Além da Chuva - One Shot
1 Chuva
Notas iniciais
Era uma noite chuvosa em Forks...
E estava colocando meu Anjinho na cama,e para embalar seus sonhos e sempre contava uma historia para ela dormir, já deitada em sua cama, abraçada com seu ursinho de pelúcia que tinha ganhado no seu aniversário pela Tia Victorya, fui pegar um dos vários livros que meu Anjinho tinha em sua estante, quando estava pegando um dos livros que iria ler hoje que seria,(O Quebra Nozes). Meu Anjinho pigarrou e olhei para aqueles olhinhos curiosos esperando que ela falasse.
- Mãe estava pensando de uma historia de amor e linda – Falou meu Anjinho que tal senhora conta como conheceu o papai
- por que a curiosidade, Nicole – Disse rindo
- por nada mamãe, mas acho que é uma linda historia de amor, por favor, contar vai... – implorou Nicole com os olhinhos cheio de água.
- Hum, na verdade tenho um diário em que escrevi sobre minha adolescência e quando conheci seu papai, vou pega-lo, volto logo –
Deixei no quarto um Anjinho com um lindo sorriso no rosto...
Chegando ao quarto meu tudo não estava no quarto, olhei em direção ao banheiro e estava tomando um delicioso banho e também convidativo, deixei meus pensamentos impróprios de lado e fui para meu closet, em cima de varias caixas encontrei uma pequena caixa em que guardei boa parte de toda minha historia e nela havia um caderno meio velho, abracei e fui em direção ao quarto do meu anjinho
Entrando no quarto, meu anjinho estava brincando com seu urso, mais quando me viu se deitou, colocando seu amiguinho do lado, sentei em minha cadeira de balanço e aqueles lindos olhos estavam atentos, esperando começa a minha historia de amor.
- Antes de começa quero lhe dizer que quando aconteceu eu ainda não estava com seu pai e foi num dia como esse,chuvoso
Nicole simplesmente balançou sua cabecinha confirmado o que tinha falado e olhou para janela de seu quarto.
...
Era inicio de noite aproximadamente 17 horas da noite e fazia mais de uma semana que não parava de chover aqui em Port Angeles.
Meu nome é Rosalie Lillian Hale, tudo bem tenho nomes de flores, ou melhor, dizendo Rose de Rosa e Lillian de Lírios e Hale é Hale mesmo, meus avôs que imploraram para minha mãe colocar esse nome . Tenho cabelos claros, ou melhor, dizendo sou loira, mais não daquelas de farmácia é natural mesmo, tenho 17 anos e estou no ultimo ano do colégio, faço parte de vários grupos da escola o de dança, teatro, o time de matemática e membro do clube de leitura, acho que estão pensando que sou nerd, mais não sou só me dedico mais nas atividades escolares. Vamos continuar minha história.
Estava sozinha em casa, aconchegante e acolhedora pronta para sair com um vestido vermelho, meia calça e um lindo sapato,estava bebendo uma xícara de chocolate quente que eu mesma tinha preparado.No relógio marcava 18 horas da noite e faltavam alguns minutos para um jantar em família que sempre acontecia na casa do meu namorado Royce King, coisa de gente chique. O grande jantar é uma ocasião especial para mim, pois foi quando ficamos juntos pela primeira vez, nosso primeiro beijo. Antes de ser convidada, Royce King era minha paixão não correspondida o conhecia desde que me entendo por gente. Ele é um ano mais velho que eu, alto, cabelo macio, olhos penetrantes. Royce era tudo que uma garota quer,atleta,presidente do corpo estudantil,lindo, aqueles homens que só ficam com patricinha.
Quando ele me convidou para ir ao grande jantar da família King no ano passado já que nossa família era unida com a dele, fiquei tão animada e corada, tipo corada mesmo ele até perguntou se estava doente. Cheguei lá fiquei conversando com a irmã dele a Jéssica King ela era patricinha e nariz empinado, queria sair de perto dela, mais não queria ser mal educada, então inventei que queria ir ao banheiro e sair.
Estava na varanda da casa dos Kings quando sinto alguém me puxado e me dando um beijo, com isso ele pediu para ser sua namorada.
Rosalie e Royce
Depois de 5 meses juntos, foi tão rápido, Royce era muito ocupado, acho que durante o tempo em que namoramos nunca ficávamos juntos.
Mas claro que meus pais tiveram que viajar e tudo foi por água abaixo.
...
- por isso que amo meus avós – disse Nicole
- posso continuar –
- desculpa mamãe, continue –
...
Meus pais são Carlisle e Esme Hale, eles são médicos. Meus pais sempre tinham plantão mais dessa vez , tiveram um congresso que acontecia todo mês e foram a Seattle dizendo que chegariam cedo.Estava chegando a hora de irmos para casa de Royce e meus pais ainda não tinham chegando, sempre chegavam algumas horas antes quando tinham alguma emergência, me deixando mais nervosa aqui em casa.
