber um novo filho junto a sua prole, e as piadas sem noções de Emmett para tentar me fazer sorrir, ou ate mesmo Jasper usando seu dom para ludibriar minha angustia.Por sorte Alice não tentou fazer nada ou falar ...

Cansada por tanta lamentação e pena,optei ficar só enclaustrada no chalé Demetri não voltou pelo tempo que fui em busca da cura e voltei ,tão pouco deu noticias. Confesso que ainda tive esperança dele aparecer com uma nova solução para meus problemas,ainda sim ,nada dele.

Faltavam poucas horas para que tudo terminasse.Pelo menos para minha humanidade.E como sabia? Sinto pelas gostas ainda existentes de sangue em minhas veias.Queria pelo menos ter a chance de poder me despedir dos meus alfas,dizer a eles que os amo,mas não poderia e seria cruel despedir por telefone.

Sinto as lagrimas banharem meu rosto,e a dor sucumbir meu peito. Já estava decidida. Se não puder viver como humana,tão pouco viveria como uma vampira. Assim que ocorresse minha transformação, Edward me libertaria desse martírio eterno . Sei que não é justo incumbi-lo desse feito, mas era o único em que confiava e o único capaz de cumprir sua promessa.Claro que poderia não esperar o final do processo e junto ao inferno levando aquele que me levou a isso sem escolhas e opções.Porem,isso é pouco comparado ao que ele realmente merece. Portanto, Demetri viverá sendo expectador principal ao seu fracasso movido ao egoísmo .

Levanto da cama e caminho ate a janela.Mesmo escuro sou capaz de ver a neve lá fora cobrindo todo o verde que dias atrás ainda decorava a paisagem.Ainda que a noite estivesse nublada, fui capaz de ver a lua.Faltam poucos dias para o natal,felicidade para alguns e tristeza para outros.Suspiro em lamento,porem um som estrondoso fez com que virasse meu corpo em direção a porta do quarto.

Imediatamente meus olhos ficam presos nos daquele que a muito tempo não o via.Por um segundo observo suas feições,não aparentando ser aquele homem que exalava majestade,requinte,uma sensualidade nata. Ao invés disso diante de mim está um homem com aparência desesperada,descomposta,um caco .Porem não me permiti em ficar comovida,ao contrario disso procurei conter minha irritação.

– Cheguei a tempo...- ele diz como se não acreditasse.

Bufei perante suas palavras e disse com toda amargura.

– É. A tempo de ver transformar em um monstro.- vejo tristeza em seus olhos mediante minhas palavras duras,mas ignoro o que sua expressão está me causando virando-me de costa para ele.

–Não diga isso.- ele diz e percebo sua lenta aproximação.- Não sabe o que...

–Sei! – o interrompo ficando de frente a ele,e dessa vez não pude conter minha raiva. – Estava por ai ,enrolando,ganhando tempo,me deixando nas mãos daqueles que não tem obrigação alguma em arcar com a merda que fez comigo.Onde esteve esse tempo todo? – antes que ele respondesse prossegui. – Quer saber? Não importa.Já é tarde demais.Então faça-me uma favor! Desapareça pela mesma porta que entrou,desapareça da minha vida.EU TE ODEIO! – berrei em plenos pulmões.Não dava,não tem como evitar uma explosão em ira.

Entretanto,antes de prosseguir vomitar toda minha fúria, Demetri prensa meu corpo com o seu na parede. Não de forma bruta,mas o suficiente para que eu me cale.

–Você não sabe o que passei.Não faz idéia do que fiz,para te ajudar.- ele diz entre dentes,mas antes que eu risse de sua cara pelo que disse, ele prossegui.- Mas como disse...Não importa! – por mais evidente fosse sua revolta, sua voz ainda estava contida.Pude ver toda acusação em seus olhos que por mais estranho fosse,a cor esta diferente,na verdade está num tom azul acinzentado o deixando humano,ate mesmo a cor de sua pele não estava tão pálida mesmo com a aparência abatida.

