Amadryn
1 Capítulo 1
Notas iniciais
A muito tempo atrás num pequeno povoado ao norte da montanha do dragão, morava a rainha Candaly e seu marido Nedw , eles eram muitos felizes pois a rainha estava a espera de seu primeiro filho, e futuro herdeiro de seu reino. Mas uma terrível coisa acontece, o irmão do rei Caluy, conta a todo o povo do reino que a esposa do rei é uma vampira , o povo com medo de sua rainha e incentivados por Caluy, vão para o reino para tentar matar a rainha, mas com a ajuda de uma serva chamada Alice a rainha consegue fugir pelos esgotos do castelo, enquanto seu marido fica para tentar acalmar o povo do reino, Alice leva Candaly para sua casinha que fica bem longe do reino, logo que a rainha chegou pediu para que Alice procurasse saber de noticias de seu marido. Duas horas depois, Alice volta com uma péssima noticia para Candaly, seu marido havia sido morto e queimado na frente de todo o reino e que Caluy havia assumido o reino, quando Candaly escutou aquilo ela entrou em depressão pois a culpa de tudo aquilo ter acontecido era dela, porque ela tinha de ser vampira porque ela não podia ser humana igual ao seu pai tinha de ser igual ao seu irmão e sua mãe. Sem saber o que fazer Candaly transforma Alice em uma vampira, para que ela cuide de sua filha que vai nascer, Candaly explica para Alice quem ela só deve se alimentar de sangue animal, e que provavelmente sua filha também nasceria como uma vampira, mais que ate os dezesseis anos ela poderia comer comida humana e que dos dezesseis para frente ela seria imortal e teria que beber sangue para sobreviver, assim como Candaly pedi Alice cumpri com todas as ordens quando o bebe estava para nascer, Candaly desmaia, Alice entra em desespero pois o bebe começa a rasgar a barriga de Candaly, Alice corre e corta a barriga de Candaly com sua próprias unhas e retira o bebe de dentro da barriga, Canadaly estava acordando quando Alice lhe entrega o bebe, assim que os olhos de mãe e filha se encontram automaticamente Candaly fala:
-ela irá se chamar Sáfira, e saiba sempre que são pelos seu lindos olhos.
-sim, senhora.
-Alice de agora em diante, você vai ser a tia dela tudo bem, e quando ela fazer 16 anos conte tudo que aconteceu a ela esta bem.
-sim, senhora.
-tome pegue ela, agora quero que vá com minha filha para bem longe daqui, e não se preocupe comigo quero ver meu amado Nedw.
-tem certeza, disso senhora, eu posso...
E antes mesmo de Alice terminas de falar, Candaly já havia partido sorrindo por que sabe que sua filha esta em boas mãos e que agora esta com seu amado Nedw novamente.
Capítulo 2
Alice assim como sua rainha pediu-lhe, saiu de sua casa com Sáfira, em seu colo, na mesma noite em que Candaly morreu.
Depois de passar por 3 cidadezinhas miseráveis, Alice achou uma casinha abandonada no auto de uma colina, ela muito cansada e percebendo que Sáfira esta com frio resolve ir passar a noite lá. A casa por sinal e bem ajeitadinha, depois de colocar Sáfira para dormir num quarto, Alice acende lareira e se senta num sofá velho que a no meio da sala, ela abre um mapa na mesa que a na frente do sofá e fica decidindo para que cidade ir com Sáfira, ate que ela finalmente decide para onde elas vão para uma cidadezinha chamada MARKLEEVILLE, que se localiza no estado de nevada. No outro dia assim que Sáfira acorda, Alice parti para seu destino pois dali em diante elas teriam uma nova vida e uma longa jornada.
um mês depois
Alice havia comprado uma casa com o dinheiro que Candaly deu a ela antes de Sáfira nascer, com o restante do dinheiro que sobrou Alice comprou coisas para Sáfira, mais este dinheiro que havia sobrado não iria durar para sempre uma hora ele iria acabar e Alice já estava pensando em como ia ser para sustentar Sáfira, então ela teve uma ideia, Alice resolve procurar um emprego. No dia seguinte Alice sai para procurar um emprego e acaba sendo contratada por um restaurante, Alice nunca cozinhou mais para cumprir com a promessa que ela fez a Candaly de cuidar de Sáfira ate ela ter idade suficiente para saber toda a verdade do seu passado. Alice preferiu comprar uma casa mais fechada da sociedade pois caso as pessoas começassem a falar sobre ela não envelhecer, então pensando nisto Alice resolve compra a casa num condomínio fechado. Já fazia um mês que Alice trabalhava no restaurante, havia aprendido um monte de comidas que ela nem imaginava que existiam, todos que experimentavam a comida que Alice fazia adoravam. Num belo dia o chef e o subchefe do restaurante ficam doentes e não poderão ir trabalhar, o gerente de Alice sem saber o que fazer pensa em fechar o restaurante ate os chef de cozinhas melhorarem, Alice sabendo que é uma ótima cozinheira fala para seu gerente que consegue aquentar o trabalho extra, sem ter mais nenhuma opção o gerente de Alice aceita a proposta posta por ela. Depois daquele dia maravilhoso Alice consegui mostrar tudo que ela e capas de fazer na cozinha, todos adoram a comida, o gerente de Alice vendo que vai lucrar mais deixando ela como chef de seu restaurante resolve dar a ela uma chance de ser chef, Alice fica muito feliz não só porque agora ira sobrar mais dinheiro para um fundo de emergência de Sáfira mais porque agora ela poderia mostrar seu talento na cozinha a todos que por aquele restaurante passassem.
Capítulo 3
Quinze anos depois...
-tia...estou indo para a escola, depois te encontro no restaurante.
-esta bem querida, quero comemorar seu aniversario com todo mundo do trabalho, pode chamar alguns de seu amigos.
-esta bem tia, ate mais tarde.
Depois que Sáfira pegou o ônibus para a escola, sua tia correu para a floresta para se alimentar, pois já fazia cinco dias que não comia , precisava recuperar sua forças que estavam se esvaindo dela. Depois de caçar duas horas na floresta Alice vai para seu trabalho com novas ervar para experimentar em seus novos pratos, logo que chegou ao trabalho seu gerente lhe chamou no escritório.
- me chamou senhor torres?
-há! Sim senhorita Rovez, eu tenho uma péssima noticia, você foi demitida, o dono do restaurante não te quer mais aqui.- ele olha para Alice com uma cara de culpado, será que ele falou com o chefe dela para demitir ela, ou ele só estava tentando se livrar dela por que tentou acedia-la outro dia.- mas você pode trabalhar ate sexta-feira, na segunda pode passar aqui para acertamos tudo.
-sim, senhor torres.
-você, não vai me perguntar porque foi demitida?
-não, sei que vou arranjar um emprego melhor, por isso não me importo nem um pouco com seus comentários e sua criticas, espero que as guarde para você.
Sáfira
Logo que Sáfira chegou a escola, encontrou sua melhor amiga Kaly a sua espera no armário dela.
-oi K.
-oi SHAF, você viu o aluno novo da escola.
-Ah! Vi e por e por incrível que pareça ele sentou ao meu lado no ônibus .
-A não brinca.
- e você acha que ia brinca com uma coisa dessas.
-claro que não amiga, qual e o...
-Kayus Caulfield.
-UAU! Que nome lindo .
- foi o que eu disse .
-não acredito.
-pode acreditar, ele disse que meu nome combina com meus olhos.
-não é que sua tia sempre fala.
-É, agora vamos quero ver o Brandon.
- então amiga, eu queria falar com você sobre este assunto.
Na mesma hora em que Kaly minha melhor amiga fala, vejo meu incrível namorado passar abraçado com minha maior inimiga Jakeline Walter, Brandon olha para mim e murmura com os lábios um “foi mal gata”, eu não entendi nada e me viro para Kaly , que tenta me explicar o que esta acontecendo mais eu não estou escutando mais nada, me viro para a saída do corredor e sigo em direção a porta, não quero mais ficar naquele local, só queria desaparecer e sumir dali o mais rápido possível, quando atravesso a porta dou de cara com alguém que nem vejo quem é ate olhar para cima e perceber que é nada mais nada menos do que Kayus, mais que beleza o primeiro dia do cara na escola e já me encontra chorando, na mesma hora em que falo meus olhos encontram os dele e naquele mesmo instante e como se só estivesse mós só nós dois no corredor.
-Sáfira você esta bem?-ele me pergunta me olhando com aqueles lindos olhos.
-sim estou ótima, mas mesmo assim obrigado por perguntar.
-você tem certeza?
-tenho, desculpe o meu mal jeito.
-não tudo bem, será que você poderia me mostrar a sala de biologia.
-vamos eu te mostro, já que vamos fazer esta aula juntos ate o final do ano mesmo, sabe sento sozinha.
-sei bem como é, que bom que vamos ser amigos.
-É que bom .
Depois da aula de biologia com Kayus, que por sinal foi maravilhosa, Sáfira vai para sua aula de inglês, com Brandon, que pediu para trocar de lugar, que ótimo, depois da aula de inglês que foi uma chatice. Sáfira vai encontrar seus amigos no refeitório para almoçar, bem sentado ao lado de minha amiga Kaly, aquele belo garoto moreno, alto, de cabelos castanhos lisos em cima das orelhas, seus braços musculosos, e seus olhos maravilhosos, aqueles olhos que prendiam a minha atenção. Sáfira parou um pouco olhou para ele, e como se ele soubesse olhou para ela e mais uma vez seus olhos se encontraram e o mundo sumiu novamente como se só os dois estivessem ali naquele refeitório, Sáfira vira o rosto rapidamente e segue para seu lugar, senta em frente a Kayus .
- oi pessoal.
-AH! Oi SHAF, chamei o bonitinho aqui para sentar com a gente.
-que ótimo.
Meu dia já não estava lá os melhores e agora isso, o garoto que me pegou chorando no corredor esta bem a minha frente, que ótimo, e para piorar deu para perceber que ele gosto de ficar aqui, se ele se sentar todos os dias aqui eu me mato.
-E então você acho a sala de música.
-achei sim muito obrigado Sáfira.
-de nada, me desculpe a frieza, porque você aceitou se sentar aqui com a gente .
Na mesma hora em que termino de fazer a pergunta, Kaly pisa no meu pé com tanta força que me faz levantar da mesa automaticamente, olho para ela com uma cara de brava e ela me da um sorrisinho de não fiz nada.