Fui deixar minha xícara de chocolate quente na pia quando a campanhia começa a tocar fazendo que a xícara caísse de minhas mãos. Deixei os cagos de porcelana no chão e fui abrir a porta e vejo Aro o maior advogado da cidade e da nossa família e por incrível que pareça meu Tio ( irmão mais velho de minha mãe). Aro estava com a mesma cara de sempre carrugada e serio,nem parece que ele é da família, nunca vir ele com uma face mais suave sempre com essa eu ia convidá-lo para entrar. Mas Aro me interrompeu.
- Tenho más noticia – disse ele, entrando e sentando no sofá – houve um acidente na estrada e seus pais foram para o hospital central de Seattle
No mesmo instante fiquei paralisada e tonta segurei –me na porta, pedido forças de todas as formas possíveis.
- Eles estão ocupados no Hospital – Contou Aro – por isso não chegaram
-Hospital central de Seattle– perguntei, pois não estava raciocinado direito
Aro olhou para mim, para eu mesma processa as coisas que ele tinha falado
- Houve um grande acidente, e seus pais estavam perto e fizeram os primeiros atendimentos e preferiram ficar no hospital para ajudar
-Porque eles não me ligaram – perguntei
- Eles só pediram para lhe avisa e também o celular deles está descarregado – respondeu Aro
- Como assim? –
- Fiz o melhor lhe avisei sobre o que esta acontecendo– explicou Aro
- E seus pais me pediram para você pegar o carro e ir para casa dos seus tios Edward e Bella lá em Seattle-
- Não posso tenho que ir para casa de Royce e nem que milagre é esse eles deixarem eu usar o carro -
- Seus pais não querem que fique sozinha por isso liberaram o carro
- Fico na casa de Royce, pronto
- Não Rosa
- Rosalie, meu nome é Rosalie
- Tanto faz, arrume suas mala e rápido e só entregarei a chave do carro quando estive com tudo pronto.
Entrei no meu carro que tinha ganhado dos meus pais, quando tirei minha carteira de motorista, mais nunca tinha usando, só uma vez que nesse mesmo dia levei um acidente leve que destruiu a metade do carro, e levei a maior bronca da vida sem eles saber que quem estava usando era Royce e não eu.
Coloquei minha mochila no banco de trás, em que nela coloquei roupas tanto de dormi como de usar em casa e lençóis. Peguei meu celular e disquei o numero de Royce.
No quinto toque ele atendeu havia musica do u2 no fundo e me lembrei de uma vez que Royce me falou sobre sua família inteira gostava ou melhor dizendo adorava essa banda.
- Lillian – Disse ele
- Queria te falar que não vou – falei
- Como assim não vem –
Expliquei a situação toda de maneira engraçada mais na verdade estava tentando não chorar naquele carro frio na garagem
- Sei que é difícil Lillian mais em alguns dias nos veremos
- Mais hoje é um dia importante
- Preciso desligar, me liga quando chegar
- Mas...
Royce desligou e encarei o meu celular que agora estava silencioso.Será que ele esqueceu que dia é hoje...
Meu tio Aro entrou de repende dentro do carro me assustando e xinguei de todas as línguas ele.
- O Senhor vai comgo para casa do Tio Ed –
- Não, mais quero que me deixe no final da estrada para saber mesmo que você foi para casa do seus tio e não para casa do seu namoradinho –
Segurei forte no volante, apertei com tanta força o botão para abrir a garagem.
Peguei meu ipod e o capo USB no carro e começou a toca Coldplay, me lembrei que tinha que ligar para meus tios (Edward e Bella) que são tios super protetores, mais com certeza Aro já informado sobre minha chegada e do jeito que eles são, já tem jantar feita, quarto de hospede arrumado e com tudo que uma garota da minha idade precisa, acho que não preciso disso tudo.
Acelerei o carro para chegar naquela estrada e deixa meu tio naquela chuva, mais me lembrei que ele morava perto dali, mais porque ele não veio de carro.
Olhei para a janela as gotas de chuvas descendo pelo movimento do carro, o frio esta deixando meu corpo tremulo, desliguei o pouco do ar – condicionado, chegando mais próximo a estrada que tio Aro tinha falado que era para deixa- lo olhei de relance para ele
- Por que o Senhor não veio de carro –
- Eu vir, deixei na sua casa – riu
Acelerei mais o carro, com tanta raiva que estava, porque alem de não esta na festa do meu namorado ainda tinha que agüentar ele no meu carro.
Parei bruscamente o carro onde tinha que deixa – lo e comecei a bate meus dedos no volante esperando que ele sair do carro o mais rápido possível.
- Cuidado com a estrada e ligue quando chegar –
- tá –
Acelerei mais um pouco o carro até sair da estrada em que estava e seguir o rumo para casa dos meus tios, aumentei mais o volume do meu ipod e diminiu o pouco o carro por causa da visibilidade em que estava.