– É. – digo finalmente ainda amargurada e não me deixando levar pelas mudanças estranhas no fenótipo de Demetri.- Nada importa. Nada importa para você, tanto estou aqui sendo fruto de seu egoísmo.

– Egoísta? – ele pergunta com um sorriso amargo nos lábios. – Então me responda,porque sou isso ainda fiz de tudo para conseguir o que tanto quer? – ele levanta sua mão esquerda tendo nela uma frasco com um liquido escuro.

– O que é isso? – minha pergunta sai como sussurro,pois uma esperança dentro de mim começava a brotar novamente,perante ao que está diante a mim.

–O que mais poderia ser? – ele pergunta entoando um pouco de sarcasmo.

Olhos dessa vez em seus olhos ainda não conseguindo acreditar .”- poderia ser um truque?”

–Não pode ser... – digo incrédula.- Mesmo com minhas suplicas,eles recusaram a me ajudar.

–Porque não era você quem deveria está diante deles. – Demetri declara sem emoção.

Sinto minha testa franzi,não entendendo onde ele queria chegar.Porem mais uma vez ,uma parte do meu cérebro dizia que não devo acreditar nele.Tão pouco possivelmente beber o liquido dentro do frasco que ainda segura.

Não sei o que ele viu em minha expressão,pois como se tivesse lido em meus pensamento e sem ao menos me dar conta ele retira a tampa do frasco obrigando-me a beber o liquido sem ao menos ter a chance de recusar.Tentei mesmo inutilmente lutar, cuspir o liquido, mas Demetri tapou meus lábios com força obrigando-me a beber.Pelo gosto,identifiquei ser sangue.Um sangue diferente, com seu sabor apurado,picante que ao assentar em meu estomago fez com que um fogo consumisse todo meu corpo. Cada célula em mim parecia estar em ebulição, e ao mesmo tempo fazendo com que tivesse meu corpo todo paralisado onde estava, mesmo eu desejando gritar em dor, não conseguia, tive que suportar tudo em silencio.

Incapaz de me mover, Demetri deita- me na cama.Sinto meu corpo anestesiado pelo fogo, tendo o meu coração pulsando avidamente .Meus olhos buscam os dele,e por um segundo tenho o intuito de acusá-lo por estar possivelmente me forçando a virar o que não quero ser,mas me surpreendo com o que vejo nos seus olhos.Lágrimas cristalinas brotavam deles...Quis perguntá-lo como ele podia chorar,porem lembrei de que isso faz parte da ligação que ele tem comigo fazendo ter certas reações humanas.

Mesmo assim sinto algo estranho acontecer, pois continuei tendo meus olhos presos nos dele contemplado seu mar azul acinzentado ,e por fim acabei mergulhando deles, deixando ser levada por um caminho dimensional .Então,percebo que não estou mais no mesmo quarto,muito menos sendo eu.E sim vendo tudo em minha volta pelos olhos de outro, pelos olhos de Demetri.

Vejo e sinto sua dor após ter me visto numa cena bizarra num ato monstruoso.Vejo sua busca incansável e misteriosa por minha cura...Por isso a razão de seus sumiços diários. Por que fez isso em segredo?

Por um momento,minha mente tenta decifrar se isso foi porque ele queria eliminar a possibilidade de cura em mim,sem ser acusado como o culpado.Mas não tinha por que acreditar nisso sendo que podia ver que essa não era a razão.Diferente do que todos acreditavam ate eu mesma,ele procurou o cálice não esperando ajuda de ninguém. Carregou o peso e ainda carrega o peso da responsabilidade de tudo que fez a mim,sem ter que jogá-la nas mãos de outros.Seus métodos para busca do Santo Graal foram mais complexas ,mesmo que tenha chegado após minha busca fracassada.

Não... ele viu minha chegada,como também observou tudo de longe minha entrada e saída frustrante. Sofrendo por não ter conseguido, ele vai pessoalmente ate os druidas como já estava decidido enfrentá-los ainda que não fosse eu,faria de tudo para me trazer a cura,mesmo que desse em troca sua existência inumana.

