Além das Sombras

9 Revelações do Passado


Notas iniciais
Pessoal peço desculpas pela configuração, mas não entendi porque ficou neste jeito.

Atlanta, EUA, Universidade de Artes Médici

21/11/2015 24:00 PM

Chegando a biblioteca da universidade, Gray foi correndo abrir a porta da Van, dali desceu Michael, Paolla, Sasha e Robert, enquanto caminhavam até a entrada da biblioteca, Paolla começou a se sentir-se tonta e quase desmar sobre os fortes braços de Robert, que estava logo a traz de sua senhora.

– A senhora, está se sentindo bem? — Disse Robert, com um ar de preocupação.

– Sim estou Robert, estou apenas meio tonta, mas estou bem, obrigada.

– Paolla tem certeza? Se você quiser podemos voltar amanhã — Falou Sasha após presenciar a cena.

– Obrigada Sasha, mas não é possível, é preciso fazer isto ainda hoje, aliás sinto que algo está acontecendo ou já aconteceu, acredito que o senhor também está sentido isso professor, estou certa? — o rosto de Paolla estava com uma expressão sombria e seria enquanto olhava para o rosto do professor.

– Sim, também estou sentindo isso.- Respondeu o Profesor.

Voltando a caminhar, encontraram um corpo falecido com uma faca empalada em seu coração.

– Aí meu deus, o que significa isso? — disse Michael tentando não vomitar com o que via.

– Temos que nós apressar. -Dizia o professor.

– O que? Professor tem um assassino aqui na universidade, temos que ir embora é ligar para a polícia!!!!- Dizia Michael.

– Michael você não está entendendo e não te culpo por isso, mas agora temos que ir para aquela maldita de biblioteca! — O Tom de voz de Gray estava mais impostada.

– Ok — Engolindo a seco a bronca.

Gray e Paolla se olharam e parecia que uma rápida e certa conversa aconteceu entre os dois com um simples olhar.

– Sasha traga os CDs das câmeras de segurança e apague qualquer conteúdo que seja desta noite — Começou a Paolla ordenar.

– Ok! — Sasha se pôs a correr até em direção a sala.

– Robert fique atento a qualquer coisa e proteja o senhor Petrovan, não quero mais inocentes envolvidos neste caso.

– Sim senhora!

– Professor vamos -Disse Paolla.

– Sim, minha amiga.

– Alguém, por favor poderia me dizer o que está acontecendo aqui?- Dizia Michael.

Mas ninguém deu atenção a sua pergunta, além disso todos já estavam correndo em direção as grandes portas biblioteca.

– Ei esperem!!- Gritou Michael

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Ao chegar no salão da biblioteca, encontram uma garota de costas a porta e olhando fixamente o relógio agora sem ponteiros. Desconfiada com o que via Paolla simplesmente a ordenou.

– Vire-se garota e fique quieta!

Ao se virar eu fique de boca com o que eu vi.

– Paolla não faça nada a ela, ela é apenas uma alma que invoquei. -Falou rapidamente o professor.

– Peço desculpas professor, mas não consegui deter lós — Disse a garota quase chorando.

– Tudo bem — abraçando-a gentilmente e vendo um machucado em seu ombro — Deixe me ver este machucado em seu ombro?

Ao deixar seu ombro nu, Gray pode ver que o machucado era do raspão de bala.

– Não vai doer nada, juro — com uma das mãos sobre o ombro, uma luz fantasmagórica começava a acelerar a cicatrização do ferimento — Pronto, você já está melhor?

– Emily é você? — Michael observava sobre os fortes ombros do professor.

– Michael o que você está fazendo aqui? — Dizia ela surpresa com a presença dele — Professor isso é muito perigoso, não podemos deixá-lo aqui!

– Emily se acalme, ele é meu novo assistente. — Respondia o professor.

– Mas professor ele é um humano apenas. — Discutia com o professor.

– E todos nós não somos?- Perguntou Michael, não entendendo nada.

– É meio complico Michael — disse Robert com uma expressão série.

– Então alguém, por favor, comece a me explicar — Exigia Michael.

Quando finalmente Robert resolve explicar é logo interrompido por Sasha.

– Aqui estão os CDs com as filmagens de hoje, já apaguei tudo que pudesse comprometer a menininha ali, mas ainda temos um problema, quando eu entrei na sala o guarda estava morto.- Disse Sasha.

– O que ele está fazendo? Porque ele quer invoca los de novo — dizia Emily, seus olhos estavam se lacrimejando de tristeza.

– Emily minha querida se acalme, não deixaremos que ele continue- Paolla falava cada uma daquelas palavras com uma voz materna e tranquilizante — Michael!

– Sim?

– Precisamos de um computador que possa ler estes CDs.

– Sim, vamos a sala de pesquisas -Dando de ombros a todos.