Quando já estava com uma visibilidade melhor acelerei o carro para meu azar e dei de carro com um animal na estrada, desviei o caminho e pedir o controle do carro até parar fora da estrada.
Abrir meus olhos e olhei que não havia nenhum cheiro de fumaça, sair do carro e nada tinha acontecido nem comigo, com o animal e principalmente com o carro. Tentei ligar o carro mais nada aconteceu, tentei varias e varias vezes e nada, deveria ter feito uma curso de mecânica.
Sair do carro mais uma vez e olhei atentamente ao meu redor para ver se tinha uma placa e mais ao longe vir uma placa ao alto
Seja Bem Vindos á Forks...
- Forks – repetir
Olhei novamente mais á frente entre algumas arvores vir um letreiro de uma Starbucks.
- Tem uma Starbucks entre aquelas arvores, acho melhor pedir ajudar — falei com o carro – vou pedir ajudar pra gente por que se meus pais souberem sobre o que aconteceu nunca mais vou olhar para um carro de novo.
Peguei minha mochila e sair fechando o carro e ligando o alarme, caminhei sempre olhando para trás para ver se aparecia algum carro, mais nem um luz apareceu a chuva não contribuir muito e cair numa poça de água tanto de carro no chão, me levantei pegando minhas coisas que também tinha caindo e seguir a estarada . Olhei para a Starbucks e reparei que estava mais longe que imaginei respirei fundo e segui caminho entre as arvores.
Precisei atravessar vários trechos e uma estrada quando finalmente vejo a Starbucks uma pequena loja para uma famosa loja, interresante.
Estava quente no bucks e um incrível cheiro de chocolate, café e outras especiarias me fizeram delirar, os altos falantes tocavam uma musica acústicas, muffins tinham acabado de serem colocado na vitrine por uma menina mas ou menos da minha idade olhado em seguida para mim.
- Oi, seja bem vinda – disse a moça
- Obrigada – agradeci e me lembrei que estava com fome, não tinha trazido nada de casa, o cheiro dos muffins me atingiu e segui para frente no balcão
- Quero uma latte de framboesa e 2 muffins-
- é pra já – falou a moça pegando o copo em seguida
Me lembrei do que tinha acontecido comigo bati minha cabeça do balcão
- Moça tem algum telefone que alguma oficina 24 horas aqui meu carro não esta funcionando direito e preciso de ajudar –
- Tenho sim irei ligar para o Jacob vir lhe ajudar –
- Obrigada -
Olhei para loja e vir que tinha algumas pessoas se deliciando com chocolate quente e outras iguarias do estabelecimento.
A moça me entregou meu pedido e me sentei perto da janela que tava para porta, coloquei meu pedido na mesa, ao meu lado minha mochila e peguei meu celular em seguida sendo transferida para caixa de mensagem.
A moça que estava no balcão foi para fora esperar o tal Jacob que ela tinha falado, estava comendo aquele delicioso muffin quando a moça pigarrou.
- Jacob está lá fora, venha –
Me levantei e fui para fora quando eu vir ele um moreno alto, musculoso e somente de bermuda acho que ele não esta sentindo esse frio enorme que estava fazendo .
- Boa Noite Senhor Jacob, meu carro esta com problemas e está na fora da estarda preciso que dê uma olhada e conserte ele o mas rápido possível –
- Boa Noite e primeiro me chame somente e Jacob e me leve até seu carro por gentileza
Levei ele até onde tinha deixando meu carro
- Uau, seu carro é um luxo só –
- Obrigada, mais então –
- Ele é eletrônico, só alguns fio que queimaram mas rapidinho conserto, pegarei meu carro e irei levar o seu para minha oficina está certo e quando estive pronto te ligo –
- Obrigada Jacob e quanto mais ou menos vai ser –
- Hum 5.000 dolares e ele vai ficar como novo –
- Não tenho tudo isso –
- aceito chegue –
- Tenho aqui comigo 2.000 –
- Tudo bem, faço por 2 paus, mais só porque você não é da cidade –
- Muito Obrigada –
Dei o 2.000 que tinha e Jacob levou meu carro para oficina, ele me deu seu cartão e pediu para amanha á tarde ligar para á oficina e confirma se esta consertado fui para Starbucks para ligar para Royce e informa o que tinha acontecido mais sempre tava ocupado ou na caixa de mensagem
Eu estava preste a ligar de novo quando uma lufada de vento frio e uma pessoa entrar de aparentemente de sexo masculino um cheiro deliciosamente âmago de um perfume forte veio para minha direção me deixando encantada pelo cheiro.
Adorava perfume forte e âmago
Eu estava começando a não gosta de Forks
Conforme ele arrumava sua roupa por causa da chuva, o garoto parecia esta incomodado de entrar na loja, cabelos escuros, forte, alto camisa claro e calça jean. Ele olhou para a direção do balcão e olhei também e vir que a moça que tinha me ajudado mais cedo não estava lá. E de repente veio em minha direção.