- AI!
- você esta bem.
-estou sim obrigado por perguntar, Kaly você esta doida?
-É você que esta, na onde já se viu fazer uma perguntas dessas.
- meninas parem, não me importo com a pergunta.
- não serio. Falamos eu e Kaly juntas.
- serio, e respondendo a sua pergunta porque queria conhecer pessoas nova e porque queria ver se você estava bem , de hoje mais cedo.
-HAM! Como assim, pensei que você estivesse me dando mole, sabe o jeito que você me olhou.
-desculpe se lhe dei a entender isso, mais só quero ser seu amigo.
-nossa Kaly, levo um fora.
-cala. A. boca Noah .
Depois de tudo que aconteceu, me sentei e não dirigi a palavra a Kayus, pois sei que se falasse com ele, Kaly ficaria me enchendo o saco o dia todo, então preferir não falar nada, pois só pelo jeito como Kayus olhava para mim deu para perceber que ele estava gostando de mim, mais eu Sáfira Alterzom Matty, me recuso a acreditar que o garoto novo da escola esteja gostando de mim, depois do almoço eu fui para minha próxima aula. Sáfira já estava em sua ultima aula, ela chegou perto da porta da sala e assim que entrou percebeu que o lugar que sempre ficava vazio agora tinha um menino lá, não qualquer menino e sim um que perseguiu ela o dia todo, Kayus estava bem ali sentado.
Na carteira ao seu lado sem saber o que fazer Sáfira tenta se sentar sem ser percebida mais foi meio difícil se desde a porta ele já olhava para ela.
-OI Sáfira.
-AH! OI Kayus não sabia que fazia esta aula também.- E comigo para ser mais exata.- que coincidência não acha.
-É uma bela coincidência, se você não se importa de eu sentar me aqui, pois se não quiser posso me sentar com a Jakeline.
-NÃO, tudo bem não me importo .
-tem certeza.
-tenho sim.
Assim que arrumo minha bolsa na cadeira olho para Jakeline, ela esta com uma cara de quem não gostou nada, eu me sento bem perto de Kayus só para fazer ciúmes para Jakeline , sem querer na hora de pegar o livro minha mão encosta na de Kayus, olho para ele e dou lhe um sorriso ele me retribui com um outro maravilhoso, a aula já esta quase acabando quando percebo que ficar ao lado de Kayus me faz muito bem então de ultima hora resolvo chama-lo para meu aniversario .
-Kayus você gostaria de ir no meu aniversario, no restaurante em que minha tia trabalha.
-adoraria, e só você me falar o dia e o restaurante , a e não esqueça a hora.
-É hoje, as sete horas no restaurante MALLORY, conhece.
-tudo bem vou estar lá, e sim o conhece, minha irmã adora almoçar lá, ela diz que a cozinheira e uma maravilhosa.
-então sua irmã conhece minha tia, ela e que é a chef de lá na cozinha.
-nossa acho que já adoro sua tia.
-seu bobo, então te espero lá as sete .
-estarei lá.
Eu saio da sala e vou encontrar meus amigos no corredor saímos de lá conversando, eles me deixam na porta do ônibus, eu digo a eles ate mais tarde quando entro no ônibus Kayus esta no mesmo lugar que estava hoje de manha eu vou me sento ao seu lado, e ficamos conversando ate eu descer num ponto e sair andando ate meu condomínio, chegando em casa vou tomar um banho de banheira e relaxar para a minha festa que vai acontecer daqui a algumas horas.
Capítulo 4
A festa
Depois que Sáfira se arrumou para sua festa ligou para o numero que sua tia havia lhe deixado na geladeira, era de uma empresa de taxis que sua tia conhecia, Sáfira pediu para que eles a viessem busca-la, Sáfira tinha acabado de chegar no restaurante quando de longe viu seus amigos sentados numa mesa. Kayus estava lá como disse que ia esta, eles estavam conversando quando Kayus percebeu a cara de espanto dos amigos de Sáfira, ele curioso para saber o que era quando se vira primeiro ele vê dos pares de saltos pretos, depois vê um vestido verde brilhante solto, e quando chega no rosto da pessoa vê Sáfira bem a sua frente, tudo nela e perfeito seus cabelos pretos soltos presos com uma presilha em forma de estrela do seu lado direito, suas curvas nos perfeitos lugares, sua pele branca e macia que faziam Kayus ter vontade de toca-la e tela só para ele, Sáfira estava perfeita e seus lindos olhos parecendo duas safiras maravilhosas.
-meu deus, SHAF você está maravilhosa.
-obrigado. amiga.
-Sáfira se me permite dizer você está MAGNIFIC, nunca havia visto mulher tão linda quanto você esta está noite.
-calma rapazinho, vamos mais devagar com os elogios.
-tia Alice, este é Kayus, Kayus esta e minha tia.
-muito prazer senhora, desculpe não tive a intenção de abusar da beleza de sua sobrinha .
-acho bom mesmo.
Todos nos começam a rir ate minha tia, mais ela esta com uma cara diferente, Alice esta desconfiada de Kayus em todos estes anos aperfeiçoando seus poderes conseguia ver de longe quando alguém demostrava ter boas intenções mais tinha as piores de todas. Depois de baterem os parabéns para Sáfira seus amigos foram embora, mais ela ficou lá conversando com Kayus pois teria de esperar sua tia sair do trabalho para elas poderem ir embora, Kayus foi muito legal e cavalheiro não tentou nada com ela e apesar de ter apenas 17 anos Kayus demostrava ter muitos não só pelo seu modo de falar mais também pelo jeito como a tratava, Sáfira ficou encantada com o cavalheirismo e a cordialidade de Kayus, ela realmente achou que ele tivesse saído de um daqueles filmes antigos pois ele era perfeito, eles dois ate marcaram de sair na sexta-feira a noite, depois de deixar Sáfira com sua tia Kayus foi embora, assim que Sáfira e sua tia chegaram em casa, Alice pediu para falar serio com Sáfira.
-tia tem quer ser hoje mesmo estou SUPER cansada, podemos conversar amanha.
-tudo bem, mais não pode passar de amanha tá entendendo.
-sim estou entendendo tia, agora vou para meu quarto.
Sáfira passa por sua tia lhe da um beijo de boa noite sobe as escadas e segue para seu quarto, que fica no final do corredor, assim que Sáfira acorda se arruma para a escola e desce para ver sua tia , mais a única coisa que ela encontra e um bilhetinho de sua tia.
“querida fui trabalhar nos vemos mais tarde para a nossa conversa , beijos te amo.”
Sáfira abriu a geladeira e procurou algo para comer, sua comidas favoritas estavam lá mais por mais que ela olhasse e comesse com os olhos não estava com um pingo de fome, já que não ia mesmo tomar café da manha, Sáfira pegou sua bolsa no sofá da sala e foi pegar seu ônibus da escola, assim que ela entrou uma sede subiu sua garganta, e ficou assim ate ela chegar na escola, assim que Sáfira chegou na escola foi para o bebedor e bebeu muita água mais a sede na sua garganta não parava de aumentar, ate que Sáfira percebeu que tinha alguém atrás dela, e quando ela se virou viu Kayus a sua frente .
-oi Sáfira, algum problema.
-não, porque haveria algum .
-você esta toda molhada.
E quando Sáfira olha para sua roupa e percebe que bebeu tanta água que molhou toda roupa, ela começa a dar risadas daquelas bem gostosas, e quando ela percebe que Kayus esta olhando pra ela sem entender o que ela estava pensando.
-desculpe vamos para a aula.
-você tem certeza de que quer ir assim. Ele aponta para minha blusa ainda toda molhada.
-A É, espere um minuto já volto tudo bem. – Sáfira vai ate o banheiro que não esta muito longe, entra lá e tenta se secar o máximo que consegue dois minutos depois ela sai do banheiro com uma blusa quase seca. –prontinho vamos.
Sáfira e Kayus foram juntos para a aula, assim que Sáfira entra na sala percebe que tem uma coisa errada, pois ela escutava todo mundo falando, mas ao olhar para suas bocas não via som saírem delas, ate que ela percebe que não eram suas vozes e sim seus pensamentos, as pessoas falavam cada insulto umas das outras quando na realidade fingiam ser amigas umas das outras, Sáfira desejou que aquilo tudo acabasse que o sinal da aula batesse e ela pudesse ir embora daquele lugar horroroso, ate escutar uma voz que chama muito sua atenção, a voz falava.
“me deixe, ajuda-la por favor”
Na mesma hora em que ela ouve a voz, olha para Kayus, ele se virou e olhou para ela também, na hora em que seus olhos se encontram. Sáfira vê o que nunca havia visto antes os olhos dele estavam um vermelho como sangue e o outro castanho claro, na mesma hora em que as corres aparecem para ela somem como se nunca estivessem ali , Sáfira não iria ficar nem mais um segundo naquela sala, se levantou e saiu sem nem dar explicação para seu professor , e em fim seu alivio voltou não escutava mais vozes nem mais olhos mudando de cor. Sáfira sem nem falar com seus amigos com medo de que escutasse seus pensamentos ou que seus olhos mudassem de cor, saiu da escola e foi para sua casa, assim que chegou na casa dela resolveu ir dormir pois sua cabeça estava doendo muito, e para ajudar mais sua garganta ainda estava seca, Sáfira tentou muitas vezes dormir mais não consegui não ate aquela dor que estava em sua garganta passasse.
Sáfira se levantou de sua cama desceu os degraus e foi ate a geladeira da cozinha pegou duas garrafas de água, e as colocou na bancada que ficava no meio da cozinha abriu uma e bebeu, mais a sua garganta ainda continuava seca, pegou a outra e bebeu mais não adiantou nada, então ela resolveu beber uma atrás da outra ate sua garganta melhorar, já havia se passado uma hora desde que Sáfira resolveu tirar sua dor da garganta, ela escutou a porta da sala de estar se abrindo e menos de um minuto depois sua tia estava a sua frente com uma expressão de o que esta havendo aqui.
-não esta acontecendo nada demais tia, só estou com sede e resolvi beber um pouco de água.
-um pouco e beber todas as garrafas da geladeira, querida nada de água vai resolver o seu problema, venha vamos ter nossa conversa de ontem eu vou lhe explicar o motivo de você estar assim.
-tia tem um motivo para eu estar com sede.
