Além do Miraculous -Extras-

2 Difícil e complicada vida real.- Parte 2 (+12)


Notas iniciais
Bugaboo! Olá pessoas, só para avisar estou sofrendo para escrever isso, tá muito frio aqui onde eu moro, e o computador que eu escrevo fica na parte de trás de casa, e essa parte é muito fria (e no verão é muito quente), e eu tenho dificuldades para escrever de luvas. Então ao lerem esse cap, lembrem-se de como sua autora sofreu para escrever.

França, Paris, Século XVII

Era hora do jantar do dia seguinte, havia convidado Thierry e sua família para comer conosco. Naquela mesma manhã, havia enviado duas cartas no endereço de Thierry, uma era o convite de sua família para jantar, e outra, era para avisa-lo que esse jantar era uma brecha, para conversarmos como Chat Noir, e Kwamy. Sempre me orgulhei do meu lado heroína, e como prova disso, usei até meu sobrenome como nome de herói.

— Vamos conversar após o jantar? — Thierry indagou murmurando para mim, sem se mexer, só articulando. Não era apropriado se aproximar de mim, não com tantos guardas na imensa sala de jantar.

—Sim, encontre-me no meu quarto após o jantar, enquanto meus pais conversam com os seus no salão de festas. — Murmurei encarando os olhos verdes de Thierry. Como resposta ele assentiu com a cabeça.

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—Lorraine, estou com frio, onde está minha manta? — Indaguei procurando minha manta, em meu guarda-roupa.

—Oh! Aqui, majestade. — Ela respondeu colocando delicadamente a manta sobre minhas costas, cobrindo quase totalmente meu vestido azul claro com alguns detalhes dourados e rosados .

—Obrigada, agora, sem parecer rude, peço que retire-se. — Ordenei a criada morena, imediatamente, foi-se do quarto sem pestanejos.

Fiquei na sacada esperando Thierry bater a porta, fiquei encarando o horizonte de Paris, era uma cidade espetacular. A fria noite, estava agradável.

—Alteza? Permite minha entrada? — Ouvi a voz de Thierry, do outro lado da porta.

—Permito. — Disse, levantando-me da cadeira que havia na sacada, e ajeitando o vestido. A porta abriu-se, revelando Thierry, que entrou e fechou-a novamente.

— Alteza. — Disse Thierry, curvando-se. Com um sorriso galanteador no rosto.

—Chat Noir. — Disse eu, fazendo uma reverência, apenas de brincadeira.

—Chat Noir? Esse vai ser meu nom...- Thierry foi interrompido por uma criatura preta que saiu de seu bolso.

—Plagg! — Exclamei abraçando o pequeno kwami, apesar de gostar de Tikki, eu me identificava muito mais com Plagg.

—Você o conhece? — Thierry me perguntou.

—Claro, acha que eu daria-te um miraculous, apenas por quê achei bonito?

—Quantos segredos essa princesa tem? — Thierry perguntou ironicamente.

—Muitos, e vou conta-los hoje. Sente-se, a história é longa.

Comecei a contar os detalhes da vida de herói, e sobre meu assombroso passado. Eu fiquei acariciando Plagg o tempo inteiro, e Thierry acompanhava o raciocínio espantando-se com alguns detalhes.

—Então... Você se chama originalmente Mariana, seu cabelo natural é ruivo, e você não é filha verdadeira do rei e da rainha? — Ele disse num tom estranho.

—Sim, mas por favor não conte a ninguém, e... e não pense que sou uma bruxa ou algo assim. — Esse era meu maior medo, contar sobre meu passado e acreditarem que eu sou uma bruxa, eu era uma guardiã. Totalmente diferente.

—Não estou pensando isso, apenas é muita coisa para assimilar. — Ele disse um pouco, desnorteado.

—Sua melhor opção é assimilar rápido, agora você e sua parceira receberam seus miraculous, Papillon virá atrás de vocês logo. — Eu disse começando a ficar mais nervosa, eu não podia, mas não conseguia segurar.

— E o quê eu devo fazer, alt... Mariana. — Ele auto interrompeu-se, tentava sempre fazer-me sentir confortável, havia lhe contado que preferiria se chamada de Mariana ou Kwamy.

— Hum... — Coloquei a minha mão livre sobre a têmpora.- Hoje a noite, a meia-noite, você vai ter que ir até o topo da torre principal aqui do castelo, tudo bem? No telhado e não no cômodo. — Respondi.

— O quê farei lá? — Thierry indagou, analisando diversos motivos.

— Você conhecerá sua parceira. — Respondi num sorriso pequeno, porém sincero.

Notas finais
Espero que tenham gostado. E se vocês quiserem que eu poste mais um capítulo sobre essa época da vida de Mariana, com uma (apenas uma) aventura desses Chat Noir e Ladybug. É só comentarem aqui em baixo.