- posso me sentar aqui- perguntou em voz baixa e sorrindo em seguida mostrando aquelas covinhas encantadoras.
- claro fique a vontade – respondi
- a propósito sou Emmett
- Sou Rose
- Você não é daqui – perguntou ele
- meu carro – falei apontando através das arvore — quase atropelo um animal e meu carro não queria pegar vir a loja e vir pedir ajudar, agora meu carro esta com o mecânico e espero que ele resolva logo
- para onde você iria –
- Seattle, para casa dos meus tios, meus pais estão numa emergência. Emmett riu.
- Você esta com alguém – perguntou
- tenho namorado- respondi
Os cantos da boca de Emmett se enrugaram, deixando a mostrar “aquelas” covinhas enquanto tentava não rir. Ele batucou na mesa e sorriu, como se tentasse expulsa o momento constrangendo.
- o único motivo por ter falando isso é que deveria ligar para ele mais estou sem sinal –
Emmett olhou para fora através da janela e olhou novamente para mim.
- deve ser o tempo – respondeu ele
- provavelmente – vou tentar agora, volto rapidinho.
- fique a vontade – disse Emmett
Emmett estava feliz por eu interromper a conversa. Ele se levantou para tirar o casaco e pendura num cabide que ficava proximo.
Quando a ligação foi para caixa postal, tentei esconde minhas frustração e olhei para a janela
- devem estar ocupado — falei
- Entendo, vou para casa – disse ele – porquê não vem comigo? Minha mãe nunca me perdoaria se eu não ajudasse alguém.
Pensei a respeito. O carro está quase morto. Só estávamos eu e ele, na Starbucks, por todos já tinham saindo, a moça queria fechar loja o quanto antes. Meus pais estavam sendo os médicos e sim eu precisava de um lugar. Mas tinha uma coisa que me alertou “estranho”
- aqui — disse ele me entregando sua identidade, carteira de motorista, tirou vários cartãos da carteira para concluir a piada. Reparei uma foto dele com uma garota. Aquilo me acalmou. Ele tinha namorada.
- é longe- perguntei
- 800 metros para aquele lado – respondeu apontado para o nada
- tem certeza que sua família não vai se importa?
- minha mãe literalmente me espancaria se eu não ajudasse alguém nesse tempo
- tudo bem –falei – eu vou
Nesse momento começou a chove mais forte e dentro de alguns segundo estaria ensopada. Hesitei um pouco na base da escada, e Emmett se virou para me ver.
- tem certeza – perguntou de novo
Eu sabia que daria meia-volta bem ali ou seguiria até o fim. Olhei para trás e vir a moça pegando as chaves para fecha a Starbucks.
- sim vamos – respondi
Pegamos a estarada e mais uma vez a chuva não ajudou, mas Emmett falou que era a estrada mais curta para sua casa. Quando conseguimos acerta os passos pela água forte e corrente que corria, Emmett iniciou a conversa.
- onde esta sua família, de verdade – perguntou ele
- numa emergência
- é você disso isso na Starbucks, mas a verdade
- numa emergência eles são medicos – falei pela terceira vez com uma voz convincente. — por que – perguntei finalmente
- hum, eles estavam num acidente de transito -
- uau, seus pais são daqueles que se virar como pode para salva vidas
- verdade, mais precisamente minha mãe- expliquei –ajudar mesmo
- não me diga que eles estavam acidente dos 13 carros que passou na televisão
- pois é eles estavam lá – confirmei sem mesmo saber e assistir
- isso torna você uma pessoa especial– comentou Emmett, dando passos grandes e ficou á frente de mim
- é pode ser
- melhor do que ser um terrorista -
- você é sempre engraçado assim? –
- sempre-
- sua namorada teve adorar-
Quando eu falei Emmett virou a cabeça para lado e depois para mim novamente, piscou e se virou para a estrada. A brincadeira tinha acabado.
- você quer o caminho longo ou curto?
- curto
- tudo bem – falou Emmett – minha casa é logo ali na frente
Pegamos outro caminho e tirei meu celular no meu bolso, para ver se tinha ligações perdidas de Royce, mas não havia se quer uma mensagem. Tentei fazer isso sem que Emmett visse mais ela viu.
- nenhuma ligação – perguntou ele
- não, ele teve estar ocupado
-ele sabe sobre o ocorrido
- sim conto tudo á ele –
- isso vale para os dois – perguntou Emmett
- o que vale aos dois?
- você falou que conta tudo então – respondeu Emmett – não falou “nós” contamos um ao outro
Que pergunta era aquela
- claro – falei rápido
- como ele é –
- inteligente, mas não irritante, é popular, todos do colégio conhece ele –
- belo perfil – falou Emmett – mas como ele é –
- ele é como acabei de falar-
- estou falando de personalidade, tipo escrever poesias, dançar, é engraçado como você, ou melhor, dizendo qual é o interior dele?