-sim querida tem, agora venha.
A conversa
Alice começou a relatar para Sáfira como seus pais eram felizes ao descobrir que seu primeiro filho estava a caminho, ate o tio de Sáfira que era muito interesseiro e sempre quis roubar o trono do pai dela estragar tudo, Sáfira escuta cada palavra de ALICE com muita atenção, ate que Alice chega a parte que tem que contar a Sáfira porque seu tio Caluy colocou o povo do vilarejo contra sua mãe, bem na hora em que Alice vai falar sua garganta fecha e ela não consegue falar a palavra mais importante da vida de Sáfira e da própria Alice.
-tia, porque o povo queria matar minha mãe.
-porque,porque...
-fala logo tia porque.
-porque ela era uma...
-meretriz, e isso tia?
-NÃO, nunca ela amava seu pai.
-então tia o que minha mãe era.
-uma vampira.
Assim que Alice fala percebe a cara de espanto de Sáfira ao receber a noticia de que sua mãe era uma vampira, como ela poderia acreditar nisso saber a vida toda que vampiros não existem e sua tia vir lhe dizer que sua mãe era uma vampira.
- tia você esta louca, vampiros não existem e além do mais minha mãe não poderia ser isso.
-deixe que eu termine de lhe contar a historia depois você me fala alguma coisa tudo bem.
-sim esta bem.
Alice diz que não é tia dela de verdade, que a mãe dela lhe deu esta honra por ela ter ajudado Candaly a fugir do povo em fúria e ter cuidado de Sáfira por todos estes anos lhe dando lealdade e confiança, depois disso Alice contou tudo a Sáfira ate a morte de sua mãe não esqueceu de nenhum detalhe, quando por fim Alice termina de lhe relatar o acontecido de muitos anos atrás Sáfira vai começar a entender porque sua tia era tão estranha em algumas coisas, Sáfira vira o rosto para sua tia depois volta a encara-la.
-então você esta querendo me dizer que, eu sou tecnicamente uma vampira , que minha mãe me deu este nome antes de morrer.
-sim, e não, você não é tecnicamente nada você e realmente uma vampira.
-uau! Tia você me disse que minha cede pararia com uma coisa que não é água esta coisa seria sangue?
-sim, tome isso e você vai se sentir bem melhor.
Sem questionar Sáfira pega a garrafa translucida com um liquido vermelho brilhante dentro, coloca a na boca e ingeri este liquido vermelho e o mandando-o para seu intestino, ela pensou que sentiria nojo mais em vez disto ela saboreia cada gota que desce pela sua garganta aliviando-a daquela dor.
-sentisse melhor agora?
-bem melhor obrigado tia.
-querida escute bem, de hoje em diante você terá de beber sague, não vai mais sentir vontade de comer ou beber comidas humanas pois o sangue vai te oferecer todos os nutrientes.
-como assim beber sangue a vida toda.
-assim que você completou dezesseis anos se tornou uma vampira, você só vai se alimentar com sangue, e você só vai envelhecer mais um ano.
-não entendo porque ainda vou envelhecer mais um ano.
-porque é a lei dos vampiros, depois deste um ano você vai ser imortal , e daqui sete ou oito anos vamos embora.
-não quero deixar meus amigos, eu não quero ir embora podemos enganar a todos assim como a senhora.
-querida entenda eu não vou enganar por mais tempo as pessoas já estão desconfiando de mim, e eu tenho trabalhado muito para enganar as pessoas desta cidade.
-mais tias meus amigos.
-vão ficar bem sem você , a e falando nisso tenho outra noticia você nunca me engano, quando falava que ia estudar na casa de suas amigas e ia sair com Brandon.
-como assim nunca menti para a senhora.
-AH! Mentiu sim, assim como esta mentindo agora, querida posso ver as intenções boas e ruins das pessoas e você nunca tinha boa intenção nessas horas.
-nossa tia que legal, mais a senhora só pode ver as intenções?
- sim só as intenções, e aquele seu amigo Kayus não tem muitas boas intenções.
-como assim tia.
- tem alguns dias que eu ando o investigando a vida dele, e eu descobri que ele é um vampiro hibrido.
-por isso hoje eu vi a cor dos olhos dele mudar.
-os vampiros híbridos são muitos raros, vivos hoje só existem 5, mais mortos temos 11.
-nossa tia e o que eles comem.
-tanto sangue de animal quanto sangue humano.
-tia e qual deles minha mãe era?
-pelo o que eu sei ela também, nasceu hibrida.
-como assim.
-longa historia querida, amanha você tem aula suba e descanse.
-tia vampiros não dormem.
-você só vai parar de dormir daqui a um ano, e você não pode contar a ninguém que é uma vampira.
-sé não?
-o conselho branco te mata, e tenho certeza de que sua mãe não iria gostar nada disso.
-concordo ela não iria gostar nem um pouquinho, boa noite tia.
-boa noite querida. Sáfira sobe as escadas e vai para seu quarto se trocar para dormir pois amanha o dia vai ser bem longo em sua escola.
Capitulo 5
Quando Sáfira levanta de sua cama de manha sensação de seca em sua garganta havia voltado, ela se arrumou para ir a escola e desceu para tomar café com sua tia, quando Sáfira chega na porta da cozinha vê sua tia colocando garrafas de alumínio em sua mochila.
-tia para que tantas garrafas ?
-bom dia querida, você ira sentir sede na escola então beba.
-obrigado, tia preciso te contar uma coisa.
-pode falar querida.
-eu posso ler pensamentos, descobri isso ontem na escola.
- você é igualzinha a sua mãe.
-minha também podia fazer isso.
-sim, más não só isso ela era uma das hibridas mais poderosas que já existiu.
-nossa tia, e o que ela fazia.
- sua mãe lia pensamentos, podia ver as intenções, podia ver o futuro e ela tinha a ESTRELA DE CALIN na nuca da cabeça.
-tia o que é esta ESTRELA DE CALIN.
-A ESTRELA DE CALIN, para nós e considerada a estrela da sabedoria e beneficiadora de luz, mais muitos a chamam de estrela branca da sabedoria.
-então que dizer que só quem a ganha são vampiros brancos.
-sim, mais você só a ganha quando faz um bem maior ou ato nobre.
-e qual foi o feito da minha mãe tia.
-nascer, sua mãe era especial, ela já nasceu com a estrela ela quase virou mestra branca.
-porque quase.
-porque quando ela estava prestes a se consagrar mestra branca, ela teve uma visão do seu pai grande amor da sua vida e desistiu de tudo.
-tia me conta como eles se conheceram.
- outra hora querida, a já ia me esquecendo marquei seu exame de habilitação para hoje, boa sorte.
-legal, tia eu vó ganhar um carro?
-olhe na garagem, quem sabe se você passar o vermelho não é seu.
-que carro vermelho.
-vá olhar.
Sáfira saiu correndo, mais rápido do que ela imaginava, acendeu a luz da garagem no pé da escada e quando desceu os degraus que chegou lá em baixo e viu o maravilhoso BMW vermelho que estava estacionado na terceira vaga da garagem quase teve um ataque, seu tia sempre soube que ela adorava BMW mais agora que ela tinha seu próprio, Sáfira ficou ali admirando e namorando seu BMW mais um pouco ate que sua tia chegou atrás dela e disse que a levaria para escola, pois o ônibus já havia passado.
Sáfira saiu correndo da garagem para pegar sua bolsa que ficou na mesa de sua cozinha, e em menos de um minuto ela já havia voltado e já estava saindo de sua casa, assim que sua tia a deixou na escola Sáfira saiu correndo para contar ao seus amigos sobe o carro maravilhoso que ela havia ganhado e que iria fazer seu exame de motorista, seus amigos adoraram a noticia, Sáfira começa a falar que vai sair com Kayus na sexta-feira a noite ai Noah como sempre inventa uma desculpa e vai embora. Na mesma hora em que Noah vai embora, Kayus entra conversando com uma garota muito bonita, ela era alta cabelos castanhos claros, olhos verdes, o rosto dela era delicado como de uma boneca, ela era muito pálida e cheia de marcas estranhas em sua pele, ela usava uma mini saia rosa choque, uma blusa branca toda rasgada que mostrava mais ainda suas marcas nas costas.
-oi Sáfira, oi Kaly, esta aqui e minha irmã Tassy.
-OI – dou um aceno de cabeça para Tassy.
-OI eu sou Kaly, acho que vamos ser grandes amigas agora venha vou te mostrar o colégio.
Então como se fossem melhores amiga Tassy e Kaly saem conversando , Sáfira olha para Kayus que esta bem a sua frente se vira e sai andando como se ele não estivesse ali ate que quando ela começa a andar percebe que ele segura seu braço.
-me solte.
-me desculpe não quis machuca-la, só quero saber se esta muito brava comigo?
-sim estou, porque não me disse que era um ... , a você sabe.
- tecnicamente você ainda era humana, se lhe contasse seria morto pelos dois conselhos.
-AH! Ainda tem isso você é um hibrido, mais não mais raro que você sabe quem.
-sua mãe era maravilhosa queria muito tela conhecido.
-olhe para mim esta vendo ela, tirando os olhos que são...
- do seu pai.
-como você sabe disso.
-a Sáfira por favor, quem não sabe, esta tudo no livro dos VAM brancos.
-tudo bem, podemos falar disso na minha casa mais tarde?
-será que pode ser amanha porque hoje eu tenho um encontro com a menina mais linda desta escola.
Na mesma hora em que Kayus termina de falar as bochechas de Sáfira começam a corar e ela fica muito envergonhada não consegue nem olhar para Kayus, e quando Kayus se inclina chega perto da boca de Sáfira encosta seus lábios macios e aconchegantes perto dos dela, ao sentir aquela sensação maravilhosa Sáfira não consegue ficar sem querer mais daquela sensação de ternura, delicadeza e aconchego que Kayus lhe dá, mais aquela sensação dura bem pouco, Kayus pega na mão de Sáfira e eles dois seguem juntos para sala de aula. Depois de todas as aula de Sáfira, ela vai para seu exame de motorista, chegando lá Sáfira pega o pior instrutor, mas com seu dom de ler mentes Safira, lê a mente do instrutor para saber o que ela deve fazer, ao terminar seu exame ela vai tirar sua foto para a carteira de motorista que ela vai pegar no dia seguinte no mesmo horário do seu exame, assim que Sáfira termina de fazer tudo na escola de motorista, ela sai para comprar a roupa que vai usar no seu encontro com Kayus na mesma noite, assim que Sáfira encontra o vestido perfeito ela vai para sua casa se arrumar para encontrar com Kayus.