Ele opera cada processo para conseguir entrar no santuário druida, conseguindo proceder com sucesso.Não entendo como ele conseguiu entrar sendo que nada que é “morto” ou maligno poderia entrar ali, profanando o lugar sagrado.Entretanto ele conseguiu.

Prosseguiu o mesmo caminho que percorri,ate chegar a sala.Diferente de mim a encontrou vazia,mas não por muito tempo.

–Como entrou aqui?Como ousa profanar o lugar sagrado?- pergunta rispidamente o mesmo senhor que me recebeu. Em seguida mais pessoas apareceram, não se manifestando e somente observando tudo como espectadores.- Esse lugar não pode se tocado por um morto.

–De fato. – Demetri concorda. – Mas isso aplica somente ao de uma linhagem original, e eu não faço parte dessa espécie.

–Como? Que asneiras está dizendo? – o senhor pergunta demostrando asco.

Demetri não se abalou e continuou a explicar.

–Quando criaram uma proteção para nada que seja inumano entrar aqui,fez para a espécie de vampiros originais, aqueles que para tornar um tem que morrer para voltar em vida, mas sem sua alma. Mas com passar dos tempo alguém usou o sobrenatural unindo com a ciência, e assim criando uma nova espécie.

–Ainda sim,não vejo diferença. – rebate o senhor com desdém.

–Bem, a diferença é que com o surgimento de uma espécie mais ágil e eficaz a outra morreu,sendo dizimada com o tempo. Diferente da espécie original,não precisamos morrer para sermos imortais. Ao obter o veneno numa única mordida temos nossos corpo paralisado, congelados como nitrogênio em água .Entretanto,não morremos,nossa alma inda continua intacta.Só que devido a paralisia ,ausência de liquido necessitamos de sangue...por fim sendo inevitável esquecer e deixar de lado nossa humanidade.

–Monstros,com alma,mas sem ser usada. – murmura o druida arrogante. –Fascinante. Vejo que pesquisou bastante. – do nada sua postura arrogante some dando lugar um sorriso. – Entendo,mas o real motivo por ter conseguido foi algo ainda maior. Veja bem,vampiro...Os séculos passaram,mas não estamos parados no tempo.É claro que temos um “As” na manga. E sabendo deste detalhe que nos contou,tomamos providencia....No entanto o que te permitiu a entrar aqui é algo que tem em seu coração paralisado,possivelmente o que não esperávamos. Sua alma existente fazendo presente.

Demetri fica intrigado, pois como pode ser algo que não sabia ter lhe permitido a entrada ali?Não houve tempo para mais perguntas então,o senhor metros distante voltou a falar.

–A razão por estar aqui saiu agora pouco.- suspira. – Pobre moça.

–Está com pena dela? – Demetri cospe sem entender. -Para quem negou ajudá-la é muita hipocrisia dizer sumas palavras em comoção.

–Messe suas palavras imortal,não está em posição para poder acusar.- adverte.

Dando se conta de que ali não poderia transparecer qualquer tipo de emoção exagerada, Demetri se contem.

– Perdão. – ele pede num agachar de olhos em respeito ao druida.

–Acho que precisa muito mais do que uma palavra para me convencer. O que fez é imperdoável.Não tem direito de escolher o destino de alguém.Por isso que recusei em ajudá-la, ceder o que ela precisa.Pois quem deveria estar aqui humilhando-se é você quem causou todo estrago.

–Faço que for preciso para que corrija meu erro. – Demetri declara deixando a sinceridade transparecer.

No entanto o druida parecia não estar convencido, endurecendo sua expressão perante a declaração de Demetri.

–Mesmo com toda a lógica, agiu demonstrando nãos ser tão diferente de um ser original,sem alma.

–Mas agora provou ainda ter uma.Mesmo com seus atos egoísta, foi o que levou a resgatar sua alma adormecida. – uma voz diferente, feminina faz se ouvir.Todos olham em direção a dona da voz,encontrando uma linda mulher de longos cabelos brancos como a neve,apesar de ainda aparentar se jovem.Todos fizeram reverencia a ela conforme ela passava por entre cada um numa pequena passagem, ate que o senhor druida a reverenciou dando lugar a ela e se afastando.