Emmett só podia estar brincando comigo. Só pode! Falando sobre interior, mais o modo que ele falou-me fez perceber que Royce não era engraçado, ele era na dele, só falava comigo quando eu perguntava algo.
- Intenso – falei – Royce é intenso
- intenso no bom sentindo?
- Eu estaria com ele se não fosse? Estamos chegando
Emmett entendeu o recado e ficou calado. Caminhamos em silencio e ao longe já tava para ver luzes de algumas casas.
Emmett me parou
- tem uma estrada meio estranha quando construíram que com essa tempestade deve esta forte e escorregadia-
- onde fica?
-lá na frente – falou Emmett
- certo – caminhei com cuidado
- sabe – disse Emmett -, se o tal de Royce é assim, acho que ele não combina com você
Foi a gota d’água, virei e tomei o caminhei que tomamos
- aonde vai? — Perguntou ele – ah, por favor...
- acho melhor eu volta – falei
- não faça isso serio –
Respirei fundo preciso de um lugar com isso me virei, passando por ele e seguida onde mais a frente se via luzes de casas, percebir que Emmett me seguiu. Caminhei depressa, pois não queria fica perto dele.
- não se mex...
Simplesmente sentir o frio congelante da água
Emmett e eu ficamos incapazes de qualquer coisa pela bagunça, á água estava sobre meu pescoço e sobre os peitos de Emmett.
Emmett começou a olhar para os olhando e pegou uma galho que estava solto e se puxou.
- venha eu pego você –
-certo-
Fui onde Emmett estava e com isso me puxou e em seguida me abraçou, pois estava muito frio. Um abraço quente e acolhedor.
- Obrigada – falei
- Estamos chegando-
Levantamos-nos e atravessamos umas arvores e virmos uma bela casa.
Emmett abriu a porta e apontou para o banheiro.
- banho. Agora – falou ele
Corri para o banheiro e tirei minha roupa, abrir o registro e uma água quente descia pelo meu corpo. Às vezes ficava fria, provalvemente por que Emmett esta em outro banheiro pela casa.
...
Desliguei a água, pois já estava ficando fria, quando fui pegar minhas roupas , e elas não estavam no lugar onde tinha deixando e no lugar delas tinham toalhas grandes e uma calça para o frio, meias, um moletom e uma pantufa. Alguém havia entrando. Será que foi o Emmett? Será que ele me viu?
Me arrumei e abrir a porta devagar, olhei para fora, mas não tinha ninguém, quando estava saindo aparece uma mulher, tinha a idade de minha mãe.
- pobrezinha! – disse ela – Emmett está no quarto, sou a mãe dele.
A mãe de Emmett me entregou uma xícara bem quente e tomei, pois estava morrendo de fome mesmo que já tinha algo no meu estomago.
- não se preocupe, vamos cuidar de você – falou ela de novo – essas roupas que você esta usando são de Emmett, pois tive que colocar suas roupas na maquina de lava para tirar a terra que estava delas e me chamo Carmem.
Carmem me levou para cozinha e esquentou a comida que estava sobre o fogão.
- Emmett ainda não jantou, então você ira jantar com ele-
Corei
Emmett desceu as escadas e apareceu na cozinha, estava muito bonito por sinal e toda minha raiva tinha desaparecido por ter visto ele.
O que esta acontecendo comigo
- Arrume as coisas para Rose passar a noite, Emmett – falou Carmem
- sinto muito... – falei
- não precisa querida, estou feliz que tenha aceitado a ajuda do Emm, vamos cuidar de você, traga cobertores para ela –
- irei trazer – falou Emmett — Mãe, eu cuido dela, descanse –
Carmem olhou para o filho e depois para mim, corei instantaneamente de novo .
Emmett e eu ficamos em silencio e comemos com muita satisfação, Carmem tinha saindo da cozinha mais tive a impressão que ela estava nos observando. Emmett percebeu a mesma coisa, pois sempre olhava para a sala e para as escadas.
- este jantar esta muito boa – falei
- verdade, minha mãe é ótima na cozinha –
Emmett pediu com a mão para espera e ouvimos passos rápidos de alguém subindo as escadas
- desculpa pela minha mãe –
- sem problemas, e seu pai – perguntei
- ele morreu a muito tempo – respondeu
Emmett não se preocupou, por eu ter falando sobre seu pai, ele simplesmente bateu os dedos sobre a mesa e se levantou.
- vou prepara algumas coisas para dormir um pouco – disse ele
Depois que Emmett saiu olhei mais atentar para casa onde estava e reparei nas lindas flores e rosas que tinham
- são rosas e lirios – falou Emmett, descendo as escadas, com varias pilhas de cobertores e travesseiros
- sim são lindas – falei pegando os cobertores de sua mão
Nossas mãos se tocaram e sentir algo que nunca tinha sentindo, uma onda de alegria, paz algo que nunca tinha sentindo quando estava com Royce.