Capítulo 6
Assim como eles dois haviam combinado na segunda KAYUS chega no horário. Assim que Kayus viu Sáfira ficou encantado ela era maravilhosa com aquela pele branca como a neve cabelos pretos como a noite, Sáfira estava deslumbrante com um vestido preto brilhante que chegava com as meditas acima do seus joelhos o belo vestido tinha uma apertura nas costa que era possível ver as belas costa de Sáfira, seus cabelos pretos e longos estavam preços em tranças maravilhosas e as tranças eram presas com uma linda presilha de borboleta cheias de pedrinhas brilhantes, nos lindos ombros de Sáfira se encontrava um chalé preto fino e transparente por onde Kayus admirava a beleza de sua amada, e os olhos de Sáfira se destacavam a distancia aquele lindo azul que mexia com o coração de Kayus. E para combinar com o lindo azul e o lindo nome dela não podia estar acompanhada de joias melhores do que um par de brincos de safiras e um colar com uma linda pedra de safira que descia pelo seu pescoço e parava bem na altura do decote do vestido que Kayus não ousou olhar pois se chegasse a fazer isso Sáfira o mataria por atreve-se a olhar para suas lindas curvas, para sua pele delicada, sua boca que implorava para que ele a beijasse e em meio aos seus devaneios Kayus não percebe que nunca chegou a ver uma mulher tão bonita igual a Sáfira em todos os seus 470 anos de vida vampírica, Kayus finalmente sai de seus delírios ao perceber que Sáfira fala com ele.
-Kayus você esta bem? – pergunta Sáfira meio preocupada com a cara que Kayus faz ao vela descendo as escadas de sua casa. – não esta com uma cara de quem gostou muito.
-me desculpe se lhe passei esta impressão só estou admirando-a, tome são para você. Kayus entrega um lindo buque de flores pra Sáfira, que já as coloca em um vaso.
- muito obrigado, e respondendo a sua pergunta ganhei o colar e os brincos de meu pai.
-como?
- se você não sabe minha mãe podia ver o futuro ela já sabia meu nome então disse á ele, que me fez isso.
-não esta não era minha pergunta, como você sabia o que eu ia perguntar? Kayus olha de soslaio para Sáfira.
- posso ler sua mente, e acho que você sabe muito bem disso pois no meu primeiro dia da transformação você pediu para eu deixa-lo me ajudar.
- é como você sabe que era eu? Ele já lhe pregunta com uma cara de “te peguei”.
- eu conheço muito bem sua voz e sei que foi você não só por este fato mais porque alguma coisa dentro de mim naquele dia me disse que era você. – paro um pouco olho para Kayus que me observa com muita atenção ate eu continuar a falar. – e só confirmei minha suspeitas quando você olhou para mim.
-nossa você se lembra bem daquele dia.
-claro como o dia, vamos ou vou ter... – é quando paro para admirar a beleza de Kayus, nunca vou me cansar de olhar para aquele belo rapaz que me enche os pulmões só de olhar, pelos deuses ele é muito lindo. – vou ter que esperar mais um milênio ?
- vamos então MY LADY.
Sáfira entra no lindo carro de Kayus apesar de não ser tão bonito quando o seu BMW o carro tem seu toque de elegância, depois de seguir com Kayus por um monte de ruas sinuosas e que Sáfira nunca viu eles chegam a uma casa bem antiga do século XVI, ao olhar na frente da casa que esta quase caindo aos pedaços Sáfira não entende porque uma casa tão velha quanto essa esta aqui no meio de um bairro de ricos. Assim que Sáfira entrou na casa viu um lindo restaurante todo requintado e muito elegante não conseguia parar de olhar para todos os lados como se aquele lugar fosse magico Kayus ao olhar para Sáfira percebe sua admiração no restaurante, ele fala com a recepcionista para ela olhar uma reserva feita para duas pessoas no nome de Kayus Caulfield, a moça que por sinal foi bem educada pede para ele a seguir ate a mesa dos dois, Sáfira vai com eles ate mais a frente do lindo salão onde para, para admira-lo mais um pouco, ela fica fascinada com a beleza do salão.
As cortinas que ficam nas janelas em volta são enormes e muito bonitas com um dourado que chama a atenção junto com o branco, o teto do salão é mais lindo ainda tem quatro anjos lindos nos cantos das paredes que fazem qualquer pessoa que olhar chorar, Sáfira nem percebe quando Kayus e a moça da recepção se afastam dela ate Kayus chama-la em seus pensamentos sobre o lindo salão que seus olhos ainda não acreditam que estão vendo , ao perceber que já esta bem longe ela corre para acompanhar Kayus que assim que ela chega perto dele pega na sua mão, Sáfira sente aquele calor que o corpo dela emite ao ficar tão perto de Kayus, ele com toda sua delicadeza leva ela para seu lugar a frente dele e pede o cardápio ao garçom que esta próximo a eles.
Kayus olha para Sáfira de canto e percebe que ela ainda admira o salão que esta a sua volta.
-o que achou, sei bem que lá fora não causa boa impressão, mas o que você acho da parte de dentro?
-sabe tudo é maravilhoso, mais você não precisava ter me trazido aqui só para me impressionar.
Sáfira olha para todo o salão para mostrar Kayus que não precisava tentar impressiona-la com tudo aquilo.
-Sáfira não a trouxe aqui para impressiona-la, eu te amo, e hoje é uma data muito especial pra mim.
-como pode me amar se nos conhecemos a tão pouco tempo?
-não te conheço a pouco tempo, eu a conheço a mais tempo do que os deuses podem imaginar. tenho uma coisa muito importante para te falar esta noite.
- vamos fala a quanto tempo você me conhece?
- eu a conheço a exatamente três séculos e cinco décadas .
-o que como você pode me conhecer a tanto tempo assim eu só tenho 16 anos.
Kayus olha para Sáfira, ela esta com uma cara de quem não acredita em nada, mais ao encontrar seus olhos ele percebe que ele a quer mais que tudo. E que não vai desistir dela tão fácil assim.
-não você tem dezesseis nesta vida, mais você já viveu outras cinco vidas antes desta.
-não acredito em você.
- eu sei, Sáfira esperei muito tempo para te contar sobre o que vou lhe dizer agora. Mas antes de eu contar quero que saiba que EU TE AMO.
-tudo bem, você já falou isso. Da para continuar e falar logo o que você que me dizer. É mais uma coisa você me esperou? Quanto tempo?
-sim lhe esperei. por mais tempo que você imagina, Sáfira foi você quem me transformou.
-como eu só tenho dezesseis anos. não pode ser.
-A muito tempo em outra vida sua, você havia acabado de virar vampira quando me conheceu. Naquela época eu trabalhava de ferreiro, você me pediu para lhe forjar uma espada da mais pura prata. – Kayus para por alguns estantes, olha pra Sáfira bem em seu lindos olhos, bebe um pouco do vinho que o garçom lhe trouxe depois volta a fita-la. – então eu lhe fiz uma linda espada eu ganhei um bom dinheiro, mas uma coisa inexplicável aconteceu, eu me apaixonei por você, E com você não foi diferente.
-então como foi que lhe transformei?
-eu lhe pedi assim que você me contou o que era, mais você me disse que não queria que eu vivesse este carma que você vivia.
-más como você esta bem aqui.
-eu fiquei muito doente, estava morrendo você com medo de me perder me transformou. Mas conforme você bebeu meu sangue levou com ele minha doença e aos poucos eu fui perdendo você.
- Nossa que historia linda, mas a quanto tempo exatamente você me procura?
-a três séculos. más toda vez que lhe encontro você morre, ou de uma doença ou os deuses te tiram de mim .
- mais agora vai ficar tudo bem.
Sáfira aproxima sua mão da de Kayus sobre a mesa, e a segura com firmeza, Kayus olha para ela com os olhos triste Sáfira para anima-lo lhe da um sorriso ele para não deixa-la triste lhe devolve. Mais em sua cabeça Kayus bem que queria acreditar que vai fica tudo bem.
-Sáfira. Não sei se vai ficar tudo bem , mais caso não fique. Saiba que eu te amo.
- Kayus eu também te ...
Na mesma hora em que Sáfira começa a falar , Kayus aproxima sua cadeira da dela e coloca o dedo em seus lábios macios, que quase fizeram Kayus tirar o dedo de sua boca e preenche-la com seu lábios. Kayus lhe olhou com aqueles olhos fazendo todas as cores a volta dos dois se misturarem, mais depois tudo voltou a seu foco.
-SHHH, não diga você ainda não me ama.
-mais depois de tudo que falou.
-não confunda sua vidas passadas com a de agora. Seus outros eu me amavam você ainda não. Para falar a verdade nem sei se vai me amar.
- É claro que vou, não diga isso meu Kayus.
Assim que Sáfira terminou de pronunciar as palavras que tocaram o coração de Kayus como nunca antes ele pede o jantar ao garçom e eles jantam maravilhosamente bem, tudo naquele maravilhoso restaurante faz Sáfira se encantar mais ainda pelo homem maravilhoso que Kayus é . Sáfira fica admirada ao perceber que Kayus esta comendo também ela sorri para ele como se achasse graça, ele olha para ela com admiração, Sáfira ao olhar bem em seu olhos vê que não a apenas admiração naqueles olhos mais á também amor.
-Sáfira na noite em que fiquei doente ia te dar isso.
Kayus coloca a mão dentro do seu bolso e tira de lá uma caixinha retangular preta de veludo , Sáfira arregala os olhos ao ver a caixinha, quem é que não sabe o que á dentro delas, Kayus a abre e Sáfira arregalas seus olhos mais ainda ao ver a maravilha que tem dentro da caixinha.
Dentro daquela linda caixa a uma pulseira de diamantes bem fininha com um S de esmeraldas bem no meio, depois de olhar aquela maravilha de bracelete percebe que as lagrimas descem de seus olhos Kayus pensando que é porque ela não havia gostado se aproxima dela pega sua mão e olha bem em seus olhos.
-Sáfira você não gostou?
Pergunta Kayus olhando bem em seus olhos, com uma cara de preocupado.
-NÃO. Não é isso eu adorei só estou chorando porque ela é muito linda .
