Amando Meu Sensei
11 Itachi e Miya
Notas iniciais
Então, nesse meio tempo, estou escrevendo estórias SasuSaku, e são TRÊS. Claro que vou demorar postar e vai dar mais uma atrasada nessa mas vamos resolver.
OBS IMPORTANTE: esse capítulo é narrado por Miya e eu até chorei quando li.
Flash Back on
Eu tinha apenas 17 anos, era nova, mas sabia sobre as concequências de tudo. Eu conheci Itachi em uma missão ANBU e, nessa missão, eu acabei me ferindo, mas Itachi me salvou e me ajudou. Foi aí que eu o conheci de verdade e me apaixonei. Nos tornamos grandes amigos, e ele me contava como era intediante ser o gênio do clã Uchiha, como era ser pressionado e ser agente duplo. Nós sempre guardamos os segredos um do outro, e nos aproximamos cada vez mais.
Um dia, uma amiga minha apareceu em minha casa e disse que Itachi estava no hospital. Claro que corri para lá e quando cheguei, os médicos queriam me barrar, mas Itachi disse que eu podia entrar.
– O que aconteceu? — Perguntei, depois dos médicos sairem, e sentei em uma poltrona ao seu lado.
– Estou bem, foi apenas um veneno, mas era fraco e daqui a pouco vou receber alta. — Itachi explicou calmo.
– Me assustou. — Mumurei.
Depois de algumas horas, uma médica disse que ele já poderia sair. Andamos calmamente até o parque e sentamos em baixo de uma árvore.
– Por que você ficou preocupada? — Itachi pronunciou-se, mas a pergunta me deixou corada.
– Ah... er... v-você é i-impor-tante para mim. É... meu melhor amigo. — A última frase doeu em mim, mas eu não poderia dizer "por que eu te amo!".
– Esperava que dissesse "eu gosto de você". — O ouvi murmurar.
– Mas eu gosto de você. — Eu disse.
– Não é dessa forma. — Itachi disse cabisbaixo.
– Mas eu não estou dizendo de forma amiga. — Eu disse confiante. Ok, agora é a hora certa.
– Disse de que forma, então?
– Da forma que diz "eu te amo". — Eu disse corada. Ele finalmente me olhou com um sorriso de canto.
– Você gosta ou ama? — Ele perguntou.
– Amo. — Sussurei vendo ele chegar cada vez mais perto de meu rosto.
– Eu também te amo. — Ele sussurou e finalmente juntou nossos lábios. Posso dizer que foi a melhor sensação da minha vida. Meu coração bombeava sangue mais rapidamente do que em qualquer momento de minha vida, as borboletas voavam no meu estômago, minhas mãos suavam e formigavam. Sua língua explorava minha boca e eu fazia o mesmo. Quando seus lábios separaram-se dos meus, senti meus lábios formigando.
Foi aí que começamos a namorar. Mas como nem tudo é perfeito, aconteceu algo: Itachi teve de matar seu próprio clã. Quando ele chegou em meu quarto a noite todo ensanguentado e me explicando coisas que não entendia no momento, comecei a gritar, pois ouvi uma única parte "eu matei meu clã".
– Calma, Miya. — Ele disse tampando minha boca com as mãos. — Eu fiz isso por uma boa razão, fiz por que não queria mais uma guerra. Eu só vim para te ajudar. — Ele disse calmo. — Você precisa me seguir. Junte o máximo de pessoas que conseguir e me encontre em uma hora, prometo lhe explicar. — Olhei em seus olhos e logo ele sumiu. Não sei por quê, mas levantei-me, troquei de roupa e comecei a chamar mamãe, minha tia, Rin, Tatsuo, Helena e mais mulheres e crianças, já que os homens prefiriram ficar. Sabia onde Itachi estaria, então fui com todos até a praça, e lá estava ele, encostado à árvore antiga, onde aviamos nos beijado pela primeira vez. Cheguei perto dele e ele começou a andar para fora da vila, e nós o seguimo. Corri até seu lado e segurei sua mão. Ele me explicou tudo, até mesmo a parte em que Madara iria destruir o clã Nohara, e eu apenas o beijei sem dizer nada.
Andamos até amanhecer, quando chegamos à Vila do Chá. Chegando logo na entrada, ele virou-se para todos e explicou a situação, dizendo que Madara iria atacar o clã Nohara e, para a segurança de todos, deveriam ficar em países e vilas civis. Todos começaram a andar para o centro da vila, akguns com semblantes tristes, e minha mãe andou um pouco e me esperou ao longe.
– O que vai acontecer agora? — Perguntei a Itachi.
– Você irá se esconder. — Ele declarou.
– E você? — Perguntei, já com a voz chorosa.
– Vou arranjar uma forma de vigiar Sasuke. — Itachi disse.
– Não vai ficar comigo?
– Não posso. — Ele olhou para baixo.
– Então, irei com você. — Lhe disse chorando.
– Você não pode.
– Então vai ficar assim? Vai acabar assim? Você vai equecer de tudo? — Praticamente gritei, enquanto via seu rosto ainda baixo.
– Não vou esquecer de nada, tudo lembra você. — Vi pequenas gotas pingando no chão, enquanto ele levantava seu rosto cheio de lágrimas para me fitar.
– Itachi, eu não consigo, preciso de você. — Eu disse, segurando seu rosto entre minhas mãos.
– E acha que vai ser fácil para mim? E se nos encontrarmos depois de anos e você estiver com outro?
– Eu nunca vou estar com outro, mesmo que nunca mais eu tenha notícias de você, mesmo que eu ache alguém parecido com você, não será você, não será o homem que eu amo. — Coloquei meu rosto em seu ombro, deixando lágrimas ali e sentindo seu perfume.
– Promete? — Ele perguntou.
– Prometo? — Eu disse e voltei a olhar em seu rosto. — E você, promete?
– Prometo. — Ele disse por fim e chegou perto do meu rosto. Deu o mais longo beijo que já me dera e logo virou-se, mas voltou a me olhar. — Eu te amo.
– Eu te amo. — Eu disse sorrindo. Ele virou-se novamente e começou a caminhar para fora da vila. Quando ele sumiu da minha visão, caí de joelhos no chão chorando mais.
Minha mãe me abraçou e me confortou. Fomos até uma casa que minha mãe tinha de herança e eu me joguei em minha cama. Fiquei semanas ali, comia pouco e dormir era algo raro. Depois de um tempo, consegui sair daquela cama e voltei a viver minha vida normalmente, só que com três alteração: sem Itachi, mais triste e com um buraco no coração. E, como prometido, nunca mais ao menos falei com um homem que fosse solteiro.
Flash Back off
Notas finais
Eu quero saber quem são os leitores fantasmas, por favor!!!!
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