- gosto de lírios –
- mas essa não é rosa de verdade – falei apontando para uma que estava dentro de um pequeno vaso
- minha irmã que fez no colégio dela –
- você tem irmã? –
- Sim a Victorya – falou Emmett – ela tem 6 anos, amanhã você ira conhece – lá
- de quem é esse violão? – perguntei
- culpado. É um dos meus talentos
Emmett fez uma careta que me fez rir.
- melhor eu ir e deixar você descansar – falou Emmett deixando os lençóis e travesseiros em cima do sofá
- obrigada mais uma vez por deixa ficar na sua casa – falei
- não é problema nenhum
Ele se virou para subir as escadas, mas parou em alguns degraus
- desculpa se fui idiota, mas cedo, enquanto estávamos andando –
- caminhada na chuva, estávamos rabugentos, não se preocupe, sinto muito também e mais uma vez obrigada –
Ele queria dizer mas alguma coisa, mas desistiu e subiu as escadas.
Encostei minha cabeça entre os travesseiros e pensei nos acontecimentos.
Emmett foi tão incrível comigo,sua família e de repende me lembrei do Royce.
Peguei meu celular e disquei o numero dele e no 8 toque ele atendeu
- Lillian – Royce engasgou – que horas são –
- 3 da manhã – respondi – você não me ligou de volta
- desculpa, estava ocupado e ainda estou, depois te ligo –
Fiquei em silencio
- Ele desligou na minha cara ...
Fechei os olhos para tentar tira o que acabou de acontece e sentir o mundo girando e sono profundo, sonhei com a chuva forte e com duas pessoas abraçadas em um único guarda – chuva.
...
O dia amanheceu em forma de pula-pula, abrir meus olhos e vir uma linda menina de 6 anos pulando em cima do sofá
- quem é você – disse ela – sou Victorya
- Vic! Pare de pula, ela esta dormindo querida!
Era a mãe de Emmett
Victorya saiu do sofá e me abraçou com um lindo sorriso. Carmem estava arrumando uns detalhes sobre os vasos de rosas e lírios e Emmett veio da direção da cozinha.
Me levantei e fui para o banheiro de cabeça baixa, pois sabia que meu estado não era bom. Com meu estado mais agradável e arrumada fui para cozinha onde me esperavam
- quer ligar para seus pais – disse Carmem apontando para o telefone que estava próximo
- Eles são médicos mãe –
- seus pais são os médicos que os salvaram aquelas pessoas na estrada eu vir na TV ontem, gosto de medicina, mas aconteceu algumas coisas em minha vida que preferir cuida dos meus filhos– falou ela triste
- sei somente que eles estão no hospital central de Seattle mais não tenho o numero – falei
- Emmett, procure o telefone na lista telefônica –
- irei agora – falou Emmett se levantando da cadeira onde estava
Minutos depois, Emmett apareceu com um papel nas mãos e entregou para sua mãe. Carmem pegou o telefone e minutos depois me entregou. Ela e Emmett que pegou Victorya nos braços saíram para me darem, mas privacidade.
Falei com minha mãe e expliquei tudo que tinha acontecido comigo, no principio ela ficou preocupada, mas depois que falei sobre a Carmem e minha mãe pediu para falar com ela. Chamei Carmem e entreguei o telefone, ela se direcionou para a área de serviço, com isso pequei meu celular para dá bom dia para Royce que atendeu no 10 toque
- Royce – falei baixo – sou eu! Estou...
- oi! – disse ele
- tive uma noite péssima – falei
- Lillian, te ligo de volta –
E desligou
Corri para o banheiro
Acho que passei meia hora, no banheiro chorando, tive medo de sair e ver rostos preocupados, mas sai e vi que a cozinha estava vazia somente com o café -da- manhã na mesa. Carmem surgiu na área de serviço.
- Pedi a Emmett que fosse ao vizinho pegar um vaso novo – falou
Depois Carmem olhou para mim como se falasse:
Sei que você quer fica sozinha. Dou cobertura.
- sua mãe é uma fofa, ela me deu o numero dos seus tios e já falei com ele que depois que a chuva passar e a estrada tiver mais trafegável, deixaremos você em casa –
- e meu carro –
- se seu carro estive com o Jacob não se preocupe ligo agora para deixar aqui em casa
- Obrigada -
Carmem pediu para me sentar novamente e serviu café com leite e um bolo que ela mesma fez.
- sabe, eu acredito em milagres da chuva
- como assim – falei
- quero dizer que... Emmett parece mais feliz hoje do que bem... Antes, acho que ele lhe contou –
- contou o quê? –
- sobre a Tânia – Carmem arregalou os olhos
- ele não contou quem é Tânia? –
Carmem, respirou fundo e olhou para janela vendo se Emmett aparecia
- Tânia – repetiu ela, baixando a voz – era a namorada do Emmett. Eles terminaram há 2 meses, ele é um filho tão bom... Foi difícil para ele, Tânia era uma bruxa com ele como a Victorya fala. Noite passada foi a primeira vez que vi o Emmett de antes de namorar com a Tânia, e isso acontece quando vocês estão juntos.