Com uma das mãos livres Kayus passa o dedo nos olhos de Sáfira , para lhe enxugar as lagrimas que param aos poucos de escorrer.
-como você sabe que esmeraldas são minhas...
-favoritas, eu lhe conheço mais do que você imagina .
-posso ver.
Eu aponto para a pulseira na minha frente, Kayus balança-me a cabeça dizendo que sim, ele pega a pulseira e o coloca no meu braço eu fico ali admirando.
-há! Kayus é linda.
-não tão lindas quanto você.
Minhas bochechas começam a corar assim que Kayus fala, ele pede a conta para o garçom e vai pagar enquanto eu espero por ele do lado de fora do restaurante, quando ele chega pega minha mão e sussurra em meu ouvido algumas poucas palavras de como eu sou linda , fico mais envergonhada ainda.
-vamos SHAF quero lhe dar outra coisa.
-não é nada de diamantes nem esmeraldas é?
- não é uma coisa que fiquei te devendo faz tempo.
-tudo bem vamos então.
Depois que o manobrista chegou com o carro de Kayus ele me levou por um monte de ruas que eu conhecia só que nunca havia reparado nelas a noite, ate que chegamos a casa dele, ele pediu. não insistiu para eu entrar, assim que entro me deparo com uma linda sala de estar, sofás brancos uma mesa de centro com um tapete enorme de veludo embaixo dela uma teve de tela plana gigante numa parede, e do outro lado da sala uma lareira cheia de fotos em cima dela, eu sou bem curiosa então me aproximo das fotos e pego uma a uma para olhar em todas elas Kayus esta abraçado com uma menina que vai mudando a cor do cabelo e da pele conforme vou vendo as fotos e quando chego na ultima percebo que a menina sou eu, sem consegui me conter começo a olhar as fotos novamente.
Ate que percebo quem em todas as fotos eu sempre mudo mais uma coisa sempre fica em mim, Ksyus se parece muito com o Kayus de hoje só que a cada foto que olho percebo que seus olhos vão ficando mais e mais triste, menos na primeira foto que eu creio que seja a do meu primeiro eu, porque seus olhos estão bem felizes como nunca antes.
Volto a reparar a coisa que nunca muda em mim ate que Kayus volta a sala de estar trazendo com sigo uma caixa grande de madeira com um nome que eu não consigo ler talhado nela.
-para que todas esta fotos?
Pergunto eu querendo saber porque ele guarda lembranças de nosso passado.
-para eu me lembrar sempre da única razão por eu ainda estar vivo, percebo que você andou reparando ne alguma coisa nas fotos.
-sim os meus olhos, porque são sempre da mesma cor?
-porque cada eu seu ainda é uma versão do primeiro então alguma coisa sempre fica, é sempre foram seus lindos olhos.
-qual foi meu primeiro nome? Você pode me contar mais de cada eu?
-seu primeiro nome foi Sarah Welvans, sim posso lhe contar o que você quiser saber sobre seus outros você.
-pode começar a contar , vamos.
Kayus sorri para mim, coloca a caixa sobre a mesa de centro e se senta numa cadeira A mesa próxima.
-hoje não, mais não se preocupe temos a eternidade.
-então isso é o que você ia me dar.
-sim , abra.
Eu me aproximo da mesa onde ele deixou a caixa para mim, e assim que vejo o nome na caixa me assusto. “então é verdade, tudo que ele me falou é verdade” . Sem acreditar abro a caixa e lá dentro eu encontro uma linda espada de prata reluzente em seu cabo lindas flores eram desenhadas e bem no meio de todas elas uma pedra de pura safira se encontrava lá, é assim como na caixa meu primeiro nome estava entalhado na espada.
Fico admirada com a beleza da espada que Kayus fez para mim, olho para ele e sei que ele vê a admiração em meu olhar, porque ele sorri para mim e vem ate onde eu estou, sentasse ao meu lado no tapete e pega em minha mão.
- a espada é linda, você sabe para que lhe pedi para me forja-la.
-para lutar na guerra.
-como assim guerra?
Eu franzo a testa em sinal de pergunta para Kayus, ele apenas ri e se afasta um pouco de mim, fico triste pois seu calor me conforta.
-sim, você por incrível que pareça era chefe do comando, no reino QUARTZUARIO.
-UAU! É eu era boa.
-sim lutava como ninguém, seu pai tinha muito orgulho de você. Agora venha vou te mostrar outra coisa.
Kayus se levanta é pega em minha mão, subimos a escada de sua casa ate o segundo andar, ele para em uma porta de cor creme é olha para mim com um lindo sorriso eu lhe retribuo com outro, ele abre a porta e pelo que parece estamos em seu quarto.
Por todo o quarto a foto de nos dois, bem em frente a sua cama tem um quadro nosso pintado a mão lindo, olho mais para o quadro e percebo que estamos bem felizes na pintura, solto a mão de Kayus e me aproximo do quadro, assim que passo a mão no quadro minha conexão com ele e imediata. No mesmo instante eu não estou mais no quarto de Kayus longe dele, e sim em seus braços no ateliê de um famoso pintor em Canate.
“ eu é Kayus estávamos muito felizes, posando para um pintor muito famoso em Canate, quem havia começado com essa historia de posar para o quadro foi Kayus mais confesso que adorei a ideia , mais me faço de difícil em relação ao quadro,
-há! Sarah vamos por favor, você vai ver como o quadro vai ficar bonito na parede de nossa casa .
-esta bem, eu faço com tanto que você deixe eu continuar lutando.
-não isto esta fora de cogitação, não quero ver você chegar em casa toda machucada. Você sabe muito bem que toda vez que vejo um arranhão em você me parte o coração.
-Kayus, nos já conversamos sobre isso, não vou lutar ate a velhice são só apenas mais dois anos, é tudo que lhe peço.
-NÃO.
-Kayus. POR FAVOR, um ano só então.
Kayus vira o rosto para mim, cruza os braços e não olha por nada eu vou ate sua frente o seguro com firmeza já que sou mais forte que ele, descruzo seus braços e passo eles por minha cintura , coloca minhas mãos em seu pescoço e o beijo suave em seu lindos lábios , em meio ao beijo ele sorri e sussurra com sua boca na minha.
-você não tem jeito mesmo né minha querida.
-eu te amo, será que isso não basta para você deixar eu ir por um ano, depois disto eu sou toda sua.
-esta bem, eu permito desde que me mande noticias quando você estiver fora da cidade.
-eu prometo mandar.
Ele me aperta contra seu peito coloca uma de suas mãos na nuca de minha cabeça e me beija com ardor, nossos beijos andam se tornando mais intensos a cada vez que nos beijamos, Kayus para de me beijar um pouco olha bem em meus olhos e fala com sua voz suave em meu ouvido as palavras mais lindas de todas.
-eu te amo.”
Eu abro meus olhos , e percebo que estou na cama de Kayus, me levanto atordoada e percebo que ele esta sentado numa cadeira ao lado da cama segurando minha mão mais próxima dele.
-você viu o que eu vi?
- sim, assim que peguei em sua mão. Não sei o que fez isso acontecer mais agora você sabe um pouco mais sobre nós dois.
- nós íamos nos casar?
-sim lhe pedi em casamento assim que soube o que você fazia para viver.
-então você não me amava, quando me pediu em casamento.
-claro que a amava, eu sempre a amei. Como ainda amo.
Sem saber mais o que fazer e sem conseguir conter meus sentimentos por Kayus corro para seus braços, Kayus não me rejeita pelo contrario me abraça contra seu peito musculoso, nós nos tocamos com delicadeza e curiosidade.
É como se meu lugar fosse ali ao lado dele, enterro minha cabeça em seu peito ele me abraça forte e então ficamos ali por muitos minutos, ate eu levantar minha cabeça olhar em seus olhos que me passam conforto e segurança, passo minhas mãos em seu pescoço, ele me aperta mais contra seu peito como se eu e ele pudéssemos nos fundir um ao outro , chego com meu rosto perto do dele. Ele roça seus lábios aos meus.
Depois Kayus me beija com tanto ardor, é como se nós dois nos completássemos, ele com muito cuidado me coloca em sua cama sem parar de me beija sua cama é macia, ele vai me beijando ate o pescoço e enquanto ele me beija começo a desabotoar os botões de sua camiseta quando termino de desabotoar ele passa as mãos dele em minhas costas e começa a baixar o zíper do meu vestido ate que de repente ele para e se afasta de mim tão rápido que nem o vejo.
Olho em volta de todo o quarto mais não vejo Kayus, me levanto fecho o zíper da meu vestido e olho melhor o quarto é quando percebo que Kayus esta na varanda de sua casa , vou ate a varanda chego perto dele pego em sua mão é a balanço ele olha para mim. Eu vejo em seus olhos pretos como breus muita tristeza.
- Kayus o que houve não me quer mais?
-sim SHAF. É claro que a quero, mais não assim.
Kayus solta minha mão e aponta para o quarto que esta atrás de nós.
-eu entendo, mais eu quero você.
-também te quero é muito. Só que não quero que sua primeira vez seja assim por impulso e desejo insaciado por anos a fio.
-eu lhe entendo. Como assim primeira vez?
Pergunto meia atordoada com a afirmação que Kayus faz, olho em seus olhos e vejo dor.
- em todos este anos nunca aconteceu nada entre eu é você além de beijos e caricias.
-então quer dizer...
-SIM. por isso eu quero que seja especial, e não assim.
Kayus se afasta de mim e vai ate o muro de sua varanda, coloca seus braços nele, levanta um pouco o corpo e passa uma das mão em seus cabelos, lisos e sedosos que me fazem tem vontade de toca-los.
- Kayus, meu amor, não fique assim você sabe que eu não queria forçar a barra.
-EU SEI. Eu sei. Você ao menos sabia.
Eu me aproximo de Kayus seguro minhas mãos pequenas e delicadas com as suas ele olha em meus olhos e tudo some de foco, chego bem perto de seu ouvido.
-eu te amo. — sussurro baixinho para ele em seu ouvido, Kayus se aproxima de mim, pega minha mão e as enche de beijos, antes Dele me falar alguma coisa eu grito. – eu Sáfira Aalterzom Matty AMO VOCÊ Kayus Caulfield.
-SHAF sua louca , vai acordar meus vizinhos.
-eu sou loca de amores por você. Demorou mais percebi quem eu realmente amo.