Pelo que pude ver ela é algum tipo de autoridade muito importante por entre eles.Então, ela olha para Demetri com um sorriso gentil em seus lábios.

–Demetri Fiorenzzi. Seu nome verdadeiro. Certo? – ela pergunta numa visível certeza mesmo que Demetri tenha assentido a ela.- Belo nome.

–Obrigada. – ele agradasse sem saber se deveria, mas isso fez com que ela ampliasse seu sorriso,para num piscar de olhos deixar morrer.

–Quanto está disposto a fazer para devolvermos humanidade da mulher que ama? – ela pergunta sem rodeios.

– Minha existência,se valer algo. – ele diz sem hesitar

A mulher arqueia sua sobrancelha demonstrando surpresa a declaração de Demetri.

–Daria sua própria vida imortal em troca dela poder voltar se humana?

– Sim. – novamente ele confirma sem hesitar.

Ela o analisa por uns segundos e volta a dizer.

– Demetri. Temos um impasse,pois não somos assassinos. Se tiramos sua existência ,como a cura chegará nas mãos de Isabella? Mas... tudo tem seu jeito.Não é?

– E que jeito? – ele pergunta sem entender.

–Algo bem atípico.Antes de levar a cura,precisa também beber do sangue sagrado. – aquela declaração fez com que todos que estavam somente observando objetarem com tamanha loucura.

–Não pode fazer isso...É uma blasfêmia. – o senhor que antes era o juiz ,manifesta seu repudio.Porem a mulher e cabelos brancos, o encarou seriamente o calando por está lhe contestando.

– Sei o que estou fazendo. – ela declara, voltando a encarar Demetri.- Tenho que averiguar uma coisa,e para isso ele tem que beber o sangue. Agora traga o cálice com dois frascos. – ordenou.

Sem objeção o druida ancião entrou numa espécie de porta petrificada,e em pouco tempo trouxe em suas mão um cálice de ouro. Postando novamente ao lado da mulher, ela pegou os frascos os colocando dentro do cálice, enchendo-os com o conteúdo .

Demetri observou tudo sem ao menos recuar ou mudar de idéia.Não fazia idéia do que aquela mulher precisava saber em vê-lo tomar o sangue sagrado.Sabia de seu destino e por mais que ela dissesse que não são assassinos,ele morreria ao beber o sangue.

–Tome. – ele sai de seu torpor vendo a mulher lhe apontar o frasco para que ele bebesse do conteúdo.

Sem hesitar ou pensar,ele pega os frasco de sua mão bebendo o conteúdo.Sem deixar uma gota, seu corpo cai ao chão,sentindo todo seu corpo queimar ,e o seu coração que parecia jamais voltar a bater começou a ganhar vida dentro de seu peito. Ele não pode compreender, e não foi capaz de discernir o que está acontecendo com ele. Talvez a morte chegando de maneira tortuosa para ele.

Não foi capaz de levantar somente, viu sua visão ficar turva ate não poder ver mais nada.

***

Não tem noção de quanto tempo ficou apagado.Somente percebe ainda está no meio do salão tendo sentada ao seu lado a mulher. Ao ver seu despertar ela sorriu para ele, dizendo.

–Você sobreviveu...Agora tenho certeza. – ela declara em códigos,como se constatasse para si mesma.

–Como? – ele pergunta tentando sentar-se.

–Nada que deva saber,pelo menos não agora....- ela responde levantando-se e oferecendo a mão para que ele ficasse de pé.

Fazendo isso, Demetri olhou para si mesmo notando que havia algo diferente,mas ainda sentia-se imortal.

–Eu não morri,estou ainda vivo...Como...- ele pergunta incrédulo.

–Simples. – a mulher responde. – Por estar ligado a humana, ela te passou uma resistência capaz de neutralizar o que poderia lhe matar.

–Eu voltei a ser humano? — Ele pergunta duvidoso.