- Eu... Quê?
- Você morar em Port Angeles, não é – continuou – fica perto , 1 hora de carro – mudando de assunto
Emmett e eu.
Queria me enterrar e nunca mas sair, Victorya apareceu toda sorridente
- porque esta chorando – disse Victorya
- saudades de casa, Vic – respondeu Carmem
- Vamos cuidar de você – Disse Vic
- vamos tomar um belo banho filhinha
Ouvir a porta se abrir novamente e Emmett apareceu com um sorriso que deixava mais lindo suas covinhas. Carmem subiu com Victorya pelas escadas, deixando somente eu e Emmett
- você parece assustada – disse Emmett – minha mãe fez lhe assustou com alguma coisa
Gargalhei alto que tossi o bolo. Emmett me olhou com um brilho estranho nos olhos.
- minha mãe vai para o mercado com a Vic – falou ela – seremos apenas eu e você em casa
Fiquei em silencio.
- Emmett – gritou Carmem; — suba aqui
- já volto – disse ele rindo
Emmett correu, para ajudar Carmem a arrumar a pequena Victorya que não queria vestir uma roupa de frio. Alguns minutos depois os três desceram, Emmett com Victorya nos braços e logo atrás Carmem rindo.
Gostava da companhia do Emmett, reparei que ele estava com uma expressão de duvida em seus olhos claros.
- posso te fazer uma pergunta, se não for incomoda? – disse ele
- fique a vontade –
- estava conversando com minha mãe e...
Não pode ser...
- seu nome é Rosalie Lillian
Fiquei aliviada
- ah, sim é esse mesmo –
- então você morar aqui – disse Emmett mostrando “aquelas covinhas”
Reparei que Carmem e Victorya tinham saindo
- vamos assistir TV – pediu Emmett
- pode ser –
Emmett pegou o controle remoto e quando ele estava procurando um canal de filmes o meu celular toca.
Royce
- Lillian, como você esta – falou Royce
- Estou bem, estou na casa do Emmett –
- achei que estivesse na casa dos seus tios –
- meu carro está com problemas e acabei procurando ajudar e, acabei encontrando uma Starbucks e Emmett me convidou e estou com a família dele –
- olhe vou sair com minha família depois te ligo e você me conta a história –
Fiquei em choque
- Royce você escutou o que falei –
- Ouvir, não vou demorar, mas tarde te ligo –
E desligou
- ele é o flash – disse Emmett ao me lado
-ele tinha que sair – falei triste
- sair, que idiota –
- porque você esta falando assim –
- eu ficaria preocupado –
- com o quê? –
- a tempestade de ontem você sozinha sem seus pais– disse
- é verdade –
- posso falar uma coisa que você não quer ouvir – perguntou Emmett
- não –
- ele vai terminar com você –
Quando Emmett falou, foi como um tapa na minha cara me sentir estranha
Emmett tinha falando algo verdadeiro, Royce estava me afastado dele
- você fala isso por causa da Tânia –
- minha mãe falou –
- um pouco –
Emmett se levantou de onde estava
- ele esta evitando você e isso acontecer quando a pessoa que terminar, principalmente em datas especiais
- ele esta com a família- falei
- se eu tivesse uma namorada que seus pais estivessem numa missão de salva vidas e tiver que viajar para casa de parentes, eu ficaria com meu celular em minhas mãos e toda vez que ela me ligasse eu atenderia no primeiro toque ou conversaria com ela por mensagem -
Ele estava certo
- você falou que estava na minha casa e ele simplesmente desligou se você fosse minha namorada e estivesse na casa de um estranho eu simplesmente pegaria meu carro e iria te buscar com ou sem chuva – falou Emmett
Emmett falou tudo que eu queria que Royce fizesse por mim
- preciso de um lugar – admitir
- meu quarto – ofereceu ele – á terceira á direita –
Levantei e subir as escadas
Entrei no quarto de Emmett e era muito arrumado, a única coisa que estava bagunçado era umas fotos rasgadas dele com Tânia uma garota loira com um bronzeado artificial.