Kayus junta seu corpo ao meu, passa suas mãos por minha cintura e me aperta contra seu peito, eu coloco minhas mãos em seu peito e olho em seus olhos. Dou lhe um sorriso e ele me retribui com um beijo suave e delicado, seus lábios são tão macios que me derreto toda em seus braços. Kayus pega em minha mão e me arrasta para sue carro, depois que entramos ele me leva para casa .
Depois de passarmos por muitas ruas estamos no portão do meu condomínio pedindo acesso para entrar assim que Kayus me deixa na porta de casa, me viro para ele agradeço pela noite maravilhosa e sai do caro. Mais não antes de perceber que tem alguma coisa incomodando ele, mais não importa o que é pois eu sou Sáfira Alterzom Matty , e eu vou descobrir o que é.
-então ate amanha na escola.
-ate SHAF.
- Será que vou te ver amanhã?
Pergunto já curiosa para ouvir um sim.
-é claro que sim, na primeira hora.
Dou tchau para Kayus e começo a subir os degraus ate a porta de minha casa, mais sou interrompida por uma mão que segura meu braço com força e quando me viro para olhar é Kayus. Ele me puxa para seu peito e me beija com intensidade nos lábios , assim que ele para com sua boca ainda na minha ele murmura.
- não posso deixar MY LADY , em sua casa sem um beijo de despedida.
-concordo caro cavalheiro.
Então ele me toma em seus braços novamente e com um lindo sorriso em seus lábios me beija tão suavemente que nem sinto sua boca a minha. Depois que Kayus vai embora termino de subir as escada e entro em casa, assim que acendo a luz da sala encontro minha tia em uma cadeira me esperando, “merda esqueci a hora”
Capítulo 7
-oi tia.
Falo com minha tia com uma cara de que não aconteceu nada demais, já estou começando a subir os degraus para ir ao meu quarto quando minha tia me faz congelar onde estou com seu toque gélido em meu cotovelo esquerdo.
- não tão rápido mocinha, isso são horas de chegar em casa. Onde você estava, liguei para Kaly ela me disse que você tinha um encontro hoje com Kayus.
-desculpe tia não tive a intenção de preocupa-la. Sim fui jantar com Kayus.
-eu já lhe disse Kayus não tem boas intenções.
-tia por favor você deve ter se enganado desta vez. Kayus não tem péssima intenções. Ele gosta de mim , não vai me fazer nenhum mal .
- querida entenda eu nunca me enganei. Passei anos aperfeiçoando meus poderes para não errar nunca, não vai ser agora que vou me enganar.
-tia por favor se acalme. Kayus não vai me fazer nenhum mal nem tem mais intenções para comigo.
-ele tem muitas más intenções. E você vera como eu nunca me engano querida. Boa noite.
Minha tia se vira e sai pela porta que da para o jardim, sem me importar muito com o que ela vai fazer subo as escadas e vou para meu quarto que fica no final do corredor.
Pego minha roupa de dormir e vou para o banheiro trocar o vestido. Paro em frente ao espelho do banheiro e fico ali lembrando da maravilhosa noite que tive com Kayus . Depois de longos minutos saio dos meus devaneios , voltou para seu quarto e assim que entrou tomou um susto.
Tinha um homem em sua cama. Ele era mais branco do que ela própria, tinha os cabelos pretos como os dela, seu corpo era musculoso , seu rosto foi o que mais chamou a atenção de Sáfira ele tinha as maças do rosto ponte agudas, seus lábios eram finos, sua testa estava franzida de admiração e seus olhos eram vermelhos. Assim que Sáfira olhou em seus olhos viu ira, ódio e desprezo, mais o belo homem continuava a admira-la.
Sáfira percebeu que o belo rapaz olhava para suas curva a amostra pela camisola que ela vestia.
- Quem é o senhor? E o que faz em meu quarto?
-permita que me apresente meu nome é Vladimir. E seu eu fosse você ouviria melhor sua tia.
-O QUE VOCÊ ESTA FAZENDO AQUI?
Pergunto sem tirar os olhos de Vladimir, e assim como num pulo seu pensamentos invadem minha mente. Ele olha para mim com olhar de aprovação enquanto escuto seus pensamentos falando apenas uma coisa que se repete varias e varias vezes deixando-me atordoada, com o modo como as palavras são sussurradas em minha mente “ sangue, eu quero sangue.”
Sáfira sem tentar mostras os tremores que as palavras lhe provocaram olha bem fundo nos olhos de Vladimir, ele apenas lhe esboça um sorriso frio e calculista em seus lábios.
- desculpe se lhe assustei com meus pensamentos. Não tive a intenção de lhe assustar, eu vim aqui para conversar com você.
- comigo?
Pergunto indignada a acreditar que o que ele falava fosse verdade, olho em seus olhos e eles provocam calafrios na minha barriga.
-sim, só estou um pouco curioso em conhecer você.
- não acredito em você.
Respondi rapidamente, me virando para a porta de onde eu tinha vindo para chamar minha tia que devia estar lá em baixo.
-esta com medo de mim querida, só estou um pouco surpreso por você ainda estar viva. só vim te fazer uma visita.
- NÃO. estou com medo de você.
Emendei rapidamente, me virando e voltando a encarar aqueles olhos vermelhos como sangue.
-tem certeza, porque eu posso ver o medo em seus olhos.
-tenho sim, agora o que você quer?
Gritei o mais alto que pude ele me olhou com um olhar de desprezo no rosto depois andou pelo quarto e se sentou novamente.
- calma querida. Não fique estressada, eu prefiro você calma entendeu.
- eu já lhe disse vá emb...
Com uma incrível rapidez ele se levanta da cama e vem em minha direção tapando minha boca com um dedo. Fiquei muito assustada para falar alguma coisa.
-SHHH. Calada não quero ter de machuca-la, sua mãe não gostaria nada disso.
Eu estava assustada demais para lhe responder alguma coisa. Qualquer coisa que fosse.
- fico admirado em como ALICE te escondeu tão bem ao longo dos anos, sua mãe ficou com medo de mim depois que me transformei. – ele se afastou de mim, e voltou a se sentar na cama. – jurei que me vingaria, foi quando descobri de sua gravidez, fique muito surpreso .
Me-limitei e então resolvi lhe perguntar o porque ele ficou admirado.
- porque sua linda mãe não havia escolhido o lado dela. Como eu acho que você já sabe ela era hibrida, e como ela não escolheu um lado não tinha forças para suportar você... – ele aponta para mim com desdém e nojo na voz. – em seu ventre frágil .
-mentira minha mãe escolheu sim ela era uma vampira branca.
Ele olha para mim com o olha frio abre um sorriso em seus lábios e começa a rir, olha de novo para mim depois fala com frieza.
- não escolheu não. Sua mãe também tinha o poder de iludir igual ao seu namorado.
- eu não tenho namorado.
- a tem sim, Kayus ele e um ótimo rapaz pena que ele te engane. Como você e ingênua e extremamente linda.
Ele veio para perto de mim pegou uma mecha do meu cabelo solto e a enrolou em seu dedo depois ele tirou meu cabelo do lado esquerdo do meu pescoço deixando-o a amostra, foi quando eu vi suas presas vindo direto ao meu pescoço.
Mais alguém apareceu e tirou ele de perto de mim violentamente. E foi quando eu vi Kayus pegando Vladimir pelo colarinho de sua magnifica capa e o jogando pela sacada do meu quarto. Na hora em que vi o que Kayus estava fazendo corri e segurei seu braço pedindo para ele parar porque aquele homem não merecia isso, em meio as reclamações Kayus o solto e pediu para que ele fosse para bem longe dali. É eu fiquei ali parada fintado meu Vladimir ir embora .
-você esta bem?
-sim estou. Como você sabia que eu precisava de ajuda.
-nós temos uma conexão, eu pressenti que você estava em perigo é eu vim correndo.
- muito obrigado. Mais acho que Vladimir não ia me fazer mal nenhum.
- não tenho tanta certeza disso. Tem certeza que você esta bem.
-sim tenho e obrigado de novo pela ajuda.
- eu nunca iria deixar ninguém machuca-la.
-eu sei. Eu sei, mais e ai como funciona esse lance da conexão?
Pergunto para ele sem saber o que mais falar, depois de tudo que aconteceu.
- pra falar a verdade, eu não sei. Eu simplesmente sinto e venho te ajudar. Mais nos últimos anos não consegui te ajudar.
- Kayus, por favor. Esqueça isso já foi a muito tempo.
-mais ainda sim eu não consegui salvar você. SHAF você não sabe como eu me sinto em relação a isso.
-não se sinta mal. Você não poderia fazer nada, eu tinha que morrer e você sabe muito bem disso.
- se dependesse de mim você não morreria.
-vamos parar com isso.
Eu começo a me virar para voltar para meu quarto mais percebo que Kayus esta na minha frente, eu olho para ele coloco minhas pequenas mãos em seu peito musculoso, ele passa suas mãos em minha cintura me puxa mais para perto do seu peito e me beija nos lábios. Eu sinto minhas pernas começarem a ficarem fracas mais dois braços fortes me mantem no lugar.
Depois de longos minutos beijando Kayus. Ele me coloca na minha cama e se deita ao meu lado, eu chego perto dele e me aninho em seu peito.
Logo que eu acordo de manhã eu procuro por Kayus em minha cama mais a única coisa que eu encontro é um bilhete dele.
“SHAF peso que me desculpe por ontem, não quis te aborrecer com meus problemas. sinto em lhe dizer que não vou mais esta semana para a escola mais espero te ver em breve.
Com amor KAYUS
P. s te amo”
Eu me levando depois de ler o bilhete, fico triste em saber que não vou ver Kayus na escola mais não posso fazer nada, então eu vou para o banheiro me arrumar para ir a escola.
Depois que eu me arrumei desci ate a cozinha e encontrei minha tia colocando meu novo café da manha que se resume em seis letras “SANGUE”.
- bom dia tia.
-bom dia querida, você passou no exame.
-AH! Sim passei, vou pegar minha carteira hoje.
-que ótima, vamos sair para jantar.
- desculpa tia já marquei com meus amigos, deixa para a próxima.
-tudo bem agora vá pois você esta atrasada.
Peguei minha bolsa dei um beijo na minha tia depois fui pegar meu ônibus para ir para a escola. Logo depois que cheguei na escola fui falar com meus amigos, comecei a falar do meu jantar para Kaly porque logo que mencionei o nome de Kayus, Noah meu amigo saiu alegando ver seus amigos de basquete.