Os guiando a sala, Sasha e Robert olhava tudo a seu redor para não serem pegos de surpresa, foi uma travessia rápida e tranquila, Emily continuava com a cabeça baixa, tentando esconder as lágrimas que deslizava por seu rosto, a senhora Aandezzi e o professor Thompson caminhava com passos firmes e calados.

Quando finalmente chegaram, Sasha tomou o controle da situação com uma agilidade com os dedos fez tudo que podia para melhorar as imagens do filme em um simples computador de universidade.

– Pronto aqui está, é o melhor que consigo fazer com essa máquina velha.

As atenções de todos foram agora para a tela cinzenta do monitor.

– Sasha, por favor adiante um pouco o vídeo.- Solicitou o professor.

– Um momento.

Adiantando um pouco mais o vídeo, podiam ver claramente toda a batalha de Emily com os dois homens desconhecidos.

– Caramba!! Quem diria que a mocinha teria coragem de fazer tudo isso- Sasha agora estava comendo um pacote de jujubas que havia roubado no caminho da sala de vídeos.

– Às vezes é preciso. — Responder Emily

– Não está nesse CD o que queremos ver, aqui tente esse — Robert dando o CD a Sasha.

Finalmente poderia ver o que houve, uma mulher toda vestida no coro que entrava na biblioteca e caminhava a procura de algo, a cada livro que mexia ela o jogava ao chão, mas infelizmente ela viu que estava sendo observada e atirou na câmera.

– Merda, ela é esperta, mas somos muito mais — Voltando a biblioteca.

– Robert — Disse Paolla, mas era tarde demais.

Tirando o CD e desligando o computador, Michael e os demais foram em direção aonde Robert estava, ao chegar encontraram ele com um cartão em suas mãos e pétalas de rosas negras.

– O que é isso? — Disse o professor.

– É um recado dele, por favor Robert- Estendendo a mão. Pegando o bilhete, Paolla podia sentir e visualizar o rosto de Pitter.–Isto está escrito em latim assim como o bilhete da máscara.

– Não, espera aí, além de toda está confusão vocês querem que eu acredito que o mesmo cara que roubou a máscara também veio aqui na universidade, quase matou a Emily e fez toda essa zona só para roubar dois ponteiros de um relógio velho? -Disse Michael

– Sim- disse Sasha terminando de comer as jujubas do pacote. Entregando o bilhete para o professor, Paolla pegou a mão de Michael e levou seus olhos ao encontro aos seus.

– Michael, por favor se acalme — sua voz era calma e firme.

– Me desculpe senhora Aandezzi, mas isso é impossível, aliás se me der licença tenho que ligar para a polícia.

Segurando o pulso de Michael com mãos de ferro, uma barreira de energia entre ele e o telefone e uma Glock 17 apontada para ele, Robert respirou profundamente e começou a falar quase tudo o que estava acontecendo. Um sorriso sapeca brotou dos lábios de Michael.

– Vocês querem mesmo que eu acredite nestes absurdos, isso não existe!

– Michael sei que é difícil mas...

– Não tem nada de difícil, vocês que estão todos loucos!

– Michael — dizia Emily baixinho, ela conseguia entender os sentimentos confusos que ele estava sentindo, além do mais para ela era um mecanismo normal dos humanos para não aceitarem estas situações. Indo com sua mão ao encontro com o rosto do Michael, Sasha de um tapa no qual deixou as marcas de seus dedos em seu rosto.

– Sasha!! O que você está fazendo?-Disse Robert surpreso.

– O que foi Robert? Só dei um tapa na cara dele.- Respondeu Sasha.

– Para que?- Falou Emily.

– O menino estava tendo ataques de estéria, além disso alguém precisava acalma ló — mostrando um rosto sorridente.

No outro lado da sala Paolla e Gray tentavam entender o bilhete ali escrito.

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– Acelere Susana! Temos que voltar ao aeroporto — Ordenou Gray.

A alma da mulher com um lado do cabelo raspado apenas emitiu um gemido e balançou a cabeça.

Nos bancos de trás da Van Paolla falava ao telefone com um inglês britânico fluente e com uma agilidade que poderia falar que ela era uma inglesa, ao seu lado Sasha ligava pedindo e gerando ordens, Robert ligava para o que parecia ser o exército inglês, não era tão fluente como de Paolla, mas era bem legível e enquanto isso no último banco da Van estavam Emily rezando e Michael apenas observado.

– Porque você está rezando? — Perguntou Michael.

– Para que tudo dê certo — Soltando uma pausa dramática e um suspiro, voltou a falar- Michael se nos existimos, acredito também que exista uma força maior que todos nós, um deus ou uma deusa, sei lá, então acho que seria uma boa pedirmos ajuda ao todo poderoso.

– Entendi.

– Quer me ajudar? — Estendendo a mão para Michael.

– Está bem — Colocando sua mão sobre a dela.