–Não...absolutamente não.Ainda é vampiro...Só que com vantagens devido a sua ligação com Isabella. Dormirá, poderá comer alimentos sólidos,sair ao sol sem chamar atenção,exalar um aroma humano e que ate confundirá seus inimigos...E sua aparência....Seus olhos voltaram a ser da cor quando ainda humano. Mas sua parte vampiro, sentirá necessidade de sangue,ainda será forte,ágil,imortal...Acho que ate terá controle de seu veneno .

–Isso é possível? – Demetri não consegue acreditar.

–É...parece que sim.- ela responde como se alegrasse com a nova descoberta .Mas sua expressão muda ficando seria. – Mas entenda Demetri. Isso aconteceu com você porque era para ser.Complicado explicar,mas...digamos que seja o destino seu.O que significa que outro como você não terá mesma sorte. Agora...- ela estende a mão com um objeto.

O frasco com o sangue sagrado. Demetri o pega e observa por um instante.

–Não precisa agradecer. Acho que deve correr para levar isso ate Isabella. O tempo está correndo,falta pouco para completar a transição.Ah! mesmo ela voltando a ser humana,ainda será sua companheira.Está disposto em aceitar sua escolha? – diz a mulher tirando ele de sua analise.

Demetri assente ,sabendo que depois que lhe desse a cura voltaria para meu lugar de direito.Ainda sim pude ver que seu único objetivo agora ela me devolver a vida, e que fosse feliz mesmo não sendo ao seu lado . Sem dizer mais nada ele corre em direção a saída...Usou toda sua velocidade ainda existente para chegar a tempo de me dar a cura, somente parando por uns segundos para olhar sua figura refletida numa das vitrines da cidade.Ali ele pode ver novamente seus olhos e sua cor verdadeira.

Vendo pelos seus olhos,voltei ao tempo real.Meus olhos ainda permaneceram presos aos dele,foi ai que me dei conta o quanto fui injusta e descrente com ele. Demetri errou, cometeu muitas atrocidade,mas foi capaz de oferecer sua própria existência por amor a mim em troca de minha humanidade.Esse amor ultrapassou qualquer barreira egoísta. Agora sou capaz de ver em seus olhos que suas más intenções o levou a ter novamente o que a imortalidade lhe roubou.

Então, foi minha vez de chorar...Minha garganta ainda estava incapaz de esboça um som,ainda sim,forcei meus lábios a movimentar,transmitindo um “ EU TEU AMO “ sincero.

– Te Amo...- ele diz mostrando ter reconhecido minha declaração muda.

Ele inclina seu rosto trazendo seus lábios nos meus.O fogo que ainda consumia meu corpo pareceu refrescar no momento em que seus lábios tocaram os meus. Fecho meus olhos saboreando o beijo, porem,não consigo mais abri-los, somente a escuridão me abraça como alguém que o ama.


Notas finais
N/Lu: Tem alguém ai ainda respirando? Viuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu, que lu não é doida! rsrsrs.Olha...alguém ai esperava por esse resultado? Nem eu.rsrsrsr |Olha pra quem detesta o Demetri depois dessa nem sei...gente esse homem é tudo...
Gente ,eu amei de coração escrever esse capitulo, e já estou desevolvendo o epílogo que terá fortes emoções. Infelizmente a fic esta no final,espero que tenham gostado ate aqui. Bem ,caso alguém tenha duvida ou queira apontar algum fio solto no cap, pode perguntar,e responderei a medida que não comprometa a sequencia,ok? É isso...Pelo pouco de recomendações que tivemso acho que nãoagradei muito, de boa, to repensando se escrevo o terceiro livro. Se tiver cinco recomendações para amante de sangue ,terá o quarto livro.IXi! é promeça povo.rsrsrs
è sim, uma saga que inventei.rsrsrs
Ah e antes de tudo quero divulgar uma nova fic em parceria com a Candy Black. Chama-se Na toca dos lobos.http://fanfiction.com.br/historia/271049/Na_Toca_Dos_Lobos/ ... Deem uma passadinha lá, sei que vão gostar.Bjs... Fica reta final... ate o.... Kiss.
N.Mari: muitas emoções e muitas revelações heim gente!!! Adorei e espero que vocês também! Comentem muito para nos deixar felizes! beijokas