Eu já sabia que não veria Kayus então nem procurei por ele, falei sobre quase tudo do jantar para Kaly. Depois de todas as minhas aulas eu fui para a auto escola buscar minha carteira de motorista.
Depois que peguei eu sai para me arrumar para ir ao cinema com meus amigos. Passei no lugar combinado para pegar eles depois do filme nos resolvemos jantar numa lanchonete que fica perto do cinema. Depois do jantar levei meus amigos para suas casas, cheguei em casa coloquei meu carro na garagem depois fui para meu quarto pois estava muito cansada.
Finalmente quando eu peguei no sono sonhei com Vladimir, Kayus e uma menina chamada Raven.
no começo eu achei o sonho bem estranho mais depois de um tempo eu percebi que não era um sonho, era uma visão e para ser mais exata a visão estava acontecendo bem agora enquanto eu dormia.
Capítulo 8
Kayus estava tentando argumentar que Vladimir não devia ter aparecido no meu quarto naquela noite pois ele já estava resolvendo as coisas conforme o combinado.
Eu entrei em choque minha tia estava certa sobre Kayus, este tempo todo , é eu com meu SUPER ego ou podemos chamar de ilusão do amor, pensei que minha tia era louca, quando o loco é o cara que eu amei a vida toda, se é que eu o amei de verdade, vai saber se ele não me jogou seu poder de ilusão.
Eu me levanto atordoada e com minha garganta seca, então eu desço as escadas e vou para a cozinha abro a geladeira e pego umas das garrafas milagrosas que minha tia sempre deixa para mim, fechei a geladeira e me virei tinha uma pessoa sentada na bancada da cozinha, tomei um susto quando vi.
-quem é você?
-pequena Sáfira prazer em conhece-la meu nome é Avalin sou o mestre dos vampiros brancos.
-que susto que o senhor me deu, minha tia falou que eu ia receber sua visita. – parei olhei para ele, me sentei na mesa da cozinha. – só não esperava que fosse assim.
-desculpe não tive a intenção de assusta-la, percebi que você teve uma visão do agora então resolvi lhe ajudar .
-que visão. – foi ai que me lembrei do sonho em que eu tive e olhei bem nos olhos brancos de Avalin. – você esta falando do sonho que eu tive, foi só um sonho.
-você esta muito enganada, pequena Sáfira, aquilo que você chama de sonho e uma visão do agora. – ele olhou em volta para ver se não havia mais ninguém ali, então ele veio e se sentou ao meu lado na mesa. – você viu o que esta acontecendo com quem você ama.
-mais como eu fiz isso?
- você não, sua mão te mostrou para que você soubesse onde você esta se metendo.
-más como?
-o extinto de mãe protetor nunca morre, e respondendo sua pergunta Kayus sempre te amou, e o que vocês viveram juntos não foi ilusão foi verdadeiro.
- mais então porque ele esta fazendo isso.
-ele só esta com medo de perde-la novamente, tente convence-lo de que você e forte o suficiente para se defender.
-e como é que eu vou fazer isso.
-tente desperta seus poderes adormecidos pelos anos.
-mais que poderes? Como vou fazer isso, se nem sei meus poderes.
-pergunte a sua tia mas sobre a estrela, aquela que você possui igual sua mãe.
Antes mesmo de eu fazer outra pergunta Avalin já havia sumido da minha cozinha, voltei para a geladeira e tomei outra garrafa sagrada e voltei para meu quarto, preparando-me para trabalhar em meus poderes.
Procurei por minutos que pareceram horas a estrela em todo meu corpo mais não encontrei nada. Foi então que lembrei que minha tia disse que minha mãe já havia nascido com a estrela e que Avalin me disse que eu tinha uma igual minha mãe então lembrei de uma marca de nascença que eu tenho na nuca da cabeça .
Fui ate a gaveta da minha escrivaninha peguei um espelho pequeno e me dirigi para um espelho maior que ficava ao lado do sofá que tem em meu quarto. Levantei meus cabelos e coloquei o espelho pequeno na marca e tomei um susto quando uma linda estrela dourada apareceu no espelho grande a minha frente. Então lá estava ela a minha ESTRELA DE CALIN.
Tentei me lembra de algum ato nobre que eu fiz para merece-la, foi quando me veio a cabeça a conversa com minha tia e a conversa com Avalin eu não fiz nada apenas nasci com ela igual minha mãe. Então em meio a descoberta eu comecei a chorar eu realmente tinha alguma coisa a ver com minha mãe.
No mesmo instante minha tia apareceu e viu a minha estrela no espelho, ela chegou perto de mim passou sua mão em minha estrela, mais quando sua mão voltou estava cheia de sangue e toda queimada. Fiquei horrorizada demais me afastei do espelho e peguei um pano no armário do corredor para minha tia, mais assim que voltei a mão dela já estava cicatrizada.
- tia o que aconteceu com seus dedos.
-ninguém, além de você pode topar na estrela. Caso isso aconteça quem topar ira queimar ate a morte.
-tia NÃO, a senhora vai morrer , por minha causa.
-calma querida eu não vou morrer, só se eu continuasse a topar. Mais assim que meus dedos queimaram eu tirei a mão.
-mestre Avalin, esteve aqui hoje. Ele me disse tudo que eu precisava saber no momento, é você precisa me ajudar. Tenho que acordar meus poderes adormecidos pelo tempo.
-mais tarde eu te levo ate os registros dos VAM brancos.
Olhei confusa para minha tia, foi então que percebi que ela estava com medo de me levar por isso ela estava adiando as coisas por algum tempo.
-tia não precisa ter medo, eu só forte vou aguentar e a senhora também pois eu tenho pouco tempo para me tornar uma vampira de verdade.
- esta bem eu te levo depois da escola.
-tia hoje e sábado.
- tudo bem você venceu. Eu vou te levar depois do café.
Eu me arrumei, depois desci para tomar café com minha tia para depois irmos aos registros, eu estava tão animada que estava com um nó na barriga.
Depois do café minha tia pegou seu carro e fomos no caminho da minha escola, comecei a char muito estranho ate que chegamos ao estacionamento da minha escola e eu achei mais estanho ainda. Minha tia saiu do carro que ela deixou estacionado no canto mais escuro do estacionamento.
Segui minha tia ate o começo da floresta que tem em volta da escola minha tia chegou perto de uma arvore e passou a mão sobre um símbolo que estava desenhado ali, e um lindo portal se abriu logo depois que entramos eu vi um monte de escadas e uma tocha no topo da escada e outra no final e depois eu vi duas grande portas enormes .
Minha tia começou a descer as escadas em direção a porta, eu segui ela mais com muito medo. Eu estava com um frio na barriga, ate minha tia abrir a porta e eu ver um lindo recinto bem aquecido.
O salão era enorme continha varias estantes de livros, parecia uma biblioteca, a única luz no recinto era de uma lareira e de velas que ficavam em cima das mesas que lá continha para a leitura, o teto era todo desenhado pensei que fossem anjos mais depois de observar um pouco percebi que eram vampiros. Cada estante que ali continha tinha uma cessão comecei a andar pelos os corredores.
Ainda me admirava muito o modo do salão os tapetes eram bem antigos desenhados com vários códigos e letras que eu não conhecia, eu parei em frente em uma sessão que dizia “o código vampiresco”, continuei andando ate parar em um corredor que me chamou a atenção.
Fui andando e observando cada prateleira e cada livro, ate ver o nome da sessão “descobrimento de seus dons”. Fui ate uma prateleira e peguei dois livros, e a cada prateleira que passava deste corredor ate chegar a uma mesa eu pega de um a dois livros. Quando me sentei a mesa eu estava com 12 livros a minha volta, Comecei a ler um a um, com meu poder de ser rápida consegui absorver metade do que eu lia para terminar de ler logo todos os livros.
Quando finalmente eu acabei devolvi os livros em seus lugares e peguei mais quatro, quando eu estava voltando para minha mesa vi minha tia conversando com um cara, ele estava com uma capa preta enorme cobrindo todo o corpo, seus rosto era fino, sua pele muito branca, seus cabelos eram mais brancos que a neve, seus olhos não tinha pupilas eram de uma cor incrivelmente linda, assim que ele encontro meus olhos senti um calafrio na minhas costas. Derrubei todos os livros que eu estava segurando, minha tia se virou e quando me viu começou a me encarar. O homem que estava com ela veio e me ajudou a pegar os livros e levar para a mesa onde eu estava sentada.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!- querida este e meu amigo Baltazar.
-muito prazer, desculpe por interrompe-los .
-não se preocupe, de todo modo já estava mós indo procurar você.
-me procurar.
-sim querida, Baltazar quer ajudar você a descobrir seus poderes, e ajuda-la a se defender numa briga. Não que você vá usar os golpes mais e bom sempre sabre.
Olho para minha tia meia confusa, depois viro o rosto e olho para Baltazar, depois apenas encosto minha cabeça e costas na cadeira e respiro fundo.
-é mesmo, e como você. – aponto para Baltazar, com desconfiança. – vai fazer isso.
- eu conheço cada livro deste lugar, além de ser muito bom em qualquer ensinamentos, você vai aceitar minha ajuda?
-mais é claro que vou, tem muito livros aqui que estão escritos numa língua que eu não conheço.
-muito bem então começamos segunda, esteja aqui depois da sua aula.
-só segunda?
-imaginei que você ia dizer isso, então vamos começar com o básico hoje. Terminamos amanha e continuamos no resto da semana.
-adorei a ideia.
-sobre o que você quer saber primeiro.
- sobre a ESTRELA DE CALIN.
-tudo bem então. A muito tempo atrás os dois mestres resolveram criar uma forma de diferenciarem os mais fortes da raça criando a ESTRELA DE CALIN, mais depois de um tempo isso começou a ser um grande problema.
-porque?
-o mestre preto ficou bravo, pois tinha mais vampiros brancos fortes do que pretos. Então ele se rebelo contra o seu irmão e matou todos da raça branca quanto das preta restando apenas ele.
- nossa ele é um mostro.
-não para por ai, ele fez muitas outras coisas mais não vamos falar mais nisso. Depois disso o mestre branco criou a lei de que quem possuísse a estrela poderia tirar poderes dela , já quem não possuísse que tentasse roubar os poderes morreria queimado.