Após fechar os olhos uma visão perturbadora o invadido, agora estava em pé em um grande Salão, o chão era de um mármore escuro que ao centro podia se ver um círculo com algumas escritas e símbolos, no meio do círculo estava um pergaminho com 7 selos de cera, cada um continha em si um desenho diferente, ainda em pé vendo tudo um rapaz loiro vestindo uma túnica de linho e duas outras mulheres adentraram a sala e foi ao encontro do círculo, desesperado Michael tentava se esconder em algum lugar e entender como havia chegado ali, mas para sua surpresa parecia que nenhum dos três o percebi sua presença, como se estivesse invisível.

Enquanto isso o homem loiro agora murmurava algumas palavras em latim, era difícil escutar tudo, mas algumas palavras podiam ser entendidas com extrema clareza como cavalo, portão, cavaleiro, morte e peste. Ao falar a última palavra 4 figuras humanas portaram do chão e se ajoelharam perante ao homem e as duas mulheres.

Hipnotizado pelo que via, teve este transe cortado com a chegada de uma mulher.

– Não pode ser!! Mas aquela é a Paolla- disse Michael baixinho.

– Pitter o que pensa que está fazendo! — Dizia Paolla com um tom severo e vestindo um longo vestido negro com mangas.

– Paolla, meu príncipe, que alegria vê lá aqui — mostrando um sorriso triunfante.

– Pitter o que significa isso? Essas são força além do controle de seu poder!- Insistia Paolla.

– Isso é mentira!!!!! Verona me ensinou a controla lós e agora terei o poder absoluto e controle de todos.- Contra pós Pitter.

– Foi isso mesmo Verona?- Perguntou Paolla.

Uma das mulheres tirou o capuz relevando uma bela mulher com a pele cor de mármore e olhos verdes penetrante.

– Ele fala a verdade minha amiga.

– Ele está doido Verona!! E irá matar todos nós por causa dessa sede de poder.

– Não fale assim de minha cria Paolla. -Disse Verona.

– Se acha que estou errada olhe em sua volta e a análise bem, você melhor que eu o conhece, acha mesmo que ele está em um estado normal.-Disse Paolla.

A mente de Verona pareceu entrar em conflito com tudo que via, pensava ou ouvi-o

– Pitter cancele o contrato e deixe o cavaleiro voltarem a nunca deveriam ter saído- Dizia Verona com uma voz firme.

– Fraca e medrosa como sempre! sempre fugindo e com medo da poderosa Paolla, mas tem uma novidade para você eu lhe odeio e tenho nojo de ter sido abraçado por você.

– Pitter não diga isso!- Falou Verona.

– Digo sim Verona e mais peguem elas minhas criaturas.

As quatro figuras se colocaram em pé e foram em direção de Verona e Paolla.

– Paolla faça o ritual de fechamento dos portões, vou segura lós.

Rapidamente Paolla fez um círculo e começou a falar, chamas azuis surgiram em sua voltar ela não parecia se preocupar com isso. Verona estava dando o seu melhor se protegendo dos golpes com sua barreira de energia, mas a figura um grande bico e uma túnica preta foi mais rápido e a acertou em sua mão que agora está preta. Soltando a última palavra Paolla estendeu as mãos e as figuras começarão a se contorcer, tentando permanecer, mas foram sugados para alguns objetos que estavam ao lado de Paolla.

Podia ver Aandezzi transpirando sangue e Verona lutando agora contra a sua cria (Pitter), a mancha preta crescia cada vez mais, bolhas de pus estavam se formando em seu corpo, um do cavaleiro foi dividido e uma parte foi ao encontro há uma máscara e o outro a outra mulher, agora possuída, lutava contra o espírito que queria a dominar, podia escutar os ossos sendo quebrados e reconstruídos, não aguentando mais a mulher caio revelando sua verdadeira identidade.

– Michael!! Você está bem? Michael- dizia uma voz distante de Emily.

Abrindo os olhos, após Sasha ter atacado água na cara de Michael podia ver o rosto de Emily sobre o dele, se acomodando melhor no banco a Van todos os olhares estavam voltados a ele, sua camiseta estava ensopada.

– Michael está tudo bem?- Disse Robert.

– Sim estou bem senhor Pierce, eu apenas tive uma queda de pressão.

– Não foi isso meu assistente, o que aconteceu com você foi uma visão do passado e pelo que parece o perturbou muito.

– Isso não existe, foi só um sonho maluco.

– Então por favor, nos conte. — Exigiu o professor.

Contando a visão em cada detalhe, podia ver os rostos de todos mudarem, principalmente Paolla que aparentava cada vez mais ódio e Emily que estava quase chorando novamente.

– Michael o que o professor diz é verdade, a visão que você viu foi o dia de minha morte.

Emily levantou a mão com uma certa incerteza e atravessou sua mão no banco do carro.

– Emily o que é você?