Sentei na cadeira próxima da cama de Emmett e lá em baixo na sala começou uma melodia que conhecia sendo tocada no violão, identifiquei era (A Message de Coldplay). Havia um telefone na mesinha e pequei e disquei o numero de Royce que atendeu irritado
- Quem é – disse Royce gritando
- sou eu Rosalie –
- Lillian já estou de saída –
- ainda quer namorar comigo Royce – perguntei — seje sincero comigo, por favor –
Ele ficou em silencio
- eu estava pensando nisso há um tempo e acho melhor cada um tomar rumos diferentes –
- certo então, adeus – e desliguei
Meu corpo todo tremia, comecei a chorar
Emmett apareceu e correu em minha direção e me abraçou me sentir tão bem, tão segura
- Tânia é como Royce – disse ele
- sempre que ligava para ela, a mesma estava ocupada demais, não saia comigo pois tinha compromissos -
Igual á mim
- então uma noite, fui para uma casa dela, como a mãe dela não estava e a porta aberta entrei e fui no quarto dela e vir ela com outro menino –
- o quê você fez? — perguntei
- nada –
- como assim nada –
- fiquei olhando para ela, e Tânia me viu –
- por que se você não fez nada? –
- por ter descobrindo, disse que eu estava espionando ela, me chamou de possessivo, com isso fui embora e disse que estava tudo acabado entre a gente e fui para casa –
Tudo que aconteceu comigo durante alguns meses estava passando em câmera lenta, Emmett ficou acariciando meus cabelos e olhando para mim como se quisesse ler meus pensamentos. Havíamos nos aproximando um do outro e comecei a sentir uma energia entre nós
Então o beijei
Aquele lábio se encaixava perfeitamente nos meus, tão doce,tão perfeito estava flutuando, Emmett estava sendo carinhoso explorando cada centímetro de minha boca, nunca tinha me sentindo assim antes. Emmett me colocou sobre a cama que somente sentir minhas costas num lugar macio e um cheiro de perfume atingiu todos os meus sentidos.
Ouvimos um som de pés sobre as escadas, mas nenhum de nós queria parar.
- Shhh... Victorya venha com a mamãe, estamos interrompendo –
Parei de sentir aqueles lábios, quando Emmett se levantou
- melhor eu ir – disse ele – você esta bem
- estou ótima – respondi com um novo semblante
Fiquei sozinha no quarto de Emmett morrendo de vergonha de descer e enfrentar Carmem, ouvir uns sons e depois a porta de abrindo e fechando em seguida era minha hora, desci devarga pelas escadas e somente estava Victorya brincando com algumas bonecas quando ela olhar pra mim e sorrir.
- mamãe disse que Emmett gosta de você –
Carmem apareceu toda molhada da chuva que tinha começando novamente olhou para mim e abaixou a cabeça , mas percebi um sorriso em seus lábios
- Emmett foi comprar um guarda- chuva, pois só termos um e é de criança – falou ela
- tudo bem – respondi
Carmem pegou Vic e subiu para o quarto
- Fique a vontade querida, Emmett estará de volta logo – disse ela e subiu as escadas
Fui para janela e vir que o tempo já estava piorando e, mas ao longe estava Emmett vendo alguns guarda-chuvas, ele estava fugindo de mim, fazia sentindo, eu teria feito o mesmo, mas não estou na minha casa
Iria embora, sair daquela casa e da vida deles, enfrentaria a chuva mesmo sem meu carro depois ligaria para o Jacob e pegaria meu carro e seguiria com minha vida. Peguei minha mochila que estava no sofá fui à área de serviço e peguei minhas roupas que já estava limpas e secas e pegue um pedaço de bolo para a viagem, enfiei tudo na mochila e sair e seguir os caminhos que me trouxeram para aquela casa.
O céu estava escuro, mesmo sendo dia e me lembrei das 24 horas que aconteceu na minha vida que me mudaram tanto minha forma de ver as coisas.
Emmett tinha me salvando
Corri pela estrada fria e úmida
Lagrimas começaram a descer e foi quando ouvir a voz dele.
- Rosalie – disse Emmett com um guarda-chuva em mãos
Parei e virei
- acho melhor eu volta para casa – falei
- não quero que vá –
- Desculpa se fui idiota com você – falei
- você não foi – Você apareceu na minha e me trouxe luz onde tinha trevas e tristeza e não quero volta a ser como antes –
Dei mas um passo para ficar dentro do guarda – chuva, mesmo estando toda molhada, peguei o seu queixo e trouxe para mas perto de mim e o beijei.
- igual ao meu sonho – falei interropendo o beijo para tomar um pouco de ar
- espero que você nunca acorde – falou Emmett me abraçando
E ficou somente eu, Emmett e o guarda-chuva naquela tempestade
Fim ...
...
Olhei para Nicole e ela estava dormindo com um lindo sorriso nos lábios deixando evidentes aquelas covinhas, levantei da cadeira e me sentir envolvida num abraço em que adorava.
- adorei a historia –
- você estava escutando Emmett – falei
- cheguei só no finalzinho quando estava nos beijando na chuva somente eu, você e o aquele guarda-chuva –
- nunca irei esquece –
- nem eu, que tal irmos para fora e matamos a saudade da chuva -
- sempre –
....
Notas finais
Espero que goste da sua participação Vic
Juffs obrigada por me ajudar e me aconselha sobre a fic ....
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