-foi o que aconteceu com você né tia.
- sim foi.
- me desculpe a pergunta mais se eu entendi bem você também tem a estrela, pelo o que vejo vai ser bem mais difícil e mais fácil ajudar você.
- como assim?
- para uma pessoa que possui a estrela e bem mais difícil descobrir os poderes, mais e bem mais fácil ensinar você a lutar.
Fiquei meio confusa com o que Baltazar falou ate mais depois que ele me explicasse na pratica eu entendi e percebi que iria entender. Ficamos ali conversando por mais algumas horas, ate que minha tia resolve ir embora dou tchau para Baltazar prometendo voltar no domingo e no resto da semana.
Capítulo 9
Já fazia quase duas semanas, que Kayus não aparece na escola, não sabia se iria velo, sabendo que não queria velo não encanto não estivesse pronta pra mostra a ele o quanto eu poderia aquentar uma briga. Eu e Baltazar andamos progredindo muito durante a semana eu passava horas e horas treinando, para mostrar o quanto eu era capas.
Com a ajuda de Baltazar eu descobri alguns dos meus poderes, ele estava dando mais prioridade ao poder da minha estrela pois com ela eu fico bem mais forte. Hoje depois da escola eu ia treina uma coisa nova como sempre né.
Minhas aulas de sexta estavam uma merda, mais só de saber que eu ia aprender uma coisa nova com Baltazar eu já estava muito mais que feliz. Assim que o ultimo sinal bateu dei tchau para os meus amigos e escondi meu carro num canto do estacionamento e sai correndo para minha aula. Desci as escadas que hoje já me eram mais familiares e encontrei Baltazar na sala de combate, não entendi o porque mais sabia que vinha ai uma aula emocionante.
- olha quem chego minha melhor aluna.
- ah! Baltazar deixe de besteira você só tem euzinha como aluna.
-vamos á aula SHAF.
- vamos, estou esperando o dia todo por isso.
- hoje você vai aprender a controlar sua aura estrelar.
- aura o que?
- estrelar, primeiro eu quero que você imagine sua estrela em cima de você te dando força, agora sente-se na posição lótus, depois de imaginar mais forte agora sentada sua aura estrelar, de me suas mão e vai ver a força acontecer.
-NÃO, você vai morrer se eu fizer isso e te der as mãos.
- entenda eu não vou morrer porque eu tenho permissão para topar, Sáfira eu só o mestre dos ensinamentos tenho o direito para ensinar e orientar melhor meus alunos.
Ainda olho para Baltazar muito confusa com o que ele falo, e pensando se eu devo mesmo confiar no que ele falo.
- vamos agora faça o que eu lhe pedi. Confie em mim nada de ruim vai acontecer.
Assim como Baltazar me explicou e ensinou eu fiz, assim que eu peguei na mão dele a força aconteceu. Eu me senti mais forte, com mais sede, com mais fome, e com uma SUPER vontade de lutar.
Baltazar pediu para eu abrir os olhos e assim que abri eu pude ver minha aura estrelar pairando sobre mim , assim que ele se vira eu dou uma olhada para ver se realmente não machuquei Baltazar. Ele foi ate um lugar onde se projetava um suporte para espadas, pegou uma para si e outra para mim me jogou ela e depois gritou vamos lutar pequenina. Assim que ele me chamo de pequenina peguei minha espada e avancei com tudo pra cima dele.
Baltazar foi rápido para se defender mais não tão rápido para meu segundo golpe que acertou seu ombro esquerdo, ele giro e me golpeou com as costas da espada em minhas pernas eu cai com tudo no chão da sala, me levantei rapidamente sem usar as mão apenas em pulcionei meus pés com força no chã para cima e já estava lá atacando de novo, dei um giro me agachando para me desviar de um golpe, depois de longos minutos lutando e atacando. Baltazar resolve parar.
Vou ate uma geladeira que tem ali perto e pego uma garrafa de sangue para mim e outra para Baltazar. Depois de beber mós algo. Baltazar começa a me explicar porque eu lutei muito melhor do que ele.
- é isso mesmo, como você já viveu varias vidas assim que você usou a aura estrelar você consegui acessar suas outras memorias. Que podem te ajudar a achar o resto dos seus poderes agora vá para casa descanse pois amanha vamos descobrir seus poderes e aprender como usa-los.
- esta bem tchau Baltazar, ate amanha.
Vou para casa chegando lá me sinto estranha como se ali não fosse meu lugar como se alguma coisa estivesse faltando, vou para o banheiro e tomo um banho de água quente para ver se me acalmo, com os acontecimentos do dia. Assim que termino vou ate a geladeira da minha cozinha pego uma garrafa de alumínio e levo para meu quarto.
Quando eu consigo dormi tenho um sonho que Noah. Meu amigo musculoso, alto, moreno, com cabelos castanhos quase pretos e com os olhos de um cinza que as vezes me dava ate arrepios, confesso que gosto muito de Noah, mais as vezes me pego ou admirando-o ou com medo dele. Sonhei que ele sempre teve uma coisa para me contar só que nunca me disse por medo de como eu iria reagir, acordo toda molhada com o suor do meu corpo, me levanto vou ate o meu banheiro lavo o rosto e volto para o quarto, bebo um gole da garrafa que deixei na minha escrivaninha que fica do lado da minha cama de dossel quando finalmente resolvo acordar de manha já passo muito da hora de eu me encontrar com minha tia para almoçar, levanto correndo me arrumo desço e pego meu celular e minhas chaves do carro, no caminho ate o restaurante ligo para minha tia pedindo desculpas pelo atraso que dormi demais, assim que chego no restaurante minha tia já esta me esperando com Baltazar ao seu lado.
Vou andando ate lá comprimento os dois depois me sento em frente aos dois, pedimos o almoço eu não consigo dirigir a palavra a nenhum dos dois então prefiro ficar calada. Mais minha tia percebe a minha tensão com tudo aquilo e tenta animar o ambiente, só que de em vez ajudar ela piora mais.
Meia hora depois eu estava indo embora avisei a Baltazar que eu ia pra o instituto e que estava esperando ele lá para nossa aula, só que andes de eu ir lá tive que passar na casa de Noah para saber como ele estava, só que o problema não era esse o problema era eu descobrir que Noah tem mesmo uma coisa para me falar só que esta com medo de mim.
Assim que eu chego lá e falo com a mãe do Noah, a senhora JESS ela me fala que Noah saiu com uns amigos, mais ela pergunto se eu queria deixar algum recado eu disse que sim, peguei um papel e uma caneta na minha bolsa anotei onde eu queria que Noah me encontrasse no domingo a tarde e dei a ela para ela entregar ao Noah.
Depois sai de lá e fui direto para o instituto dos vampiros, cheguei lá me sentei numa mesa e fiquei lendo alguns livros sobre dons e coisas parecidas ate Baltazar chegar e nos irmos para a sala de treinamentos, assim que ele descobriu meus cinco poderes começamos a treina-los aos poucos, eu só tive dificuldades com meu poder mais poderoso e mais difícil que eu e Baltazar íamos deixar para terminar no próximo dia pois hoje já estava tarde. Assim que eu cheguei em casa do treino tomei um banho e olhei minhas mensagens no celular vi que tinha uma do Noah que dizia que ele iria me encontrar na praia no horário que eu marquei ele estaria lá. Fiquei muito feliz em saber então resolvi ir dormi logo para chegar logo o outro dia e eu encontrar meu amigo para gente conversar sobre meu sonho da noite passada.
Acordo com minha tia gritando dizendo que eu tenho uma visita, me levanto vou para o banheiro, escovo meus dentes e arrumo meu cabelo que esta um caos. Depois eu desço ate a sala de estar e assim que vejo quem esta lá tomo um susto daqueles, Baltazar esta sentado em meu sofá conversando de mãos dadas com minha tia.
Olho para ela com uma cara tipo “ o que esta havendo aqui”, minha tia apenas sai da sala e vai ate a cozinha que por sinal e onde ela passa mais tempo, desde que foi demitida do restaurante, vou ate onde Baltazar esta e me sento no sofá perto da mesinha de centro em frente a ele.
Ele me da um sorriso como se soubesse o que eu estava pensando, depois de um longo minuto de silencio minha tia volta com uma caixa prata em sua mão, eu já começo a achar estranho mais nem precisei perguntar porque minha tia respondeu antes de eu perguntar.
- isso era da sua mãe, ela me pediu para eu dar pra você quando você estivesse pronta para ser uma vampira.
- a senhora sabe o que tem ai dentro.
Pergunto apontando para caixa que agora estava em cima da mesa, só de olhar para ela já estava com um nó na barriga. A caixa era muito bonita era de uma prata delicada com desenhos de reis e rainhas vampiros por séculos como se fosse uma historia do tempo cada parte da caixa era um desenho diferente.
- não querida, nunca mexi nela ate agora.
Peguei a caixa em minha mão e assim que toquei nela uma luz dourada começou a emanar de dentro da caixinha. Eu tentei abri o fecho em forma de estrela só que não abriu, olho para minha tia e para Baltazar com uma expressão confusa no meus rosto.
- não quer abrir.
-é claro que não vai abrir querida, sua mãe nunca me deu a chave. Ela morreu com ela.
- então como vou saber o que tem aqui dentro?
Pergunto com uma incredulidade na minha voz.
- quando chegar a hora ela vai ser aberta SHAF.
- como você pode saber disso?
- conheci sua mãe, e pelo pouco que aprendi com ela, nada que ela faz é em vão. Tenho certeza que ela tem um plano pra você.
Murmurei baixinho um. – espero que sim.
E sai da sala com a caixinha em baixo do meu braço, assim que chego no meu quarto coloco a caixa em cima da minha escrivaninha, e vou trocar de roupa pois vou a praia com um amigo, coloco o primeiro biquine que vejo em minha frente, a cor azul escuro combina muito com minha pele branca, e com meus olhos azuis safiras, coloco um vestido branco bem levinho por cima pego meus chinelos e meu óculos e desço as escadas.
E assim que chego lá em baixo percebo que não cheguei em uma boa hora, minha tia e Baltazar estão se atracando no sofá, eca que nojo, assim que eles percebem minha presença se afastam rapidamente, vou rápido ate a cozinha pego as chaves do meu carro e duas garrafas de alumínio na geladeira e sai dali o mais rápido possível.
CONTINUA ...
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